As ruas e praças do centro histórico de Braga voltaram a ser palco de momentos de surpresa e entretenimento com mais uma edição do programa “Ruas Mágicas”, iniciativa que levou dezenas de pessoas a assistir a atuações de ilusionismo em diferentes pontos da cidade.
Ao longo do percurso, os mágicos passaram por locais emblemáticos como o Mercado Municipal, o Largo de São João do Souto, o Café Brasileira, a Rua dos Capelistas, o Posto de Turismo e o Largo do Paço, proporcionando espetáculos de proximidade marcados pela interação direta com o público.
Entre truques inesperados, momentos de humor e muita participação dos espectadores, a iniciativa voltou a animar o espaço público, contribuindo para a dinamização do centro da cidade e para a criação de experiências culturais acessíveis a todas as idades.
A freguesia de Espinho, em Braga, assinalou este domingo as celebrações em honra de Santo António com a tradicional procissão religiosa e a inauguração de um memorial dedicado à Confraria de Santo António e a todos aqueles que, ao longo de gerações, contribuíram para manter viva esta devoção.
A cerimónia constituiu um dos momentos mais simbólicos das festividades deste ano, reunindo a comunidade em torno da valorização da sua história e identidade. O memorial presta homenagem aos membros da confraria que, ao longo de décadas, desempenharam um papel fundamental na organização das celebrações e na preservação das tradições religiosas da freguesia.
A iniciativa contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, que destacou a importância de reconhecer o contributo daqueles que ajudaram a fortalecer o espírito comunitário local. Segundo o autarca, o novo memorial representa um testemunho permanente da dedicação de várias gerações à vida da freguesia.
Entre a fé, a tradição e a memória coletiva, a celebração voltou a reunir dezenas de fiéis e habitantes de Espinho, reforçando uma ligação histórica que continua a marcar a identidade da comunidade.
O Dona Maria Famalicão Beer Fest regressa à Praça Mouzinho de Albuquerque, em Vila Nova de Famalicão, entre os dias 2 e 5 de julho.
Na sua sétima edição, o festival irá reunir 20 marcas nacionais e internacionais e mais de 145 estilos diferentes de cerveja.
A gastronomia continuará a desempenhar um papel central no evento, que contará com cerca de uma dezena de food trucks e espaços de restauração.
Uma das principais novidades da edição de 2026 será a estreia da Not Guilty Cycling Experience, uma sessão coletiva de cycling ao ar livre integrada na programação oficial do certame. A iniciativa decorre no dia 4 de julho e reunirá 50 participantes numa experiência que alia exercício físico, música e animação.
Ao longo dos quatro dias, o festival contará ainda com música, animação, espaços de convívio e diversas atividades destinadas a públicos de diferentes idades.
O Presidente da República felicitou os canoístas portugueses pelos resultados alcançados nos Campeonatos da Europa de Canoagem e Paracanoagem, disputados em Montemor-o-Velho, considerando que as prestações dos atletas voltaram a colocar Portugal entre as principais potências europeias da modalidade.
Numa mensagem divulgada este domingo, Marcelo Rebelo de Sousa destacou as conquistas de Norberto Mourão, campeão europeu em VL2 200 metros, e de Messias Baptista, que arrecadou a medalha de prata em K1 200 metros.
Uma referência especial foi dirigida a Fernando Pimenta, que encerrou a competição com duas medalhas. O atleta português conquistou o ouro em K1 5000 metros e o bronze em K1 1000 metros, reforçando um dos mais notáveis palmarés da canoagem nacional.
Na mesma mensagem, o Chefe de Estado salientou ainda o esforço realizado para recuperar o Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, que tinha sido parcialmente afetado pelo recente comboio de tempestades. Marcelo considerou que a rápida intervenção permitiu garantir a realização da competição em condições de excelência, destacando a cooperação entre as várias entidades envolvidas.
O Presidente da República deixou igualmente uma palavra de reconhecimento à Federação Portuguesa de Canoagem, à Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, aos clubes, treinadores, voluntários e restantes elementos da comitiva portuguesa, pelo contributo para o sucesso organizativo do evento e pelos resultados alcançados.
Portugal encerrou os Campeonatos da Europa com quatro medalhas, duas de ouro, uma de prata e uma de bronze, confirmando o bom momento da canoagem nacional no panorama internacional.
Um grupo de cavalos selvagens foi avistado na freguesia de Ferreiros, na Póvoa de Lanhoso, junto à via de circulação da Rua do Carvalho, despertando a atenção de quem passava pelo local.
