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Uma escolha que reforça a visão estratégica da AGERE

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© Rui Milhão
© Rui Milhão

A nomeação de João Granja para presidente não executivo do Conselho de Administração da AGERE representa uma decisão que merece ser sublinhada de forma positiva, tanto pelo percurso do nomeado como pelo momento estratégico que a Empresa Municipal de Braga atravessa.

A AGERE é hoje uma referência nacional na gestão integrada da água, saneamento e resíduos urbanos, desempenhando um papel determinante na qualidade de vida dos Bracarenses e na concretização das políticas ambientais do concelho. Liderar, ainda que de forma não executiva, uma empresa com esta dimensão e responsabilidade exige visão estratégica, conhecimento profundo do território e capacidade de diálogo entre diferentes atores institucionais, qualidades que João Granja tem demonstrado ao longo do seu percurso público.

Com uma participação ativa na vida cívica e política local, João Granja conhece bem a realidade de Braga, os seus desafios estruturais e as ambições de desenvolvimento sustentável que o município tem vindo a afirmar, mantendo tarifas das mais baixas em todo o país. Essa proximidade ao território é um ativo relevante para uma função que exige acompanhamento, supervisão e definição de orientações estratégicas, em estreita articulação com a administração executiva e com o acionista público.

Importa ainda destacar que o cargo de presidente não executivo não se confunde com a gestão operacional do dia a dia. Trata-se, antes, de um papel de equilíbrio institucional, de garantia de boas práticas de governação e de reforço da transparência e da responsabilidade nas decisões estratégicas. Neste contexto, a capacidade de mediação, o sentido de responsabilidade pública e a experiência política de João Granja constituem mais-valias claras.

Num setor cada vez mais exigente, marcado por desafios ambientais, transição energética, inovação tecnológica e necessidade de sustentabilidade financeira, a AGERE beneficia de uma liderança que alia conhecimento político, sensibilidade social e compromisso com o interesse público. A articulação entre empresa municipal, município e comunidade é fundamental, e essa ponte institucional tende a sair reforçada com esta nomeação.

O Município de Braga enfrenta desafios particulares, a construção da nova ETAR do Este, a remodelação da ETAR de Frossos para a produção de biometano, as alterações estatutárias da Braval e crítica situação do esgotar de espaço do aterro, as desafiantes necessidades de reforço de separação de resíduos, com especial incidência nos bioresíduos, e a necessidade de renovação de redes antigas e de reforço de limpeza urbana, são alguns dos fatores que relevam para a escolha deste nome.

A escolha de João Granja deve, por isso, ser encarada como um sinal de confiança na sua capacidade de contribuir para a consolidação da AGERE enquanto empresa moderna, eficiente e orientada para o futuro. Mais do que uma nomeação individual, trata-se de um reforço da governação estratégica de uma entidade essencial para Braga. A necessidade de reforço institucional entre o Município e a CIM do Cávado, da CCDR-N e do Governo, a par dos necessários financiamentos europeus do 2030, depositam em João Granja uma enorme responsabilidade.

Em última análise, o sucesso desta decisão será medido pela continuidade do bom desempenho da AGERE e pela sua capacidade de responder, com ambição e responsabilidade, aos desafios ambientais e sociais do presente e do futuro, um objetivo para o qual esta nomeação pode dar um contributo relevante e positivo.

Mulher agride agente da Polícia Municipal em Braga

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© CM Braga
© CM Braga

Uma mulher, de 52 anos, foi detida em Braga após ter ameaçado e agredido um agente da Polícia Municipal.

A agressora foi entregue sob detenção à PSP e foi notificada para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

Também no decorrer de uma ação de fiscalização da PSP, na cidade de Braga, foi detido um homem de 53 anos, por ter ameaçado e agredido um Polícia no exercício das suas funções.

