A artista Iolanda Guimarães vai lançar um livro de colorir resultante da exposição “Linhas de Amor… por Braga”. O lançamento decorrerá no dia 2 de junho, às 16:00, no Palácio do Raio.
Depois da exposição ter estado patente, no ano passado, no Palácio do Raio, nasceu agora um novo capítulo do projeto. O livro de colorir convida o público a “descobrir e reinterpretar a cidade de Braga através da criatividade e da cor”.
O livro reúne várias ilustrações inspiradas no património, nas memórias e nos lugares emblemáticos de Braga, permitindo que cada pessoa pinte cada página ao seu gosto, tornando cada exemplar único e pessoal. Mais do que um livro de colorir, esta edição pretende “ser uma experiência afetiva e artística de ligação à cidade”.
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso está a apelar à colaboração da população para a realização de uma triagem “mais consciente” dos artigos que pretende doar à Eco Loja Comunitária.
A Eco Loja Comunitária é um serviço municipal, aberto a toda a comunidade, que funciona segundo o modelo de “troca por troca”, através do qual as pessoas podem entregar o que já não utilizam e podem levar da loja o que lhes faz falta.
Todo e qualquer material que esteja, de alguma forma, danificado não deve ser doado à Eco Loja Comunitária, uma vez que o objetivo é dar uma segunda vida a artigos que tenham condições para serem reutilizados por outras pessoas.
Proporcionando uma nova vida a vestuário, calçado, mobiliário e a diferentes objetos ou utensílios, esta iniciativa promove a economia circular e o combate ao desperdício, assim como a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente.
Da mesma forma, os artigos das doações não devem ser colocados à porta da Eco Loja Comunitária. Este espaço encontra-se aberto para receber, tratar e acondicionar estes bens, de forma adequada, às terças e sextas, das 09:30 às 12:00, e às quintas, das 09:30 às 17:00.
A Eco Loja Social, que deu origem à Eco Loja Comunitária, assume-se como “uma resposta eficaz de apoio às famílias”, continuando a disponibilizar apoio alimentar e outros bens, como roupa, mobiliário ou equipamentos, num novo modelo de “troca por troca”. Em 2025, teve uma afluência de 981 pessoas, maioritariamente, mulheres, para 932 interações como “troca por troca” (357); doações (454); apoio social (20); e pedidos de informação (101).
A inauguração do novo espaço da Eco Loja Comunitária, nos Moinhos Novos, decorreu já em 2026, no dia 19 de fevereiro. A mudança decorreu da limitação de espaço das anteriores instalações, junto à Piscina Coberta Municipal.
Durante a madrugada, membros do PCP contactaram com trabalhadores dos Transportes Urbanos de Braga (TUB).
O PCP afirmou que “será a mobilização dos trabalhadores na Greve Geral de 3 de junho o factor determinante para derrotar, de uma vez por todas, o Pacote Laboral”. “Toda a luta dos trabalhadores, como ficou demonstrado com a Greve Geral de 11 de dezembro, revela que é nos trabalhadores que reside a força para defender os seus direitos, derrotar este Pacote Laboral e fazer avançar nos salários e condições de vida”, refere.
Para os membros do partido, “os trabalhadores dos TUB desempenham um papel fundamental no serviço de transportes públicos em Braga, e precisam de ser valorizados, de estabilidade, de condições de trabalho e ter os seus direitos garantidos. Ao invés, o capital e o governo avançam com um Pacote Laboral que traz a instabilidade do banco de horas individual de volta; agrava a instabilidade no vínculo de trabalho; promove a precariedade; facilita os despedimentos sem justa causa, à vontade do patrão; limita a liberdade sindical, porque menos organização equivale a mais exploração”.
“A manifestação de dia 3 junho, no dia da Greve Geral, às 10:00 a partir do Arco da Porta Nova, será um importante momento também na luta contra o aumento do custo de vida, os salários e pensões que não acompanham as subidas de preços; os lucros dos grupos económicos que demonstram quem está a ganhar com essas subidas e a política do governo que recusa regular preços e tocar nos lucros de 1312 milhões de euros da Galp Energia ou de 1006 milhões de euros da Jerónimo Martins e SONAE. No dia 3 de junho, os trabalhadores vão rejeitar este Pacote, através da Greve Geral”, finalizou o PCP.
A Comunidade Local dos Baldios de Covas do Barroso avançou com uma providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela para suspender a segunda servidão administrativa associada ao projeto da Mina do Barroso.
“A ação judicial surge na sequência da publicação em Diário da República de um despacho emitido pelo Secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Paulo Gil Barroca, que autoriza a empresa Savannah Resources a realizar trabalhos de sondagem e geotecnia numa área de cerca de 228 hectares em Covas do Barroso e Romainho”, refere a Comunidade dos Baldios de Covas do Barroso.
