O período de Natal e Ano Novo terá alterações na recolha de resíduos sólidos urbanos no concelho de Vila Nova de Famalicão nos dias 24, 25 e 30 de dezembro e 1 de janeiro.
Segundo a Câmara Municipal, nos dias 24 e 31 de dezembro (quarta-feira), a recolha nos circuitos diurnos realiza-se, sem alterações, no período da manhã, sendo que nos circuitos noturnos a recolha decorrerá da parte da tarde, devendo os munícipes abrangidos por estes circuitos colocar os resíduos nos locais habituais até às 13:00.
Nos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro (quinta-feira) não há recolha de resíduos sólidos urbanos, recomendando a Autarquia que mantenham os resíduos em casa até à retoma do serviço.
A Câmara Municipal de Braga, liderada por João Rodrigues, reagiu à convocação da reunião extraordinária, por parte da oposição, para discussão sobre o PDM.
Os vereadores da oposição afirmam ter sugerido várias datas ao autarca para que a reunião se realizasse, mas que tomaram conhecimento de que “a aprovação do PDM constará da Ordem de Trabalhos da reunião de segunda-feira, no dia 22″, pelo que referem que “não há condições para que esta votação seja realizada naquele dia”.
Em comunicado, o Município sublinha que apresentou três datas, frisando que “não falta diálogo, falta coerência à oposição”.
“O comunicado hoje divulgado por seis vereadores da oposição contém uma contradição política evidente e omite factos relevantes que importa esclarecer, em nome da verdade, da transparência e do rigor institucional. Na reunião de Câmara de 10 de dezembro, o Presidente João Rodrigues informou publicamente que, de acordo com o ponto de situação conhecido à data, por razões técnicas o Plano Diretor Municipal (PDM) não estaria em condições de aprovação ainda em 2025, admitindo então como cenário provável o início de 2026. No dia 12 de dezembro, após nova reunião com a equipa técnica interna e externa responsável pelo Plano, os serviços informaram o Executivo de que o processo estava tecnicamente concluído e reunia condições para ser submetido à reunião de Câmara de 22 de dezembro, permitindo cumprir os trâmites legais subsequentes. Perante esta evolução objetiva, que decorre do trabalho técnico e não de vontade política, o Presidente agiu com sentido de dever e boa administração. Foi precisamente por isso que o Presidente convidou os Vereadores da oposição para uma sessão técnica de esclarecimento com a presença das equipas que elaboraram o PDM, num esforço claro de diálogo e transparência. Essa sessão não tinha, nem tem, como objetivo apresentar um documento novo, mas sim esclarecer dúvidas técnicas finais”, refere a nota da Câmara Municipal de Braga.
A Autarquia liderada por João Rodrigues reforça que “o PDM é público desde janeiro de 2025 e que, desde setembro, conheceu ajustamentos, designadamente ao nível de perímetros urbanos, sem alterar a arquitetura essencial do documento. Trata-se, portanto, de um tema amplamente conhecido e debatido, incluindo durante a última campanha eleitoral”. “É, por isso, no mínimo paradoxal que os mesmos Vereadores que criticaram publicamente o Executivo no passado dia 10 de dezembro por adiar a aprovação do PDM, venham agora alegar que necessitam de mais semanas para estudar um documento que é conhecido há mais de um ano”, acrescenta.
“Também não corresponde à verdade a ideia de falta de diálogo. Houve propostas de várias datas, houve esforço adicional para compatibilizar agendas, houve disponibilidade excecional das equipas técnicas fora do horário normal de trabalho e foi assegurada a possibilidade de envio prévio de questões por escrito, para que nenhum Vereador ficasse privado de esclarecimentos. Para reforçar esse esforço, o Executivo apresentou três datas possíveis para a sessão técnica de esclarecimento, no dia 17, no dia 19 e, de forma excecional, até ao fim de semana, no dia 20, um sábado. Estas soluções só foram possíveis graças ao esforço adicional de todos os envolvidos, incluindo das equipas técnicas internas e externas e, também, de funcionários do Município que, não tendo obrigação de trabalhar ao fim de semana, se disponibilizaram para estar presentes e colaborar no esclarecimento técnico. O que está em causa não é a falta de tempo, nem a falta de informação. Respeitamos que cada Vereador faça a sua avaliação política e adote a posição que entender. O que não é coerente é invocar falta de esclarecimento quando foram criadas, com esforço excecional, condições objetivas de esclarecimento técnico”, defende ainda.