O detido vai ser presente no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

Seguro em primeiro, Ventura é segundo. Conhecido o boletim da segunda volta

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© António José Seguro / André Ventura
© António José Seguro / André Ventura

O Tribunal Constitucional realizou ontem o sorteio que define a ordem dos candidatos no boletim de voto da segunda volta das Presidenciais, que se realiza a 8 de fevereiro. António José Seguro vai surgir em primeiro, enquanto André Ventura estará na segunda posição.

António José Seguro obteve 31% dos votos na primeira volta das Eleições Presidenciais, enquanto André Ventura conseguiu 23%.

Ex-jogador do SC Braga morre aos 27 anos

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DR
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Nassur Bacem, antigo jogador da formação do SC Braga, morreu, esta quarta-feira, durante um jogo entre o Moncarapachense, equipa que representava, e o Imortal. Tinha 27 anos.

O jogador caiu inanimado no relvado ainda na primeira parte do jogo da 3.ª eliminatória da Taça da Associação de Futebol do Algarve, no Estádio Municipal de Olhão. O óbito foi declarado no local.

À família e amigos, a Braga TV envia as mais sinceras condolências.

O erro das linhas vermelhas e o efeito Ventura

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© Hélder da Rocha Pereira
© Hélder da Rocha Pereira

Quando um sistema político depende de um só homem, a sua institucionalização não é evolução. É o início do fim.

O Chega não é um partido no sentido clássico. É um projeto político centrado numa figura única onde não há liderança distribuída, nem sucessão preparada ou sequer uma segunda linha com peso próprio. André Ventura é o centro de tudo e o partido organiza-se à volta dele, dependendo da sua presença constante no confronto político.

Esta estrutura funciona na oposição porque vive do conflito diário, da polarização e da exposição mediática permanente. Mas transforma-se num problema no momento em que o líder é empurrado para um cargo que exige contenção, distância e silêncio estratégico.

A Presidência da República não é um espaço de combate partidário e um Presidente não governa, mas modera e representa. E sobretudo, afasta-se da luta política quotidiana. Tudo características ausentes no André Ventura.

Mas o dilema não se fica por aqui. Para Luís Montenegro, André Ventura é o maior pesadelo político, ganhe ou perca a Presidência.

Se Ventura vencer as presidenciais, teremos um Presidente que tentará, inevitavelmente, governar a partir de Belém, pressionando o Governo, esticando os limites constitucionais e mantendo um clima de confronto permanente. Em contrapartida, o Chega ficará neutralizado, órfão do seu líder no terreno político e o André Ventura passará a fazer parte do sistema. O tal que ele tanto critica.

Se, por outro lado Ventura perder, mas obtiver uma percentagem de votos superior àquela que Montenegro alcançou nas últimas legislativas, o cenário é igualmente explosivo. Ventura reivindicará para si a liderança da direita, reforçará o seu peso parlamentar e tornará extremamente difícil qualquer governação estável por parte do PSD, bem como qualquer diálogo construtivo com outras forças políticas, nomeadamente com a Iniciativa Liberal ou com o PS.

Na prática, o país enfrenta duas possibilidades igualmente problemáticas. Um Presidente que tenta governar a partir de Belém ou uma instabilidade prolongada na Assembleia da República, com eleições antecipadas no horizonte e com Ventura cada vez mais próximo de disputar o cargo de primeiro-ministro.

Mas a alternativa não é animadora. Podemos eleger um socialista para presidente e manter o país neste marasmo prolongado. Luís Montenegro agradece, mas o sistema mantém-se e nada muda.

O país encontra-se num beco quase sem saída. E um dos grandes responsáveis por este estado de coisas é a esquerda, a esquerda radical e em particular António Costa, que alimentou politicamente o Chega na expectativa de enfraquecer o PSD. A curto prazo a estratégia resultou. A médio prazo criou um problema estrutural ao País.

Para uma parte significativa da esquerda, quem vota em André Ventura é automaticamente rotulado como fascista, racista ou xenófobo. É acusado de não querer um Presidente de todos os portugueses e de serem antidemocráticos.
Mas esta narrativa encerra uma contradição profunda.

