O Clube Automóvel do Minho (CAM) manifestou o seu profundo pesar pelo falecimento de Jorge Paulo, um dos mais conceituados comissários técnicos do desporto automóvel português.
Reconhecido pelo seu profissionalismo, competência e dedicação exemplar ao automobilismo, Jorge Paulo deixa uma marca indelével no desporto motorizado nacional.
Ao longo dos anos, Jorge Paulo colaborou regularmente com o Clube Automóvel do Minho, sendo uma presença assídua em diversas edições da Rampa Internacional da Falperra.
À família e amigos enlutados, a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) assinalou esta quinta-feira, 5 de junho, o Dia Mundial do Ambiente, destacando o trabalho desenvolvido na proteção da natureza e revelando que, durante o ano de 2025, foram detetadas mais de 27 mil infrações relacionadas com matérias ambientais.
Em comunicado, a GNR, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), sublinha a importância da preservação dos recursos naturais e alerta para as ameaças que continuam a afetar os ecossistemas, entre as quais a poluição, a degradação de habitats, os incêndios rurais e o abandono indevido de resíduos.
De acordo com os dados divulgados, a atuação da Guarda resultou na elaboração de 6.798 processos-crime e no levantamento de 20.535 autos de contraordenação em matéria ambiental ao longo do último ano.
Além da atividade de fiscalização e investigação, o SEPNA promoveu 6.196 ações de sensibilização e informação ambiental, que envolveram cerca de 113 mil participantes em todo o país.
Para a GNR, estes números demonstram, por um lado, a persistência de comportamentos lesivos para o ambiente e, por outro, a importância do trabalho desenvolvido na prevenção, fiscalização e promoção de uma maior consciência ambiental junto da população.
A participação dos cidadãos continua também a assumir um papel relevante na proteção do território. Em 2025, a Linha SOS Ambiente e Território recebeu 15.546 denúncias relacionadas com situações de potencial dano ambiental, refletindo uma crescente preocupação da sociedade com estas matérias.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, a GNR recorda que a proteção da natureza é uma responsabilidade coletiva e apela à adoção de comportamentos responsáveis, nomeadamente através da correta gestão de resíduos, da prevenção de situações de risco e da denúncia de práticas prejudiciais ao ambiente.
A força de segurança reafirma ainda o compromisso de continuar a desenvolver ações de vigilância, prevenção e sensibilização em todo o território nacional, contribuindo para a conservação dos recursos naturais e para a construção de um futuro mais sustentável.
As Caldas das Taipas, no concelho de Guimarães, vão celebrar as tradicionais Festas de São Pedro entre os dias 26 e 29 de junho, com um programa diversificado que alia música, tradição, gastronomia e animação popular.
O cartaz musical conta com atuações de Filhos da Nação, Cláudia Pascoal, Sons do Minho e da Banda Musical das Taipas, prometendo atrair milhares de visitantes ao longo dos quatro dias de festividades.
Para além dos concertos, o programa integra várias iniciativas que já se tornaram uma referência na vila. A Feira das Associações decorre nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de junho, enquanto a Feira da Francesinha regressa entre 19 e 29 de junho, valorizando a gastronomia e o movimento associativo local.
As celebrações incluem ainda o tradicional Arraial de São Pedro na Praça Dr. João Antunes Guimarães, rusgas populares, atuações de grupos folclóricos, um espetáculo piromusical junto ao Rio Ave e a animação noturna “São Pedro Não Dorme”, que terá lugar no recinto das piscinas.
As Festas de São Pedro constituem um dos momentos mais aguardados do calendário festivo das Caldas das Taipas, reunindo cultura, tradição e convívio num ambiente de forte participação comunitária.
A Braval – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A. assinala o Dia Mundial do Ambiente, celebrado a 5 de junho, com o lançamento do seu novo website institucional, disponível em https://braval.pt
Integrada nas comemorações dos 30 anos da BRAVAL, esta renovação digital representa mais um passo na estratégia de modernização da empresa, reforçando a sua proximidade com os cidadãos, a transparência da informação e a promoção da literacia ambiental.
