
Braga volta a ser palco do Festival Internacional de Órgão de 12 a 28 e abril. Sob organização conjunta do Município de Braga, Arquidiocese, Santa Casa da Misericórdia e Irmandade de Santa Cruz, a 10.ª edição do festival irá conciliar o som do órgão à música coral, com especial destaque para o cante alentejano.
Na apresentação da iniciativa, que decorreu esta quarta-feira, na Igreja de Adaúfe, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, enalteceu este projeto que “valoriza uma dimensão histórica e identitária do concelho”.
“Braga conta com o maior número órgãos de tubos históricos a nível europeu e, este Festival, tem vindo a dar visibilidade a este espólio tão valioso. A valorização e recuperação deste património tem sido a imagem de marca deste evento que, ao mesmo tempo, vai deixando o seu legado à cidade”, sublinhou o autarca.
Segundo Ricardo Rio, a par da fidelização de públicos, o Festival de Órgão afirma-se atualmente como “um grande instrumento de promoção da marca Braga”. “Ao longo dos anos, o festival tem conseguido atrair públicos de várias latitudes que vêm expressamente à cidade para assistir aos concertos”, referiu.
No mês de abril, Braga será a “Cidade dos Órgãos” com a realização de 12 concertos na Sé de Braga, no Escadório do Bom Jesus, na Capela da Imaculada, Igreja de Santo Adrião, Igreja de São Lázaro e Igreja de São Marcos.
Do programa o destaque vai para o concerto de abertura, a 12 de abril, na Sé Catedral, com dois órgãos e cante alentejano. No dia 28, a Igreja de Santo Adrião, acolhe o concerto “Beethoven: 9.ª Sinfonia – um hino aos valores universais”, com Vítor Matos, Vítor Lima, Viana Vocale, Coro e Orquestra Sinfónica da Universidade do Minho.


