Eduardo Oliveira, candidato do Partido Socialista (PS) à presidência da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, quer um “Futuro Verde” construído com “responsabilidade, ação concreta e envolvimento da comunidade”.
“Preservar os nossos recursos naturais, proteger a biodiversidade e agir hoje para garantir o amanhã é uma urgência que deve guiar todas as decisões políticas”, afirma o candidato.
“Queremos que Vila Nova de Famalicão ganhe um novo significado ambiental: o de um compromisso inabalável com o futuro, com as nossas florestas, os nossos oceanos e cada forma de vida que partilha connosco este território”, acrescenta.
A “agenda verde” da candidatura “A Mudança” de Eduardo Oliveira inclui “medidas concretas e alinhadas com os desafios ambientais que Vila Nova de Famalicão e o próprio país enfrentam atualmente”. O candidato socialista defende “a urgência de passar das intenções à ação cm uma intervenção estruturada que comece pela reflorestação ativa do concelho”. “Neste ponto, a plantação contínua de árvores autóctones, mais resilientes e adaptadas ao clima local, será uma medida estrutural para travar os efeitos das alterações climáticas e recuperar o equilíbrio dos ecossistemas naturais”, explica.
“Outro eixo prioritário é o reforço da prevenção de incêndios, com ações sistemáticas de sensibilização junto da população, a promoção da limpeza de terrenos e uma fiscalização mais eficaz e rigorosa. Num momento crítico, marcado por uma vaga de fogos que tem devastado várias regiões do país e reforçado a vulnerabilidade dos ecossistemas, o candidato salienta a necessidade de uma abordagem dupla: responsabilizar os proprietários pelo cumprimento das obrigações legais, mas também apoiá-los e incentivá-los na adoção de práticas de gestão sustentável do solo. Só com corresponsabilidade, prevenção ativa e apoio concreto será possível travar esta ameaça recorrente ao território e à vida das comunidades”, reforça Eduardo Oliveira.
“Adicionalmente, será promovido o envolvimento ativo da comunidade em ações de limpeza de ruas, parques e espaços verdes. Para Eduardo Oliveira, a proteção ambiental começa nos pequenos gestos e exige o contributo de todos – cidadãos, escolas, associações e instituições – na construção de um território mais limpo, mais verde e mais resiliente”, acrescenta.
“Para Sempre, Marco”, o espetáculo que celebra a carreira de Marco Paulo, será apresentado no dia 23 de agosto, pelas 21:30, na montanha da Penha, em Guimarães, num concerto de acesso gratuito integrado no ciclo “O Verão é na Penha”.
As vozes de Jéssica Cipriano e Andrea Verdugo darão nova vida aos clássicos de Marco Paulo, sob direção artística de Tiago Pais Dias.
“O Verão é na Penha” decorre até 14 de setembro. No plano religioso, incluem-se as Festas em Honra de São Cristóvão e a 132.ª Peregrinação à Penha. Aos domingos, o programa inclui ainda espetáculos de cariz popular, promovendo o convívio e a fruição da montanha.
O Município de Braga promove, no próximo dia 23 de agosto, a segunda edição do Braga After Dark Fest, um evento que pretende celebrar e valorizar a vida noturna da cidade como “componente essencial do desenvolvimento urbano, cultural e turístico”.
Integrado no projeto europeu ‘Cities After Dark’, no âmbito do programa URBACT, este festival visa “explorar os desafios e oportunidades da economia noturna, promovendo uma noite vibrante, inclusiva e sustentável”.
A Praça da República será novamente o palco principal desta iniciativa, que contará com um programa diversificado, composto por concertos, DJ sets e uma zona de restauração com bares e street food dinamizados por parceiros locais.
Programação
19h00: DJ set com DJ Pedrinho
22h00: Actuação da banda Quadra
23h00: DJ set com DJ Emídio Meireles
O evento é de entrada livre e aberto a toda a população.
Toy e Cláudia Martins e os Minhotos Marotos são os cabeças de cartaz do XIV Arraial do Melão Casca de Carvalho, que vai decorrer de 8 a 10 de agosto, em Soutelo, Vila Verde.
Haverá também as tradicionais desgarradas comPedro Malheiro, Adília de Arouca e João Fernandes no primeiro dia de festividades. No sábado há afterparty com a atuação de Muka.
Os vinhos verdes regionais e a gastronomia minhota são outros dos grandes atrativos do evento, com destaque para o fruto que dá nome à festa. O Melão Casca de Carvalho de Soutelo continua anualmente a atrair milhares de visitantes à freguesia.
Para a manhã de domingo estão reservadas atividades de (re)descoberta da beleza natural e edificada da região. De mota, bicicleta ou a cavalo, os participantes vão desfrutar das paisagens.
O XIV Arraial do Melão Casca de Carvalho é organizado pela Junta de Freguesia de Soutelo e integra a programação Na Rota das Colheitas, do Município de Vila Verde.
O investigador Agostinho Carvalho, da Universidade do Minho (UMinho), garantiu um financiamento superior a 450 mil dólares (cerca de 390 mil euros) da Ann Theodore Foundation, dos EUA, para liderar um estudo de dois anos focado nos mecanismos da sarcoidose, uma doença inflamatória rara e ainda mal compreendida, que afeta por ano até 40 em cada 100.000 pessoas no mundo.
A pesquisa está a ser realizada no Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Escola de Medicina da UMinho, em estreita colaboração com o pneumologista Hélder Bastos e o consórcio FIBRALUNG, que em Portugal é o maior registo de doentes e maior biobanco dedicado a doenças pulmonares intersticiais.
