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Cerca de quatro mil alunos do Cávado participaram no IV Campeonato de Cálculo Mental online Hypatiamat

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© CIM Cávado
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A CIM Cávado promoveu a 4.ª edição do Campeonato de Cálculo Mental Online Hypatiamat, uma iniciativa educativa que voltou a mobilizar a comunidade escolar da região, envolvendo 28 agrupamentos de escolas e 3.793 alunos(as) dos seis municípios do território. 

Integrado no Projeto Hypatiamat e apoiado pela CIM do Cávado, o campeonato teve como principais objetivos “desenvolver competências de cálculo mental, estimular o raciocínio lógico e matemático, incentivar a participação dos(as) alunos(as) em ambientes digitais de aprendizagem e promover hábitos de treino matemático através da gamificação”.

Ao longo da competição, foram realizados 81.661 jogos matemáticos na plataforma Hypatiamat, registando-se uma média de 21,53 jogos por participante, números que evidenciam o forte envolvimento das escolas e dos(as) estudantes nesta iniciativa educativa.

Os resultados alcançados demonstram elevados níveis de participação e desempenho nos diferentes anos de escolaridade, reforçando a importância das ferramentas digitais no apoio às aprendizagens e no desenvolvimento de competências matemáticas. 

Entre os vencedores desta edição destacam-se:

  • 1.º Ano (Jogo ADD) – aluno do Agrupamento de Escolas de Amares;
  • 2.º Ano (Jogo SAM) – aluno do Agrupamento de Escolas de Amares;
  • 3.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio, Esposende;
  • 4.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas de Amares;
  • 5.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas de Vila Cova, Barcelos;
  • 6.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, Braga;
  • 7.º Ano (Jogo SUBADD) – aluna do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, Braga;
  • 8.º Ano (Jogo SAMD) – aluna do Agrupamento de Escolas de Real, Braga;
  • 9.º Ano (Jogo SAMD) – aluna do Agrupamento de Escolas de Real, Braga.

A iniciativa permitiu ainda “reforçar capacidades de cálculo mental, aumentar a motivação para a aprendizagem da Matemática, promover a autonomia dos(as) alunos(as) e incentivar hábitos de superação pessoal e treino regular. A componente de gamificação voltou a assumir um papel determinante na motivação e envolvimento dos(as) participantes”.

A CIM Cávado destaca “o sucesso alcançado nesta quarta edição, sublinhando a forte adesão das escolas, dos professores, dos alunos e de todas as entidades parceiras envolvidas, reforçando o compromisso com a promoção do sucesso educativo e da inovação pedagógica na região”.

Famalicão vai contratar 25 assistentes para reforçar limpeza nos espaços públicos

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© CM Famalicão
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A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai reforçar o número de operacionais afetos aos serviços de Limpeza de Espaços Públicos, com a contratação de 25 assistentes operacionais.

“Além de assegurar a limpeza urbana, estes profissionais vão desempenhar funções ligadas à manutenção diária e conservação das vias e áreas de lazer. O trabalho destas equipas é considerado essencial para garantir que as praças, parques e arruamentos do concelho se mantêm acolhedores, cuidados e seguros para todos. Este reforço responde a uma necessidade permanente de dotar os nossos serviços dos meios humanos indispensáveis para garantir a excelência do espaço público”, destaca Mário Passos, presidente da Câmara Municipal.

A contratação destes 25 trabalhadores decorrerá com recurso a reserva de recrutamento interna já constituída.

Faleceu Miquelina Peixoto, primeira enfermeira obstetra de Famalicão

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© Ordem dos Enfermeiros
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Miquelina Peixoto, primeira enfermeira obstetra de Famalicão, morreu ontem aos 93 anos, anunciou a Casa da Memória Viva, associação da qual era madrinha.

