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Imobiliária de Braga vence Prémio Cinco Estrelas 2026

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© Zome
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Depois de ter sido eleita como uma das melhores empresas para trabalhar, a Zome, imobiliária de Braga, recebe agora o selo de confiança dos consumidores portugueses com a conquista do Prémio Cinco Estrelas 2026 na categoria Rede de Franchising.

Numa edição recorde que avaliou 1.276 marcas, a imobiliária 100% portuguesa destacou-se pela qualidade do serviço, inovação e elevada satisfação de quem compra ou vende casa, bem como pelo modelo de negócio em franchising imobiliário apresentado pela marca.

O Prémio Cinco Estrelas chega apenas uma semana depois de a Zome ter conquistado o Best Work Experience of the Year 2026, atribuído pela ConsumerChoice. Em tempo recorde, a empresa garante reconhecimento tanto na preferência dos consumidores como enquanto empregador.

Esta “dobradinha” coloca a Zome num lugar de destaque para o talento nacional, como sublinha Carlos Santos, CEO da Zome, sobre este arranque de ano que reflete a estratégia clara da empresa:

“Sermos reconhecidos pelos portugueses como uma marca ‘Cinco Estrelas’ é o maior elogio que podemos receber. Mas ganhar este prémio na mesma quinzena em que somos eleitos a ‘Best Work Experience of the Year 2026’ é um testemunho da qualidade das nossas pessoas e de como elas tratam, de forma extraordinária, os nossos clientes. Não acreditamos em sucessos isolados; acreditamos na consistência da nossa cultura e identidade, dentro e fora de portas”.

O investimento em tecnologia, formação contínua e acompanhamento permanente traduziu-se em níveis elevados de confiança e recomendação, que agora se materializam nestas duas distinções. “Temos como objetivo fazer a diferença todos os dias, apoiando os nossos clientes, colaboradores e parceiros com dedicação, transparência e total profissionalismo. Acreditamos que é através do trabalho consistente, da inovação e do compromisso das nossas equipas que podemos contribuir para o setor imobiliário em Portugal, sempre com foco em servir de forma excecional”, acrescenta o CEO da Zome.

Vieira do Minho implementa sistema inteligente para deteção precoce de fugas de água

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No âmbito do Projeto de Gestão de Eficiência Hídrica, o Município de Vieira do Minho encontra-se a implementar o Sistema ADA, uma solução inovadora que permitirá melhorar significativamente o controlo e a gestão da rede de abastecimento de água, contribuindo para a redução de perdas e para uma maior sustentabilidade do recurso hídrico.

Os trabalhos de instalação tiveram início no passado dia 29 de dezembro, marcando mais um passo estratégico do Município na modernização das infraestruturas e na adoção de tecnologias inteligentes ao serviço da população. Até à presente data, já foram instalados cinco sensores, estando os restantes a ser colocados progressivamente ao longo deste mês.

O sistema ADA recorre à Inteligência Artificial, analisando tendências de pressão na rede de distribuição de água, o que permitirá otimizar processos, apoiar a tomada de decisões operacionais e estratégicas e melhorar a eficiência global do sistema. Para esse efeito, estão a ser instalados sensores Pascal em nichos dos contadores, possibilitando a leitura remota da pressão, sem necessidade de intervenção humana constante.

Esta tecnologia inovadora permite ainda a identificação e localização precoce de fugas, muitas vezes antes de estas se tornarem visíveis à superfície, reduzindo desperdícios, custos de reparação e impactos ambientais. No total, está prevista a instalação de 32 dispositivos na rede de abastecimento da Vila de Vieira do Minho.

“Importa salientar que esta intervenção não interfere com os consumos dos clientes, funcionando de forma autónoma e discreta, com benefícios diretos para a eficiência operacional do sistema e para a sustentabilidade do serviço público de abastecimento de água. Com a implementação do Sistema ADA, o Município de Vieira do Minho reforça o seu compromisso com a gestão eficiente dos recursos naturais, a inovação tecnológica e a melhoria contínua da qualidade dos serviços prestados à população”, refere a Câmara Municipal.

