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Braga promove campanha extraordinária de esterilização de cães e gatos

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A Câmara Municipal de Braga está a promover uma Campanha Extraordinária de Esterilização, destinada a incentivar a esterilização de cães e gatos e a apoiar financeiramente os seus detentores.

Todos os munícipes (individuais ou associações) podem candidatar-se ao reembolso da esterilização dos seus animais de companhia, desde que a cirurgia tenha sido realizada entre 28 de novembro de 2025 e 28 de março de 2026.

Os apoios previstos incluem os seguintes valores atribuídos:

  • Gato macho: 25 €
  • Cão macho: 45 €
  • Gata: 60 €
  • Cadela: 90 €

As candidaturas deverão ser efetuadas pelo Balcão Eletrónico do Município,, com as seguintes condições:

  • Comprovativo de residência no concelho de Braga do detentor do DIAC do animal;
  • DIAC do animal registado em nome do detentor e com morada coincidente com o comprovativo de residência, sem alterações entre 28 de Novembro de 2025 e 28 de Março de 2026;
  • Declaração de esterilização emitida pelo médico veterinário executante, com data de realização da cirurgia dentro do período elegível e com registo no SIAC como esterilização apoiada pelo município;
  • Fatura da cirurgia (enquadrada com as datas da campanha) e indicar o respetivo NIB/IBAN para processamento do reembolso.

“Esta campanha é uma forma de apoio para todos quantos queiram esterilizar o seu animal com recurso a um programa que permite a esterilização sem custos elevados. O município reforça, assim, o compromisso com o bem-estar animal, o controlo populacional responsável e o apoio às famílias bracarenses”, refere a Câmara Municipal.

Braga: CHEGA quer “maior rigor e transparência” na emissão de atestados de residência em São Vicente

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© CHEGA
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Mónica Jerónimo Lopes, membro da oposição do CHEGA eleita em São Vicente, Braga, apresentou propostas do partido para a freguesia.

Em comunicado, Mónica Jerónimo Lopes afirma que formalizou, junto do presidente da Junta, o seu “direito de oposição”, reafirmando “uma postura política construtiva, leal e exigente, comprometida com o interesse dos vicentinos”.

No documento entregue à Junta de Freguesia, a eleita garante que apoiará “todas as medidas que consideram justas e benéficas para a população”, recusando “iniciativas que entenda serem danosas, inúteis ou contrárias ao interesse coletivo”, e apresentando “um conjunto alargado de preocupações e propostas para integrar no plano de ação de 2026 e no restante mandato”.

Entre as “bandeiras centrais” assumidas pelo CHEGA em São Vicente destacam-se “a defesa e o património vicentino, com particular enfoque no Campo Novo (Praça Mouzinho de Albuquerque) e no Palacete dos Condes de Carcavelos” que, segundo a deputada, deveriam “ser classificados como edificado de interesse municipal”. Por outro lado, Mónica Lopes entende que, “a Junta deve pressionar a Câmara Municipal para que haja mais cuidado em não desrespeitar a harmonização arquitetónica de ruas históricas da freguesia”.

No plano da imigração e da coesão social, Mónica Lopes propõe “maior rigor e transparência na emissão de atestados de residência através de uma base de dados do parque habitacional que permita prevenir situações de exploração e redes criminosas associadas à imigração ilegal, garantindo que uma integração respeita a lei e a capacidade real da freguesia”.

A eleita chama ainda a atenção para “a falta de estacionamento para residentes”, referindo que “é impossível para um vicentino vir a casa na hora de almoço, pois a freguesia transformou-se em estacionamento de longa duração de todos os que chegam a Braga”. “A falta de manutenção dos espaços verdes e parques infantis, e a inexistência de um centro de dia em São Vicente e carecem de soluções concretas”, reforça.

Relativamente aos terrenos verdes junto à pedreira de Montariol, Mónica Lopes sublinha que “há que ter um olhar atento para que não se transformem em mais uma área comercial, devendo estes ser usados em benefício direto da comunidade”. Entre as propostas apresentadas constam “a criação de caravanas de bicicletas escolares para o 1.º ciclo, a implementação de uma comunidade de energia local que possa ter paralelamente uma dimensão social”.