Para a Câmara Municipal, “o Plano Diretor Municipal é demasiado importante para Braga para ficar refém de calendários políticos variáveis ou de discursos contraditórios. Quando o processo não estava pronto, o Executivo não avançou. Quando ficou pronto, o Executivo assumiu a responsabilidade de decidir, com transparência, com esclarecimento técnico e com respeito institucional por todos os eleitos”.
“O Presidente João Rodrigues continuará disponível para o diálogo sério, responsável e informado. Mas governar também é saber decidir no momento certo, sem adiamentos artificiais e sempre no superior interesse de Braga, garantindo que o novo PDM possa entrar em vigor no início de 2026. Se no dia 10 de dezembro era apontado como erro não aprovar já, por que razão no dia 17 de dezembro passa a ser um erro colocá-lo em votação? O que mudou foi simples. O processo ficou tecnicamente concluído. Acresce uma pergunta simples, que expõe o essencial. Se o Presidente nada tivesse dito sobre a data provável de aprovação, que argumento estariam hoje a invocar caso o documento fosse colocado para apreciação e deliberação? Teriam a mesma postura? Continuariam a pedir adiamentos e a invocar falta de tempo? Ou a verdade é que o objetivo é, pura e simplesmente, obstaculizar a aprovação do PDM, independentemente do calendário e dos esclarecimentos disponibilizados?”, finalizou.
Finalmente aproximamo-nos do Natal — uma altura de alegria em família, tempo de descanso, viagens, grandes almoços e longas conversas de sofá. Mas esta época é também exigente, física e emocionalmente, e não é por acaso que todos os anos, durante e após as festas, se observa um aumento significativo de episódios de dor lombar.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a lombalgia é a principal causa de incapacidade no mundo, e a maioria das pessoas terá pelo menos um episódio ao longo da vida. No Natal, o estilo de vida muda de forma significativa — e a coluna sente rapidamente esse impacto.
Reúnem-se vários fatores de risco que aumentam a sobrecarga sobre a coluna vertebral: menor rotina de exercício, viagens prolongadas de carro ou avião, longas horas sentado, colchões diferentes, frio e esforços súbitos ao carregar malas, compras ou ao reorganizar a casa. Também o stress emocional e a tensão acumulada durante a época festiva podem aumentar a percepção de dor, favorecer contraturas musculares e dificultar o repouso. Estratégias simples como respiração lenta, pausas mentais e sono adequado ajudam a promover o seu bem estar.
Como proteger a sua coluna neste Natal:
Levante-se regularmente, mesmo em dias de descanso. Caminhe 20 a 30 minutos por dia.
Ao pegar em pesos, dobre os joelhos, mantenha a carga junto ao corpo e evite torções.
Não tente fazer tudo sozinho — peça ajuda se tiver de transportar compras pesadas.
Evite sofás muito baixos ou moles. Adote uma postura ergonómica e, se necessário, use uma almofada de apoio lombar.
Durma de lado com uma almofada entre os joelhos, ou de barriga para cima com uma almofada sob os joelhos.
Faça alongamentos simples de manhã e ao final do dia.
Use calor local se sentir rigidez muscular.
Gestos aparentemente inocentes — montar a árvore de Natal, arrumar a casa, passar longos períodos a cozinhar ou dormir em colchões diferentes — podem ser o gatilho para uma crise de dor lombar.
Sinais de alarme a que deve estar atento:
Dor que não melhora após 48 a 72 horas;
Formigueiros, perda de força ou dor irradiada para os braços ou pernas;
Dor noturna intensa, febre e mal-estar geral
Alterações urinárias ou intestinais;
Dor após uma queda.
O aparecimento destes sintomas deve motivar a recorrer a avaliação médica. Cuide da sua coluna, cuide de si.
Mantenha um estilo de vida ativo e uma alimentação equilibrada. O exercício físico regular reduz significativamente o risco de novos episódios de dor lombar. Proteja a sua coluna para desfrutar em pleno deste tempo de Natal, junto de quem mais ama e regressar ao trabalho com ânimo redobrado.
Uma coluna saudável é um dos melhores presentes que pode oferecer a si próprio — e aos seus.
A Cávado Mobilidade, rede de transportes públicos ao serviço das populações daquela região, associa-se à celebração do Natal com um autocarro especialmente decorado, que irá circular por diferentes pontos da região ao longo do mês de dezembro.
Numa fase inicial, esta viatura decorada realizava apenas serviço de transporte escolar, mas agora passa agora a integrar também a operação regular, levando o espírito natalício a um público mais alargado. Com luzes, cores e elementos típicos da época, o autocarro transforma as viagens do dia a dia em momentos mais acolhedores, surpreendendo passageiros e a comunidade em geral.
