Nos primeiros seis meses de 2025, a CP – Comboios de Portugal transportou mais de 100 milhões de passageiros, um aumento de 9,3%, cerca de mais sete milhões de passageiros face ao período homólogo de 2024.
O aumento registado é transversal à generalidade dos serviços, tendo o incremento mais expressivo sido registado no serviço Regional, onde mais 15,3 milhões de passageiros viajaram de comboio (mais 133% do que no período homólogo). Os urbanos de Coimbra registaram uma subida de 84% e o Intercidades de 48%. Em relação ao maior número de passageiros transportados, os urbanos de Lisboa continuam a apresentar os valores mais elevados, atingindo cerca de 68 milhões de passageiros neste primeiro semestre. O Alfa Pendular mantém-se firme no mercado.
Entre as medidas adotadas para estimular o uso de transportes públicos, o Passe Ferroviário Verde, implementado em outubro de 2024, tem uma grande repercussão na transferência modal para o comboio, ao promover uma mobilidade acessível e sustentável, pelo valor de 20 euros mensais.
Entre janeiro e junho de 2025 foram vendidas mais de 315 mil assinaturas do Passe Ferroviário Verde, um título de transporte que representa uma aposta clara no reforço da promoção do transporte ferroviário em todo o país. Desde a sua entrada em vigor, já foram comercializados mais de 390 mil Passes Ferroviários Verdes, numa procura crescente que revela o impacto que este título teve na mobilidade da população portuguesa.
Em complemento, já foram realizadas mais de 1,25 milhões de reservas de viagens nos comboios Intercidades com o Passe Ferroviário Verde.
Rui Rodrigues é o candidato da coligação “Juntos por Braga” à presidência da União de Freguesias de Cabreiros e Passos São Julião.
O candidato concluiu o Ensino Secundário no Curso Técnico de Comércio da Escola Profissional de Braga. Atualmente, frequenta a licenciatura em Gestão de Empresas no IPCA – Instituto Politécnico do Cávado e do Ave.
Rui Rodrigues é membro da Fanfarra Infanto-Juvenil de Cabreiros desde 2015, integrando também a Direção. É comissário de Parque no Clube Automóvel do Minho. Desempenha ainda funções como embaixador do IPCA e coordenador do departamento de CTeSP da sua Associação Académica.
Rui Rodrigues encara a política como “um espaço privilegiado de serviço à comunidade. O candidato apresenta-se com a determinação de resolver problemas estruturais que continuam sem respostas, há demasiado tempo, na União de Freguesias”.
Com o objetivo de “fazer mais e melhor”, define como prioridades “a valorização do Rio Labriosque, a pavimentação da EM 561, o alargamento de vias públicas e a exigência de uma maior atenção municipal às necessidades locais”. Entre as intervenções, evidencia “a requalificação da Escola Primária de Passos – São Julião para fins de apoio social, a melhoria da sede da Junta em Cabreiros, a renovação do parque infantil de Passos São Julião e a colaboração na construção do novo jardim de infância em Cabreiros”.
Ainda acerca dos 40 milhoes de divida da Camara Municipal de Braga à Agere…
A AGERE, empresa responsável pela água, resíduos e saneamento de Braga, tem sido apontada como um caso de sucesso no universo das empresas municipais portuguesas. Nos últimos anos, apresentou resultados líquidos consistentes: em 2020 registou cerca de 6,7 milhões de euros, em 2021 ultrapassou os 7 milhões e em 2023 voltou a superar as previsões, com resultados que a colocaram no topo das empresas do setor. Paradoxalmente, enquanto a AGERE dá lucro, a Câmara Municipal de Braga acumula dívida para com a própria empresa.
Este impasse resulta sobretudo da ausência, há mais de uma década, de um contrato de gestão delegado claro e válido, que enquadre juridicamente os serviços prestados. Assim, serviços executados pela AGERE para a autarquia transformaram-se em faturas por pagar, acumulando uma dívida de milhões de euros e que já obrigou o município a inscrever verbas extraordinárias no orçamento de 2025. Para compreender este problema é essencial perceber a estrutura acionista da AGERE.