A presença destes animais proporcionou um cenário de beleza natural. Calmos e serenos, os cavalos deixaram-se apreciar, fotografar e filmar, oferecendo momentos únicos de contacto com a natureza.
O avistamento constituiu uma imagem marcante da riqueza paisagística e da fauna existente na região, encantando moradores e visitantes que tiveram a oportunidade de testemunhar a cena.
Na região de Póvoa de Lanhoso, os chamados “cavalos selvagens” pertencem, na sua maioria, à raça Garrana.
A equipa feminina Sub-13 do SC Braga conquistou a Taça Nacional da categoria, assegurando a revalidação do título a uma jornada do final da fase decisiva da competição.
As jovens arsenalistas confirmaram a conquista este domingo ao vencerem o SL Benfica por 2-1, no Campo Pupilos do Exército, em jogo referente à segunda jornada da fase final. O triunfo permitiu às Gverreiras garantir matematicamente o primeiro lugar e celebrar antecipadamente mais um título nacional para a formação bracarense.
A conquista reforça o destaque do SC Braga no futebol feminino de formação, premiando o trabalho desenvolvido ao longo da época e o crescimento contínuo das jovens atletas do clube.
Apesar de já terem assegurado o troféu, as Sub-13 do SC Braga ainda têm pela frente a última jornada da competição, marcada para o próximo sábado, dia 20 de junho, frente à Académica CCMI Leiria, no Parque de Jogos de Soutocico. No final do encontro, as Gverreiras receberão oficialmente a Taça Nacional, encerrando uma temporada marcada pelo sucesso desportivo.
A Associação Bravos da Boa Luz assinalou este sábado o 1º aniversário da Feira de Velharias, Usados, Vintage, Antiguidades e Colecionismo, realizada mensalmente no Jardim do Campo das Hortas, em Braga.
A comemoração ficou marcada pelo cantar dos parabéns, pelo corte do bolo de aniversário, por momentos de convívio e animação musical, num ambiente de grande confraternização entre expositores, visitantes e membros da associação.
A organização aproveitou a ocasião para agradecer a todos os que contribuíram para o sucesso da iniciativa ao longo deste primeiro ano, destacando o apoio dos participantes e do público que tem dado vida a este espaço dedicado às velharias, antiguidades, artigos vintage, colecionismo e muito mais.
A celebração decorreu em pleno Dia de Santo António, reforçando o espírito de união e partilha que tem caracterizado esta feira desde a sua criação.
A Associação Bravos da Boa Luz deixou ainda uma palavra de reconhecimento à equipa responsável pela organização, sublinhando o trabalho desenvolvido ao longo deste primeiro ano de atividade.
Há manhãs em que a política parece começar muito antes das reuniões formais. Começa na rua, no café, na praça, no cumprimento rápido entre pessoas que se conhecem há anos e que, mesmo sem o dizerem, carregam consigo opiniões sobre o que está bem e o que está por fazer.
É nesse quotidiano discreto que muitas vezes se forma a verdadeira perceção da vida pública. Antes das atas, antes das intervenções, antes dos discursos.
Durante muitos anos observei este mundo como cidadã. Acompanhava as notícias locais, assistia às discussões públicas, concordava com algumas decisões, discordava de outras e, como tantos, perguntava-me porque demoravam tanto certas mudanças que pareciam tão evidentes. Via a praça, mas via-a de fora.
A vida levou-me entretanto por diferentes caminhos profissionais. A advocacia ensinou-me que a realidade raramente cabe numa única versão dos factos. A auditoria habituou-me a procurar as causas para lá das aparências. Mais recentemente, o exercício de funções como membro da assembleia municipal permitiu-me entrar nesse espaço que antes observava à distância. E foi nessa passagem que comecei a reparar numa ausência que me inquieta.
Contrariamente ao que tantas vezes se diz, não me parece que faltem ideias na política. Em muitos casos, os problemas são conhecidos, as necessidades estão identificadas e as soluções são discutidas. O que frequentemente parece faltar é outra coisa: coragem.
Não a coragem dos grandes acontecimentos que entram nos livros de História. Nem a dos gestos que se tornam símbolos. Refiro-me à coragem discreta dos dias comuns. À coragem de dizer aquilo em que se acredita quando seria mais confortável permanecer em silêncio. À coragem de assumir uma posição quando todos aguardam para ver qual será o sentido dominante. À coragem de decidir.
Vivemos num tempo curioso. Nunca tivemos tantos meios para comunicar e, no entanto, parece existir um receio crescente de errar em público. Cada palavra é escrutinada. Cada opinião é julgada em tempo imediato. Cada decisão é comentada antes mesmo de produzir efeitos.