A providência cautelar pretende “impedir o avanço de uma servidão que é desproporcionada, mal fundamentada e gravemente lesiva dos direitos dos compartes, dos terrenos comunitários, dos recursos hídricos, da biodiversidade e do modo de vida agro-silvo-pastoril de Covas do Barroso”.
A Comunidade vê nesta servidão “mais um abuso de autoridade imposto sobre terrenos baldios e privados, contra a vontade da população local”.
“Denuncia-se a dimensão desproporcionada da nova servidão, que prevê a ocupação de cerca de 217 hectares de zona baldia, quase metade dos quais (102,2 hectares) estão fora da área de concessão do projeto, e onde a Savannah Resources pretende instalar 51 plataformas de sondagem e 194 poços geotécnicos. A servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro. A primeira servidão incluiu trabalhos executados fora da área concessionada, restrições à circulação dos residentes nos baldios e a presença de segurança privada na aldeia, criando um clima de vigilância e intimidação sobre a população”, acrescenta a Comunidade dos Baldios de Covas do Barroso.
Carlos Gonçalves, comparte e membro da Direcção do Conselho Directivo dos Baldios, sublinha que “nós sabemos que nas cidades baldio quer dizer terreno abandonado. Mas aqui não é assim. Baldio quer dizer terra do povo, que não é nem do Estado nem privada. É da comunidade. E não está vazia. O nosso sustento depende dele. Eu, por exemplo, tenho lá centenas de colmeias. E há quem use o baldio para pastoreio, recolha de mato e pesca. A servidão administrativa tira-nos o acesso ao baldio. É um ataque ao nosso modo de vida”.
A Comunidade Local dos Baldios afirma que continuará “a recorrer a todos os meios legais para travar o projeto mineiro e defender os direitos das populações, as terras comunitárias e o património natural de Covas do Barroso, território reconhecido pela FAO como Património Agrícola Mundial”.
Ana Rita Cunha, Francisca Castro, Nair Pina, Rita Melo e Sofia Machado, jogadoras do SC Braga, foram chamadas para o estágio de preparação da Seleção Nacional Sub-20, que decorrerá entre os dias 30 de maio e 9 de junho.
Portugal vai disputar três jogos de preparação frente à Coreia do Sul, Finlândia e Brasil, tendo em vista a preparação para o Mundial.
O primeiro encontro está agendado para o dia 3 de junho, às 16:00, no Estádio Conde Dias Garcia, em São João da Madeira, frente à Coreia do Sul. Os restantes jogos terão lugar no Estádio Dr. Carlos Osório, em Oliveira de Azeméis. No dia 6 de junho, defrontam a seleção da Finlândia pelas 15:00, enquanto o último encontro, diante do Brasil, está marcado para as 15:30, do dia 9 de junho.
Os Bombeiros Voluntários de Esposende sagraram-se vice-campeões nacionais na prova de trauma, inserido no XI Campeonato Nacional de Trauma, que decorreu entre os dias 21 e 24 de maio de 2026, em Portimão.
O XI Campeonato de Trauma é um evento aberto a todas as equipas de resgate, com o objetivo de impulsionar capacidades individuais, estimular competências de equipa, explorar diferentes técnicas sempre de acordo com as melhores práticas internacionais e com o objetivo de preparar a próxima comitiva portuguesa no evento internacional da World Rescue Organisation, que vai decorrer no Rio de Janeiro, no Brasil.
Coorganizado pela Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento (ANSD) e pelos Bombeiros Voluntários de Portimão, a equipa dos Bombeiros Voluntários de Esposende conquistaram os prémios de 1º lugar na prova “Trauma Standard”, 2º lugar da classificação geral e o prémio “Equipa Revelação 2026”, no primeiro ano de participação desta equipa constituída pelas Bombeiros Inês Melo e Marta Viana, num total de 34 equipas em competição.
As provas decorreram em cenários simulados, com vítimas caracterizadas ao pormenor, dando um realismo “mais próximo das ocorrências que as equipas respondem no dia a dia, este evento tem ainda como objetivo a partilha de conhecimentos, troca de ideias, debate entre os participantes envolvendo os avaliadores de referência, paralelamente são testados as mais atuais técnicas e ferramentas utilizadas no socorro”.
Um campeonato caracterizado pelo “respeito mútuo entre equipas, priorizando a evolução do conhecimento na vertente do socorro”, a equipa “Trauma Team de Esposende” destacou-se pelo seu “espírito de missão, dedicação, profissionalismo, competência técnica e integração harmoniosa entre as equipas que estavam em competição”.
Para assinalar o seu quinto aniversário, a AEMinho promoveu, esta segunda-feira, em Braga, a Cimeira da Indústria, que reuniu algumas das mais relevantes figuras do panorama político, económico, empresarial e diplomático nacional e internacional.