Desde 2005, o município detém 51% e os restantes 49% pertencem à Geswater, um consórcio formado por três grupos privados bracarenses: ABB (Alexandre Barbosa Borges), DST (Domingos da Silva Teixeira) e BragaParques. Estamos perante uma parceria público-privada, onde os lucros são repartidos.
Com lucros elevados, a AGERE distribuiu ao longo da última década dezenas de milhões de euros em dividendos. Estima-se que, em apenas seis anos, mais de 33 milhões tenham sido distribuídos, dos quais cerca de 16,5 milhões foram para os acionistas privados. É o efeito inevitável de uma sociedade mista: enquanto não houver decisão política diferente, quase metade dos lucros continuará a sair para investidores privados em vez de ficar na esfera municipal. Perante isto, surge sempre a mesma pergunta: porque não compra a Câmara os 49% em falta e transforma a AGERE numa empresa 100% pública? A resposta não é simples. Primeiro, o preço: em 2005 a Geswater pagou 26,5 milhões de euros pela sua posição.
Hoje, com resultados estáveis e margens elevadas, a avaliação da empresa seria seguramente muito superior, implicando um esforço financeiro significativo para o município. Depois, o risco de assumir a totalidade do capital significa também assumir todos os encargos de investimento, de manutenção da rede e de cumprimento das exigências regulatórias.
Acresce ainda a complexidade jurídica, dado que a indefinição contratual acumulada ao longo dos anos gerou contenciosos que encarecem qualquer negociação. O futuro da AGERE não pode continuar a ser uma moeda de troca política. Independentemente da solução, que poderá passa reaquisição total ou manutenção da parceria, é urgente definir regras claras tais como: um contrato-programa que estabeleça direitos, deveres e prazos de pagamento, o que parece que já está em curso segundo informações obtidas, relatórios de contas acessíveis aos cidadãos, transparência na distribuição de dividendos e reinvestimento dos lucros.
A AGERE é uma empresa sólida e rentável. O que está em causa não é a sua capacidade de gerar valor, mas sim a forma como esse valor é partilhado e gerido. Braga merece uma decisão clara! Ou se opta pela remunicipalização total, assumindo custos e responsabilidades, ou se assume a parceria público-privada de forma transparente, com contratos robustos e previsíveis. O que não pode continuar é esta indefinição permanente, onde coexistem lucros elevados e dívidas acumuladas, com os cidadãos a assistir sem clareza nem explicação.
A Praia do Cavadinho, em Braga, recebeu o prémio Praia Fluvial Revelação da Região Norte 2025, atribuído pelo Guia das Praias Fluviais – Guia Turístico do Interior de Portugal.
O galardão distingue a requalificação do espaço balnear, valorizando a preservação do enquadramento natural, a disponibilização de serviços de apoio e a melhoria das condições de segurança para os utilizadores.
O guia, que edita este ano a sua 24.ª edição, é gratuito, conta com uma tiragem de 120 mil exemplares, distribuídos, entre outros locais, por todos os postos de turismo do território continental, de todos os concelhos de Portugal, entre mais de 1000 postos de distribuição espalhados por todo o país.
“Como é possível passear pelo Picoto? Vejam só estas fotos…e não tirei a tudo o que vi, mas dá que pensar em andar a caminhar por estes lados”, denunciou Carla Ferreira.
A candidatura autárquica do PSD em Vila Verde, liderada por Júlia Rodrigues Fernandes, completou esta segunda-feira o processo de entrega formal das listas de candidatos aos órgãos do Município vilaverdense. No total, mais de 500 candidatos integram as diferentes listas acolhidas pelo Tribunal para as eleições do próximo dia 12 de outubro.
“O forte envolvimento e a mobilização de pessoas que aderem e se associam à candidatura do PSD representa uma motivação extra para a determinação com que partimos para esta campanha autárquica, sempre na luta e na defesa pelo melhor para o concelho e para as nossas populações”, apontou Júlia Rodrigues Fernandes.
