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Ricardo Costa apresenta oficialmente a candidatura a presidente da Federação do PS Braga

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© Ricardo Costa
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Na próxima segunda-feira, 1 de junho, às 21:30, Ricardo Costa apresenta oficialmente a candidatura a presidente da Federação do PS Braga.

“Trata-se de um momento de mobilização de um projeto coletivo, em que todos fazemos parte, que servirá para dar a conhecer as prioridades políticas para o PS e para o distrito, numa sessão aberta aos militantes e simpatizantes”, refere o candidato. O momento decorre em Braga, na sede distrital do partido.

Esta apresentação surge depois de ter anunciado publicamente Antero Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Fafe, como seu mandatário, e o eurodeputado Bruno Gonçalves como o primeiro nome da sua Comissão de Honra. O apoio generalizado à sua lista integra presidentes das comissões políticas concelhias do Partido Socialista, atuais presidentes de Câmara e presidentes da Assembleia Municipal, bem como vereadores eleitos pelo Partido Socialista nos concelhos onde o PS é oposição e deputados da Assembleia da República.

Entre as concelhias que manifestam apoio direto ao candidato Ricardo Costa estão Amares, Barcelos, Braga, Fafe, Famalicão, Guimarães, Terras de Bouro e Vieira Minho. Também a atual presidente da distrital, Liliana Matos Pereira, integra a lista de apoiantes de Ricardo Costa à presidência da Federação.

Alunos da UMinho apresentam criações em desfile de moda no Espaço Guimarães

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© UMinho
© UMinho

Os estudantes de Design e Marketing de Moda da Universidade do Minho (UMinho) apresentam as suas coleções de final de curso num desfile agendado para sexta-feira, dia 29 de maio, às 21:00, no shopping Espaço Guimarães.

Para esta 11.ª edição do UModa, os jovens vão dar a conhecer cinco coleções originais, que integram 81 looks com peças de vestuário e acessórios. O evento tem entrada livre e também transmissão no YouTube. A organização cabe aos alunos do 1.º ano do mestrado em Design para a Comunicação de Moda da UMinho.

O desfile tem este ano o tema “(Des)ligar”. Através da metáfora de um fio condutor, os jovens exploram a forma como relações, memórias e emoções se constroem, transformam e permanecem, num equilíbrio entre presença e ausência, encontro e afastamento. As coleções a apresentar designam-se DNA, Arcanum Cordis, Nós, The Body Keeps the Score e Superconexão. Diversas peças têm como ponto de partida a reutilização de materiais e upcycling, com recurso a tecidos reaproveitados, refletindo uma abordagem mais consciente à criação em moda e ao consumo sustentável.

“O UModa é a montra do trabalho que desenvolvemos na licenciatura e no mestrado, abrimos portas à sociedade para mostrar, com orgulho, a criatividade, o rigor e a visão dos nossos estudantes”, afirma a professora responsável, Inês do Amaral, do Departamento de Engenharia Têxtil da UMinho. Ao longo dos anos, esta é uma plataforma de lançamento de jovens designers, permitindo uma experiência prática de criação, produção e divulgação e também o contacto com agentes do setor, acrescenta.

Este desfile realiza-se, pela primeira vez, no Espaço Guimarães, a convite do próprio centro comercial, reforçando a ligação entre a academia e a comunidade, e aproximando o evento de um público mais alargado. “É com grande entusiasmo que acolhemos o UModa, que dá palco à criatividade de jovens talentos nacionais e cruza a moda com a sustentabilidade. É importante contribuirmos para a visibilidade de iniciativas como esta e proporcionar experiências diferentes a quem nos visita”, refere Susana Ferreira, diretora do Espaço Guimarães, propriedade da Klépierre.

Proteção Civil de Braga avisa população para restrição de queimas e queimadas

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A Proteção Civil de Braga alertou para a restrição de queimas e queimadas entre 26 a 31 de maio devido às condições meteorológicas previstas para os próximos dias.

Também informa que é proibido queimas e queimadas no período condicionado de 1 de junho a 31 de outubro. 

Esta medida vigora em todo o concelho de Braga.

Pedro Almeida estreia-se no Rally de Lisboa

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© Pedro Almeida Racing
© Pedro Almeida Racing

Pedro Almeida, piloto de Famalicão, acompanhado de António Costa, vai estar no Rally de Lisboa. É a terceira ronda do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e a TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal chega à capital com dois GR Yaris Rally2 prontos para atacar os troços de Mafra, Sintra e Cascais, numa prova que promete emoção do início ao fim.

Depois da terra das duas primeiras provas, chega o asfalto. Serão cerca de 110 quilómetros contra o cronómetro, entre Mafra, Sintra e Cascais, numa prova que une a tradição de alguns dos troços mais míticos dos ralis e a competitividade de um campeonato que tem revelado um equilíbrio impressionante.