Muito obrigado, Madrinha Miquelina. Faleceu esta quarta-feira, aos 93 anos, Miquelina Alves Oliveira Peixoto, a decana das enfermeiras obstetras famalicenses e a primeira pessoa da nossa comunidade a quem a Casa da Memória Viva prestou pública homenagem, a 28 de setembro de 2018, por ocasião da celebração do seu 86.º aniversário natalício. Ficou a ser, partir desse dia, a madrinha da nossa Associação, a convite da Comissão Instaladora. E desde então foi acompanhando a atividade e procurando ter uma palavra de incentivo diante das dificuldades com que nos estávamos a confrontar para enraizar a Casa da Memória Viva no tecido social famalicense”, pode ler-se na publicação.

“Jamais a esqueceremos, D. Miquelina. Nós e, seguramente, milhares de famalicenses que ajudou a nascer e a quem prestou, com desvelo e solicitude ímpares, os primeiros cuidados de saúde”, acrescenta a Casa da Memória Viva.

O funeral, com missa de corpo presente, realiza-se esta quinta-feira, às 15:00, na antiga Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão, onde o corpo poderá ser velado a parir das 11:00. Findas as exéquias fúnebres, seguirá para o cemitério municipal.

À família e amigos, a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.

Ronaldo Sousa da UMinho alerta que colonização biológica pode ameaçar outros planetas

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© Ronaldo Sousa
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Uma equipa internacional – que inclui Ronaldo Sousa, da Escola de Ciências da Universidade do Minho (UMinho) – alerta que a colonização espacial pode desencadear invasões biológicas irreversíveis, caso microrganismos, plantas ou animais introduzidos pelo ser humano escapem ao controlo. O estudo, publicado na revista Oikos, defende que esta colonização seja regulada, com princípios similares ao combate a espécies invasoras na Terra, de forma a antecipar riscos ambientais, éticos e evolutivos, evitando que passem da ficção científica para a realidade.

“A introdução de espécies da Terra em corpos extraterrestres (designada terraformação) é, por si, um evento de invasão e potencialmente imprevisível”, diz Ronaldo Sousa, investigador do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da ECUM. “A nossa presença prolongada na Lua ou em Marte pode contribuir para a sobrevivência da humanidade a longo prazo, mas também alterar esses ecossistemas, pelo que devemos evitar criar as primeiras espécies invasoras interplanetárias e repetir erros ecológicos cometidos na Terra”, diz.

O cientista português exemplifica com a introdução nefasta de coelhos e raposas na Austrália em 1859 e, noutro caso, o acidente do módulo lunar israelita Beresheet em 2019, que terá libertado na Lua milhares de minúsculos tardígrados (também conhecidos por ursos-d’água e que são altamente resistentes à temperatura, radiação e desidratação), evidenciando falhas nas normas de proteção planetária e de missões privadas. “As missões espaciais estão no centro do debate político e científico, logo importa falarmos também da terraformação, que traz riscos profundos de desestabilização de ecossistemas emergentes”, anui.

Organismos pioneiros?

O estudo, em coautoria com Teun Everts (Bélgica) e Phillip Haubrock (Reino Unido), traz uma nova perspetiva da terraformação, encarada como uma forma de introdução biológica mediada por humanos e não apenas como engenharia planetária. Os autores defendem a rápida regulação da introdução deliberada da vida fora da Terra, para se evitar a reprodução de padrões históricos de exploração e desigualdade, bem como a criação de entidades globais de governação robustas e a colaboração interdisciplinar entre biólogos, astrobiólogos, especialistas em ética e decisores políticos.

Entre os possíveis organismos pioneiros para terraformação, o artigo analisa fungos resistentes à radiação, cianobactérias, microrganismos metanogénicos e organismos sintéticos, devido ao seu potencial de formar solos, produzir oxigénio ou alterar a atmosfera. Porém, os cientistas avisam que esses organismos podem gerar subprodutos tóxicos em ambientes extraterrestres com recursos limitados.