A candidatura do PSD apresenta listas a 30 das 33 freguesias do concelho, assumindo o apoio a equipas de independentes nas restantes três. Além das listas de candidatos, Júlia Rodrigues Fernandes destacou que “o processo autárquico do PSD envolve ainda mais de mil pessoas subscritoras das diversas candidaturas à Câmara, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia”.
“É uma demonstração clara de vitalidade e do reconhecimento que o PSD tem como foco servir as pessoas e as nossas terras”, explicou a líder da candidatura social-democrata.
Sobre a formação das candidaturas, Júlia Rodrigues Fernandes vincou a “aposta clara e evidente na qualidade, no mérito e na capacidade de pessoas reconhecidas pelo trabalho, dedicação e empenho na defesa e valorização das nossas terras e das pessoas”.
A presidente da Câmara de Vila Verde e recandidata ao cargo valorizou ainda a integração de diferentes gerações nas listas, incluindo “muitos jovens que vão votar pela primeira vez, autarcas com provas dadas ao lado de profissionais de sucesso em diferentes áreas, assim como pessoas com mais experiência e disponibilidade de tempo para dedicar às suas comunidades”.
No ato de entrega formal das listas, a comitiva social-democrata integrou ainda os mandatários da candidatura José Mota Alves e Fátima Peixoto, assim como o presidente da Assembleia Municipal, Carlos Arantes, o líder da concelhia do PSD, José Manuel Lopes, e ainda os vereadores Manuel Lopes, Michele Alves e Patrício Araújo.
Listas de candidatos
Para a candidatura à Câmara Municipal, Júlia Rodrigues Fernandes manteve os vereadores Manuel Lopes, Michele Alves e Patrício Araújo, aproveitando para renovar a restante equipa com as entradas de Carlos Tiago Alves, Adriana Couto e Márcio Tiago Soares.
Para a Assembleia Municipal, Carlos Arantes recandidata-se como cabeça de lista, acompanhado por Martinha Couto Soares, José Manuel Lopes, Susana Silva, Nuno Queirós, José Costa, Liliana Fernandes, Filipe Lopes, Carlos Pedro Castro, Ana Sofia Costa, Alberto Rodrigues, Bruno Rodrigues, Cristina Carneiro Costa, Bruno Eiras, Pedro Cerqueira, Marisa Alves, Narciso Pereira, Nuno Rocha, Sandra Mendes Simões, Miguel Costa, Renato Macedo, Flora Gomes, José Pedro Cerqueira e Mara Alves.
Atualmente com 20 membros eleitos, o PSD candidata ainda entre os efetivos João Pedro Cerqueira, Elisabete Moreira, Ana Filipa Nogueira, José Manuel Coutinho, Grace Kelly Oliveira, Miguel Costa, Jacinta Rodrigues, Manuel António Esteves, Isabel Morais e Tiago Gonçalves.
No que toca às candidaturas às assembleias de freguesia, o PSD apresenta candidaturas em Aboim da Nóbrega e Gondomar (Eduardo Janela), em Atiães (Jorge Cunha), em Cabanelas (Anabela Rei), em Carreiras S. Miguel e Carreiras Santiago (Carlos Ferreira), em Cervães (Filipe Faria), em Coucieiro (Luís Ferreira), em Dossãos (Ricardo Araújo), em Escariz S. Mamede e S. Martinho (Jorge Torres), em Esqueiros, Nevogilde e Travassós (Bruno Gonçalves), em Freiriz (Avelino Dias), em Gême (Celestino Calais), na Lage (Joaquina Peixoto), em Lanhas (Luís Fernandes), em Marrancos e Arcozelo (Manuel Rodrigues), em Moure (Carla Magalhães), em Oleiros (Carlos Cerqueira), em Oriz Santa Marinha e Oriz S. Miguel (Paulo Jorge Fernandes), em Pico S. Cristóvão (Fernando Pimenta), em Pico de Regalados, Gondiães e Mós (Fernanda Santos), em Ponte S. Vicente (Bruno Macedo), em Prado S. Miguel (Manuel Oliveira), na Ribeira do Neiva (José Azevedo), em Sabariz (Mário Fernandes), em Sande, Vilarinho, Barros e Gomide (Júlio Ferraz), em Turiz (Filipe Andrade), no Vade (Rosa Cação), em Valbom S. Pedro, Paçô e Valbom S. Martinho (António Fonseca), em Valdreu (António Barros), na Vila de Prado (Albano Bastos) e em Vila Verde e Barbudo (José Faria).