O novo projeto avaliará como os macrófagos (células do sistema imunitário) mudam de comportamento na resposta a certas agressões, como bactérias ou partículas estranhas. Ou seja, esses macrófagos decidem aglomerar-se como barreira e isso gera inflamação, que pode ser crónica e grave. Os cientistas vão atentar em especial ao papel de pequenas “bolsas” no interior dos macrófagos que engolem e digerem as partículas estranhas. A ideia é perceber se a dinâmica das “bolsas” impacta o funcionamento daquelas células do sistema imunitário e, nesse sentido, o desenvolvimento da inflamação que causa a sarcoidose.
“Através da combinação de modelos celulares, metodologias de ponta e amostras de doentes, pretendemos clarificar como estes mecanismos influenciam o início e a evolução clínica da sarcoidose”, explica Agostinho Carvalho. Esta doença rara apresenta sintomas como fadiga persistente, falta de ar, tosse, febre, perda de peso e inchaço dos glânglios. Como afeta em geral pessoas em idade ativa e compromete a sua qualidade de vida, o impacto socioeconómico sublinha a importância de continuar a investir na investigação.
Referência na imunogenética
Agostinho Carvalho obteve financiamento através da “Breakthrough Sarcoidosis Initiative”, promovida pela Ann Theodore Foundation, em parceria com o Milken Institute. Este programa apoia desde 2021 os melhores projetos interdisciplinares submetidos por candidatos de todo o mundo que visam identificar as causas, a variabilidade e possíveis tratamentos da sarcoidose, recorrendo a métodos avançados. Neste âmbito, a escolha do projeto do ICVS reforça a crescente projeção internacional da UMinho na ciência biomédica translacional, nomeadamente em imunologia e doenças inflamatórias crónicas.
Agostinho Carvalho tem 45 anos e é natural de Fafe. Doutorou-se em Ciências da Saúde pela UMinho e pós-doutorou-se pela Universidade de Perugia (Itália), regressando em 2014 ao ICVS, no qual é vice-diretor e investigador principal. Soma 150 publicações científicas, uma patente e o Prémio Jon van Rood pelos seus contributos na imunogenética. Já obteve bolsas do Programa Horizonte 2020, da Fundação “la Caixa”, da Sociedade Europeia de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e até da indústria, como a Gilead e a Mérieux. Está no conselho editorial de diversas revistas e foi consultor de agências ligadas à Comissão Europeia e a vários países, como o Wellcome Trust (Inglaterra) e a Agence Nationale de la Recherche (França).
Um homem foi detido após ter assaltado uma loja no centro da cidade de Braga, informou a PSP.
Em comunicado a PSP afirma que “no dia 6 de agosto, pelas 04:55, na cidade de Braga, a PSP teve conhecimento através de uma chamada telefónica que estaria a ocorrer um furto no interior de um estabelecimento comercial. De imediato os Polícias deslocaram-se para o local, tendo constatado que o suspeito, um cidadão com 39 anos de idade, tinha-se colocado em fuga, contudo logo de seguida foi o mesmo intercetado e detido”.
No decorrer da intervenção policial, os Polícias verificaram que, para aceder ao estabelecimento, o suspeito tinha arrombado a porta com recurso a uma chave de fendas, tendo furtado diversos artigos no valor de cerca de 550 euros.
Um projeto europeu, que envolve as Universidades do Minho (UMinho) e de Lisboa, desafia os cidadãos a geolocalizar, catalogar e comentar sobre os materiais literários presentes em ruas, monumentos e outros suportes físicos e digitais.
Na plataforma btc.brandingthecanon.com, há já 1800 registos de vários países, com referências a autores como Saramago, Jane Austen, Dante, Rosalía, Pushkin ou Allan Poe – e aceita-se novos contributos.
“Estamos na era da pós-literatura, a forma e função da escrita expandem-se além do livro em novos média e experiências interativas; na sociedade capitalista, textos e escritores decoram o espaço público, transmitem referências culturais, estimulam o consumo e são até usados como marca”, situa Micaela Ramon, professora da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da UMinho e membro do projeto “Branding the Canon”.
Por exemplo, se até aos anos 90 tínhamos os autores em notas de escudos ou em selos do correio, hoje vemos murais e videoclips com excertos de Bocage, t-shirts e sacos sobre a “Barca do Inferno” de Gil Vicente, latas de sardinha, vinhos e chávenas com a face de Eça de Queirós ou tatuagens no corpo alusivas a Luís de Camões.
“As referências literárias surgem cada vez mais no nosso quotidiano em estátuas, murais, cartazes e nomes de ruas, mas também em redes sociais, merchandising e place branding – ou seja, mantêm-se vivas em novos contextos culturais”, considera Iolanda Ogando, coordenadora do projeto e professora da Universidade da Estremadura (Espanha). Por isso, complementando o “Branding the Canon”, a equipa de investigação lançou a iniciativa “Literatura&Cía”, desafiando todas as pessoas a encontrarem e partilharem “vestígios” físicos e digitais da nossa renovada relação com a literatura.
Para o coletivo do “Branding the Canon”, fazer pesquisa, divulgação e projetos de ciência cidadã nas humanidades é essencial para preservar e analisar a cultura, mas mostra também que a ciência tem muitas facetas e que é central no discurso público. O projeto reúne 14 cientistas das universidades do Minho, Lisboa (Portugal), Estremadura, Rioja, País Basco, Barcelona, Alicante, Ilhas Baleares, Complutense (todas de Espanha) e o University College de Cork (Irlanda).
Conta desde 2022 com fundos do FEDER da Comissão Europeia e do Governo espanhol, através da Fundación para la Ciencia y la Tecnología e da Agencia Estatal de Investigación. A agenda de trabalhos está na reta final e incluiu igualmente uma intensa atividade pedagógica e informativa para vários públicos, como escolas, centros de línguas, colóquios, semanas da ciência e Noite Europeia dos Investigadores.