A Cruz Vermelha Portuguesa, em colaboração com as autoridades e agentes de proteção civil, tem estado no terreno a apoiar as operações de resposta aos incêndios que afetam todo o país, tendo mobilizado mais de 250 operacionais, perto de 30 elementos de logística, apoiados por 50 viaturas de logística.
Atualmente, há operacionais da Cruz Vermelha Portuguesa destacados nos incêndios de Vila Real, Trancoso, Sátão e Piódão. Neste último, a Cruz Vermelha Portuguesa apoia, também, através da Equipa de Drones, que permite a transmissão de imagens visuais e térmicas para o Posto de Comando, permitindo um melhor apoio à decisão.
Na Vila de Coja (Arganil), e em Oliveira do Hospital foram ativadas Zonas de Concentração e Apoio à População (ZCAP). As ZCAP são compostas por uma zona de chegada, zona de primeiros socorros (com socorrista em permanência), zona de famílias (zona de lazer para as crianças), zona de refeições e zona de dormitório, onde além da cama de campanha, é distribuído um kit por pessoa composto por toalha, lençol, material de higiene para 72 horas.
A Iniciativa Liberal de Braga entregou, na quinta-feira, as suas listas de candidatos no Tribunal de Braga, para as Eleições Autárquicas de 12 de outubro.
O partido apresenta-se com Rui Rocha como cabeça de lista na luta pela presidência da Câmara Municipal de Braga e com Bruno Machado como cabeça de lista para a Assembleia Municipal.
À margem dessas duas listas, a Iniciativa Liberal apresentou-se a onze freguesias, nomeadamente Ferreiros e Gondizalves; São Vicente; Maximinos, Sé e Cividade, São Victor; Nogueiró e Tenões; Celeirós, Aveleda e Vimieiro; São Lázaro e São João de Souto; Real, Dume e Semelhe; Gualtar; Nogueira, Fraião e Lamaçães; Este (São Pedro e São Mamede).
Rui Vilaça apresenta-se com “orgulho e responsabilidade” como candidato à Assembleia de Freguesia de Ruílhe, em Braga, pela CDU. Tem 50 anos, é natural de Ruílhe e é técnico de Museologia e Museografia.
A sua motivação “não é pessoal, mas sim o amor à terra e o respeito pelos habitantes”. Defende “uma política feita com convicção, coragem e soluções concretas”, rejeitando “promessas vazias”.
Aponta “problemas antigos, como a ligação à EN14, que exigem acção imediata”. Propõe “uma freguesia mais justa, integrada e participativa, onde todas as vozes sejam ouvidas”. Convida os cidadãos a “juntarem-se ao projeto coletivo da CDU para construir um Ruílhe melhor”.
A proteção de propriedades nunca foi uma preocupação pequena para quem está no campo ou cuida de terrenos industriais. Quem já precisou manter uma área segura provavelmente já teve a sensação de que, se não fosse pelo eficiente arame farpado, o controle dos limites seria como tentar segurar água entre os dedos. E não se trata apenas de barreiras para animais; quando pensamos em perímetros amplos, gestão de fazendas, ou até instalações industriais, logo cresce a convicção de que este material cumpre um papel quase insubstituível. Graças à sua robustez e instalação prática, é difícil ignorar a conveniência que traz. Por outro lado, empresas e profissionais que atuam no mercado de segurança acabam recorrendo frequentemente a soluções completas que envolvem mallas de galbis, ilustrando o quanto a escolha certa de materiais faz toda a diferença no resultado final.
Para que serve exatamente o arame farpado?
A versatilidade do arame farpado ultrapassa fronteiras e contextos. Ele não está ligado apenas ao velho clichê de dividir terrenos; na verdade, seu impacto se estende por muitos setores. De vez em quando, agricultores se surpreendem com sua utilidade em situações inusitadas, como controle de espécies invasoras ou proteção temporária em áreas recém-cultivadas. Além disso, profissionais de áreas urbanas também encontram ali um aliado eficiente.
Proteção de propriedades rurais e agrícolas
Poucos recursos, entre tantos disponíveis, conseguem ser tão práticos quanto o arame farpado na agricultura e pecuária. Só quem já teve problemas com animais fugindo ou colheitas invadidas por silvestres, entende o valor desse material. Usá-lo significa garantir:
Delimitação clara de grandes ou pequenas propriedades, evitando confusões que frequentemente surgem entre vizinhos.
Gestão facilitada de pastos, já que é possível isolar áreas específicas e otimizar o manejo do rebanho.
Proteção eficiente contra animais tanto domésticos quanto selvagens, poupando aborrecimentos e prejuízos inesperados.
Organização melhorada de terras, já que separações bem marcadas promovem uma convivência mais harmônica entre diferentes atividades rurais.
Segurança industrial e patrimonial
Para quem pensa que a utilidade do arame acaba no campo, vale lembrar como ele se impõe em áreas urbanas e industriais. A sensação de segurança é reforçada por barreiras físicas, especialmente na entrada de galpões ou zonas industriais, onde tentativas de acesso indevido são recorrentes. Sistemas que combinam arames farpados com grades ou painéis metálicos oferecem, sem dúvida, uma dificuldade extra para invasores, tornando a escolha bastante óbvia para quem administra patrimônios valiosos. Não raro, empresas recorrem ainda a diferentes tipos de arames farpados para reforçar ainda mais esses perímetros, pois cada detalhe conta na segurança geral.