O Rally de Lisboa 2026, organizado pelo CPKA — Clube de Promoção de Karting e Automobilismo — entre 28 e 30 de maio, tem como base operacional o Palácio Nacional de Mafra. Com 510,86 km de percurso total e 109,76 km cronometrados, distribuídos por 11 Provas Especiais de Classificação (PEC).

Pedro Almeida chega ao Rally de Lisboa com a confiança de quem terminou no pódio nas duas provas da temporada. O piloto de Vila Nova de Famalicão demonstrou evolução, um ritmo crescente e sempre a mesma ambição que carateriza a TOYOTA GAZOO Racing Caetano Portugal. Agora, ao volante do Toyota GR Yaris Rally2 e com António Costa na navegação, o objetivo é “replicar essa progressão nos troços da Grande Lisboa e lutar pelos lugares de topo do CPR”.

“Será uma prova completamente nova para mim, e nova também a transição do carro para os pisos de asfalto. Vai ser um desafio exigente, mas também uma excelente oportunidade para evoluir e encontrar rapidamente o melhor ritmo num rali que acredito, à semelhança do que tem sido o CPR, vai ser muito competitivo. Vamos procurar fazer uma rápida adaptação ao carro e tentar dar o melhor em prova”, disse.

A ação arranca oficialmente na sexta-feira, 29 de maio, com a Cerimónia Oficial de Partida Simbólica junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, às 14:45, seguida da partida real da prova às 16:15, a partir de Encarnação, em Mafra. O shakedown aconteceu ao início do dia, das 07:30 às 10:30, no Sobral da Abelheira.

O primeiro dia é composto por quatro troços de estrada e uma Super-Especial. A PEC 1 — Tapada de Mafra (16,27 km) — abre as hostilidades às 16h33, seguindo-se a PEC 2 — Sobral de Monte Agraço (9,24 km) — às 17:41, a PEC 3 — Vila Franca de Xira (7,43 km) — às 18:31 e a PEC 4 — Alenquer (15,35 km) — às 18:52. Após reagrupamento no Parque Desportivo de Mafra, a etapa fecha com o espetáculo da PEC 5 — Super Especial de Mafra (1,63 km) — às 21:40, disputada nas avenidas e ruas da cidade.

O sábado, 30 de maio, é onde a prova se decide. A terceira secção repete os quatro troços da véspera em novo duelo com o cronómetro: PEC 6 — Tapada de Mafra 2 às 08:53, PEC 7 — Sobral de Monte Agraço 2 às 10:01, PEC 8 — Vila Franca de Xira 2 às 10:51 e PEC 9 — Alenquer 2 às 11h12. Após assistência em Encarnação, teremos a derradeira: a PEC 10 — Sintra/Almargem Bispo (10,18 km), com o estatuto de Power Stage, às 13:56. O ponto final da competição cronometrada é dado pela PEC 11 — City Stage da Marina de Cascais (1,37 km) — às 16:45, já fora do âmbito competitivo da prova, uma vez que os tempos registados não serão contabilizados. A cerimónia de entrega de prémios acontecerá na mesma Marina de Cascais, às 18:10.

Vizela Romana está de volta de 5 a 7 de junho

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© CM Vizela
© CM Vizela

Vem aí mais uma edição da Vizela Romana, que decorrerá de 5 a 7 de junho, na Praça da República e Jardim Manuel Faria.

O programa, que será apresentado no dia 29 de maio, voltará a contar com muita animação de rua, música, dança, espetáculos, jogos romanos, acampamento militar e falcoaria.

Póvoa de Lanhoso debateu papel das autarquias no combate à pobreza infantil

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

O Município da Póvoa de Lanhoso participou, na qualidade de município convidado, num ciclo de webinars promovido pela UNICEF Portugal dedicado ao tema “O papel das cidades no combate à pobreza infantil”.

A iniciativa pretendia refletir acerca dos desafios associados a esta problemática e debater o papel determinante das autarquias locais na implementação de políticas públicas inclusivas, capazes de salvaguardar os direitos e o bem-estar das crianças e jovens.

No âmbito desta participação, o Município da Póvoa de Lanhoso apresentou a sua experiência no desenvolvimento de medidas integradas de apoio às crianças e famílias. Em destaque esteve o trabalho realizado no contexto da Garantia para a Infância, bem como diversas práticas locais direcionadas para a prevenção e mitigação da vulnerabilidade social na infância.

Durante a sessão foram partilhadas as iniciativas municipais que promovem a inclusão social, a igualdade de oportunidades e o acesso de crianças e jovens a respostas essenciais nas áreas da educação, ação social, saúde e participação comunitária. Foi igualmente reforçada a importância da intervenção de proximidade e do trabalho em rede entre as diferentes instituições locais.

“A presença neste ciclo de webinars constitui um reconhecimento e uma afirmação do trabalho que o Município da Póvoa de Lanhoso tem vindo a desenvolver na promoção dos direitos da criança. Reafirma, simultaneamente, o compromisso da autarquia com políticas locais justas, inclusivas e orientadas para o bem-estar das famílias e das novas gerações. Através desta partilha de experiências à escala nacional, a Póvoa de Lanhoso reforça o seu contributo para a construção de uma comunidade mais coesa e ativamente empenhada no combate às desigualdades sociais e à pobreza infantil”, refere a Autarquia.

