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CDU Braga exige reforço de medidas sociais pelo Governo

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Sandra Cardoso, primeira candidata da CDU à Assembleia da República pelo círculo de Braga reuniu com o presidente da delegação de Braga da Cruz Vermelha. A situação das populações mais vulneráveis e as respostas sociais do distrito motivaram este contacto num período “especialmente difícil para muitas famílias”.

De entre as várias respostas sociais prestadas pela Cruz Vermelha na região, a CDU destacou “o imprescindível papel que esta instituição tem tido no acolhimento e acompanhamento de pessoas e jovens em situação de risco”.

Perante o recente anúncio por parte do Centro Distrital da Segurança Social da criação de dois novos CAES para este tipo de resposta, a candidata da CDU sublinhou a importância de “se assegurar que as soluções existentes estejam ao nível das necessidades sentidas”, aludindo à “lotação do CAES já em funcionamento há um ano, num projeto piloto assumido pela Cruz Vermelha nas instalações das Irmãs Hospitaleiras do Bom Jesus”.

Um dos centros, resposta para o Vale do Cávado, será instalado na antiga e desativada EB1 de Nogueira, junto ao CAT da Cruz Vermelha em funcionamento. “O projeto aguarda apenas o concurso aos fundos do PRR para poder passar a funcionar, em Braga, o segundo CAES”, declarou Sandra Cardoso.

A candidata comunista garante que irá acompanhar a instalação desta nova resposta, bem como a que irá nascer no Vale do Ave, bem como exigir por parte do Governo “uma aposta séria e estruturada no apoio social às populações, que tem sido, nesta região, maioritariamente garantido por entidades particulares de solidariedade, com destaque para a Cruz Vermelha”.

A delegação da CDU, que foi também integrada por Bárbara Barros, membro da Direcção Regional do PCP, defendeu também “medidas urgentes para resolver a falta de acesso à habitação”, com “particulares dificuldades para as populações mais desfavorecidas, bem como a responsabilização do Ministério de Saúde no que aos programas de redução de riscos diz respeito, cujos protocolos não são revistos com a Cruz Vermelha desde 2009”.

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