A PSP deteve um homem de 33 anos por roubo no interior de um estabelecimento comercial, em Braga.
Em comunicado, a PSP afirma que o suspeito, após o roubo de uma bolsa e de dinheiro, colocou-se em fuga. Na posse das características, os Polícias conseguiram localizar e intercetar o suspeito pouco tempo depois.
O detido foi presente junto da Autoridade Judiciária, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
O escritor Pedro Chagas Freitas estará em Braga no próximo sábado, dia 13 de dezembro, às 15:00, no Setra, para participar na palestra “Human to Human”, organizada pela marca Mói.Takk.
No evento serão apresentadas duas novas peças exclusivas da marca. Uma delas, criada em colaboração com Pedro Chagas Freitas, terá 15% do valor das vendas revertido a favor da Unidade de Transplantados do Hospital de Coimbra, onde o filho do escritor esteve internado. A segunda peça é assinada pelo ilustrador bracarense Pedro Seromenho.
A palestra “Human to Human” pretende sublinhar a importância das relações humanas, da empatia e da capacidade de cuidar, valores que tanto a Mói.Takk como os autores envolvidos procuram refletir no seu trabalho.
Faleceu Francisco Rodrigues Vieira, carinhosamente chamado de Chico Gordo, membro da Associação Cultural de Festiva ‘Os Sinos da Sé’ e do grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio.
O grupo dos Sinos da Sé prestou-lhe homenagem nas redes sociais referindo que ele “se orgulhava do caminho feito na área do folclore, neste tipo de actividade cultural a que muitos de nós nos entregamos com paixão. Integrou o Grupo Folclórico de Gondizalves, no qual se iniciou dos 9 aos 11 e com o qual, com frequência, participava; podemos afirmar com orgulho que o folclore foi a sua família e que a sua família esteve e está no folclore. Cantador, gostava de marcar presença nos cantares em que o improviso podia pontuar. Generoso e amigo do seu amigo, fez pelos grupos e pelas pessoas os trabalhos solidários requeridos em muitas circunstâncias. “Suou a camisa”, como se deve dizer nesta área de trabalho cultural”.
Também Bruna Teixeira, membro do grupo dos Sinos da Sé deixou uma nota de pesar. “Guardo com carinho a memória da sua dedicação, do seu espírito verdadeiramente cultural e da forma calorosa como acolhia todos os que se juntavam ao grupo. A sua presença era sinónimo de união, tradição e alegria, e marcou de forma especial todos os que partilharam aquele espaço consigo. A sua partida deixa um vazio, mas também um legado de amizade, cultura e entrega à comunidade. Que a luz que espalhou pelo caminho continue viva nas lembranças de quem teve a sorte de o conhecer”.
O funeral irá realizar-se na quarta-feira, 10 de dezembro, pelas 14:00, na Igreja Paroquial de Gondizalves.
À família enlutada, a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.
A freguesia de Ruílhe, em Braga, vai receber as festas em honra de Santa Luzia que decorrem este fim de semana, 12 e 13 de dezembro.
As festividades contarão com celebrações religiosas, animação musical, um magusto e fogo de artifício. A comunidade está convidada a participar nestas festas que engrandecem o nome da freguesia.
Programa
12 de dezembro (sexta-feira)
20:30 – Procissão de velas com saída do Centro Social com o andor de Nossa Senhora de Fátima em direção à Igreja. À chegada será celebrada uma missa
22:00 – Atuação do grupo CurtiSom; magusto com castanhas e vinho oferecidos pela Comissão de Festas
00:00 – Sessão de fogo de artifício
13 de dezembro (sábado)
11:00 – Missa Solene em honra de Santa Luzia cantada pelo Grupo Coral da Freguesia
15:00 – Início do terço, sermão, seguida da procissão com vários andores, o Grupo de Bombos de Santana de Vimieiro
16:30 – Atuação do Rancho Folclórico Ronda Típica de Viana do Castelo. Sorteio das rifas.
20:00 – Sessão de fogo de artifício e encerramento das festas
Os escuteiros convidam a comunidade a visitar o Presépio Movimentado de Infantas, em Guimarães, de 14 de dezembro a 11 de janeiro.