António José Seguro vai estar em campanha em Vila Nova de Famalicão

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© António José Seguro
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António José Seguro vai estar em campanha em Vila Nova de Famalicão na próxima quinta-feira, dia 15 de janeiro.

Às 17:00, o candidato à Presidência da República irá à sede da campanha, situada na Rua Alves Roçadas, seguindo para uma visita ao Museu Bernardino Machado, às 17:30.

Às 18:00 visitará a Frutivinhos – Cooperativa Agrícola de Vila Nova de Famalicão, seguindo de um “Verde de Honra” com degustação de produtos representativos da oferta agroalimentar famalicense.

Dupla detida em Braga por posse de armas proibidas e munições

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© PSP
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Dois homens, de 29 e 63 anos, foram detidos, esta segunda-feira, pela PSP, por posse de armas proibidas.

No decurso da intervenção policial, os suspeitos encontravam-se na posse de uma arma de fogo transformada, munições e de duas armas brancas (uma faca e um boxer), que lhe foram apreendidas, bem como haxixe suficiente para cerca de três doses e a quantia de 150 euros.

“Na sequência da detenção foi realizada uma busca domiciliária, da qual resultou a apreensão de diversas munições e cartuchos”, refere a PSP.

Os detidos foram notificados para comparecerem no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

Zalazar eleito Hey Doc Médio do Mês da I Liga

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© SC Braga
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Rodrigo Zalazar estreia-se nos prémios oficiais da presente edição da I Liga ao arrecadar o Hey Doc Médio do Mês, referente a dezembro, após reunir 18,10% das preferências dos treinadores principais da competição.

No período em análise, o uruguaio, de 26 anos, totalizou 271 minutos em campo nos quatro encontros disputados pelos bracarenses na prova, apontando um golo frente ao SL Benfica (2-2), cotando-se assim como peça fundamental da equipa arsenalista.

O camisola 10 do SC Braga levou a melhor sobre Froholdt (FC Porto) e Luís Esteves (Gil Vicente FC), que obtiveram, respetivamente, 16,38% e 12,07% dos votos.

Câmara de Braga não dispõe de terreno para nova ETAR em Celeirós

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ETAR de Frossos © AGERE
ETAR de Frossos © AGERE

O Município de Braga ainda não tem terreno para a nova ETAR, mas o presidente assegura que estará pronta até 2029. O tema foi levado à Reunião de Câmara desta segunda-feira pela Iniciativa Liberal, que questionou João Rodrigues sobre o ponto de situação.

“O Sr. Presidente não esclareceu totalmente, ou seja, disse que pedimos em relação aos timings quando é que seguiria, ao qual respondeu que ainda não tinham sem sequer o processo em conclusão, portanto, foi um ninho. Acho que muito mais poderá ser esclarecido, esperamos então pelos timings do Sr. Presidente, esperamos realmente quando é que o processo irá avançar. Acho que ficou claro que neste momento o processo não está a avançar, está ainda nos processos de expropriação, portanto, aguardamos os timings do Sr. Presidente para ver se realmente chegam em tempo útil”, disse Emanuel Rodrigues, que substituiu Rui Rocha na vereação da Iniciativa Liberal.

Sobre esta matéria, Filipe Aguiar do Chega disse que “a solução não é conclusiva ainda, não há nenhuma conclusão nenhuma sobre a situação. Vamos estar atentos e vigilantes. Acho que é algo que nos preocupa a todos e que deve ser visto de uma forma muito concreta para o futuro da cidade relativamente a essa área”.

Por seu turno, Ricardo Silva, vereador do movimento Amar e Servir Braga, acusou a coligação Juntos por Braga de “não ter visão de futuro, nem capacidade de desenvolvimento a longo prazo”. “Há uma carência de visão de cidade e de condelho. Quem se propõe a gerir o concelho tem que ter visão de futuro, tem que ter capacidade de fazer um desenvolvimento a longo prazo, não só para satisfazer as necessidades presentes, mas sobretudo para deixar o concelho melhor para quem vier gerir a seguir e, acima de tudo, para quem vier a usufruir dele, que são os cidadãos. Neste momento vamos assistindo a obras que são feitas avulso, que não obedecem a qualquer tipo de estratégia e que, acima de tudo, percebemos que não têm nenhuma articulação entre si. No ano de 2022 dizia-se que a ETAR já deveria estar pronta no ano seguinte, lançou-se uma primeira pedra em terrenos privados e não conseguimos perceber que tipo de gestão e administração pública é esta, que depois tem que vir, de alguma forma, socorrer aquilo que foi mal feito porque não houve planeamento”, sustentou o vereador.

