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Mostra promove vinhos de Famalicão

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De 3 a 5 de outubro, a Galeria Comercial Auchan de Famalicão será palco da Mostra de Vinhos de Famalicão, uma iniciativa do Município, dinamizada pelo Famalicão Made IN, em parceria com o hipermercado Auchan, que tem como principal objetivo promover os vinhos verdes produzidos no concelho e aproximar os produtores locais dos consumidores.

O evento reúne seis produtores do concelho, nomeadamente a Casa Agrícola de Compostela, Castro – Sociedade Agropecuária de Cavalões, Frutivinhos – Cooperativa Agrícola de Famalicão, Morgado de Outiz, Quinta das Pirâmides e VINEVINU.

Rui Rocha quer contar com todos os trabalhadores municipais da Câmara de Braga

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© IL
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Em vídeo publicado nas redes sociais, Rui Rocha, candidato da Iniciativa Liberal à Câmara de Braga, dirige-se aos trabalhadores municipais no contexto do início da campanha eleitoral autárquica.

Na mensagem, Rui Rocha afirma “contar com todos os que estejam disponíveis para trabalhar com dedicação em favor dos bracarenses”. O candidato liberal compromete-se a “assegurar uma avaliação justa do contributo dos trabalhadores da Câmara para o sucesso do Município”.

Para Rui Rocha, “a ideia de transformar Braga na Capital do Norte”, lema que adotou para a sua campanha, “depende de uma Câmara forte, com trabalhadores valorizados e reconhecidos pelo seu trabalho.

Ricardo Rio destaca “papel histórico” de Braga na preservação do património cultural

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© CM Braga
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Teve lugar hoje, no Forum Braga, o encontro “Do Legado à Participação: Mediação Cultural e Património”, iniciativa integrada no programa IDENTI(CIDADE), realizada no ano em que Braga se afirma como Capital Portuguesa da Cultura 2025. A sessão contou com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, Jorge Sobrado, vice-presidente da CCDR-N e Miguel Bandeira, da Fundação Bracara Augusta.

Na sua intervenção, Ricardo Rio destacou “o papel histórico de Braga na preservação e dinamização do património cultural”, sublinhando que “a consagração de Braga como Capital Portuguesa da Cultura 2025 é a prova do trabalho desenvolvido e da relevância que a cidade sempre assumiu na promoção do seu património”.

Ao longo de onze dias, entre 19 e 29 de setembro, o IDENTI(CIDADE) promoveu um diversificado programa que incluiu visitas guiadas, concertos, exposições, percursos performativos, oficinas e conversas.

Famalicão inaugura novo Multiusos em Nine

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© CM Famalicão
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Mário Passos, presidente da Câmara de Famalicão, inaugurou o novo espaço Multiusos de Nine, com mais de 600 metros quadrados.

“É um palco das pessoas e para as pessoas, um equipamento ao serviço da comunidade, que vai ganhar vida com a ação que os ninenses e as suas associações lhe vão trazer”, assinalou o autarca na cerimónia.

O Multiusos de Nine, situado na Avenida dos Correios, representou um investimento municipal de cerca de 656 mil euros e está equipado para diversos eventos, com palco para espetáculos e outras atividades das cerca de duas dezenas de associações locais.

“É uma das mais estruturantes obras construídas em Nine nos últimos anos, que afirma o compromisso na busca de mais e melhores condições para as pessoas, e este equipamento será palco de uma grande vivência comunitária, tenho a certeza disso”, destacou o presidente da Junta, Paulo Oliveira.

Miguel Monteiro é vice-campeão do mundo no lançamento do peso

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© FPA
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O campeão paralímpico Miguel Monteiro conquistou a medalha de prata no lançamento do peso F40 nos Mundiais de Atletismo, com a marca de 11,31 metros, alcançada à segunda tentativa, sagrando-se vice-campeão mundial.

O feito de Miguel Monteiro em Nova Deli, Índia, onde decorrem os campeonatos até 5 de outubro, reafirma o estatuto de excelência do atleta, campeão paralímpico e europeu.

