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UMinho inaugura exposição sobre Lu Xun, pai da literatura moderna da China

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© UMinho
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O espaço B-Lounge da Universidade do Minho (UMinho), no campus de Azurém, Guimarães, acolhe em janeiro uma exposição dedicada a Lu Xun (1831-1936), pai da literatura moderna da China. A mostra estará depois em junho no B-Lounge do campus de Gualtar, em Braga. De acesso livre, a iniciativa está a cargo do Instituto Confúcio da UMinho (ICUM), com a parceria do Museu Lu Xun de Pequim e dos Serviços de Documentação e Bibliotecas da UMinho.

A exibição intitula-se “Seeking new voices beyond new borders – Lu Xun and European science and culture” e apresenta três dezenas de painéis com documentos, imagens e materiais históricos. O acervo foca a ligação profunda de Lu Xun com o pensamento científico, literário e artístico do Ocidente e como contribuiu para a renovação intelectual e cultural do seu país, num percurso marcado pelo intercâmbio, pela reflexão e pela criação.

Lu Xun foi central no Movimento de Nova Cultura, no Movimento Quatro de Maio e na Liga de Escritores de Esquerda, sendo um símbolo da crítica, modernidade e consciência social. Através de contos, novelas, crónicas, ensaios e traduções, denunciou o atraso social, o autoritarismo e as tradições opressivas. Entre as suas obras estão “Diário de um louco”, “A verdadeira história de AQ”, “História concisa da ficção chinesa” ou as coletâneas “O Chamado” e “Errâncias”.

Estudou Medicina no Japão, absorvendo ideias científicas e filosóficas ocidentais, traduziu autores como Nietzsche, Gogol, Ibsen ou Byron e usou modelos literários europeus para questionar a tradição confucionista e para levar à modernização cultural da China e à reforma linguística (foi dos primeiros a usar vernáculo em vez de chinês clássico). No entanto, nunca abdicou de uma perspetiva crítica face ao colonialismo e ao eurocentrismo.

Quatro especialistas do Museu Lu Xun de Pequim estiveram igualmente há dias na UMinho, promovendo junto dos alunos do Departamento de Estudos Asiáticos uma conferência sobre Lu Xun, a descrição dos artefactos e manuscritos expostos e uma oficina de xilogravura alusiva ao Ano Novo Chinês. A sessão no espaço da Biblioteca Fernão Mendes Pinto contou com o curador de investigação daquele Museu, Ge Tao, e a diretora do ICUM, Zhang Yan, entre outros.

Bilhetes para final da Taça da Liga estão esgotados

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© SC Braga / Vitória Sport Clube
© SC Braga / Vitória Sport Clube

Estão esgotados os bilhetes para a final da Taça da Liga entre SC Braga e Vitória SC, que se disputa este sábado, às 20:00.

O Estádio Municipal de Leiria terá casa cheia para uma final inédita entre dois emblemas históricos, que se enfrentam para decidir um título nacional pela primeira vez.

Suspeito de ameaçar ex-companheira em Braga tinha armas e munições em casa

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© GNR
© GNR

A GNR deteve, esta quinta-feira, um homem de 56 anos por violência doméstica, no concelho de Braga.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica, a decorrer desde outubro do ano passado, a Guarda apurou que o suspeito exercia ameaças contra a ex-companheira de 49 anos.

No seguimento das diligências policiais, os militares da Guarda deram cumprimento a um mandado de detenção e a um mandado de busca domiciliária, que resultaram na detenção do suspeito e na apreensão de sete espingardas, uma pistola e 323 munições de diversos calibres.

As armas e as munições apreendidas foram entregues no Núcleo de Armas e Explosivos da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Braga.

Ao detido, após ser presente no Tribunal Judicial de Braga, foi-lhe aplicada a medida de coação de proibição de contacto com a vítima por qualquer forma e proibição de aproximação da vitima num raio de 500 metros.

Catarina Martins visita Barcelos a 15 de janeiro

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© Bloco de Esquerda
© Bloco de Esquerda

Catarina Martins, candidata à Presidência da República, estará em Barcelos no próximo dia 15 de janeiro.

A visita terá início às 09:30 junto ao Largo da Porta Nova.

Braga acolhe Encontro de Grupo de Reis e Concerto de Ano Novo

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© CM Braga
© CM Braga

No domingo, 11 de janeiro, com início às 15:00, no Forum Braga, realiza-se a 38.ª edição do Encontro de Grupo de Reis, uma tradição que atravessa gerações e volta a reunir a comunidade em torno dos cantares de Janeiras e Boas Festas.