Talvez por isso a prudência, que é uma virtude necessária, se confunda tantas vezes com medo. A prudência ajuda-nos a pensar antes de agir. O medo impede-nos de agir depois de pensar.
Ao longo destes meses, tenho observado situações em que todos reconhecem a existência de um problema, em que todos o identificam com clareza, mas em que poucos estão dispostos a promover a sua resolução. Não por falta de capacidade, mas porque decidir implica exposição. Implica crítica. Implica o risco de desagrado.
E é precisamente nesse ponto que a coragem se torna essencial.
Os cidadãos percebem isto com uma clareza muitas vezes silenciosa. Talvez não o verbalizem desta forma, mas reconhecem quando alguém fala por convicção e quando fala por conveniência. Reconhecem quando uma decisão nasce de uma ideia assumida e quando nasce apenas da necessidade de evitar conflito. E é nessa perceção, discreta mas constante, que se constrói ou se fragiliza a confiança nas instituições.
A democracia não exige perfeição. Exige autenticidade. Exige coerência. Exige responsabilidade. Exige, sobretudo, a capacidade de assumir escolhas e responder por elas.
Continuo a acreditar profundamente na política local. É nela que a democracia ganha corpo e proximidade. É nela que os problemas deixam de ser abstratos e passam a ter rosto, nome e lugar. É nela que as decisões se refletem na rua onde vivemos, na escola, na associação da nossa terra ou no quotidiano das nossas comunidades.
Talvez seja por isso que a coragem aqui assume um peso particular. Não a coragem ruidosa dos discursos, mas a coragem tranquila de quem escuta, de quem discorda com respeito, de quem admite quando erra e de quem decide quando é mais fácil não decidir.
Porque as comunidades não avançam apenas com ideias. Avançam quando existe a coragem necessária para transformar convicções em ação. E talvez seja dessa coragem discreta, tantas vezes invisível mas essencial, que mais precisamos na vida pública dos nossos dias.
Fernando Pimenta voltou a confirmar o seu estatuto como uma das maiores figuras da canoagem europeia ao sagrar-se, este domingo, campeão da Europa de K1 5.000 metros, em Montemor-o-Velho. O atleta português conquistou o terceiro título continental consecutivo nesta distância e o quinto da sua carreira.
Numa prova marcada pelo equilíbrio e pela intensidade até aos metros finais, Pimenta lançou um forte sprint na fase decisiva, resistindo à pressão dos adversários para cortar a meta em 21.09,116 minutos. O português terminou à frente do norueguês Jon Vold, segundo classificado, e do dinamarquês Mads Pedersen, que completou o pódio.
Com esta vitória, Fernando Pimenta reforça um impressionante palmarés europeu nos 5.000 metros, distância em que já havia conquistado os títulos de 2016, 2022, 2024 e 2025, somando ainda várias medalhas de prata e bronze ao longo da carreira.
O canoísta de Ponte de Lima encerra assim os Campeonatos da Europa com duas medalhas, depois de ter alcançado no sábado o bronze na prova olímpica de K1 1.000 metros.
Portugal terminou a competição com um total de quatro medalhas: duas de ouro, uma de prata e uma de bronze, confirmando o bom momento da canoagem nacional no panorama internacional.
Nicole Santos, de 12 anos, morreu este domingo, no Hospital de São João, no Porto, na sequência das graves lesões sofridas após ter sido atropelada na sexta-feira em Parada de Gatim, no concelho de Vila Verde.
A menina estava internada na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos desde o dia do acidente, tendo sido inicialmente assistida no local e transportada em estado grave para o Hospital de Braga, antes de ser transferida para a unidade hospitalar do Porto, onde acabou por não resistir.
O acidente ocorreu na manhã de sexta-feira. Nicole tinha sido deixada pelo pai na paragem de autocarro na Avenida de Palmaz e chegou a entrar no transporte, mas voltou a sair ao aperceber-se de que tinha deixado uma garrafa de água na paragem. Ao atravessar a estrada, numa zona sem passadeira, foi colhida por uma carrinha de mercadorias.
A vítima sofreu uma paragem cardiorrespiratória no local, tendo sido assistida por um popular e posteriormente pelos meios de emergência, que conseguiram reverter a situação antes do transporte para o hospital.
A notícia da morte gerou profunda consternação na freguesia de Parada de Gatim e em todo o concelho de Vila Verde, onde a comunidade se tinha mobilizado nos últimos dias em correntes de oração pela recuperação da criança.
Nas redes sociais multiplicam-se as mensagens de pesar e solidariedade dirigidas à família, num ambiente de choque e tristeza generalizada.
À família e amigos a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.