“A ciência das invasões fornece décadas de conhecimento sobre prevenção, deteção precoce, avaliação de impactos e gestão de espécies introduzidas”, afirma Ronaldo Sousa, salientando que estes princípios podem ajudar a monitorizar e, quando possível, tornar reversíveis eventuais processos de terraformação. O futuro desta área depende não só da tecnologia, mas também da capacidade de aprender com erros ecológicos do passado e agir de forma responsável em novos contextos planetários, acrescenta o autor, aquando da Semana sobre Espécies Invasoras.

PSD da Póvoa de Lanhoso alerta para “elevada carga fiscal” existente no concelho

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© PSD
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Os vereadores eleitos pelo PSD na Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso alertaram, na última Reunião do Executivo, para a necessidade da requalificação da Estrada Municipal 595 e 595-2.

Segundo o PSD, “esta é uma reivindicação antiga das populações e da Junta de Freguesia”. “O estado atual da via é manifestamente degradado e perigoso, comprometendo a segurança rodoviária, a mobilidade diária e a qualidade de vida das populações. Os vereadores questionaram diretamente o executivo sobre a intenção de avançar com a requalificação da estrada até ao final do mandato”, referiram os vereadores.

Na Reunião, o PSD reiterou “preocupações” relativamente à “falta de esclarecimentos sobre prestações de serviços e avenças no Município”, em que “foram exigidos esclarecimentos quanto à antiguidade dos contratos; número de renovações; funções exercidas; enquadramento contributivo; e eventuais situações de contratação irregular”.

Os eleitos social-democratas questionaram também “a ausência de resposta ao pedido de visita apresentado pelos vereadores ao Centro de Recolha Oficial de Animais”. “Mais importante do que inaugurar é garantir que o equipamento esteja verdadeiramente operacional”, referem.

O PSD voltou a alertar para “a elevada carga fiscal existente no concelho, com especial destaque para o IMI”, que “continua entre os mais elevados do distrito de Braga, apenas ultrapassado pelo Município de Vizela”.

Criticaram também “o impacto da derrama municipal sobre famílias e empresas, penalizando a competitividade do território e dificultando a atração de investimento”.

Terras de Bouro promove oficinas criativas maiores de 65 anos e pessoas com deficiência

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DR
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A Câmara Municipal de Terras de Bouro abriu inscrições para as Oficinas Criativas, direcionadas a munícipes com idade igual ou superior a 65 anos e pessoas com deficiência ou incapacidade.

“Esta medida reforça o compromisso do Município com a promoção do envelhecimento ativo e com a inclusão social, através de atividades artísticas e culturais como a pintura a acrílico, a olaria, a pintura em azulejo e o teatro de fantoches. Para frequência das oficinas, as inscrições devem ser efetuadas presencialmente na Câmara Municipal de Terras de Bouro, no Centro Náutico de Rio Caldo, no Centro de Animação Turística do Gerês ou no Posto de CTT do Gerês”, refere a Autarquia.

A participação nas oficinas é gratuita e as sessões irão decorrer, de forma descentralizada, na Vila de Terras de Bouro e em Rio Caldo.

A ficha de inscrição está disponível em https://www.cm-terrasdebouro.pt/.

Braga vai receber Marcha pelos Direitos LGBTQIAPN+

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© Braga Fora do Armário
© Braga Fora do Armário

Braga vai receber a XIV Marcha pelos Direitos LGBTQIAPN+ no próximo sábado, 30 de maio. O evento terá início às 15:30, no Parque da Ponte, e termina na Praça da República.

O mote da marcha de 2026 é “Autodeterminação é Resistência”, num ano em que “muitos dos direitos conquistados têm sido postos em causa”, segundo a organização.

Entre o caos e a autoridade: o verdadeiro significado do 28 de Maio e o fim da República

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© IL
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Há 100 anos, Portugal enveredava por uma ditadura militar que era vista por muitos como a solução para salvar o país e as suas gentes. Numa das proclamações à nação, naquele 28 de maio, o Marechal Gomes da Costa, dirigindo-se aos portugueses, afirmava que a situação do país era inadmissível e como tal defendia a necessidade de “instituir na administração do Estado a disciplina e a honradez” que há muito tinha perdido com a 1 República.