A iniciativa preserva e valoriza costumes que fazem parte da identidade local, evocando harmonia, partilha e o espírito do Ano Novo, sempre acompanhados por instrumentos e sonoridades tradicionais.

Participam nesta edição a Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da Sé”; Grupo Coral do Seminário de Fraião; Grupo Cénico Cultural e Beneficente de Arentim; Grupo de Cantares da MAXISECI; Grupo Folclórico de S. Martinho de Tibães; Coro da Igreja de São José de São Lázaro; Rancho Folclórico Santa Cecília de Vilaça; Grupo Coral e Instrumental do Carmo; Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro; e Orfeão de Merelim.

No sábado, dia 10 de dezembro, pelas 21:30, também no Forum Braga, o início do ano ganha um brilho especial com a Orquestra do Distrito de Braga em palco para um concerto, intitulado “Happy New Year at the Opera”, dedicado aos grandes momentos da ópera.

Entre aberturas, árias e duetos de Puccini e Verdi, a música conduz a uma viagem emocionante, interpretada por solistas de excelência e acompanhada por uma orquestra em grande forma.

As CCDR: de Administração Intermédia a Verdadeira Governação Regional

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© Bruno Miguel Machado
© Bruno Miguel Machado

As eleições para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) voltam a colocar na agenda pública uma discussão que tem sido, demasiadas vezes, superficial: qual é a verdadeiramente a função das CCDRs no modelo de organização do Estado e o que podem — e devem — ser no futuro do país?

O debate tem-se concentrado em excesso na gestão de fundos comunitários ou na sua natureza administrativa. No entanto, essa leitura é hoje manifestamente insuficiente. As CCDR detêm um conjunto de competências que as posiciona muito para além de simples organismos desconcentrados. São estruturas com responsabilidades efectivas em matéria de estratégia de desenvolvimento regional, planeamento territorial, integração de políticas públicas e coordenação institucional.

Vejamos: compete às CCDR definir e executar estratégias de desenvolvimento regional que integrem dimensões económicas, sociais, territoriais e ambientais. São, por isso, actores centrais na arquitectura de governação do território. São elas que articulam políticas públicas tão diversas como ambiente, economia, ordenamento do território, cidades, cultura, educação, agricultura e conservação da natureza, assegurando coerência entre decisões sectoriais que, de outro modo, permaneceriam fragmentadas. Coordenam ainda programas de coesão europeia, promovem competitividade económica, apoiam tecnicamente os municípios e funcionam como ponto de articulação entre autarquias, universidades, centros tecnológicos, empresas e Administração Central.

Em vários domínios, as CCDR assumem mesmo funções de balcão único para licenciamento e emissão de pareceres, acompanhando e avaliando políticas públicas de impacto regional e promovendo cooperação intermunicipal, transfronteiriça e internacional. Mais recentemente, viram ainda reforçadas as suas atribuições no planeamento regional da educação e da formação profissional, consolidando o seu papel estratégico.

Em resumo, as CCDR já exercem, na prática, tarefas centrais de governação regional. O problema não reside na ausência de instrumentos. Reside, isso sim, na ausência de legitimidade política e democrática que lhes permita exercer essas competências com autoridade estratégica, visão de longo prazo e responsabilidade directa perante os cidadãos.

É neste ponto que o debate se deve recentrar. Não se trata de uma discussão ideológica sobre “regionalizar ou não regionalizar”. Trata-se de reconhecer que Portugal possui hoje estruturas regionais operacionais, com massa crítica, conhecimento do território e capacidade de coordenação. O que falta é um mandato político claro para transformar essa capacidade em verdadeira liderança estratégica.

Tomemos o exemplo do Norte: uma região com forte base industrial, peso exportador, ecossistemas de inovação consolidados e universidades de excelência. Este território já funciona como uma unidade económica integrada. Porém, continua sem uma instância regional dotada de legitimidade política suficiente para alinhar, de forma consistente, políticas de desenvolvimento económico, habitação, mobilidade, qualificação de recursos humanos, energia e coesão territorial.

Uma CCDR com mandato político reforçado poderia desempenhar esse papel sem substituir o Governo central, mas complementando-o: assegurando coerência entre políticas, protegendo áreas produtivas, promovendo atracção e retenção de talento, orientando o planeamento urbano e territorial e projectando internacionalmente a marca económica da região.

O país não precisa de mais organismos. Precisa, sim, de melhor governação territorial. E isso passa, inevitavelmente, por reconhecer que às CCDR já não falta competência técnica nem escala institucional — falta-lhes, sobretudo, legitimidade política.

A próxima fase da modernização do Estado português terá de enfrentar esta realidade com maturidade. Enquanto continuarmos a tratar as CCDR como estruturas intermédias sem verdadeiro poder político, continuaremos a desperdiçar um dos instrumentos mais promissores para o desenvolvimento equilibrado, competitivo e sustentável do país.