Utilização em obras e construção
A improvisação costuma reinar na construção civil, mas poucas coisas são tão rápidas e seguras quanto instalar uma cerca temporária. Isso é ainda mais notável em canteiros de obras, onde diariamente entra e sai muita gente: o arame farpado serve como linha de defesa contra invasões inesperadas, evitando dores de cabeça com furtos de materiais e acesso não autorizado.
Como escolher o tipo de arame farpado ideal para o meu projeto?
Nem todo arame farpado serve para todas as situações. Uma decisão precipitada pode custar caro a longo prazo. Em locais mais agressivos, como áreas úmidas, a galvanização vira palavra de ordem ( afinal, o zinco age quase como uma capa de chuva para o aço, protegendo-o contra ferrugem e aumentando a durabilidade. Para quem busca algo mais discreto visualmente, existe a opção revestida de PVC, que caminha bem em ambientes onde aparência também conta.
Arame galvanizado: a solução mais comum
O galvanizado é universal nas fazendas e nas cidades. Ele equilibra custo baixo com manutenção simples e uma resistência digna, o que explica porque ainda domina o mercado. E cá entre nós, quem quer uma solução para décadas acaba se inclinando para este tipo.
Arame forrado a PVC: durabilidade e estética
Se o ambiente sofre com chuva ou maresia, apostar nesse tipo é quase obrigatório.
A sua cor, geralmente verde, faz com que a barreira se misture mais facilmente com a paisagem, evitando aquela aparência agressiva de metal nu.
Projetos residenciais ou de lazer tendem a adotar essa solução por motivos tanto práticos quanto estéticos.
Arame inox: máxima resistência para casos exigentes
O aço inoxidável reina onde nem a ferrugem ousa chegar. Será adequado para instalações permanentes em ambientes altamente corrosivos, como frigoríficos ou zonas industriais à beira-mar. Quem não pode correr o risco de falha escolhe esta opção.
Que especificações técnicas devo ter em conta?
Vale a pena conferir simples detalhes na hora da compra: a bitola, o comprimento por rolo e até o espaçamento entre farpas. São fatores que, muitas vezes, passam despercebidos e mexem profundamente tanto na eficácia quanto no custo do projeto. Adotar normas como UNE-EN 10223-2, por exemplo, deixa qualquer gestor mais tranquilo sobre a qualidade europeia do produto adquirido.
Que garantias de qualidade posso esperar?
Fabricantes sérios não hesitam em oferecer garantias de até dois anos. Isso, para muitos compradores, representa mais do que uma segurança: é a certeza de que não precisarão se preocupar com corrosão prematura ou defeitos inesperados durante esse período. Decididamente, um fator de peso na escolha final.
No fim das contas, buscar o arame farpado certo é algo parecido com escolher sapatos sob medida: só quem acerta sente o conforto verdadeiro a longo prazo. Investir na solução adequada para sua propriedade, levando em conta clima, finalidade e orçamento, garante não só proteção imediata, mas também uma economia valiosa nos próximos anos.
João Granja é o candidato pela coligação Juntos por Braga à Junta de Freguesias de São Victor nas Eleições Autárquicas de 12 de outubro.
Para o candidato, “a maior freguesia de Braga é uma ‘cidade dentro da cidade’ e, por isso, precisa de mais investimento autárquico, mais obras e de cuidar dos equipamentos públicos, das vias e dos espaços verdes, com um verdadeiro foco na qualidade de vida dos cidadãos”
João Granja acredita que “as Juntas de Freguesia devem ter mais competências, mas, até lá, serei uma voz forte, interventiva e reivindicativa em defesa das pessoas junto da Câmara Municipal e de outras instituições locais e nacionais”.
Foram conhecidos, esta sexta-feira, os horários dos encontros das jornadas 3 e 4 da I Liga Portugal. Destaque para o clássico entre Sporting CP e FC Porto, agendado para o próximo dia 30 de agosto, às 20:30.
Antes, na 3.ª ronda, o dérbi entre Moreirense FC e Vitória SC está marcado para as 16:00 de sábado, 23 de agosto. No mesmo dia, o CD Nacional recebe o Sporting CP, às 18:00, e o SL Benfica terá a visita do CD Tondela, às 20:30. No domingo, 24 de agosto, o Casa Pia AC viaja ao reduto do FC Porto, às 18:00.
Ainda nesta jornada, e garantindo o tempo de recuperação necessário para as equipas portuguesas que disputam competições europeias, na defesa do ranking nacional da UEFA, o encontro Estoril Praia–Santa Clara foi agendado para o dia 6 de setembro.
Na 4.ª jornada, além do duelo entre leões e dragões, a abertura está marcada para sexta-feira, às 20:15, com o duelo entre Gil Vicente FC e Moreirense FC. No sábado, o Vitória SC recebe o FC Arouca às 18:00, com a ronda a terminar no domingo, com quatro partidas em disputa, entre elas o FC Alverca–SL Benfica (18:00) e o Rio Ave FC–SC Braga (20:30).