A equipa principal do SC Braga vai fazer um um treino aberto a todos os seus sócios e adeptos, na quarta-feira, dia 31, às 11:30, no Estádio Amélia Morais.
As portas do recinto abrem às 10:30 e o acesso é feito exclusivamente através da entrada principal do Estádio Amélia Morais.
A capacidade é limitada de 2500 pessoas, pelo que o clube aconselha que a entrada e permanência no recinto seja cumprida de forma “atempada e ordeira”.
Criatividade, trabalho colaborativo e tecnologia aplicada à saúde colocaram o Politécnico de Viana do Castelo em destaque no Maker Day – Digitalização e Robótica Aplicada à Saúde. Mais de meia centena de estudantes da Escola Superior de Saúde do IPVC integraram as equipas que conquistaram o 1.º, 2.º e 3.º prémio deste evento nacional.
Os estudantes da Escola Superior de Saúde do Politécnico de Viana do Castelo (ESS-IPVC) estiveram em evidência no Maker Day – Digitalização e Robótica Aplicada à Saúde, realizado este mês, no Politécnico do Porto, ao integrarem as equipas vencedoras dos três primeiros lugares da competição.
A ESS-IPVC participou no evento com 52 estudantes do 3.º ano do curso de licenciatura em Enfermagem, no âmbito da Unidade Curricular Projeto Integrado III, que trabalharam em equipas multidisciplinares num programa formativo intensivo dedicado à inovação pedagógica, à saúde digital e à prototipagem tecnológica.
Durante os trabalhos, os participantes tiveram acesso a diversos workshops práticos, focados em microcontroladores e Arduino, modelação e impressão 3D, assim como técnicas de comunicação e pitch. Houve também oportunidade para os estudantes desenvolverem soluções e protótipos, com acompanhamento técnico permanente e mentoria especializada, em ambiente colaborativo.
O Maker Day culminou com a apresentação final dos projetos perante um júri especializado, que avaliou critérios como inovação, aplicabilidade na área da saúde, qualidade técnica e capacidade de comunicação. O desempenho das equipas que integraram estudantes da ESS-IPVC destacou-se pela criatividade, pela abordagem integrada aos desafios propostos e pela sólida articulação entre conhecimento científico e tecnologia.
A cidade de Braga prepara-se para receber o ano novo com uma grande sessão de fogo de artifício e muita animação musical.
Os espetáculos irão decorrer na Avenida Central, em pleno coração da cidade, e são esperadas milhares de pessoas para dar as boas-vindas a 2026. A música estará a cargo do DJ Emídio Meireles, dos Vizinhos, dos DJ’s Meninos do Rio e do DJ André Salvador.
“Braga despede-se de 2025 em festa, com o regresso da Passagem de Ano à emblemática Avenida Central. Um grande momento de celebração coletiva, que promete encher o coração da cidade de música e energia contagiante. A meia-noite será assinalada com um espetáculo de fogo de artifício que iluminará o céu de Braga, dando as boas-vindas a 2026. Um convite para celebrar a chegada do ano novo no centro da cidade”, convidou o Município de Braga.
A União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos, em Braga, voltou a encher-se de cor, música e alegria no sábado, com a realização da tradicional Parada de Natal, promovida pela Junta.
O evento reuniu a população nas ruas, num momento de celebração que já faz parte do calendário natalício local. Ao final do dia, a autarquia local reservou uma novidade para a população: um Mercado de Natal.
A presidente da União de Freguesias, Adélia Silva, destacou o impacto destas iniciativas na comunidade. “É gratificante ver a nossa população a sair à rua, a conviver e a celebrar o Natal em conjunto. A Parada de Natal é uma tradição que muito nos orgulha e o Mercado de Natal veio reforçar esse espírito de união e proximidade que tanto valorizamos”, afirmou.
À semelhança de anos anteriores, a Parada de Natal percorreu as artérias principais da freguesia, levando consigo o Pai Natal, duendes e várias personagens alusivas à época, que fizeram as delícias de crianças e adultos. Ao som de músicas natalícias, o desfile foi acompanhado com entusiasmo por moradores e visitantes.
Este ano, a Junta de Freguesia decidiu reforçar a programação natalícia com uma novidade: a realização de um Mercado de Natal, no Largo de São Brás, em Merelim São (Pedro). A iniciativa decorreu também no sábado para criar um ambiente ainda mais natalício na freguesia.
O Mercado de Natal contou com a participação de vários projetos e iniciativas locais, que apresentaram produtos artesanais, gastronómicos e criativos. A população respondeu de forma muito positiva, transformando o espaço numa verdadeira noite de Natal, marcada pela partilha, convívio e espírito comunitário.
Vizela foi dos concelhos do país onde comprar casa ficou mais barato no ano de 2025. Segundo uma análise do idealista, a maior descida anual foi registada na Golegã, no distrito de Santarém, onde o preço médio da habitação caiu para 1.083 euros por metro quadradro (euros/m2), uma quebra expressiva de 15,3%. Logo a seguir surge Pampilhosa da Serra, em Coimbra, que atingiu um valor médio de 477 euros/m2, refletindo uma descida de 12,3%, e Pombal, em Leiria, onde os preços caíram 8%, fixando-se nos 1.162 euros/m2.