Portugal não precisa de mais centralização. Precisa de regiões capazes de pensar, decidir e agir com responsabilidade. E esse caminho começa por conferir às CCDR o estatuto político que as suas próprias funções já justificam.

A regionalização formal continua a suscitar debate. Ainda assim, há uma evidência difícil de ignorar: o Norte já funciona como uma região económica integrada. O que lhe falta não é identidade nem escala. Falta-lhe uma governação capaz de acompanhar essa maturidade. A mudança de ciclo que agora se aproxima deve ser lida como uma oportunidade. Se souber assumir plenamente as suas competências, a CCDR-Norte pode afirmar-se como o núcleo de coordenação de uma região industrial moderna e competitiva.

O Norte não precisa de mais tutela; precisa, sim, de liderança regional.

Biblioteca de Vieira do Minho cria novo espaço para promover a leitura

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© CM Vieira do Minho
© CM Vieira do Minho

A partir deste mês de janeiro, a Biblioteca Municipal de Vieira do Minho Padre Alves Vieira passa a contar com um novo espaço dedicado à divulgação de livros e à promoção da leitura, reforçando o seu papel enquanto polo cultural e educativo do concelho.

Esta nova iniciativa propõe, mensalmente, a celebração de um dia comemorativo, servindo de ponto de partida para a seleção de obras literárias relacionadas com a respetiva temática. O objetivo é “despertar o interesse dos leitores, valorizar diferentes géneros literários e incentivar o contacto regular com os livros”.

Para o mês de janeiro, o dia escolhido foi o Dia de Reis, dando destaque ao Romance Histórico, com especial enfoque em histórias de reis e rainhas. A seleção reúne obras que transportam os leitores para outras épocas, cruzando factos históricos com narrativas envolventes, convidando à descoberta do passado através da literatura.

Os leitores interessados poderão conhecer de perto as obras selecionadas visitando a Biblioteca Municipal e requisitando gratuitamente um livro, numa oportunidade para enriquecer hábitos de leitura e explorar novos autores e géneros.

PSP de Braga tem material apreendido e quer devolvê-lo aos proprietários

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© PSP
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O Comando Distrital da PSP de Braga lançou um aviso dando conta da existência de material apreendido e procura os respetivos proprietários.

“Informamos que foi apreendido o material constante nas fotografias (trotinetes com motor (LAFLY; XIAOMI e KQ); chaves de viatura Toyota; gravador; cabo HDMI; máquina fotográfica analógica; televisor Samsung; computador portátil HP; monitor SUNMI; diversas caixas de ferramentas; lavadora de alta pressão; compressor; berbequim; pistola de ar quente; serra elétrica; booster de bateria; colunas de som; desumidificador; óculos de sol de diversas marcas; várias peças de vestuário, entre outros objetos)”, refere a PSP.

Caso alguém reconheça algum dos artigos, deverá dirigir-se ao Comando Distrital da PSP de Braga – Esquadra de Investigação Criminal, localizado no Largo de S. Tiago, n.º 6, em Braga.

“Para o efeito, é necessário vir munido de informação relevante que comprove a propriedade dos artigos para que possa ser efetuada a respetiva devolução”, informou a Polícia.

Para onde vamos? Um mundo em deriva entre a força e o esquecimento dos valores

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© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

Vivemos um tempo inquietante, marcado por ameaças explícitas, discursos de força e uma crescente normalização do conflito como instrumento político. 

As posições assumidas pelos Estados Unidos da América, pela Rússia, pela China e por Israel, em diferentes tabuleiros geopolíticos, revelam um mundo que parece ter perdido o norte ético que, pelo menos no discurso, dizia querer seguir após o século XX.

Perante este cenário, a pergunta impõe-se com uma urgência quase existencial: 

– para onde estamos a caminhar? E o que resta dos valores de independência, democracia e soberania?

O regresso da política da força

O que hoje se observa não é apenas um conjunto de crises isoladas, mas sim um regresso claro à lógica das esferas de influência, onde os mais fortes impõem limites aos mais fracos e a legalidade internacional se torna relativa, selectiva e, muitas vezes, descartável.

A linguagem diplomática cedeu lugar ao ultimato. A negociação paciente foi substituída pela ameaça preventiva. A ideia de que a força militar é um último recurso deu lugar à convicção de que é um instrumento legítimo de afirmação estratégica.

Não estamos, portanto, perante um mundo mais inseguro por acaso. Estamos perante um mundo que voltou a aceitar a insegurança como método de governação global.

Democracia: –  valor universal ou instrumento retórico?