Monica Lopes refere que “é importante apoiar todas as iniciativas que promovam a participação cidadã, como os movimentos associativos da freguesia, pois segundo ela “é lá que se encontram as aspirações e preocupações do cidadão real”.

“Uma democracia local viva exige canais permanentes de escuta, envolvimento e participação dos fregueses. A segurança e a qualidade de vida dos vicentinos devem estar sempre em primeiro lugar”, afirma Mónica Jerónimo Lopes, que manifesta ainda “total disponibilidade para participar em reuniões com a Câmara Municipal de Braga, nomeadamente no contexto das futuras obras no Nó de Infias”, defendendo “soluções que minimizem o impacto no trânsito e no quotidiano dos residentes”.

Atenção, Braga. Trânsito vai estar proibido na Rua do Ferraz

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O trânsito vai estar interrompido na Rua do Ferraz, em Braga, em virtude dos trabalhos de requalificação.

Entre as 10:00 de terça-feira, dia 9 de dezembro, e as 17:00 de sexta-feira, dia 12 de dezembro, o trânsito automóvel na Rua do Ferraz será interrompido.

Durante esse período, a circulação automóvel passará a efetuar-se em ambos os sentidos no troço situado entre a Rua de S. Martinho e a Rua José Afonso.

Vão começar as viagens no Comboio Histórico a Vapor de Natal

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© CP
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O Comboio Histórico a Vapor está de regresso, decorado com as luzes e a magia de Natal tradicionais desta época, e promete transportar passageiros de todas as idades numa autêntica viagem no tempo, entre Porto e Ermesinde.

Entre 13 de dezembro de 2025 e 4 de janeiro de 2026, aos sábados e domingos, a CP – Comboios de Portugal, em parceria com a Câmara Municipal de Valongo, convida miúdos e graúdos a embarcarem numa “experiência única, repleta de nostalgia, animação e espírito natalício”.

Viajar a bordo de uma locomotiva a vapor e de carruagens históricas já são garantia de uma atmosfera verdadeiramente fascinante. A isso juntam-se o som do apito, o vapor no ar e a vibração inconfundível do comboio, que vão transportar os passageiros para outras épocas, enquanto luzes, cores e duendes animam a viagem, durante a qual serão distribuídos biscoitos típicos do concelho de Valongo.

Em Ermesinde, os viajantes poderão visitar a Aldeia de Natal e admirar a maior Árvore de Natal do país, com 55 metros de altura e milhares de luzes LED, instalada no Parque Urbano, a poucos passos da estação.

As partidas realizam-se de Porto – São Bento e Ermesinde, com quatro circulações diárias, disponíveis aos sábados e domingos (os horários podem ser consultados aqui).

O bilhete (ida) tem o valor de 13 euros para adulto e de 6,50 euros para crianças dos 4 aos 12 anos. A apresentação do título de transporte para o Comboio Histórico a Vapor permite, ainda, viajar, no próprio dia, nos comboios Urbanos do Porto. A aquisição dos bilhetes pode ser realizada nas bilheteiras CP, físicas ou online (em www.cp.pt).

SC Braga está nos oitavos de final da Challenge Cup de Voleibol

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© SC Braga
© SC Braga

A equipa sénior de voleibol do SC Braga está nos oitavos de final da CEV Challenge Cup 2026 após ter vencido o Ocisa Haro Rioja, na 2.ª mão dos 16 avos, por 3-0.

As Gverreiras já tinham vencido a primeira mão por 3-1 e na AMCO Arena impuseram-se com os parciais de 25-17, 25-13 e 25-19.

Nos oitavos de final, o SC Braga irá defrontar o Panathinaikos FC, em janeiro.

Ana Rodrigues do SC Braga termina em 15.º na estafeta no Europeu de Piscina Curta

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© Federação Portuguesa de Natação
© Federação Portuguesa de Natação

Ana Rodrigues, nadadora do SC Braga, competiu ontem ao serviço de Portugal, na prova de estafeta 4×50 metros Estilos Mista no Campeonato da Europa de Piscina Curta, que decorre na Polónia.

A Gverreira do Minho, em conjunto com João Costa, Ana Guedes e Miguel Nascimento, alcançou o 15.º lugar, com o tempo de 1.42,21 minutos.