Nas freguesias de Loureira, Parada de Gatim e Soutelo, o PSD optou pelo apoio a candidaturas independentes.
João Só e Tiago Silva vão apresentar-se em concerto no Espaço Vita, em Braga, no dia 29 de novembro.
João e Tiago são dois nomes bíblicos. Assim, de repente, será porventura a única coisa que se pode dizer sobre a ligação entre ambos, mas não foi só em Jerusalém que a parceria resultou. Ou foi, mas agora também pode funcionar. Mesmo que não funcione, eles vão esforçar-se, porque o sucesso deste projeto depende da união dos seus esforços. Dois músicos e, sobretudo, amantes de canções, partilham um palco para, em jeito de conversa romântica, rever os temas que os ensinaram a gostar daquela que é, provavelmente, a arte mais ancestral que existe. Juntos, prometem visitar temas e artistas que fizeram parte do seu crescimento.
Os bilhetes custam entre 15 e 18 euros e podem ser adquiridos aqui.
O Dia Internacional das Lesões da Coluna Vertebral celebra-se, desde 2016, a 5 de setembro, por iniciativa da International Spinal Cord Society (ISCoS). Todos os anos, este dia serve de mote para refletir sobre um tema central relacionado com estas lesões.
Em Portugal, continuam a existir obstáculos significativos neste percurso. O acesso célere e adequado aos cuidados hospitalares após uma lesão vertebromedular é limitado, e a continuidade de cuidados, particularmente no que diz respeito à reabilitação, está longe de ser garantida. São ainda poucos os hospitais com equipas preparadas e disponíveis 24 horas por dia para responder a este tipo de trauma específico. Além disso, a referenciação dos doentes para centros especializados revela-se muitas vezes complexa, dependente de vagas que não estão prontamente disponíveis, o que obriga a prolongar a permanência hospitalar em unidades que não têm, por norma, os recursos ideais para assegurar uma reabilitação adequada. Isto implica uma ocupação prolongada de camas cirúrgicas, com impacto direto na resposta hospitalar global e na recuperação dos doentes.
Apesar dos esforços contínuos das administrações hospitalares e dos profissionais de saúde, que fazem o melhor possível com os meios disponíveis, a verdade é que é necessário fazer mais. É essencial que haja um reforço do investimento nesta área crítica, mas também um maior envolvimento da sociedade civil. Todos nós podemos contribuir, seja através do apoio financeiro a associações de hospitais e centros de reabilitação, seja pelo voluntariado junto dos doentes ou, de forma ainda mais impactante, promovendo a consciencialização para comportamentos de risco que podem ser evitados.
A prevenção continua a ser a forma mais eficaz de reduzir o número de lesões da coluna vertebral. Pequenas atitudes no quotidiano fazem toda a diferença. Na condução, é fundamental cumprir as regras de segurança rodoviária, respeitando os limites de velocidade, utilizando sempre o cinto de segurança e evitando o uso do telemóvel. No verão, os mergulhos são uma das principais causas de lesões graves na coluna, e devem ser sempre feitos com precaução: é indispensável verificar a profundidade da água, evitar saltos em zonas desconhecidas ou com visibilidade reduzida, e nunca consumir bebidas alcoólicas antes de mergulhar. No mar, deve entrar-se sempre de forma progressiva, e nas piscinas é importante escolher bem o local e cumprir todas as indicações de segurança.