A decoração resulta do envolvimento e da criatividade das equipas locais da Cávado Mobilidade, refletindo um esforço coletivo para levar a magia do Natal aos concelhos servidos pela rede e reforçar a proximidade com a comunidade.
Para além do impacto visual, esta iniciativa sublinha o compromisso da Cávado Mobilidade em “estar presente no quotidiano das populações, promovendo um serviço de transporte público que assume também um papel social e comunitário, especialmente relevante numa época associada à partilha, à proximidade e ao cuidado com o outro”.
Nesta época natalícia a Cávado Mobilidade reforça também “a importância do transporte público como uma opção segura, sustentável e acessível, capaz de ligar pessoas e territórios, contribuindo para uma mobilidade mais consciente e para comunidades mais próximas”.
O Rio Ave FC é o adversário do SC Braga nos quartos de final da Taça de Portugal Feminina.
O embate irá decorrer no fim de semana de 17 e 18 de janeiro. Em caso de vitória, as Gverreiras do Minho defrontam o vencedor do jogo entre o SCU Torreense e Valadares Gaia.
O executivo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão analisa amanhã, em reunião ordinária, a atualização da fatura ambiental aplicada aos famalicenses no ano de 2026.
No próximo ano, e no que diz respeito ao serviço de abastecimento de água, a autarquia liderada por Mário Passos opta, mais uma vez, por não refletir na fatura da grande maioria das famílias do concelho (1.º e 2.º escolões das tarifas variáveis) o aumento imposto pelas Águas do Norte, aplicando a atualização da tarifa à taxa de inflação apenas aos grandes consumidores de água (3.º e 4.º escalões das tarifas variáveis).
“Em 2026, os famalicenses vão apenas ver refletida na sua fatura ambiental a atualização das tarifas do tratamento das águas residuais que, recorde-se, é calculada em função do consumo de água, e da recolha de resíduos sólidos. Quanto ao serviço de tratamento das águas residuais propõe-se que a tarifa seja atualizada à taxa de 2.1% para os 1.º e 2.º escalões e à taxa de 4% para o 3.º escalão e seguintes. No caso da recolha de resíduos sólidos, a proposta do executivo municipal prevê uma atualização da tarifa em cerca de 20%, num ano em que a autarquia passará a pagar mais 120% pela prestação do serviço, em virtude da entrada em vigor, no dia 1 de março, do novo contrato de recolha de resíduos que prevê que o município passe a pagar à entidade prestadora 59.68 euros por cada tonelada de resíduos recolhida, ao invés dos atuais 27 euros”, refere a Autarquia.
A atualização destas três tarifas representará, em média, um aumento na ordem dos 4% da fatura ambiental dos famalicenses. Veja-se um exemplo prático: uma família de quatro pessoas com tarifa familiar e um consumo médio mensal de 12 metros cúbicos, passará de uma fatura de 32,22 euros para uma fatura de 33,79 euros em 2026.
“Mesmo com esta atualização, Famalicão mantém-se na lista dos concelhos da região com as tarifas mais baixas, uma vez que estes aumentos não se repercutem direta e proporcionalmente no valor final da fatura ambiental dos famalicenses. A tarifa social não sofrerá qualquer atualização em 2026, mantendo-se inalterado o apoio do município às famílias mais vulneráveis do concelho. Quanto à Taxa de Recursos Hídricos (TRH) e à Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) – verbas entregues diretamente ao Estado e repercutidas obrigatoriamente aos munícipes – apenas a TRH sofrerá atualização de acordo com o fornecedor de água”, explica o Município.
Vincando a valorização e o reconhecimento da “importância do património cultural na afirmação e desenvolvimento estrutural do concelho”, o Município de Vila Verde assinalou, esta terça-feira, os aniversários da criação da Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela e do lançamento do Boletim Cultural.
“É um marco na vida cultural do concelho, que está a comemorar os 170 anos da sua fundação”, afirmou a presidente da Câmara, Júlia Rodrigues Fernandes, destacando “a feliz conjugação da tripla comemoração”, que reforça “a marca identitária do concelho onde a história e o passado consolidam a projeção de um futuro sustentado e com qualidade”.
A juntar à celebração dos 30 anos da Biblioteca Municipal, foi apresentada a vigésima edição anual do Boletim Cultural, que desta vez presta homenagem a mais de duas dezenas de autores literários, “do presente e do passado”, com especial ênfase para a poesia.