Ao afirmar isto, a esquerda está a dividir o país em duas categorias de portugueses: os bons que votam “corretamente” à esquerda e os maus que votam à direita. Uma divisão moral que contradiz exatamente o discurso que diz querer representar todos.

É neste ponto que a Iniciativa Liberal pode ter um papel decisivo. Atrair quem não se revê nem no PSD, nem no Chega. Pessoas que recusam tanto o radicalismo como o imobilismo. Oferecendo uma alternativa clara, responsável e moderna, sem nunca abdicar da sua matriz liberal.

Porque quando o sistema empurra o país para os extremos ou para a estagnação, a verdadeira rutura pode estar, paradoxalmente, na lucidez.

IPMA eleva para vermelho o aviso para Braga por causa da neve

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© Freguesia de Cabril
© Freguesia de Cabril

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou para vermelho o aviso em Braga por causa da neve.

O aviso entra em vigor a partir das 00:00 desta sexta-feira e estende-se até às 09:00 de sábado, esperando-se queda de neve acima de 600/800 metros, com acumulação da ordem de 20 a 30 centímetros acima dos 800 metros.

O aviso vermelho é o mais grave numa escala e é emitido sempre que existem situações extremas.

Avenida de Braga com parafusos de grandes dimensões sem proteção

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© UF Nogueira, Fraião e Lamaçães
© UF Nogueira, Fraião e Lamaçães

Um acidente de viação na Avenida Alfredo Barros, junto à rotunda do Seminário, em Fraião, Braga, danificou as proteções da ciclovia naquele local, deixando parafusos metálicos de grandes dimensões sem proteção.

A Junta procedeu à recolha dos destroços resultantes do acidente. No entanto, permanecem no local parafusos metálicos de grandes dimensões, que não conseguiu remover com os meios disponíveis, deixando o local assinalado.

A autarquia local deixou o alerta aos automobilistas e ciclistas para terem cuidado face aos riscos de segurança, tendo já solicitado à Câmara Municipal de Braga que proceda “com a maior brevidade possível” à remoção dos elementos, de forma a “garantir a segurança de todos os utilizadores da via”.

Carlos Vicens: “Estamos consciente que precisamos da nossa melhor versão”

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga recebe, esta quinta-feira, às 20:00, o Nottingham Forest, a contar para a Liga Europa. Na antevisão, Carlos Vicens destacou a importância da última vitória frente ao Tondela para “recuperar confiança” e sublinhou a” exigência do desafio frente à formação inglesa”.

“O que mais precisávamos era de uma vitória para a equipa renascer dessas duas derrotas. Chegou de uma forma um pouco agónica, mas tem que servir para limpar essa energia negativa. Contra o Tondela sofremos um penálti perto do fim, que nos deixou com dez, mas a equipa reagiu graças a Hornicek, que nos salvou de termos ficado a perder. A equipa não pensou em proteger-se, mas procurou a vitória. Conseguiu. Sentiu-se um alívio depois de uns dias difíceis”, disse o treinador.

Sobre o Nottingham Forest, Carlos Vicens, falou que “é um adversário muito difícil. Ainda há poucos dias conseguiu o empate contra uma equipa que está numa das melhores formas do futebol europeu, que é o Arsenal. Conseguiu não perder e competir. Sabemos que nos vão pôr as coisas muito difíceis. Temos que trabalhar muito para igualar esses níveis. A energia da equipa é suficientemente alta para estar consciente de que vai precisar da melhor versão”.

Barcelos debateu problemas e soluções para a mobilidade

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© CM Barcelos
© CM Barcelos

Cerca de 60 pessoas participaram, na terça-feira, na primeira sessão pública promovida pela Câmara Municipal de Barcelos com vista a recolher os contributos da sociedade civil, no âmbito do processo de elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS).

A sessão contou com a presença do presidente da autarquia, Mário Constantino Lopes, que classificou o PMUS como “um documento estratégico fundamental porque, além de identificar problemas, irá, também, apresentar as soluções ao nível do trânsito, dos transportes públicos e dos modos suaves de mobilidade e estacionamento em Barcelos”.