A competição foi vencida pelo russo Denis Gnezdilov (atleta neutro), que estabeleceu novo recorde do mundo com 11,92 metros, superando por três vezes a anterior melhor marca que pertencia ao próprio Miguel Monteiro, 11,60 metros, conseguida em 2022. A medalha de bronze foi conquistada pelo iraquiano Garrah Tnaiash, com 10,86 metros.

Após a prova, Miguel Monteiro, apesar de sonhar com mais, mostrou-se satisfeito e destacou o trabalho realizado ao longo da temporada. “Estou contente com o trabalho que fizemos ao longo deste ano. Creio que podia ter dado mais, mas, pronto, vamos continuar a trabalhar para nos próximos anos continuarmos a sonhar com melhores marcas. O Denis fez lançamentos incríveis, nós trabalhámos para também ter tido aqui uma grande marca, mas já foi bastante positivo. A medalha de prata foi a possível hoje e estou muito contente com este segundo lugar”, declarou Miguel Monteiro.

O desempenho do atleta português ganha ainda maior relevo pelas condições difíceis em que decorreu a competição, sob intenso calor, o que obrigou a uma exigência acrescida de concentração e preparação.

António Lima: “Queremos manter Braga limpa e apostar no transporte coletivo”

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© Angélica Antunes
© Angélica Antunes

O concelho de Braga prepara-se para ir a eleições e eleger o seu terceiro presidente em democracia. Antonio Lima é o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Braga. Tem 72 anos, é advogado e já concorreu à Câmara de Braga em 2005. É deputado na Assembleia Municipal de Braga.

O que motivou a sua candidatura à Câmara Municipal de Braga?

A minha candidatura foi uma candidatura discutida nos órgãos do Bloco, nos órgãos concelhios e distrital, e entenderam os meus camaradas que eu seria a pessoa indicada para representar o programa do Bloco para a eleição à Autarquia de Braga, e eu aceitei essa tarefa como mais um trabalho cívico. Já estou na política há muitos anos e sempre no Bloco, desde a fundação. Entendo isto como uma tarefa que eu procuro representar da melhor forma e disponibilizar-me perante os munícipes e os cidadãos bracarenses para, se essa for a vontade deles, poder dirigir a Câmara de uma forma mais aberta e mais próxima dos cidadãos.

Que balanço faz destes 12 anos da coligação Juntos por Braga à frente da Câmara Municipal?

O balanço não é muito positivo. Primeiro porque, de facto, Ricardo Rio deu prioridade, acima de tudo, a uma tentativa de dinamização económica do concelho, nomeadamente à aposta no turismo, e esqueceu praticamente tudo o resto, ou seja, a mobilidade, a habitação, a vida da cidade em si e a dos cidadãos bracarenses foi descuidada. Nós entendemos que, mesmo na questão do turismo, os bracarenses só podem receber bem se estiverem bem, ou se a gente não estiver de espírito aberto e alegre, as visitas vão sentir-se constrangidas. Na cidade é a mesma coisa. Nós vemos aí pelo mundo fora cidades onde os habitantes não se sentem à vontade pela pressão turística e até se tornam obsessivos para os turistas.

Claro que Braga não atingiu esse ponto, nem atingirá tão cedo, mas esperamos que não seja atingido. Se não houver problemas de habitação, se não houver problemas de mobilidade, se houver espaços verdes, se os cidadãos forem felizes, é evidente que recebem os turistas com outra cara. Os turistas, desde que sejam com conta, peso e medida, são bem-vindos.

Na sua ótica, quais as principais necessidades do concelho? Quais são os principais problemas que Braga enfrenta atualmente e como os pretende resolver?

O lema do Bloco é fazer cidade. E, portanto, quando nós dizemos fazer cidade, é, de facto, fazer cidade com os cidadãos. Ouvir os cidadãos, quais são os seus problemas, quais são as suas necessidades, quais são as suas ambições e ouvi-los sempre. Ouvi-los sempre e proceder de forma a tentar ir ao encontro desses seus desejos.

