PolíticaAutárquicasPAN Famalicão quer criar equipas de proximidade à população mais vulnerável

PAN Famalicão quer criar equipas de proximidade à população mais vulnerável

O partido reuniu com a direção da ULS Médio Ave.

© PAN

O PAN reuniu, esta quinta-feira, com a direção da Unidade Local de Saúde do Médio Ave no Hospital de São João de Deus, em Famalicão.

Segundo o partido, “a visita teve como objetivo conhecer em específico a verdadeira realidade do nosso hospital, assim como os seus maiores desafios, visões e respostas a curto e médio prazo”.

“É fundamental o diálogo aberto e claro com toda a comunidade e esta reunião foi também ela crucial para se entender a realidade da nossa ULS com dados concretos de quem está direta e diariamente em contacto com a gestão das várias valências de serviços de saúde do nosso concelho”, esclarece o partido. 

“Apostar em medidas de prevenção, no geral, e a criação do assistente municipal para a pessoa idosa, ou a criação de equipas de proximidade à população mais vulnerável são algumas das propostas do partido na área da saúde. Segundo fomos informados, cerca de 20 a 30 camas são ocupadas de forma contínua devido à falta de respostas na rede social, o que acaba por impactar nos internamentos do Hospital”, refere a candidata Sandra Pimenta.

“É claro, para o partido, que as políticas públicas centrais tendem a focar respostas de última linha, o que tem levado a um perpetuar de problemas estruturais nas respostas, que se querem céleres, preventivas e efetivas. As longas listas de espera, a falta de recursos humanos ou infraestruturas degradadas ou insuficientes contribuem para um agravar das dificuldades no acesso à saúde.  E é nesse sentido e apostando na prevenção que o partido defende a criação de um Pelouro da Saúde e Bem-Estar, com vista à elaboração de um Plano Municipal para a prevenção da doença por via da promoção da saúde”, acrescenta.

“A saúde é muito mais do que ausência de doença, ela é um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade, e traduz-se em qualidade de vida, bem-estar e longevidade à população. Além de se ter de pensar em respostas mais próximas e céleres, temos de mudar o paradigma da saúde. Com uma população cada vez mais envelhecida, é essencial dar uma resposta social efetiva para o envelhecimento da comunidade, devendo-se garantir políticas de sustentabilidade perante a realidade demográfica local”, conclui a candidata. 

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