Pedro Sousa, na voz do Partido Socialista, lamentou que não haja ainda novidades sobre “um investimento estrutural como este”. “Não há ainda grandes novidades sobre o processo, que nos causa preocupação. É algo que os nossos autarcas daquela zona mais baixa do concelho vão acompanhando sempre com especial incidência e preocupação e que nós, ao longo deste ano em particular, voltaremos a repisar e voltaremos a trazer à discussão porque é um tema estruturante, estamos a falar de um investimento grande e de uma intervenção que pode solucionar um conjunto de problemas. A questão da ETAR é muito importante e que a nós nos causa preocupação”, disse o socialista.

Já João Rodrigues afirmou que foi lançado um processo de expropriação que “está a andar”. “Há aqui uma espécie de uma bolha que se abre com a aprovação do Plano Diretor Municipal, que é o facto de a zona da ETAR estar compreendida dentro de uma unidade operativa do planeamento e gestão, que prevê a atribuição de capacidade construtiva a uma série de terrenos, mas esses terrenos só têm essa capacidade construtiva se o terreno para a construção da ETAR for cedido pelos particulares, o que eu acho que é uma grande vantagem, porque, entre o débil a ver, arranja-se aqui uma forma mais expedita do que o próprio processo expropriativo para se avançar com o processo da ETAR”, frisou o presidente da Câmara Municipal.

“Esta demora, porque é um processo já com longos anos, mas que está sempre vivo. Não há perigo nenhum de se perder o que quer que seja. O processo está a andar. Está a andar nestes termos e é nestes termos que sempre andou. Acho que não há aqui impedimento nenhum, não há aqui obstáculo nenhum”, finalizou João Rodrigues

O Município de Braga lançou a primeira pedra para o arranque da construção na nova ETAR do Este há um ano e a obra está planeada para ser construída em Celeirós, num investimento de cerca de 30 milhões de euros, com financiamento comunitário assegurado de nove milhões.

Jovem de 17 anos terá sido violada por colega em escola de Guimarães

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Uma jovem de 17 anos terá sido violada por um colega na casa de banho da Escola Secundária Francisco de Holanda, em Guimarães.

Após a vítima ter dado entrada no Hospital de Guimarães esta segunda-feira, a equipa médica comunicou o caso à PSP.

A jovem foi encaminhada para o Instituto de Medicina Legal do Porto para realizar exames complementares.

A PJ investiga.

“Sabores de Itália” juntou comunidade escolar de Braga em workshop gastronómico

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© Escola Secundária Alberto Sampaio
© Escola Secundária Alberto Sampaio

A Escola Secundária Alberto Sampaio, em Braga, acolheu, no dia 10 de janeiro, o workshop “Sabores de Itália”, iniciativa gratuita que celebrou a gastronomia italiana e proporcionou um momento de partilha cultural entre a escola e a comunidade.

A atividade foi desenvolvida no âmbito da Prova de Aptidão Profissional (PAP) do Curso Profissional Técnico de Turismo, tendo sido dinamizada pelas alunas Ana Silva e Sara Gomes. O workshop contou com a participação de 17 pessoas, entre professoras, funcionárias da escola e público externo, evidenciando o interesse da comunidade neste tipo de iniciativas.

Este evento reflete “a forte aposta do Curso Profissional Técnico de Turismo em atividades práticas e experiências reais, fundamentais para a formação dos alunos”. Ao longo do curso, os estudantes são regularmente envolvidos na organização de eventos, ações de promoção cultural e atividades de contacto direto com o público, o que contribui para o desenvolvimento de competências essenciais e para “uma preparação mais sólida e consciente para o mercado de trabalho na área do turismo”.

A iniciativa revelou-se um “sucesso”, destacando-se pelo “entusiasmo dos participantes, pelo ambiente de aprendizagem ativa e pela valorização do papel dos cursos profissionais na formação de jovens qualificados e preparados para os desafios do setor turístico”.