O problema que nós detetámos como imediato é a habitação. Há muitos problemas de habitação em Braga, muitos escondidos, porque, de facto, nós não temos aqui a pressão da imprensa que existe noutros distritos e noutros concelhos, mas nós temos aqui muitos problemas de habitação, quer de cidadãos residentes, alguns que nasceram e toda a vida viveram em Braga, quer daqueles que nos procuraram para trabalhar. E esse é um grave problema.

O Ricardo Rio deixou a questão da habitação ao mercado, pura e simplesmente ao mercado, ou seja, não fez nada, não espetou um prego, não construiu uma casa. A BragaHabit, com os orçamentos pobres, enfim, vivendo do serviço das refeições às escolas e com pouco mais.

Pouco mais consegue fazer do que com as transferências do Município ir, digamos, apaziguando o sacrifício das famílias com o apoio ao arrendamento, que é o RADA, e foi aumentado o orçamento até por força da nossa intervenção na Assembleia Municipal. Fomos nós quem fizemos a primeira intervenção no sentido de que o RADA na altura tinha 200 mil euros, salvo o erro, era uma insignificância, e agora já está num milhão e tal de euros. Passou praticamente o orçamento a subir todos os anos, mas fomos nós que disputámos essa iniciativa da Autarquia.

Mas não houve construção, e de facto é preciso construir. Nós defendemos, e está no nosso programa, que a disponibilização de terrenos é essencial. Defendemos que o Município deve ter uma bolsa de terrenos públicos que possa ceder, de preferência urbanizados, às cooperativas e até eventualmente em algumas situações às famílias, para poderem construir, portanto, a preços reduzidos, porque nós sabemos que urbanizar um terreno fica caro, isso encarece também a habitação, e quando se vai comprar no mercado todos esses preços se refletem.

Ora, se a Autarquia tiver terrenos urbanizados, mata dois coelhos com uma paulada, como se costuma dizer. Por um lado, faz cidade de uma forma mais airosa, porque é a própria Autarquia que urbaniza, portanto pode fazer ruas mais largas, pode fazer ruas que permitam acesso aos transportes coletivos. No tempo do engenheiro Mesquita Machado, a pressa de construir habitação, fizeram-se bairros onde hoje não entra um autocarro.

Queremos apostar no transporte coletivo para tirar os carros da cidade e torna-se difícil em algumas situações. Portanto, sendo a Autarquia a urbanizar, pode fazê-lo de uma forma muito mais adequada ao futuro, uma perspetiva de futuro. Essa será a nossa prioridade, também com a intervenção, se possível, do movimento cooperativo, ou seja, a distribuição de terrenos às cooperativas para poderem elas próprias construir casas que depois vão ser disponibilizadas com rendas acessíveis ou pela venda a preços também compatíveis com o rendimento das pessoas.

Caso for eleito, o que pretende mudar no concelho nos próximos quatro anos?

Não vamos iludir os cidadãos, não vamos fazer falsas promessas, não vamos fazer eleitoralismo, vamos fazer cidade. Ou seja, manter a cidade limpa, manter a cidade com um trânsito que seja fluido e retirar o máximo de carros do centro histórico. Ver a questão dos passeios e do imobiliário urbano, que é essencial também, a questão da limpeza, da varredura, ver a recuperação de imóveis e inventariar o património da cidade, tudo isso é necessário ser feito.

Sendo certo que, se eu for eleito, a primeira coisa que uma pessoa que é eleita deve fazer é conhecer os cantos à casa, ou seja, temos que ver como é que está a Autarquia, nomeadamente os cofres da Autarquia. E depois, os cidadãos sabem o que querem, toda a gente sabe o que é que Braga precisa, já não é segredo para ninguém. Portanto, não interessa estar a prometer muitas circulares externas, os BRTs, tudo isso, muitas dessas coisas até se justificam e fazem falta, mas a gente sabe que não é para o mandato nem para dois nem para três, portanto é estar a iludir as pessoas.

