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Presidenciais: Juventude Popular de Braga alerta para necessidade de mobilização das forças de segurança

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A Juventude Popular de Braga veio a público manifestar a sua preocupação em torno do ato eleitoral a realizar-se no próximo dia 24 de janeiro.

Para Renata Faria, presidente da Juventude Popular de Braga, “o ato eleitoral para as eleições presidenciais de 2021 exige, por parte das entidades competentes, uma elevada preparação e reajustamento logístico das medidas a implementar, quer nos espaços preparados para a realização do ato eleitoral, quer na garantia de que são asseguradas todas as medidas de segurança e distanciamento social”.

A jovem centrista afirma que “as eleições do voto antecipado veio demonstrar que é imperativo um reforço na mobilização das forças de segurança”, sendo ” fundamental que no ato eleitoral de domingo haja, da parte do Ministério da Administração Interna, este asseguramento nas secções de voto com um elevado número de eleitores, de forma a garantir o cumprimento do distanciamento social, bem como do uso obrigatório de máscara”.

A Juventude Popular de Braga não poupou as críticas em torno da preparação das Eleições Presidenciais, acusando o Governo de “um claro desleixo no aprestamento de um processo eleitoral que conta, desde a presença, nos boletins de voto, de um candidato com candidatura invalidada, até a secções de voto que não garantem a mínima segurança aos eleitores”

Para Renata Faria, “este ato deveria ter sido pensado de forma atempada, de forma que fossem tomadas medidas em prol da segurança coletiva, como por exemplo, o desdobramento dos locais de voto ou até, alguns casos, a alteração dos locais de voto habituais para locais que garantissem melhores condições de segurança”.

A estrutura deixou o apelo aos cidadãos para que, em segurança, “exerçam um direito e dever que é de todos combatendo assim os elevados níveis de abstenção”.

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