SNS – Sistema Não Seguro

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© José Rosa
© José Rosa

Há uma tradição muito portuguesa que resiste bravamente à modernidade: a gestão da culpa. Sempre que acontece algo grave, seja num hospital, num sistema informático ou numa repartição, há um reflexo quase automático: abre-se um inquérito.  Não resolve, mas acalma.

Digo isto a propósito da notícia que dá conta de que mais de 100 mil pessoas tiveram os seus dados do SNS acedidos indevidamente. Um “incidente grave”, dizem as autoridades, com recurso a inteligência artificial e técnicas avançadas de intrusão.

Nada a dizer. O mundo é hoje complexo, os ataques são cada vez mais sofisticados e ninguém está totalmente a salvo.

Mas depois há a outra parte da história. A menos glamorosa. Credenciais comprometidas, ou em linguagem corrente, alguém entrou porque tinha a chave.

E é aqui que a narrativa começa a perder algum encanto tecnológico e a ganhar contornos muito mais humanos. Porque, sejamos honestos, a cibersegurança em Portugal também se faz com passwords reaproveitadas, nomes de filhos, datas de nascimento e aquele clássico intemporal: “12345678 depois mudo”, mas não mudamos.

Vivemos uma espécie de ilusão confortável. Acreditamos que os grandes problemas vêm sempre de grandes ataques. Mas, frequentemente, começam em pequenas distrações. Numa password partilhada, num acesso aberto “só por hoje”, num clique sem pensar. E, claro, no inevitável post-it amarelo colado ao monitor, esse verdadeiro monumento nacional da cibersegurança.

Entretanto, do outro lado, há quem não durma. Há quem teste, experimente, automatize, escale. Há quem consiga, em dias, extrair volumes de informação que antes levariam meses. Não é magia, é engenharia social.

A questão é que os dados de mais de 100 mil pessoas não são um detalhe administrativo. São informação sensível, potencialmente valiosa para fraude, negócios obscuros ou simples exploração indevida. Não são ficheiros. São vidas organizadas em campos de texto.

O problema é que continuamos a tratar a segurança digital como um assunto técnico, quando ela é, antes de mais, uma questão de cultura, de hábitos, de disciplina quotidiana. De pequenas decisões que ninguém vê, até ao dia em que toda a gente descobre.

E por isso, lá voltamos ao início. Vai ser aberto um inquérito. Vão ser apuradas responsabilidades. Serão reforçados procedimentos. Provavelmente haverá novas palavras-passe, alguns manuais atualizados e uma ou outra formação.

E tudo isto é importante. Mas talvez não seja suficiente.

Porque, no fundo, a maior vulnerabilidade não está nos sistemas, mas na convicção de que “isto só acontece aos outros”.

E essa, infelizmente, não se resolve com encriptação. Resolve-se com memória, e com coragem para admitir uma coisa simples, ou seja: Nem sempre somos vítimas de ataques altamente sofisticados. Às vezes somos vítimas de coisas demasiado básicas para admitir em público.

Rita Figueiredo do SC Braga alcança novo recorde pessoal nos 1500 metros

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© SC Braga
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Rita Figueiredo, atleta do SC Braga, esteve em destaque no Meeting Internacional IFAM, em Bruxelas, na Bélgica, ao alcançar um novo recorde pessoal nos 1500 metros. A Gverreira do Minho terminou a prova com o tempo de 4.11,82.

Já nos 5.000 metros, João Amaro registou a marca de 13.54,43. Por fim, Manuel dos Santos também esteve em evidência ao alcançar um novo recorde pessoal, com o tempo de 14.32,33.

Patrícia Morais despede-se do SC Braga

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© SC Braga
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O SC Braga anunciou a saída de Patrícia Morais. A jogadora de futebol feminino, que esteve cinco temporadas ao serviço do clube, não vai fazer parte do plantel na próxima época.

Patrícia Morais conquistou a Taça da Liga ao serviço do SC Braga na época 2021/22. Num comunicado, o SC Braga agradeceu “o empenho, profissionalismo e dedicação de Patrícia Morais nas cinco temporadas em que serviu o Clube e deseja-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais para o futuro”.

Braga: Ativista ambiental denuncia deposição de “monstros” no chão em Palmeira

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© Carlos Dobreira
© Carlos Dobreira

Um ativista ambiental de Braga denunciou a deposição de lixo e “monstros” no chão, junto a eco-pontos, em Palmeira.

De acordo com Carlos Dobreira, “foram depositados sofás, cadeiras, carpetes, resíduos de construção e madeira na Rua Professor Mota Leite.

Recorde-se que a empresa municipal da AGERE faz recolha gratuita após contacto: 253 205 000.