Durante décadas, a democracia foi apresentada como um valor universal, quase inevitável, associado ao progresso, à liberdade e à dignidade humana. Hoje, porém, esse conceito parece cada vez mais instrumentalizado.

Defende-se a democracia quando ela serve interesses estratégicos. Relativiza-se quando se torna incómoda. Tolera-se a sua erosão interna em nome da “estabilidade”, da “segurança” ou do “interesse nacional”.

Assim, a democracia corre o risco de deixar de ser um princípio orientador para se tornar uma palavra vazia, usada conforme a conveniência do momento.

Soberania e independência: conceitos em dissolução

A soberania dos Estados, outrora pilar do direito internacional, encontra-se hoje profundamente fragilizada. Pequenos e médios países vivem condicionados por dependências económicas, energéticas, tecnológicas e militares que limitam, na prática, a sua autonomia de decisão.

A independência formal subsiste nos textos constitucionais; a independência real dissolve-se nas pressões externas, nos alinhamentos forçados e na chantagem económica subtil, ou nem sempre tão subtil.

O paradoxo é evidente, fala-se mais de soberania precisamente no momento em que ela é mais difícil de exercer.

Um mundo multipolar… mas não necessariamente mais justo

A transição de uma ordem dominada por uma superpotência para um mundo multipolar poderia, em teoria, trazer maior equilíbrio. Na prática, tem trazido mais competição, menos regras claras e maior risco de confrontos indirectos.

Quando várias potências disputam simultaneamente influência, recursos e narrativas, os princípios tornam-se obstáculos e os valores passam a ser negociáveis. O resultado é um sistema internacional mais fragmentado, mais imprevisível e, paradoxalmente, mais perigoso.

Onde ficam os cidadãos neste tabuleiro?

Talvez a dimensão mais inquietante deste percurso seja o afastamento crescente entre decisões globais e as pessoas comuns. Os cidadãos tornam-se espectadores de escolhas que afectam profundamente as suas vidas, inflação, guerra, migrações, insegurança, sem qualquer capacidade real de influência.

A política internacional transforma-se num jogo de elites, enquanto os custos humanos são socializados, naturalizados e, muitas vezes, silenciados.

Que futuro nos espera?

Se a trajectória actual se mantiver, o futuro que se desenha é um mundo:

– mais armado e menos dialogante;

– mais tecnológico, mas menos humano;

– mais consciente dos direitos no discurso, mas menos comprometido com eles na prática.

Não se trata de pessimismo gratuito. Trata-se de leitura honesta dos sinais.

Valores em risco ou em espera?

Os valores de independência, democracia e soberania não desapareceram. Estão, porém, em suspensão. À espera de sociedades civis mais conscientes, de lideranças mais responsáveis e de cidadãos menos resignados.

A história ensina-nos que nenhum sistema baseado exclusivamente na força se sustenta indefinidamente. Mas também ensina que o preço da indiferença é sempre pago pelos mais vulneráveis.

A pergunta final não é apenas “para onde vamos?”, mas sim, “até que ponto estamos dispostos a abdicar dos nossos valores em troca de uma falsa sensação de segurança?”

Da resposta colectiva a esta pergunta dependerá não apenas o rumo do mundo, mas a própria ideia de humanidade que queremos preservar.

Zalazar e Diogo Sousa projetam final histórica na Taça da Liga

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© Liga Portugal
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A grande final da Taça da Liga está à porta. SC Braga e Vitória SC defrontam-se este sábado, a partir das 20:00, no Estádio Municipal de Leiria – Dr. Magalhães Pessoa, naquela que será uma final histórica entre os dois emblemas minhotos.

Em entrevista à Liga TV, Zalazar e Diogo Sousa lançam a partida decisiva da competição, numa conversa onde, apesar de não esconderem a singularidade do encontro, admitem que “todos os olhos estão postos no troféu”.

“Conhecemos bem os nossos adversários e o que valem. Mas olhamos muito para nós, para a nossa qualidade e para as nossas armas e vamos explorá-las”, diz o vitoriano, que se estreou esta temporada na equipa principal, mostrando igualmente a ambição vimaranense. “As finais são para ganhar. E esse é o nosso foco. Queremos trazer a Allianz CUP para Guimarães”, disse.

Zalazar, por sua vez, admite que a presença do SC Braga na final da Taça da Liga pela sexta vez na história da prova é o concretizar de um sonho. “O mais bonito do futebol é ter a oportunidade de jogar finais e levantar troféus. Todos os jogadores sonham com isso. É verdade que tive muitas noites em que pensei em jogos como este. Por isso, vamos ter de preparar-nos para dar o nosso melhor”, frisa o jogador dos Gverreiros do Minho.