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Braga: Filipe Alves recandidata-se à Junta de Freguesia de Espinho

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Filipe Alves é recandidato para um último mandato à Junta de Freguesia de Espinho, em Braga, pelo Partido Socialista. 

Para António Braga, “o trabalho que Filipe Alves tem vindo a fazer é revelador do papel de excelência dos nossos autarcas”. “Em Espinho, temos sido capazes de ter uma Junta de Freguesia dinâmica, próxima dos mais velhos, preocupada com um envelhecimento ativo e digno. Ao mesmo tempo, têm sido capazes de capitalizar investimentos fundamentais para a Junta de Freguesia, que só são possíveis pela perseverança e determinação do nosso Presidente de Junta”, refere António Braga.

Filipe Alves tem 45 anos, é pai de dois filhos e é técnico de Software numa empresa de informática em Braga. É presidente da Junta de Espinho desde 2017, tendo anteriormente sido secretário da Junta e membro da Assembleia de Freguesia.

O candidato à Junta de Freguesia, quer “apostar ainda mais, nas pessoas, nas coletividades e em todos os movimentos”.

Filipe Alves reforça que é “um homem do povo e das pessoas”. “Em Espinho todos me conhecem, desde os mais novos aos menos novos”, afirma o candidato e assume que “iniciar a construção do Centro Cívico ainda este mandato é um grande anseio”.

“Continuaremos ao lado de quem mais conta, que são as pessoas e vamos apostar ainda mais nas crianças, nas escolas, nos jovens e nos nossos queridos seniores”, assegura Filipe Alves.

Ex-autarca morre a combater incêndio no concelho da Guarda

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DR
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Carlos Dâmaso, ex-autarca de Vila Franca do Deão, morreu a combater os incêndios que deflagram na Guarda.

A vítima mortal, que era novamente candidato à presidência da freguesia de Vila Franca do Deão, na Guarda, nas Autárquicas de 12 de outubro, tinha 43 anos.

Catarina Martins é candidata à Presidência da República

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© Catarina Martins
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Catarina Martins, eurodeputada e ex-coordenadora do Bloco de Esquerda, vai candidatar-se à Presidência da República.

A ex-líder bloquista junta-se a António José Seguro, Henrique Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes, António Filipe, Joana Amaral Dias e João Cotrim de Figueiredo na corrida a Belém.

UMinho está entre as 600 melhores universidades do mundo

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© UMinho
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A Universidade do Minho (UMinho) está entre as 600 melhores instituições de ensino superior do mundo, segundo o Academic Ranking of World Universities 2025 (ARWU) do Ranking de Shanghai. É a décima presença consecutiva da instituição minhota nesta lista, que inclui as 1000 melhores academias do planeta.

O Ranking de Shanghai, o mais antigo e um dos mais prestigiados e confiáveis rankings universitários internacionais, utiliza um conjunto de seis indicadores independentes para avaliar mais de 2500 academias públicas e privadas nas suas dimensões de ensino e investigação.

Desde 2003, o ARWU apresenta anualmente as melhores instituições de ensino superior com base numa metodologia transparente e em dados objetivos. No top 5 deste ano estão, por ordem, as universidades de Harvard, Stanford, MIT (todas dos EUA), Cambridge (Reino Unido) e Califórnia Berkeley (EUA).

Carlos Barbosa é o candidato do Chega à Assembleia Municipal de Braga

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© Chega
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Carlos Barbosa é o candidato do Chega à Assembleia Municipal de Braga nas Eleições Autárquicas de 12 de outubro.

“É com sentido de responsabilidade e profundo compromisso com a nossa cidade que Carlos Barbosa apresenta a sua candidatura como cabeça de lista à Assembleia Municipal de Braga”, anunciou o partido.

Carlos Barbosa pretende “ser uma voz firme na defesa dos interesses dos bracarenses, promovendo transparência, segurança, justiça social e participação democrática”.

José Abílio Gonçalves vence a medalha de ouro no Brasil

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© SC Braga
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José Abílio Gonçalves venceu hoje a medalha de ouro na Taça do Mundo de Boccia, na classe BC3, que decorre no Brasil.

O atleta do SC Braga, ao serviço de Portugal e acompanhado por Paulo Correia, alcançou o título pela segunda vez na prova individual, depois de já o ter conquistado em 2024, na Póvoa de Varzim.

José Abílio Gonçalves derrotou, na final, Aloysius Dan Kai Hong, por 5-0.

SC Braga – CD Tondela foi o jogo com mais tempo útil na primeira jornada

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© SC Braga
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O SC Braga e o CD Tondela, que se realizou no domingo, foi o jogo com mais tempo útil na primeira jornada da I Liga com 60,75%.

“Este registo evidencia o ritmo elevado e a fluidez da partida, com poucas interrupções e um compromisso notório de ambos os conjuntos em privilegiar o espetáculo dentro das quatro linhas”, refere o SC Braga.

Quando o direito à greve colide com os direitos de todos

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© José Rocha Ferreira
© José Rocha Ferreira

Vai não vai, e lá estamos a tropeçar em mais uma greve. Basta que quem nos governa não recolha a simpatia dos partidos de esquerda, dominante nos sindicatos, para que os comboios deixem de andar na linha, os autocarros fiquem nas gares ou a Fenprof ressuscite Mário Nogueira.