Numa breve declaração antes início dos trabalhos, que decorreram no auditório do Estádio Cidade de Barcelos, Mário Constantino Lopes sublinhou o facto “muito positivo” de a sessão ter “casa cheia”, pois – acrescentou – “este plano não se faz sozinho, é importante que todos participem e apresentem as suas propostas”.

A sessão iniciou com uma apresentação do relatório preliminar do PMUS, desenvolvido pela consultora especializada OPT – Optimização e Planeamento de Transportes, na sequência de um estudo já realizado.

Sandra Ladeiras, administradora da OPT, introduziu o tema, considerando que “a mobilidade é um direito, pelo que é muito importante que todos os cidadãos participem nas soluções”.

“A seguir aos planos diretores municipais, os PMUS são dos planos mais estratégicos que existem, pois envolvem um trabalho em inúmeras áreas”, salientou.

Seguiu-se a apresentação do diagnóstico e caracterização atual da mobilidade no concelho de Barcelos, um estudo que abrange as 17 freguesias que foram identificadas com níveis de urbanidade mais significativos.

Este diagnóstico divide-se em quatro áreas principais: sistema urbano; transporte público; modos de mobilidade ativa; circulação, estacionamento e logística.

Após a apresentação do estudo, os participantes foram divididos em vários grupos de trabalho, onde debateram os resultados do diagnóstico e apresentaram as suas propostas de solução para os problemas identificados.

Na sequência desta sessão pública, a empresa vai elaborar um relatório final com a identificação dos problemas identificados e das propostas apresentadas pelos participantes. Posteriormente, irá apresentar ao Município um conjunto de soluções técnicas, tendo em vista a resolução das dificuldades de mobilidade existentes no concelho.

Estas propostas serão, também, futuramente apresentadas em nova sessão pública, seguindo-se a discussão e aprovação, em reunião de Câmara e Assembleia Municipal, de uma estratégia final para execução.

Braga recebe tertúlia sobre a saúde mental

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© CM Braga
© CM Braga

As Irmãs Hospitaleiras Braga, numa iniciativa conjunta com o Município de Braga, irão dinamizar uma Tertúlia Ser Família No Stress, integrada no projeto No Stress Braga, uma iniciativa apoiada pelo Portugal Inovação Social, através de Fundos da União Europeia e pelo Município de Braga.

A decorrer no sábado, 31 de janeiro, pelas 10:00 e em jeito de tertúlia, esta iniciativa assumirá um formato informal e participativo, com o intuito de promover o debate e a interação com foco no desenvolvimento de competências socioemocionais e no bem-estar emocional.

Voltado para as famílias e contando com a presença e intervenção de convidados com reconhecida experiencia na área da saúde mental e em especifico, saúde mental na infância, o encontro pretende “criar um espaço de partilha, reflexão e esclarecimento, focando não só em questões relacionadas com o desenvolvimento emocional infantil, promoção da saúde mental, sinais de alerta e o papel dos pais no reforço do desenvolvimento de competências socioemocionais das crianças, mas também sobre o bem-estar emocional dos adultos que delas cuidam, reconhecendo que pais emocionalmente equilibrados são um pilar fundamental para o desenvolvimento saudável das crianças”.

Com uma duração prevista de cerca de duas horas, esta iniciativa pretende “fomentar a reflexão e o diálogo entre especialistas e pais/famílias, contribuindo para a promoção da saúde mental, não apenas na infância, mas ao longo do ciclo de vida, reforçando a importância da prevenção, do autocuidado e da procura atempada de apoio. Simultaneamente, valoriza a interação familiar como espaço privilegiado de aprendizagem emocional, reconhecendo a família como espelho da sociedade e um agente fundamental na construção de relações mais saudáveis, empáticas e conscientes”.

O acesso ao evento é aberto ao publico geral (adultos) de forma gratuita, carecendo de inscrição obrigatória para [email protected].