Quarta-feira, Abril 17, 2024
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BragaArquivo Municipal de Braga muda-se para a antiga escola Francisco Sanches

Arquivo Municipal de Braga muda-se para a antiga escola Francisco Sanches

© Juntos por Braga

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, visitou as obras de reabilitação da antiga escola Francisco Sanches, onde irá nascer um centro cívico de matriz cultural. A primeira fase de reabilitação do edifício, iniciada em junho do ano passado, deverá ficar concluída até ao final do ano e irá albergar o Arquivo Municipal de Braga. A abertura ao público está prevista para o primeiro trimestre de 2024.

Este será um “equipamento de referência para a dinâmica cultural da cidade e um espaço de grande vitalidade cultural, que irá complementar as valências já existentes no Concelho”, salienta o presidente da Câmara Municipal. Com um investimento superior a 1.7 milhões de euros, Ricardo Rio sublinha que o projeto está “alinhado com a estratégia cultural da cidade para 2030”.

O projeto implica a reabilitação geral de todo o edifício, dotando as suas divisões “com conforto e renovação necessárias para albergar as funções culturais”. O objetivo passa por maximizar o enorme potencial do edifício, que conta com uma área global de 6.415m2, e aproveitar a sua centralidade. O edifício da antiga escola Francisco Sanches fica situado no coração de São Victor, estabelecendo a ligação entre o centro histórico e a UMinho.

© CM Braga

Após a primeira fase de reabilitação, o edifício irá receber o Arquivo Municipal de Braga, incluindo o arquivo histórico. Estão a ser criadas salas de consulta e uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos, uma zona de atendimento ao público, e espaços para exposições.

A ideia é que o público “se aproprie progressivamente da utilização do edifício, colocando à disposição as zonas que forem ficando disponíveis”. A autarquia vai também garantir a continuidade da utilização de algumas das estruturas que já se encontram sediadas no edifício.

Já a vereadora Olga Pereira refere que “estão a ser criadas condições materiais para preservar os documentos e outros suportes que permitem a interpretação da história da cidade”. “Este será um local privilegiado para historiadores e outros investigadores, que terão à sua disposição um espaço de excelência para puderem fazer as suas pesquisas”, explica Olga Pereira, sublinhando que o objetivo passa por “maximizar o enorme potencial do edifício, beneficiando da sua centralidade”.

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