BragaDinâmica económica de Braga destacada na Cimeira da Indústria

Dinâmica económica de Braga destacada na Cimeira da Indústria

O evento reuniu o primeiro-ministro, o presidente da Câmara Municipal, líderes empresariais, decisores públicos e especialistas para debater os principais desafios e oportunidades da indústria.

© CM Braga

O Theatro Circo, em Braga, foi palco da Cimeira da Indústria, evento realizado no âmbito do quinto aniversário da AEMinho.

O evento reuniu o primeiro-ministro, Luís Montenegro, o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, e líderes empresariais, decisores públicos e especialistas para debater os principais desafios e oportunidades da indústria.

Na cimeira foi destacado que Braga “apresenta-se como território de forte dinâmica económica e capacidade de criação de valor”. Nos últimos dez anos, Braga acolheu mais de 6.500 empresas e gerou acima de 30 mil postos de trabalho. Em 2024, as exportações do território atingiram cerca de 3,4 mil milhões de euros. Segundo João Rodrigues, “estes números não representam apenas crescimento estatístico, eles traduzem maior estabilidade e qualidade de vida para a população, consolidando Braga como polo competitivo no contexto nacional”.

Como explicou o presidente da Câmara, “a base económica do território caracteriza-se pela diversidade, mesclando indústria transformadora, empresas de base tecnológica, talento empreendedor e uma forte cultura de trabalho existente em Braga que atravessa toda a comunidade”.

“A manutenção deste trajeto exige do Município um compromisso contínuo”, reforça. João Rodrigues reafirmou “a disponibilidade da autarquia para criar condições cada vez mais favoráveis ao investimento através da simplificação de processos administrativos, melhoria do urbanismo, preparação de solo para atividade económica, reforço das acessibilidades e qualificação do espaço público”. “A relação entre entidades públicas e agentes económicos assenta em previsibilidade, confiança e capacidade de resposta próxima às necessidades do terreno”, considerou.

Para João Rodrigues, “o crescimento económico é indissociável da coesão social. A criação de empresas e emprego fixa população, reduz vulnerabilidades territoriais e amplia oportunidades para quem vive em Braga”. “O Município está preparado para cooperar com empresas, instituições e investidores na consolidação de um modelo de desenvolvimento que seja simultaneamente robusto e inclusivo”, concluiu.

Já Luís Montenegro afirmou que “a indústria pode ser uma pedra angular de um projeto de futuro para Portugal”, considerando que o país “deve aproveitar o atual momento para reforçar a atração de investimento, ganhar escala e consolidar a presença das empresas portuguesas nos mercados internacionais”. “Portugal é uma economia que tem tudo, neste tempo de instabilidade, para ser uma referência de estabilidade”, sublinhou o primeiro-ministro.

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