O dia a dia é de facto aquilo que é mais importante, é a vida dos cidadãos no seu dia a dia.

Quais as propostas do seu partido para os mais jovens?

Os mais jovens, é evidente que aqueles que estão no mundo do trabalho, o problema deles serão os salários, a habitação e, eventualmente, os transportes. Tudo isso é fazer cidade e queremos resolver isso com eles.

Aqueles que são estudantes, é preciso fazer habitação também com as universidades, criando a possibilidade de aqueles que nos procuram e que vêm de fora para terem as suas residências universitárias onde possam fazer a sua vida enquanto estão na universidade. Os transportes gratuitos, ou seja, nós ascendemos a gratuitidade dos transportes coletivos, não só para os estudantes. Há outras questões do ensino que não dependem da Autarquia, dependem do governo central, mas em tudo aquilo que dependa da Autarquia, sempre discutindo essas questões com a universidade e com as escolas, isso é para o encontro dos anseios e das necessidades dos jovens.

No mundo do trabalho, melhorar os salários, nós sabemos que há uma faixa grande da juventude que sai, porque é evidente que há aqui alguns empregos. O executivo atual tem referido que cria dois mil empregos por ano, é provável que crie, não sei, não é a Autarquia que os cria, pode criar alguns, mas a maior parte é criada pelas empresas. O problema é que quando criam dois mil, há outro número de trabalhadores que ficam sem emprego, pelas mais diversas razões, ou seja, aqui teríamos que ver qual era o saldo, se é negativo ou se é positivo. Dizer que cria dois mil não significa nada.

Agora, é preciso um emprego com qualidade e, de facto, as pessoas têm muitas dificuldades, desde logo nos transportes. Braga é uma cidade de serviços, também, vem muita gente de fora trabalhar a Braga, que têm que trazer a viatura própria porque trabalham no comércio e nos serviços e quando saem muitas vezes já não têm transportes. E, portanto, essas pessoas precisam que olhemos para o problema deles e criar transportes das suas localidades para a cidade de Braga, evitar que essas pessoas tragam também os carros e criem ainda mais confusão, que é aquilo que acontece nas entradas e nas saídas de Braga.

E para os seniores? Existem propostas?

Os seniores têm o mesmo direito à felicidade de todos os outros. Eu até já sou um bocado sénior, um sénior ativo, mas os seniores o que pretendem é ser felizes, como qualquer pessoa.

A gente agora estratifica mais a população, mas, enfim, é uma seleção que às vezes não tem muito a ver com a realidade, porque as pessoas hoje em dia são ativas muito mais tempo, mas quando de alguma forma não podem ser ativas, querem estar próximas daquilo que sempre foi a vida deles. E aquilo que nós notamos é que, na maior parte dos casos, as pessoas mais idosas são retiradas do seu ambiente. São retiradas da família, desde logo porque a família não tem meios para cuidar deles.

Ou seja, o mundo do trabalho está cada vez mais exigente, ao contrário daquilo que seria razoável, porque se temos a inteligência artificial, se temos os robôs, se temos isso tudo, as pessoas deviam ser mais libertadas para a vida do dia a dia, para os filhos, para os pais, para os idosos, mas a verdade é que não é assim que corresponde. Ou seja, a economia é devoradora e não liberta. Pelo contrário, o trabalho hoje em dia é muito mais intenso.

Exige-se quase 24 horas por dia de disponibilidade e isso cria essas dificuldades. Nós o que propomos é que o cuidado dos idosos devia estar cumprido pelas Autarquias ou pelo Estado Central. Ou seja, nós temos Juntas de Freguesia. Porque é que um idoso que viveu sempre, por exemplo, aqui em Maximinos, em São Victor ou em São Lázaro, não há de passar a sua velhice na sua freguesia de sempre? Porque é que é vedado às Juntas de Freguesia terem lares de idosos na freguesia? Terem creches para as crianças na freguesia? Nós entendemos que são direitos constitucionais, quem deve garantir os direitos constitucionais é o Estado e, portanto, não pode ficar refém da iniciativa privada, porque agora há hubs para tudo, há os investidores sociais, ou seja, fazê-lo à custa da felicidade das pessoas é um bocado desumano.