Outro aspeto essencial prende-se com a prevenção de quedas, sobretudo entre a população mais idosa, onde a osteoporose aumenta a fragilidade óssea. Medidas simples como retirar tapetes soltos, substituir banheiras por bases de duche ou evitar subir a bancos ou móveis altos podem prevenir acidentes. Também em ambientes rurais, é importante evitar subidas a árvores. Em casos de marcha instável, o recurso a auxiliares como bengalas ou andarilhos deve ser incentivado, e escadas ou degraus devem merecer atenção redobrada.
Importa ainda lembrar que nenhum traumatismo deve ser desvalorizado. Se as queixas persistirem após uma queda ou acidente, deve procurar-se apoio médico especializado, de forma a garantir um diagnóstico precoce e evitar agravamentos. Paralelamente, manter uma vida ativa é um dos melhores investimentos na saúde da coluna. A prática regular de exercício físico, adequado à idade e à condição física de cada pessoa, contribui para o fortalecimento muscular e a mobilidade das articulações. Entre os mais velhos, atividades como caminhadas, pilates ou hidroginástica são particularmente benéficas, promovendo não só a saúde física, mas também o bem-estar geral.
Neste Dia Internacional das Lesões da Coluna Vertebral, o apelo é claro: é urgente apostar mais na prevenção, no acesso equitativo aos cuidados e na promoção de uma cultura de responsabilidade partilhada. Cuidar da coluna é, afinal, cuidar da nossa qualidade de vida.
Artigo de opinião de Nelson Carvalho, presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral.
Tudo começou no início do verão, numa conversa de família sobre a Praceta onde vivemos. Rapidamente o tema alargou-se a toda a União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade.
Falou-se do sentimento generalizado de viver numa zona descaracterizada e sem união, onde os passeios, as ruas, a iluminação e até as passadeiras (verdadeiras armadilhas para quem as atravessa) estão longe do que se espera numa cidade do século XXI.
Falou-se do exagero e do ruído das festas que se instalaram na Freguesia, eventos que a cada dia levam a paciência dos moradores ao limite, com efeitos nefastos na saúde e no bem-estar de todos.
Falou-se da falta de zonas de lazer, de espaços verdes e de árvores. Sentimos falta de um local onde se possa estar em contacto com a natureza, ouvir música, ler um livro ou simplesmente deixar as crianças brincar num parque infantil — que simplesmente não existe.
Falou-se do lixo e da reciclagem, com contentores constantemente cheios, muitas vezes a transbordar, e da falta de higienização desses espaços, que só conhecem alguma limpeza quando chove.
Falou-se das vezes em que procurámos informação relevante sobre a Freguesia e desistimos. O site da Junta e as redes sociais estão desorganizados, confusos e desatualizados.
Falou-se, por isso, da falta de transparência: reuniões e assembleias anunciadas apenas no próprio dia; a impossibilidade de aceder, de forma simples à informação, da falta do relatório de contas de 2024 e da ausência de informação clara sobre entidades apoiadas, valores atribuídos, datas e relatórios de execução.
Falou-se até da dificuldade em encontrar documentos oficiais, como o “Relatório do Estatuto do Direito de Oposição 2022”, escondido na secção de formulários.
Falou-se também de como esse relatório, apesar de legalmente válido, evidencia claramente quem é a oposição na Assembleia de Freguesia e, sobretudo, quem tem gerido a Junta: a Coligação Juntos por Braga e o PS.
Falou-se que em fim de mandato a informação institucional indica um Executivo, diferente daquele que consta das atas de instalação.
Perante este cenário, todos concordaram: era preciso combater esta inércia e esta falta de clareza. E todos foram unânimes: “Tu és a pessoa indicada”. Mas havia uma condição — teria de ser um futuro Presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade 100% disponível.
Por isso, aqui estou. Conto convosco, no dia 12 de outubro e em todos os dias que se seguem.
Artigo de Américo Camarinha, candidato pela Iniciativa Liberal à União de Freguesias da Sé e Cividade.