Como observador, mais ou menos atento, tenho acompanhado as movimentações grevistas de um ponto de vista exterior, uma vez que, enquanto profissional liberal, o sentido deste direito fundamental se perde. E, ainda assim, acredito que o direito à greve é, e deve ser, um direito inalienável.

A greve, tal como a conhecemos, nasce com a Revolução Industrial quando os trabalhadores das minas de carvão e das fábricas de algodão na Grã-Bretanha de meados do século XIX se organizam, a que mais tarde se chamaram sindicatos, para exigir salários

justos e melhores condições. Como forma extrema de luta, esgotada a possibilidade de acordo, parava-se a produção para afetar os proveitos do empregador, fosse ele privado ou do estado. Foi assim que muitos direitos laborais se conquistaram, incluindo a semana de cinco dias de trabalho.

Contudo, no Portugal de hoje, vejo este direito ser usado de forma que me leva a refletir e a considerar dois aspetos preocupantes nas greves atuais.

O primeiro, e este é um exercício livre de expressão da minha opinião pessoal, é que os legítimos anseios das diversas classes profissionais têm vindo a ser instrumentalizados como arma de arremesso político. O objetivo, mais do que alcançar melhores condições para os trabalhadores, parece ser fragilizar governos, fazer cair ministros, provocar eleições antecipadas e mostrar força partidária. Os trabalhadores, que deveriam estar no centro da ação sindical, tornam-se peões num jogo estratégico onde os seus direitos servem de combustível para as manobras que nada têm de laboral.

O segundo aspeto preocupante é o caos como ferramenta de pressão. Quanto maior o número de pessoas afetadas, maior o impacto e supostamente maior a força da greve. Mas esta lógica levanta um confronto de direitos que não pode continuar a ser ignorado.

Senão vejamos: um trabalhador da CP tem todo o direito a lutar por melhores condições. Mas e as pessoas que diariamente usam o comboio para trabalhar? Também têm direito ao seu salário e a não serem penalizadas por não conseguirem deslocar-se.
Qual dos dois direitos deve prevalecer?

Da mesma maneira, quando um professor recorre à greve por razões justas: salários, carreira e dignidade está, inevitavelmente, a prejudicar o direito à educação dos alunos e a vida familiar de quem não tem onde deixar os filhos. Será o direito à greve superior ao direito à educação?

Na saúde, o impacto ainda é mais delicado. Quando médicos, enfermeiros e técnicos fazem greve deixam consultas por realizar, cirurgias por fazer e tratamentos por iniciar, não está apenas em causa o funcionamento de um serviço, está em risco a saúde e, em certos casos, a vida. E volto à mesma pergunta: será o direito à grave mais importante do que o direito à saúde e à vida?

Argumentar-se-á com os chamados “serviços mínimos”. Mas, como o próprio nome indica, são mínimos e, muitas vezes, insuficientes.

Estamos no século XXI, e não no século XIX. Prejudicar gravemente terceiros para se fazer ouvir, não pode continuar a ser a primeira opção. Sobretudo quando essa luta, muitas vezes, nem é pelos trabalhadores, mas pela sobrevivência de estruturas sindicais e partidárias que procuram mostrar que ainda existem.

O direito à greve é um pilar da democracia. Mas como qualquer direito, deve ser exercido com responsabilidade, não pode tornar-se pretexto para atropelar os direitos dos outros. Se queremos uma sociedade verdadeiramente democrática, solidária e liberal, temos de encontrar formas de conciliar a luta com o respeito pelos que dela são vítimas colaterais.

Artigo de José Rocha Ferreira, médico dentista e membro da Iniciativa Liberal.

Morreu o Sr. Bernardo, figura carismática da UMinho

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© Nuno Gonçalves / UMinho

Morreu o Sr. Bernardo, figura incontornável e carismática do campus de Gualtar da Universidade do Minho (UMinho), em Braga. Tinha 63 anos.

Bernardo da Cunha, natural de Braga, começou a trabalhar na papelaria da Associação Académica, na rua D. Pedro V, em Braga, aos 17 anos.

Nos últimos anos coordenava o Espaço Recurso no campus de Gualtar e tornou-se um dos rostos mais familiares da Academia Minhota.

À família enlutada, a Braga TV apresenta as mais sinceras condolências.

Cruz Vermelha Portuguesa lança campanha para ajudar vítimas das cheias em Cabo Verde

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© Balai
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A Cruz Vermelha Portuguesa acaba de lançar uma campanha de angariação de fundos para apoiar os milhares de pessoas que foram afetadas pelas chuvas intensas e inundações que assolaram Cabo Verde no início desta semana.

Decretada a situação de calamidade, os efeitos das tempestades foram devastadores, especialmente nas ilhas de São Vicente e Santo Antão. Edifícios parcialmente destruídos, infraestruturas com fortes danos, circulação intransitável em muitas estradas. São muitas as famílias desalojadas e que, devido à intempérie, estão sem acesso a bens essenciais.

“O apoio às populações afetadas pelas cheias em Cabo Verde constitui uma prioridade humanitária, sendo fundamental para garantir a recuperação, a dignidade e a autonomia das comunidades atingidas, salienta António Saraiva, presidente nacional da Cruz Vermelha Portuguesa.

A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, num relatório publicado na segunda-feira, indicava que o número de vítimas mortais em São Vicente era de nove, enquanto cerca de 1500 pessoas tinham sido obrigadas a abandonar as suas casas.