Corrupção: O inimigo invisível que também combate nas autarquias locais

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

A corrupção não é apenas uma palavra feia nem um problema distante, reservado aos grandes escândalos nacionais. É um inimigo silencioso que vive muitas vezes perto de nós, nos corredores dos serviços públicos, nas pequenas decisões administrativas, nos contratos menos visíveis. Corrói a confiança nas instituições, desvia recursos que pertencem à comunidade, compromete obras públicas, favorece interesses privados em detrimento do bem comum e enfraquece a democracia. Ainda assim, continua a ser vista por muitos como algo difuso, abstrato e quase inevitável. Mas não é. A corrupção pode e deve ser prevenida.

Portugal dispõe de leis, estratégias nacionais, códigos de conduta, planos de prevenção, relatórios internacionais, sistemas digitais e canais de denúncia. Falta, porém, o essencial, que é transformar essas ferramentas em práticas reais e eficazes. Os números são claros. No Índice de Perceção da Corrupção, Portugal obteve apenas 57 pontos em 100, ficando longe dos países europeus mais transparentes. Muitas recomendações internacionais sobre integridade pública continuam por implementar. E as auditorias revelam riscos importantes cujas recomendações nem sempre são seguidas. Em resumo, sabemos o que é preciso fazer, mas continuamos a não o fazer.

E se há espaço onde essa mudança é urgente, esse espaço é o poder local. As autarquias, pela proximidade aos cidadãos e pelo volume de recursos que gerem, são simultaneamente o lugar de maior impacto e o mais vulnerável. Obras públicas, urbanismo, licenciamento, aquisição de serviços, concessões, gestão de património, eventos e parcerias locais, tudo isto se decide nas câmaras municipais e juntas de freguesia. Em 2023, os municípios representaram cerca de 25 por cento do valor total contratado pelo Estado. É muito dinheiro, muito poder e, inevitavelmente, muito risco. Não porque quem decide seja corrupto, mas porque os sistemas nem sempre estão preparados para prevenir abusos, detetar conflitos de interesses ou garantir verdadeira transparência.

A corrupção não se combate apenas com leis ou sistemas informáticos. Combate-se com cultura, uma cultura de integridade, de responsabilidade, de prestação de contas, de participação pública, de escrutínio e de transparência ativa. Não se trata de transparência meramente formal, em que se publicam documentos escondidos em sítios pouco acessíveis, mas de uma transparência efetiva, que disponibiliza informação útil, pesquisável e compreensível. Trata-se de promover um ambiente que incentive a pergunta incómoda, a explicação fundamentada, a abertura ao debate e à fiscalização.

Precisamos de autarquias onde os planos de prevenção não ficam esquecidos numa gaveta, mas são discutidos, atualizados, monitorizados e avaliados todos os anos. Precisamos de auditorias internas ou externas realizadas com regularidade e com consequências concretas, que originem planos de ação com prazos definidos. Precisamos de contratação pública transparente, documentada, criteriosamente justificada e aberta ao escrutínio dos órgãos fiscalizadores e dos cidadãos. Precisamos de decisores com formação adequada, capazes de reconhecer riscos e de agir com responsabilidade ética para lá do simples cumprimento de procedimentos.

Costuma dizer-se que a transparência é cara. Mas o que é verdadeiramente caro é a opacidade. Caro é o favorecimento. Caro é o desperdício. Caro é o silêncio. A transparência, essa, é barata e vale muito. Constrói confiança, garante melhor uso dos recursos públicos, promove justiça, desenvolvimento e democracia.

A corrupção não nasce de grandes atos. Muitas vezes nasce de pequenas falhas de transparência, de omissões, de hábitos instalados e de decisões mal explicadas. A integridade constrói-se nas escolhas diárias. Combater a corrupção não é apenas tarefa do Estado ou da Justiça, é uma responsabilidade partilhada entre eleitos, funcionários públicos, órgãos de fiscalização, sociedade civil e cidadãos atentos.