Marta Cerqueira Gonçalves eleita para a Comissão Alargada da CPCJ de Braga

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

Marta Cerqueira Gonçalves, membro da Assembleia Municipal de Braga eleita pelo movimento independente Amar e Servir Braga, foi eleita para integrar a Comissão Alargada da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Braga, durante a reunião extraordinária da Assembleia Municipal realizada no dia 12 de janeiro.

A Comissão Alargada da CPCJ de Braga integra representantes de várias entidades locais. Compete-lhe desenvolver ações que visem a promoção dos direitos e a prevenção das situações de perigo para as crianças e os jovens do concelho de Braga.

Qual é a posição da União Europeia sobre os últimos acontecimentos no mundo?

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© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

A posição da União Europeia face aos acontecimentos mais recentes no mundo tem sido, simultaneamente, firme nos princípios e hesitante na acção. Esta ambivalência não é nova, mas tornou-se mais visível num contexto internacional marcado por guerras prolongadas, tensões geopolíticas crescentes, instabilidade económica e uma clara erosão do multilateralismo.

A União Europeia afirma-se, desde a sua génese, como um projecto político fundado na paz, no primado do direito internacional, na defesa dos direitos humanos e na cooperação entre Estados. É essa matriz que orienta, pelo menos no plano discursivo, as posições assumidas pelas suas principais instituições, a Comissão Europeia, o Conselho Europeu e o Parlamento Europeu.

Contudo, o mundo de hoje exige mais do que declarações de princípio.

Entre valores e interesses

Nos conflitos armados em curso, da guerra na Ucrânia à escalada de violência no Médio Oriente, a União Europeia tem procurado posicionar-se como defensora do direito internacional humanitário, condenando violações, impondo sanções e apoiando soluções diplomáticas. O apoio político, financeiro e militar à Ucrânia é, talvez, o exemplo mais coeso de actuação comum, revelando uma Europa consciente de que a sua própria segurança está em causa.

Ainda assim, quando os interesses económicos, energéticos ou estratégicos entram em jogo, a coerência europeia tende a fragmentar-se. As divergências entre Estados-Membros tornam-se evidentes, enfraquecendo a capacidade da União para agir como um verdadeiro actor geopolítico unificado. A política externa europeia continua excessivamente dependente do consenso, o que, na prática, significa lentidão, compromissos diluídos e, por vezes, silêncio cúmplice.

“A diplomacia como vocação e limite”

A União Europeia prefere a diplomacia às demonstrações de força. Essa escolha é, em si mesma, um traço civilizacional distintivo e louvável. No entanto, num mundo onde potências globais recorrem abertamente à intimidação, à força militar e à instrumentalização económica, a diplomacia sem capacidade dissuasora corre o risco de se tornar irrelevante.

A ausência de uma verdadeira política de defesa comum, aliada à dependência histórica da NATO e dos Estados Unidos, expõe uma fragilidade estrutural: a Europa fala em nome da paz, mas nem sempre tem meios próprios para a garantir.

Direitos humanos: um discurso sob escrutínio

Outro ponto crítico é a aplicação selectiva dos valores que a União proclama. A defesa dos direitos humanos perde credibilidade quando a indignação não é uniforme, quando algumas violações geram sanções imediatas e outras apenas comunicados prudentes.

 “O mundo observa e julga esta assimetria.”

A autoridade moral da União Europeia depende da sua capacidade de ser coerente, mesmo quando isso tem custos políticos ou económicos.

Uma encruzilhada histórica

A verdade é simples e desconfortável, a União Europeia encontra-se numa encruzilhada. Pode continuar a ser uma potência normativa, respeitada pelas suas intenções mas limitada na sua influência, ou pode assumir plenamente o seu papel como actor político global, dotando-se de mecanismos eficazes de decisão, defesa e intervenção externa.

Os últimos acontecimentos no mundo não deixam margem para ilusões. A neutralidade passiva já não é uma opção. A Europa terá de escolher entre a comodidade da prudência e a responsabilidade da liderança.

Porque, num mundo em transformação acelerada, quem não ocupa o seu lugar… acaba por ser empurrado para fora da história.