Organizado pelo Corpo Nacional de Escutas do Agrupamento 703 de Infantas, o presépio contou com a colaboração dos pais dos escuteiros.
“Como já é tradição, o Agrupamento 703 de Infantas construiu um Presépio Movimentado, com 50m2 e cerca de 100 imagens em movimento. Este ano, teremos em exposição novos movimentos.”, informou organização.
O Presépio Movimentado está localizado na EN 101 direção Guimarães – Felgueiras. A entrada é livre.
Aberto aos domingos e feriados das 10:00 às 12:00 e das 14:00 às 19:00.
A Parada de Natal volta a sair às ruas do centro histórico de Braga no próximo domingo, 14 de dezembro, a partir das 16:00.
O evento vai contar com soldadinhos de chumbo e bailarinos, grupos circenses, histórias tradicionais e todo um conjunto de figuras do imaginário natalício.
A iniciativa, integrada no programa “Braga É Natal” promete “encantar toda a cidade com momentos mágicos pelas ruas principais do centro histórico. O forte envolvimento da comunidade é o ingrediente principal para espalhar o espírito e a mensagem de Natal que se celebra com muita cor, música e dança. Neste desfile, não falta o Pai Natal que marca a presença com os seus ajudantes e as várias personagens indispensáveis a esta quadra como os elfos, duendes, soldadinhos de chumbo e bailarinos bem como grupos circenses cheios de cor e energia. Para miúdos e graúdos, este momento é prova de que o “Natal é na rua” e a cidade fica mais feliz”, disse a organização.
Este ano, o percurso vai ser alterado em relação aos anos anteriores:
Decorreu na cidade de Barcelos e na freguesia de Balugães, mais uma edição do festival PALCO DE TERRA, dedicado ao teatro amador do Norte de Portugal e da Galiza.
Durante o fim de semana, o melhor do teatro amador do noroeste peninsular subiu ao palco em língua portuguesa, mirandesa e galega. Promovido pelo Teatro de Balugas, este ano, o certame recebeu teatro vindo de Santo Tirso, Miranda do Douro e Corunha.
Na sexta-feira, com a plateia cheia na Escola Primária de Balugães, a peça infantil “O menino que às vezes era careca”, da Companhia de Teatro de Santo Tirso, abriu a programação dedicada ao teatro. O festival continuou no sábado, e novamente com lotação esgotada, com a comédia “Croquetas”, pelos galegos da Agrupación Teatral Mariñán, e encerrou no domingo, com as “Cuontas Mirandesas”, por Duarte Martins.
Durante o certame, foram também entregues os Prémios Palco de Terra, os galardões concedidos anualmente para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural, e da criação artística sobre o noroeste peninsular. Na categoria Personalidade, foi distinguido Hermínio Chaves Fernandes, pelo trabalho desenvolvido no teatro amador em Trás-os-Montes, em especial no Grupo de Teatro Fórum Boticas e Afonso García Penas, pela dedicação ao teatro amador na Galiza, em especial nos grupos, como o Metátese Teatro e os projetos, como o Son d’ Aldea. Na categoria Instituição, o prémio foi para a FEGATEA – Federación Galega de Teatro Afeccionado, pelo projeto criado ao longo de 25 anos na dinamização e promoção do teatro amador na Galiza e para a Mostra de Teatro do Douro, da Associação Vale d’Ouro, festival que ao longo de 15 anos, levou a palco dezenas de espetáculos de teatro na região do Douro e Trás-os-Montes.
Depois de cruzarem o país com a sua tour de 2025, os Wildchains, quinteto de Braga, encerram o ano em rumo ao Algarve para atuarem como cabeças de cartaz no InDireita Street Fest, um dos eventos de rua mais dinâmicos e participados de Portimão.
A banda sobe ao palco no dia 14 de dezembro, levando consigo a energia crua, a intensidade e a identidade que têm marcado o novo rock feito em Braga.