Que mensagem quer deixar aos eleitores do concelho de Braga?

A mensagem que eu deixo aos eleitores é aquela que referi inicialmente, ou seja, o nosso lema é fazer cidade, se formos eleitos faremos sociedade como todos os cidadãos, nunca faremos nada nas suas costas, não haverá factos consumados, tudo o que seja para fazer na cidade, principalmente as intervenções no espaço público será sempre com o conhecimento dos cidadãos. Nunca tiraremos trunfos da manga para fins eleitoralistas, queremos que as pessoas sejam felizes e queremos que as medidas que tomarmos sejam medidas adequadas para o presente e sempre numa perspetiva de futuro, porque aquilo que fizermos hoje são os nossos filhos, os nossos netos que vão ter pior ou melhor qualidade de vida, a gente quer que tenham a melhor possível.

Eduardo Oliveira quer colocar educação no centro da ação municipal de Famalicão

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© PS
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Eduardo Oliveira, candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, quer colocar a educação no centro da ação municipal.

“Vamos ouvir todos os agentes educativos, professores, pais, estudantes, instituições locais e personalidades de renome do nosso concelho nesta área, para que cada decisão responda às necessidades reais do território educativo”, disse o candidato.

Entre as “medidas prioritárias”, Eduardo Oliveira quer “garantir o acesso universal e progressivamente gratuito à educação pré-escolar, para que todas as crianças tenham igualdade de oportunidades desde cedo; reforçar a rede de oferta pública, com a reivindicação de um novo estabelecimento de ensino dos 2º e 3º ciclos e ensino secundário em Riba de Ave, dando resposta às necessidades de crescimento da população estudantil; e consolidar os Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), fundamentais para apoiar as crianças em situações de maior vulnerabilidade social, promovendo uma escola mais inclusiva”.

Além disso, o candidato socialista pretende “criar programas de nutrição infantil e reforçar a ligação das escolas ao município em ações de saúde pública e combate à pobreza infantil; apostar na inclusão educativa, com uma estratégia municipal de integração de alunos estrangeiros, promovendo um ambiente escolar mais saudável, tolerante e inclusivo; investir em inovação e criatividade, através de Oficinas Municipais de Matemática Aplicada, do programa ‘Mentoria Matemática Famalicão +’ e da criação de Laboratórios de Inteligência Artificial e Criatividade Digital em bibliotecas e centros educativos; valorizar a educação ambiental e energética, com hortas pedagógicas, eco-parques escolares e a requalificação dos edifícios para maior eficiência energética, reduzindo custos e promovendo sustentabilidade; e reforçar os mecanismos e recursos do Programa Escola Segura, para assegurar ambientes educativos protegidos, colaborativos e abertos à participação de todos”.

Eduardo Oliveira pretende modernizar as escolas públicas enquadradas no Programa Recuperar/Reabilitar Escolas até 2030, apresentando também o projeto “Espaço+Inclusivo”, iniciativa para “transformar o concelho num exemplo de inclusão e equidade”. “Este programa visa apoiar crianças e jovens com deficiência e necessidades educativas especiais, garantindo-lhes igualdade de acesso à educação, bem-estar e dignidade”, explica.

Miguel Martins é vice-campeão de Portugal na categoria Mini Max

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© Miguel Martins
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Aos 11 anos, e apenas na sua segunda época no karting de competição, Miguel Martins sagrou-se vice-campeão nacional Rotax da categoria Mini Max, subindo ao segundo lugar na derradeira jornada do campeonato, no Kartódromo Internacional da Região Oeste. O jovem piloto de Vizela garantiu a pole-position e a vitória numa das corridas no Bombarral, uma semana depois de ter brilhado em Espanha.