Assinalar os 100 anos do 28 de Maio de 1926 exige mais do que repetir lugares-comuns ou julgamentos fáceis. Exige, acima de tudo, honestidade intelectual. Porque a história não se analisa com slogans — analisa-se com contexto.

O golpe liderado por Gomes da Costa não pode ser reduzido a uma simples antecâmara do Estado Novo, como tantas vezes se quer fazer parecer. Essa leitura é muito confortável, mas profundamente redutora. Ignora como tal o essencial: o país que existia antes do 28 de Maio já estava em rutura. A 1 República e os seus partidos foram os principais responsáveis pelo rumo que o país tomou nas décadas seguintes.

O país estava caótico no período tardio da 1 República, os partidos digladiavam entre si e episódios de violência era uma constante.

Um desses episódios, foi a infame “Camioneta Fantasma”, na noite de 20 de outubro de 1921, e não foi um episódio isolado — foi o retrato cru de um regime em desagregação. Nessa noite foram assassinados, entre outros, António Granjo, então presidente do Ministério, bem como Machado Santos e José Carlos da Maia, dois dos nomes maiores da própria Proclamação da República. Quando um sistema político já não consegue proteger os seus próprios protagonistas, deixou de garantir o mínimo de ordem.

E esse não foi um caso único. Ao longo da década de 20, Portugal mergulhou num clima de instabilidade quase permanente. Entre 1910 e 1926 sucederam-se dezenas de governos, muitos com duração de meses, e outros de algumas semanas. Em 1926, o cenário era claro: partidos fragmentados, lideranças desacreditadas e uma descrença generalizada que era transversal a toda a sociedade, da direita à esquerda. O parlamento tornara-se portante sinónimo de bloqueio e impotência. Nas ruas, a violência política era uma constante. Como refere o historiador António José Telo, “havia dezenas de exércitos privados, porque cada grupo político tinha o seu”.

Não se tratava de uma democracia imperfeita. Tratava-se de um regime em perda acelerada de legitimidade, incapaz de responder aos problemas do país: instabilidade financeira, inflação, participação desastrosas da 1 grande guerra, dívida elevada, tensões sociais e um Estado frágil.

É neste contexto que o 28 de maio deve ser entendido. Não como um plano ideológico coerente, nem como um movimento homogéneo. Pelo contrário: reuniu sensibilidades muito distintas — da direita conservadora a setores da esquerda e correntes radicais — unidas por um diagnóstico comum: a República tinha falhado, e tinham um odio profundo ao Partido Republicano Português, o responsável pelo poder na 1 República.

E é também neste contexto que importa compreender uma ideia que hoje causa desconforto, mas que à época era amplamente discutida: a necessidade de uma solução de força. Falava-se abertamente de uma ditadura — não como um regime permanente, mas como uma solução transitória, capaz de restaurar a ordem, estabilizar as finanças, garantir segurança e pôr fim à paralisia política, abrindo depois caminho a um regresso à normalidade constitucional.

O próprio conceito de “ditadura” não carregava, para muitos, o peso negativo que hoje lhe atribuímos. No contexto europeu da altura, regimes autoritários eram uma realidade: a União Soviética na Rússia, o fascismo em Itália, a ditadura militar de Primo de Rivera em Espanha. A ideia era portanto um governo forte, capaz de decidir sem bloqueios parlamentares, era vista por muitos como uma resposta legítima a tempos de crise. Para muitos portugueses da época, a alternativa não era entre democracia e ditadura — era entre ordem e caos.

Nada disto significa ignorar o que viria depois. Significa apenas recusar leituras simplistas. O 28 de Maio não nasceu com um destino traçado. A história não é inevitável — é feita de circunstâncias, escolhas e consequências.

Por exemplo em Espanha, depois da ditadura militar de Primo de Rivera, o país voltou ao sistema democrático republicano.