Com uma presença cada vez mais sólida no circuito nacional, os Wildchains têm vindo a conquistar público e crítica: redefiniram o lugar do rock nas festas populares no Minho, destacaram-se pela intensidade dos seus concertos e foram apontados como uma das bandas mais promissoras a passar pelo palco do Hard Club, no Porto. A sua crescente afirmação torna-os hoje uma aposta segura em cartazes de festivais e eventos culturais por todo o país.
O InDireita Street Fest é já uma referência no calendário cultural de Portimão, reunindo centenas de visitantes numa das artérias mais emblemáticas do centro urbano. A 4.ª edição, promovida pela Associação P.O.I.S! (Palco das Ondas Invisíveis Studio), conta com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Portimão.
Com uma sonoridade que combina o peso e a nostalgia do rock clássico com nuances modernas do alternativo e pinceladas de heavy metal, os Wildchains destacam-se pela identidade única e pela forte ligação emocional que estabelecem com o público em palco. A banda afirma-se como um dos nomes a seguir no panorama do novo rock nacional.
Depois do lançamento do seu último single “Choke on Shame”, os Wildchains preparam agora o seu aguardado álbum de estreia, sucessor do EP The Underground Inn (2023), prometendo elevar ainda mais a fasquia da música que têm vindo a construir.
O direito à greve e à manifestação é algo que está consagrado na nossa Constituição, sendo o mesmo legítimo e importante para uma democracia avançada e exigente.
Porém, tal como qualquer outro direito, as greves e as manifestações devem ser feitas de forma responsável, moderada e sem colocar em causa os princípios básicos para o normal funcionamento da sociedade e dos diversos serviços.
Sabemos que, quando se planeiam greves e manifestações, as mesmas têm sempre impacto. Não faria sentido se assim não fosse. Os impactos servem para chamar a atenção e a razão dos diversos responsáveis políticos.
Olhando para os tempos de hoje, verificamos que a forma e, em alguns casos, o conteúdo nem sempre são adequados e toleráveis.
Vamos verificando uma certa tendência para a partidarização de sindicatos, movimentos e organismos. Isso é perigoso para o normal e saudável funcionamento do sistema político e da democracia.
A instrumentalização e partidarização retira credibilidade e força aos movimentos e organismos.
Olhando para a greve geral marcada para o próximo dia 11 de dezembro, fica evidente que, mais do que reivindicar direitos, é a marcação de uma posição política e a instrumentalização por parte de um dirigente sindical que está na origem da mesma.
Noutro âmbito, a lei da greve deve ser analisada e revista de forma a adaptar a mesma para os tempos e as necessidades da sociedade atual.
Tem-se verificado um uso e abuso da utilização do direito à greve, o que fez com que a mesma se tornasse banal e se tenha descredibilizado.
Há uma tendência abusiva para a utilização das segundas e sextas-feiras para a marcação de protestos e greves. Isso faz com que a sociedade comece a olhar para esse direito como a promoção de fins de semana prolongados, ao invés de um recurso para reivindicar direitos e deveres.
Essa postura e forma de estar tem levado a uma divisão entre o setor público e privado, levando a um aumento da saturação da sociedade.
É necessário conquistar a confiança. Para isso, o diálogo é fundamental.
Os diversos setores da sociedade devem reunir-se para rever a lei, debater estratégias e reformas a médio e longo prazo, sem linhas vermelhas.
É também importante que o Governo fale claro aos portugueses. Estar a prometer ou sugerir aumentos salariais, como o fez recentemente, sem explicar as consequências do mesmo é desonesto e descredibiliza o próprio Governo.
Para haver aumentos salariais de forma sustentada, é necessário que o indicador da produtividade esteja associado.
Aumentar salários sem associar o aumento da produtividade pode colocar em causa as pequenas e médias empresas e, acima de tudo, pode fazer disparar o desemprego.
Quando se debatem políticas e direitos, é necessário perceber que não se pode colher o melhor dos dois mundos. Por isso, deve haver cedências de ambas as partes.
É necessário ter a noção de que não há direitos sem deveres e garantias.
A sociedade e a classe política precisam de se unir para pensar o rumo do país, as necessidades e as condições que o país oferece para satisfazer as mais diversas necessidades. Para isso, é necessário que haja diálogo, bom senso e que os interesses das diversas corporações e sindicatos sejam deixados de lado.