Miguel Martins foi uma das figuras da quinta e última prova do Campeonato de Portugal Rotax, onde confirmou o vice-campeonato da categoria Mini Max, após mais uma demonstração de rapidez. Uma semana depois de ter subido ao pódio (segundo lugar) no competitivo Campeonato de Espanha de Karting, o piloto da equipa Paulo Pita Racing Team começou por ser o mais rápido na sessão de treinos cronometrados, garantindo mais uma pole-position para a sua temporada. Na Final 2, no domingo de manhã, Miguel Martins bateu toda a concorrência e depois fechou o campeonato com um segundo lugar (e a volta mais rápida da corrida) na Final 3.

Com estes resultados, Miguel Martins foi segundo classificado no evento e conquistou o quinto pódio consecutivo no ‘Nacional’ Rotax, onde venceu as rondas de Leiria e de Braga. Miguel Martins conseguiu um total de quatro vitórias em Finais no campeonato, a que se juntam três voltas mais rápidas, além de quatro pole-positions (em cinco possíveis) na sub-categoria Mini.

“Foi um fim de semana de corridas intensas, mas leais. Estivemos sempre competitivos e demos tudo para ganhar. Parabéns ao Vicente (Capela), que só valorizou a excelente época que fizemos. Com apenas dois anos de experiência ao mais alto nível, já discutimos os títulos de campeão Rotax e IAME até ao fim, e provámos o nosso valor nos dois campeonatos em Espanha, algo que também me deixa orgulhoso. Ainda faltam corridas importantes para disputar, como por exemplo o ‘Mundial’ IAME em Valência, e vamos treinar ao máximo com a equipa”, afirmou Miguel Martins.

João Rodrigues diz que “connosco, Braga vai ser mesmo a melhor cidade do país para se viver”

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© Juntos por Braga
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A Galeria Mário Sequeira acolheu a cerimónia de apresentação da Comissão de Honra da candidatura de João Rodrigues à presidência da Câmara Municipal de Braga.

Presidida por Sameiro Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, a Comissão de Honra é composta por 526 pessoas.

João Rodrigues destacou a importância de ter Sameiro Araújo a liderar a Comissão de Honra. “Ganha um significado especial, porque não nos está apenas a emprestar um título, mas a firmar um compromisso com o trabalho, com a verdade e com uma Braga que vem primeiro. A Sameiro não se guia por rótulos, é independente, exigente e humana. Não faz promessas fáceis, resolve. Não procura luzes, alcança resultados”, disse.

O candidato à presidência da Câmara Municipal disse que “Braga e os bracarenses primeiro significa escolher a qualidade de vida como medida de todas as decisões: no espaço público, nas oportunidades, na cultura, no desporto e na confiança da comunidade”.

“Com esta Comissão de Honra, somos mais fortes juntos. Connosco, Braga vai ser mesmo a melhor cidade do país para se viver”, concluiu.

Na sua intervenção, Sameiro Araújo falou que o candidato “é a pessoa certa para liderar Braga no futuro”.

“O João Rodrigues representa a continuidade deste caminho de sucesso, mas também a coragem para levar Braga ainda mais longe. Ele sabe que é preciso inovar, ousar, abrir novas perspetivas e tem a visão, energia e capacidade para o fazer. É um homem de ação, que arregaça as mangas, vai ao terreno, ouve as pessoas com atenção e transforma as suas preocupações em medidas concretas”, afirmou Sameiro Araújo.

Braga assinala Dia Mundial do Coração

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© CM Braga
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A Fundação Portuguesa de Cardiologia, em parceria com o Município de Braga, vão assinalar, esta segunda-feira, o Dia Mundial do Coração, com a iluminação de vários monumentos em vermelho, com o objetivo de alertar para a importância da prevenção das doenças cardiovasculares. Em Braga, o Turismo estará iluminado de vermelho.

“As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em Portugal e em todo o mundo. Esta ação simbólica visa sensibilizar a população para a adoção de hábitos de vida saudáveis, fundamentais na prevenção desta patologia, que pode ser significativamente evitada”, refere a Câmara de Braga.