Com uma imagem renovada, um design mais atual e uma navegação mais intuitiva, o novo website foi desenvolvido para proporcionar uma experiência de utilização mais simples, acessível e dinâmica, adaptada às necessidades dos diferentes públicos que interagem diariamente com a Braval.
A nova plataforma disponibiliza informação mais organizada sobre a atividade da empresa, os serviços prestados, os projetos desenvolvidos, as campanhas de sensibilização ambiental, as ações educativas e o trabalho realizado no Ecoparque Braval, permitindo uma consulta mais rápida e eficiente dos conteúdos.
Entre as principais novidades destacam-se a valorização da componente visual, a reorganização dos conteúdos, a adaptação a dispositivos móveis e a introdução de funcionalidades mais interativas, que tornam a experiência de navegação mais moderna e próxima dos utilizadores.
O lançamento do novo website no Dia Mundial do Ambiente assume um significado simbólico para a Braval, refletindo o compromisso contínuo da empresa com a sustentabilidade, a inovação e a sensibilização da comunidade para a adoção de comportamentos ambientalmente responsáveis.
Ao longo de três décadas de atividade, a Braval tem acompanhado a evolução dos desafios ambientais e da gestão de resíduos, investindo em soluções de valorização, tratamento e educação ambiental ao serviço dos municípios de Amares, Braga, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde.
Sob o mote “Braval 30 anos: celebrar o passado, transformar o futuro”, o novo website pretende afirmar-se como uma ferramenta de informação, participação e proximidade, contribuindo para uma comunidade mais informada, envolvida e consciente da importância da sustentabilidade ambiental.
A Feira do Livro de Vieira do Minho abriu portas na quarta-feira, na Casa de Lamas, espaço histórico onde nasceu o pintor Adelino Ângelo, dando início a cinco dias dedicados à literatura, à cultura e à promoção da leitura.
A cerimónia de abertura contou com a presença do reitor da Universidade do Minho, Pedro Arezes, do presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira, do vice-presidente Pedro Pires, dos vereadores Sofia Rocha e Carlos Mota, e do presidente da Assembleia Municipal, António Lobo Gonçalves.
A sessão começou com a intervenção da vereadora da Educação e Cultura, Sofia Rocha, que destacou o papel da Feira do Livro na promoção da leitura, do pensamento crítico e do enriquecimento cultural da comunidade. Seguiu-se a intervenção do reitor da Universidade do Minho, que sublinhou a importância destas iniciativas na aproximação da cultura às populações e no incentivo à leitura entre os mais jovens.
O encerramento da sessão esteve a cargo do presidente da autarquia, Filipe de Oliveira, que destacou o simbolismo da realização do evento na Casa de Lamas e reforçou a importância da leitura como instrumento de desenvolvimento pessoal e coletivo.
Após os discursos institucionais, realizou-se o corte da fita que assinalou oficialmente a abertura da edição de 2026 da Feira do Livro.
A programação prosseguiu com a entrega de prémios do projeto “Convence-me – Festival de Leitura do Ave”, iniciativa que promove hábitos de leitura e incentiva a criatividade e a capacidade de comunicação dos jovens participantes.
Um dos momentos mais marcantes do primeiro dia foi a homenagem musical da Sociedade Filarmónica de Vilar Chão a Sérgio Godinho, com a interpretação do tema “O Primeiro Dia”, numa atuação que emocionou o público presente e o próprio artista.
O destaque da noite foi a conversa com Sérgio Godinho, moderada por Renato Costa. Num diálogo marcado pela proximidade com os leitores, o músico e escritor partilhou episódios do seu percurso artístico e apresentou o livro “Como Se Não Houvesse Amanhã”. A sessão terminou com uma concorrida sessão de autógrafos.
A Feira do Livro prossegue até 9 de junho com apresentações literárias, encontros com autores, atividades para crianças e momentos musicais.
Esta quinta-feira, o destaque vai para a conversa com Raul Minh’Alma, moderada por Maria da Luz Fernandes, seguida de uma atuação da Afonsina – Tuna de Engenharia da Universidade do Minho.