“É um dia de memória, dos que nos precederam e lançaram a semente, e um dia de futuro, com uma nova identidade visual”, afirmou Júlia Rodrigues Fernandes, referindo-se às novas imagens criadas para a Biblioteca e para o Boletim – aos quais apelidou de “pilares e promotores da cultura e do saber no concelho”.
O programa comemorativo estendeu-se até noite, culminando com a sessão de declamação de poemas e apresentação do Boletim Cultural, que decorreu no salão nobre do Município.
Na Biblioteca, o programa incluiu, durante o dia, a apresentação da obra “Amigos improváveis”, a leitura por Casimira Faria de um conto especialmente concebido para os leitores mais velhos e um encontro aberto à comunidade, reunindo várias gerações. Foi prestada homenagem ao fundador, José da Mota Alves, e inaugurada a exposição “30 anos / 30 autores”.
Júlia Rodrigues Fernandes voltou a destacar a importância dos criadores e autores locais, salientando o “contributo decisivo de Mota Alves para a concretização do projeto”.
Ao longo da sessão foi igualmente recordado o papel determinante do patrono Professor Machado Vilela, que em 1986 doou o seu espólio bibliográfico, dando origem ao principal espaço de leitura e cultura do concelho.
Durante a sua intervenção a diretora da Biblioteca Municipal, Manuela Barreto Nunes, apresentou a nova imagem institucional da biblioteca e o novo cartão de leitor, sublinhando que esta renovação traduz uma aposta na modernização, na proximidade com os utilizadores e na valorização de um espaço que cruza memória, património e futuro.
O fundador José da Mota Alves recordou episódios do processo de criação da biblioteca, que descreveu como um projeto exigente, marcado pelo empenho e resiliência de todos os que contribuíram para a sua concretização. O momento ficou também marcado pelo reencontro das chamadas “meninas da biblioteca”, que participaram ativamente na construção do espaço há 30 anos.
Na apresentação pública do Boletim Cultural, nº 20, Fernando Pinheiro assumiu a explanação da obra, coordenada pelo historiador e escritor vilaverdense Aurélio Oliveira. A presidente da Câmara destacou a forte tradição literária de Vila Verde, “terra de muitos autores” e que “valoriza e homenageia os seus talentos”.
“Publicar é um ato de coragem e que devemos acarinhar como partilha de conhecimentos e saberes, com impacto determinante no desenvolvimento estrutural e sustentado do território e da população”, apontou Júlia Rodrigues Fernandes, desafiando “autores de todas as idades” para “continuarem a deixar o seu legado como marca identitária do concelho”.
A Tun’Obebes – Tuna Feminina de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho) assinalou um momento histórico com o lançamento do seu primeiro CD, em Guimarães.
“Este marco representa não só a afirmação da sua identidade musical e cultural, mas também o culminar de um trabalho coletivo que une várias gerações de tunantes, ao longo de mais de três décadas de história”, refere a Câmara de Guimarães.
Com mais de 30 anos de existência, a Tun’Obebes é, segundo a Autarquia, “uma instituição profundamente enraizada na tradição académica e cultural vimaranense”. “É a única tuna feminina do concelho, levando com orgulho o nome de Guimarães e da Universidade do Minho além-fronteiras, com atuações de norte a sul do país e no estrangeiro. Mais do que representar a academia, a Tun’Obebes representa Guimarães. Através da música, do traje, da irreverência e da tradição, inspira jovens de diferentes origens a valorizar a cultura local. Em muitos contextos, é a primeira imagem do espírito vimaranense para estudantes, famílias e comunidades — uma imagem viva, artística e genuinamente cultural, que deixa marca por onde passa”, acrescenta.
No passado 20 de setembro, a Tuna lançou o primeiro videoclipe de um tema original, que já ultrapassou as 27 mil visualizações nas redes sociais do Município de Guimarães. “Um verdadeiro vislumbre da experiência de estudar em Guimarães e na Universidade do Minho”, finalizou.
A Orquestra Filarmónica de Braga vai dar o seu Concerto de Natal “The Magical Christmas” no dia 19 de dezembro, às 21:30, na tenda natalícia instalada na Avenida Central.
A orquestra convidou este ano a Academia “Allegro” de Braga, que se junta com os seus alunos, jovens e talentosos, solistas e o seu coro infantil para protagonizar uma viagem ao mundo musical.
No espetáculo serão interpretados os mais belos temas de natal e temas de conhecidos musicais que levam magia a esta época de confraternização, amizade e partilha.
“Grandes temas de Natal instrumentais e grandes temas intemporais acompanhados por lindas vozes solistas que nos irão envolver no espírito natalício”, refere o maestro Filipe Cunha, que irá dirigir o concerto.