O Marechal Gomes da Costa, muitas vezes reduzido a uma figura simbólica de um processo que o ultrapassou, deve também ser visto à luz do seu tempo. Não como um arquiteto de um regime futuro, mas como um homem inserido num momento de colapso político. Segundo testemunhos familiares, entrou no Palácio de Belém com poucos recursos e dele saiu praticamente na mesma condição. “Toda a gente sabe que morreu pobre”, recorda o seu bisneto, evocando as suas últimas palavras: “Amem-se uns aos outros e amem sobretudo o nosso querido Portugal, a quem eu servi e amei com a maior lealdade e dedicação.”

Talvez seja precisamente aqui que o debate se torna mais exigente. Porque é fácil julgar o passado com a tranquilidade e o conforto do presente. É fácil aplicar os valores de hoje a decisões tomadas num tempo de incerteza, insegurança, medo e desordem. O difícil — e o necessário — é compreender antes de julgar.

A história não pode ser um tribunal onde o presente condena o passado com base em critérios que este nunca conheceu. Quando o fazemos, não estamos a esclarecer — estamos a distorcer.

Como tal, devemos ser justos e rigorosos na análise da Primeira República e dos seus dirigentes, reconhecendo de forma honesta o falhanço na concretização do ideal republicano, liberal e democrático que proclamaram, bem como o papel que esse fracasso teve a moldar as décadas que se seguiram até ao 25 de Abril de 1974.

Alunos de Amares em destaque no IV Campeonato de Cálculo Mental Online Hypatiamat da CIM do Cávado

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© CM Amares
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Os alunos do concelho de Amares estiveram em destaque no IV Campeonato de Cálculo Mental Online Hypatiamat da CIM do Cávado 2025/2026.

Os amarenses alcançaram “excelentes resultados”, evidenciando “um elevado desempenho nas provas de cálculo mental e raciocínio matemático”, segundo a Câmara Municipal.

A iniciativa envolveu milhares de alunos da região e reforçou a aposta na utilização de plataformas digitais e na gamificação como ferramentas de apoio à aprendizagem da Matemática.

Promovida pelo Projeto Hypatiamat e patrocinada pela CIM do Cávado, a iniciativa contou com a participação de 3793 alunos, de 28 agrupamentos escolares dos seis municípios da CIM do Cávado. Ao longo da competição foram realizados mais de 81 mil jogos matemáticos digitais, evidenciando o forte envolvimento das escolas e dos alunos nesta iniciativa educativa.

Entre os vencedores por ano de escolaridade, os alunos de Amares conquistaram três primeiros lugares, nomeadamente Leonardo Pereira Freitas, do 1.º ano do Centro Escolar Gualdim Pais, que foi vencedor no jogo ADD; Dinis Barros São João do 2.º ano do Centro Escolar de Ferreiros, que foi vencedor no jogo SAM; e Diego Gonçalves Rodrigues, do 4.º ano do Centro Escolar de Ferreiros, tendo sido vencedor no jogo SAMD.

“Para além dos três primeiros lugares conquistados, o concelho de Amares alcançou também excelentes resultados noutras posições, evidenciando o bom desempenho global dos alunos participantes. O Município de Amares, através da vereadora da Educação, Cidália Abreu, congratula os alunos pelos resultados alcançados. Estes refletem o empenho dos estudantes, o acompanhamento dos professores, o envolvimento das famílias e o trabalho desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas de Amares na promoção do sucesso educativo e da aprendizagem da Matemática”, sublinha a Autarquia.

O campeonato teve como principais objetivos “desenvolver competências de cálculo mental, promover o raciocínio lógico e matemático, incentivar a participação dos alunos em ambientes digitais de aprendizagem e estimular hábitos de treino matemático através da gamificação”.

Mercado Municipal recebe Moda Braga a 3 de junho

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© Daniel Pinto
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O Mercado Municipal vai ser palco do Moda Braga que se realiza no próximo dia 3 de junho.

Organizado pela Associação Empresarial de Braga (AEB), o evento vai apresentar as tendências Primavera/Verão 2026 e “destacar o melhor do comércio local”.

O desfile terá início às 21:30 e conta com entrada livre.