O evento contou com a presença do Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, e do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, bem como de líderes empresariais, académicos e institucionais que participaram em painéis dedicados aos desafios da competitividade, da modernização do Estado, da produtividade, da inovação e da capacidade de crescimento da economia portuguesa.
Ao longo do dia passaram pela cimeira diversas personalidades de relevo nacional, consolidando Braga e o Minho como “um espaço cada vez mais afirmado de reflexão estratégica sobre o futuro da indústria e das empresas em Portugal”.
Para a AEMinho, “esta edição assumiu um significado particularmente simbólico, coincidindo com os cinco anos de uma associação construída a partir do tecido empresarial real, independente e profundamente comprometida com o crescimento económico da região e do país”.
“Há cinco anos nasceu uma associação livre, criada por empresários que acreditavam que o Minho precisava de uma voz forte, independente e mobilizadora. Hoje, celebramos não apenas o percurso da AEMinho, mas sobretudo aquilo que as empresas da nossa região conseguiram conquistar neste período. O Minho cresceu, internacionalizou-se, sofisticou a sua indústria, reforçou exportações e demonstrou uma enorme capacidade de resistência e adaptação”, afirma Ramiro Brito, Presidente da Direção da AEMinho.
O dirigente destaca ainda que “o grande desafio do país continua a ser criar condições reais para que as empresas possam crescer, ganhar escala, capitalizar- se e competir internacionalmente. Não existe desenvolvimento económico sustentável sem empresas fortes, ambiciosas e capazes de criar valor acrescentado. E é precisamente nessa visão que a AEMinho continuará focada nos próximos anos”.
No âmbito da cimeira, a AEMinho promoveu igualmente um almoço de diplomacia económica que reuniu a comunidade empresarial e mais de 12 representações diplomáticas internacionais, num momento dedicado à internacionalização, à captação de investimento e ao reforço das relações económicas externas da região.
A iniciativa contou com representantes diplomáticos de diversos países e teve como objetivo aproximar o tecido empresarial minhoto de oportunidades de cooperação internacional, reforçando o posicionamento do Minho enquanto território exportador, competitivo e aberto ao mundo.
“Este momento de diplomacia económica simboliza exatamente aquilo que queremos para o futuro da região: empresas mais internacionais, mais preparadas para competir globalmente e um Minho cada vez mais ligado aos grandes fluxos económicos internacionais. O crescimento económico faz-se também pela capacidade de criar pontes, atrair investimento e construir relações estratégicas duradouras”, acrescenta Ramiro Brito.
A AEMinho considera que “a realização da Cimeira da Indústria em Braga representa também o reconhecimento nacional da dinâmica empresarial da região e do papel que o Minho tem assumido como um dos principais motores económicos do país”.
Cinco anos após a sua fundação, a associação reafirma o compromisso de “continuar a defender uma economia mais competitiva, mais próxima das empresas e mais alinhada com a realidade do tecido produtivo nacional, mantendo o espírito independente e mobilizador que esteve na origem do projeto em 2021”.
O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, recebeu, esta segunda-feira, os atletas do clube de Xadrez da A2D Didáxis, que conquistaram o título de campeões nacionais da 2.ª divisão, Série A, garantindo o regresso do clube à elite do xadrez português na próxima temporada.
A equipa famalicense confirmou a subida à 1.ª divisão ao cabo de nove jornadas, onde somou sete vitórias e apenas duas derrotas. A formação campeã contou com a participação de Carlos Novais, Ivo Dias, Luís Romano, João Afonso, Paulo Pinho, João Romano e Inês Silva.
Na receção feita nos Paços do Concelho esta segunda-feira, Luís Romano, jogador da equipa, destacou a importância da conquista e assumiu a ambição de competir ao mais alto nível. “É um orgulho ser parte desta conquista e voltar à 1ª Divisão, um objetivo que andávamos a perseguir há muito tempo”, salientando que jogar na elite nacional do Xadrez nacional na próxima temporada será um desafio exigente. “Vai ser uma experiência muito importante para todos, jogar contra grandes mestres internacionais e continuar a crescer competitivamente”, acrescentou o xadrezista.
O clube de Xadrez da Associação A2D Didáxis é uma extensão da escola e os resultados alcançados são “motivo de orgulho”, apontou Francisco Carvalho, que representou a instituição nesta iniciativa.
Um elogio partilhado pelo presidente da Câmara de Famalicão, Mário Passos, considerando que “o sucesso alcançado é reflexo da dedicação, superação e espírito competitivo que caracterizam o concelho famalicense”.
Com 22 anos de existência, o clube de Xadrez A2D volta assim ao principal escalão do xadrez nacional, depois das presenças em 2014, 2015, 2016, 2018 e 2021. Esta foi ainda a quarta subida da equipa da 2.ª para a 1.ª divisão, depois dos êxitos alcançados em 2013, 2017, 2020 e agora em 2026.