No sábado será a vez de José Milhazes participar numa conversa moderada por Armando Ferreira, enquanto no domingo Francisco Duarte Mangas estará em destaque numa sessão conduzida por José Marques Fernandes.
O Presidente da República, António José Seguro, promulgou o diploma que regula a contratação de médicos em regime de prestação de serviços pelos estabelecimentos e serviços integrados no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A decisão foi anunciada através de uma nota publicada pela Presidência da República, confirmando a entrada em vigor de um regime destinado a enquadrar a contratação dos chamados médicos tarefeiros, profissionais que asseguram serviços médicos através de contratos de prestação de serviços.
O diploma tinha sido aprovado pelo Governo em outubro de 2025, mas acabou por ser devolvido ao executivo no início deste ano pelo então Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que solicitou alterações e aperfeiçoamentos ao documento antes da sua promulgação.
As Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão arrancam esta sexta-feira, 5 de junho, com um dos momentos mais aguardados do programa: as Marchas Antoninas Infantis, que vão levar mais de 1.400 crianças às ruas da cidade a partir das 14:30.
A iniciativa reúne participantes de 20 instituições educativas do concelho, que este ano apresentam coreografias e figurinos inspirados no tema “Antoninas – Património Cultural Imaterial de Portugal”.
O desfile terá início na Avenida 25 de Abril, seguindo pela Rua Adriano Pinto Basto, Rua de Santo António, Praça 9 de Abril e Rua Júlio Araújo, terminando no Parque 1.º de Maio. Neste espaço decorrerão também atuações de várias marchas participantes.
Além dos prémios de participação atribuídos a todas as instituições, o júri irá distinguir as categorias de Melhor Guarda-Roupa, Melhor Arco e Melhor Coreografia, cada uma com um prémio de 200 euros. Será ainda atribuído o prémio de Grande Vencedor das Marchas Infantis, no valor de 400 euros.
O primeiro dia das Festas Antoninas fica também marcado pela inauguração das tradicionais Cascatas Antoninas, que estarão em exposição na Praça 9 de Abril. No mesmo local decorrerá ainda um workshop de cerâmica artística dedicado à criação de estatuetas de Santo António.
As Festas Antoninas prolongam-se até 13 de junho e apresentam um vasto programa cultural, religioso e recreativo que envolve centenas de associações, coletividades e grupos do concelho.
Entre os destaques musicais desta edição encontram-se os concertos de Os Quatro e Meia, Van Zee e Nena. Outro dos momentos altos das festividades será a tradicional noite das Marchas Antoninas, marcada para 12 de junho.
A greve geral de quarta-feira foi uma aula prática de como um país consegue estar parado e em movimento ao mesmo tempo, indignado, mas descontraído, reivindicativo… e ligeiramente bronzeado.
A greve, em teoria, é um instrumento de luta. Uma pausa coletiva para fazer barulho, pressionar decisões, e chamar a atenção.
Ontem verificaram-se tumultos em frente à Assembleia da República, bastonadas, garrafas a voar, contentores a arder. Um cenário clássico, com a dose de tensão que dá corpo à palavra protesto. Todavia, tudo isso foi ofuscado por aquele momento que resume tudo. A senhora que, com uma naturalidade desarmante, explicou que fez greve… e foi para a praia com a neta.
De repente, temos ali condensado um país inteiro. Um país que protesta, mas também aproveita, um país que reivindica, mas não dispensa um dia de sol, um país que entra em greve, mas sai de casa com protetor solar.
Os defensores dirão que a greve é um direito e que cada um a exerce como entende. E têm razão. Os críticos dirão que assim se esvazia o impacto e se banaliza o gesto. E também não estão errados. No meio, fica esta espécie de contradição, onde ninguém perde a razão… e ninguém a leva totalmente.
A greve vive de adesão visível. Mas também de intenção. E, ontem, a intenção parecia, em muitos casos, dividida entre o protesto e o descanso. Uma espécie de greve híbrida, meio reivindicação, meio escapadinha.