Como advogada, vejo todos os dias como obras, contratos, licenças e concessões influenciam diretamente a vida das pessoas. Por isso, e assumindo agora funções como membro da Assembleia Municipal de Braga, eleita pelo Movimento Independente AMAR E SERVIR BRAGA, assumo a transparência como prioridade fundamental, compromisso que partilho com os restantes membros da bancada. A propósito do Dia Internacional contra a Corrupção, que se assinala a 9 de dezembro, afirmo que não basta celebrar princípios, é tempo de os praticar. Portugal já tem leis. Agora precisa de coragem, vigilância, liderança e de uma verdadeira cultura de integridade. E essa mudança pode e deve começar exatamente aqui, no nosso município e na nossa comunidade.

SC Braga e Associação Sara Carreira unem-se para ajudar crianças e jovens com poucos recursos

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© SC Braga
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O SC Braga e a Associação Sara Carreira uniram-se para a campanha solidária “Fábrica dos Sonhos”.

A Associação Sara Carreira apoia crianças e jovens adultos com menos recursos, promovendo a continuidade da sua formação e ajudando-os a concretizar os seus sonhos.

Na parceira com o SC Braga, a iniciativa pretende mobilizar a família Gverreira para “uma causa de grande relevância humana”.

Foram lançados os Kits de Natal “Fábrica de Sonhos”, compostos por uma camisola de Natal, um acessório natalício e um brinquedo do Clube. O kit estará disponível por 29,90 euros, revertendo 5 euros de cada unidade a favor da Associação Sara Carreira. A campanha decorre até 24 de dezembro.

A cerimónia, realizada na Cidade Desportiva, contou com a presença de António Salvador, presidente do SC Braga, e de Tony Carreira, fundador da instituição que perpetua a memória de Sara Carreira.

Durante o evento foi apresentado ainda o Hino de Natal preparado pelo SC Braga, produção que reúne todo o universo braguista, com a participação de Tony Carreira, traduzindo “a união, o espírito solidário e a força da comunidade do SC Braga em torno desta causa”.

Excesso cancelam concerto em Braga

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© Excesso
© Excesso

Os Excesso cancelaram o concerto agendado para sábado, 6 de dezembro, no Forum Braga.

O comunicado foi publicado na página oficial da banda do Facebook, onde refere que os concertos agendados para Santa Maria da Feira e Viana do Castelo também serão cancelados.

“Lamentamos informar que os concertos de Santa Maria da Feira, Braga e Viana do Castelo não serão realizados e serão cancelados. Infelizmente, e apesar de termos tentado tudo até ao último momento para que fosse possível a realização das datas, tivemos de tomar esta decisão, que a nós muito nos custa. Pedimos desculpa pelo transtorno causado a todos os que já tinham organizado a sua ida aos espetáculos. Os bilhetes serão reembolsados no ponto de venda onde foram adquiridos. Agradecemos a compreensão e todo o apoio que temos recebido ao longo da tour”, pode ler-se no comunicado.

Famalicão dinamiza Férias Inclusivas de Natal

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© CM Famalicão
© CM Famalicão

O Município de Vila Nova de Famalicão vai dinamizar as “Férias Inclusivas de Natal”, programa dirigido a jovens com necessidades educativas especiais, garantindo uma resposta adequada durante a pausa letiva de 17 a 30 de dezembro. Esta iniciativa pretende apoiar as famílias e proporcionar experiências enriquecedoras adaptadas às especificidades de cada participante.

Cerca de 30 crianças e jovens vão integrar o programa, beneficiando de um conjunto diversificado de atividades, como ida ao circo, visita à Aldeia Natal, oficinas de artes, culinária e música, ateliers de olaria e plantas aromáticas, além de momentos dedicados aos desportos sobre rodas e ao padel. Estão ainda previstos ensaios para o tradicional cantar das janeiras.

O projeto é desenvolvido numa lógica de colaboração entre vários serviços municipais e conta com o acompanhamento da Equipa multidisciplinar da Educação de Famalicão composta por profissionais das áreas da terapia da fala, terapia ocupacional, psicologia, mediação familiar e intervenção educativa. Esta equipa, financiada pelo programa Norte 20/30, Programa intermunicipal de promoção do sucesso escolar, apoia o grupo ao longo de todo o ano letivo a partir do Centro de Recursos Educativos (CRE), em Vale S. Cosme, que, recorde-se, está equipado com salas de intervenção terapêutica, sala snoezelen e sala de integração sensorial.