O Município de Barcelos vai reforçar a sua adesão à Rede Portuguesa das Cidades Interculturais (RPCI), no âmbito do novo modelo de governação implementado pelo Conselho da Europa e pela Rede Internacional de Cidades Interculturais (ICC), reforçando “o compromisso do concelho com políticas de inclusão, diversidade e coesão social”.
A proposta foi aprovada em reunião de Câmara e prevê o pagamento de uma quota anual de 2.400 euros, valor definido de acordo com o novo enquadramento da rede, que passa a aplicar critérios assentes no PIB per capita nacional e na dimensão populacional dos municípios aderentes.
“Com esta reformulação, deixa de existir distinção entre a rede nacional e internacional, passando todas as cidades-membros a usufruir dos mesmos direitos, acesso a ferramentas de avaliação, projetos europeus, ações de capacitação técnica, eventos temáticos e programas promovidos pelo Conselho da Europa. A permanência de Barcelos na Rede Portuguesa das Cidades Interculturais permitirá continuar a desenvolver estratégias locais de promoção do diálogo intercultural, participação cívica e combate à discriminação, beneficiando igualmente da partilha de boas-práticas e da participação em projetos nacionais e internacionais ligados à interculturalidade”, explica a Câmara Municipal.
“Ao longo dos últimos anos, Barcelos tem participado ativamente em diversos projetos nacionais e internacionais promovidos, no âmbito da Rede Portuguesa das Cidades Interculturais. Entre as iniciativas desenvolvidas destacam-se os projetos “Intercultural School” e “Intercultural Educators”, que envolveram escolas, profissionais de educação, técnicos municipais, associações e comunidades locais em ações de formação, sensibilização e promoção da convivência intercultural. O concelho integra ainda projetos internacionais como o “STAND – Strengthening Towns’ Activation for new Narratives on Diversity” e o “FAIR – Fostering Awareness and Interculturalism with Roma communities in European cities”, iniciativas que promovem a cooperação entre cidades europeias na construção de políticas de inclusão, combate à discriminação e valorização da diversidade cultural. A participação na Rede Portuguesa de Cidades Interculturais tem contribuído para o reforço das políticas públicas locais nas áreas da integração, educação, participação cívica e combate à discriminação, promovendo simultaneamente a valorização da imagem de Barcelos enquanto território inclusivo, aberto e socialmente responsável”, reforça
O novo modelo de governação da RPCI prevê um período de transição até 2027, sendo que as cidades aderentes deverão formalizar a continuidade da participação através da assinatura de um novo acordo de adesão.
Já está em vigor o programa Vieira +Vida, novo programa de incentivo à natalidade do Município de Vieira do Minho, que garante 2.000 euros de apoio por cada nascimento ou adoção no concelho.
A entrada em vigor do regulamento marca o arranque efetivo de uma medida que pretende “responder de forma concreta a um dos maiores desafios do território, que é travar a perda de população e criar condições para que os jovens possam continuar a escolher Vieira do Minho para viver e constituir família”.
O programa aplica-se às crianças nascidas ou adotadas a partir de 1 de janeiro de 2026. “Mais do que um apoio financeiro direto às famílias, o Vieira +Vida assume-se como uma aposta estratégica do Município. Dos 2.000 euros atribuídos, metade é entregue diretamente aos beneficiários e a restante metade é aplicada no comércio local, através do reembolso de despesas relacionadas com o bem-estar e desenvolvimento da criança. A medida conjuga, assim, duas prioridades: apoiar quem decide ter filhos em Vieira do Minho e reforçar a economia local, garantindo que parte do investimento municipal permanece no concelho e beneficia diretamente os comerciantes locais”, refere a Câmara Municipal.
O Presidente do Município, Filipe de Oliveira diz tratar-se de “uma medida forte, capaz de aliviar o peso financeiro associado à chegada de um filho, mas também de criar um sinal claro para o futuro: Vieira do Minho quer fixar população, atrair jovens famílias e combater o envelhecimento demográfico com respostas concretas”.
“Com o programa agora em funcionamento, fica cumprido um dos compromissos assumidos pelo executivo municipal, transformado agora num instrumento direto de apoio às famílias vieirenses”, acrescenta.
As candidaturas podem ser apresentadas até 180 dias após o nascimento ou adoção, no Gabinete de Apoio ao Cidadão do Município ou através do formulário disponível online no site do Município em https://cm-vminho.pt/pt/.
O processo de candidatura exige a entrega de documentação comprovativa, nomeadamente identificação dos requerentes, certidão de nascimento ou decisão de adoção, comprovativo de residência e certidões de regularização perante a Segurança Social, Finanças e Município, entre outros documentos previstos no regulamento.