Nada disto é novo, mas raramente foi tão bem simbolizado. A imagem da senhora na praia não ridiculariza a greve. Expõe, isso sim, um país que se posiciona à sua maneira. Nem totalmente militante, nem totalmente indiferente. Um país que, quando para, não fica necessariamente quieto.
A questão aqui é a seguinte: quando o protesto se torna comodo, ainda é protesto ou passa a ser rotina? A resposta não e simples, até porque o mesmo gesto pode ser lido de formas opostas. Para uns, é banalização. Para outros, é normalidade democrática.
O risco é que, quando tudo cabe em tudo, quando a greve se transforma em passeio, quando o protesto convive demasiado bem com o conforto, corre-se o perigo de diluir a mensagem. Não a eliminar, mas torná-la menos nítida, mais difusa,
No fim, fica a imagem. Não dos números, não das percentagens, não dos comunicados. Mas de uma senhora na praia, com a neta, tranquila, a cumprir o seu direito à greve da forma mais portuguesa possível.
No meio disto tudo, sobra uma evidência: quando até o protesto cabe debaixo de um guarda-sol, talvez quem esteja realmente à sombra… seja o próprio impacto.
A Mesa na Praça, situada no Mercado Municipal de Braga volta a ser palco da iniciativa Quintas & Vinhos, que regressa para a sua terceira edição nos dias 5 e 6 de junho, prometendo dois dias dedicados aos sabores, aromas e tradições da região minhota.
O evento reúne produtores de vinho, gastronomia local, animação cultural e música ao vivo, proporcionando aos visitantes uma experiência que alia enoturismo, cultura e convívio.
Ao longo dos dois dias, o público poderá participar em provas de vinhos e harmonizações gastronómicas, descobrindo diferentes referências vínicas e especialidades preparadas pelos restaurantes presentes.
O programa arranca esta sexta-feira com uma noite de fado, entre as 20:00 e as 22:00, protagonizada por Guida Fernandes e Arisberto Guia.
Já no dia 6 de junho, destaque para o workshop “Drink and Draw”, que decorrerá entre as 19:00 e as 21:00, combinando arte, vinho e criatividade numa experiência diferenciadora. A partir das 21:30, a animação ficará a cargo da Rusga de São Vicente, que levará ao recinto a música, a dança e os trajes tradicionais do Baixo Minho.
A organização convida a comunidade e os visitantes a participar nesta iniciativa, que pretende valorizar os produtos locais e promover a cultura minhota num ambiente descontraído e familiar.
A Juventude Socialista de Braga promove esta sexta-feira, 5 de junho, mais uma sessão do ciclo de debates “Braga à Sexta”, desta vez dedicada à economia e aos desafios do emprego jovem. A iniciativa realiza-se às 21:15, na Junta de Freguesia de São Victor, sob o tema “Braga, entre sonhos e salários”.
O encontro pretende “estimular a reflexão sobre o futuro económico do concelho, num contexto marcado pelos desafios relacionados com os salários, a empregabilidade e a retenção de talento jovem na região”.
A organização destaca que o debate “procurará abordar as condições necessárias para que Braga continue a afirmar-se como um território de oportunidades, capaz de atrair e fixar profissionais qualificados”.
A sessão contará com a participação de Elsa Teixeira, profissional com experiência na administração pública e na área das políticas de emprego. Ao longo do seu percurso desempenhou funções como subdelegada regional do IEFP no Norte e integrou o Conselho Estratégico da InvestBraga.
Participará também Marina da Costa Peixoto, economista formada pela Universidade do Minho, distinguida em 2025 com o Prémio Professor Jacinto Nunes, atribuído pelo Banco de Portugal aos melhores licenciados em Economia do país. A jovem profissional conta com experiência nas áreas da auditoria e do investimento.
Segundo a Juventude Socialista de Braga, a iniciativa pretende “promover uma discussão aberta sobre os desafios económicos que afetam as novas gerações, reunindo diferentes perspetivas sobre emprego, qualificação e desenvolvimento local”.
A participação é gratuita e aberta ao público, sendo dirigida a todos os cidadãos interessados em contribuir para a reflexão sobre o futuro económico de Braga e as oportunidades disponíveis para os mais jovens.