Também Alcoutim, no distrito de Faro, registou uma diminuição significativa, chegando aos 1.081 euros/m2 (-6,7%). Já no Alentejo, Borba e Portel, ambos no distrito de Évora, apresentaram quebras idênticas, de 5,3%, com valores médios de 875 euros/m2 e 758 euros/m2, respetivamente. No distrito da Guarda, Gouveia atingiu os 594 euros/m2, após uma descida anual de 4,7%, enquanto na Chamusca, em Santarém, os preços recuaram 4%, situando-se nos 756 euros/m2. O distrito de Portalegre também marcou presença no ranking das maiores descidas, com Avis a fixar-se nos 683 euros/m2 (-3,2%).
Ainda no centro do país, Penacova registou um preço médio de 500 euros/m2, após uma redução de 3,1%, e Tábua, igualmente no distrito de Coimbra, desceu para 665 euros/m2 (-2,1%). Em Leiria, Figueiró dos Vinhos apresentou uma quebra de 2%, com o preço por metro quadrado a atingir os 715 euros. No norte do país, Melgaço, no distrito de Viana do Castelo, registou um valor de 544 euros/m2, após uma descida de 1,8%. Já em Vila Real, a capital de distrito homónima caiu 1,6% para 1.343 euros/m2, enquanto Vizela, no distrito de Braga, encerrou a lista das maiores quedas, com um decréscimo de 1,4% e um preço mediano de 1.425 euros/m2.
Braga passou, este domingo, o testemunho de Capital Portuguesa da Cultura a Ponta Delgada. A cerimónia de encerramento da Braga 25, que teve lugar no Theatro Circo, assinalou o final oficial de um ano marcante para a vida cultural da cidade.
João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, sublinhou que “a cultura continuará a ser uma prioridade política no concelho”. “A cultura é uma forma de governar melhor, de criar comunidade e de formar cidadãos mais livres, críticos e participativos. Braga chega ao fim deste ano mais confiante, mais aberta e mais exigente, e uma cidade que vive um ano assim não pode voltar ao normal como se nada tivesse acontecido. O legado da Braga 25 continua, circula e inspira”, afirmou.
Na passagem do testemunho a Ponta Delgada, João Rodrigues salientou ainda o significado simbólico do momento. “Não entregamos apenas um título, entregamos uma ideia: a de que a cultura pode ser motor de coesão, criação e futuro em todo o território”, sustentou.
Já a ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes, destacou que “a iniciativa Capital Portuguesa da Cultura tem como principal objetivo criar um legado que vá muito além do ano do título”, sublinhando que, no caso de Braga, “é absolutamente seguro que esse legado vai perdurar ao longo dos anos”. “O programa permitiu alavancar a cultura em Braga, deixou raízes e vai continuar a dar frutos”, referiu.
Por fim, a comissária de Ponta Delgada 2026, Kátia Guerreiro, destacou a relação próxima mantida com a equipa de ambas as cidades. “Temos trabalhado em estreita articulação com a Braga 25 e assumimos agora, com grande sentido de responsabilidade, este novo ciclo”, disse.
Este foi também um momento para um balanço, ainda parcial, da Braga 25. Até ao final de outubro de 2025, o programa integrou cerca de 1.200 atividades, incluindo ações de formação, capacitação, mediação e participação. Deste universo, destacam-se 253 espetáculos e 95 exposições, que mobilizaram quase 1,5 milhões de espetadores, números que não incluem grandes eventos de espaço público como o Programa de Abertura, a Braga Romana ou a Noite Branca.
Ao longo deste percurso estiveram envolvidos cerca de 1.200 artistas, metade dos quais locais, a par de 19% internacionais, evidenciando simultaneamente o enraizamento no território e a abertura ao exterior.
A cerimónia integrou um espetáculo artístico que cruzou a Ent’Artes – Escola de Dança, de Braga, e o Estúdio 13, de Ponta Delgada, duas estruturas artísticas das cidades Capitais Portuguesas da Cultura, colocando em diálogo artistas das duas cidades e cruzando as ricas tradições do Minho e dos Açores.
Mariana Machado, atleta de Braga, foi a vencedora da prova feminina da Corrida de São Silvestre do Porto, pelo terceiro ano consecutivo. A Gverreira do Minho terminou os dez quilómetros em 33m21s.
Susana Godinho Santos ficou em segundo ao ter acabado em 33m43s e Mónica Silva foi terceiro com o tempo de 34m09s.
Na prova masculina, Rui Pinto, do Sporting CP, venceu com o tempo de 28m48s. André Pereira do GDR Santa Tecla, Braga, ficou em segundo ao ter concluído a prova em 29m21s. João Amaro do SC Braga terminou no terceiro lugar com o tempo de 29m51s.
Braga não precisa de mais slogans. Precisa de decisões claras, executáveis e responsáveis. Ao pensarmos no que desejamos para Braga em 2026, devemos fazê-lo, não como um exercício de intenções vagas, mas como um compromisso com escolhas concretas, sustentadas e avaliáveis. O crescimento da cidade é visível, mas o verdadeiro desafio é transformar esse crescimento em qualidade de vida para todos.
Uma cidade moderna começa na forma como é governada. Precisamos de uma governação transparente, responsável e orientada para resultados. O planeamento estratégico tem de assentar em metas claras, mensuráveis e publicamente acompanhadas. A transparência não pode limitar-se ao cumprimento formal da lei, devendo traduzir se numa prestação de contas efetiva sobre contratos, concessões e decisões estruturantes, em particular no urbanismo. Avaliar o impacto real das políticas públicas deve ser regra e não exceção, sobretudo em áreas que afetam diretamente o quotidiano das pessoas. A boa governação não é uma questão ideológica, é uma obrigação ética e uma forma básica de respeitar os cidadãos.
A mobilidade continua a ser um dos principais testes à organização da cidade. Braga mantém uma dependência excessiva do automóvel e respostas fragmentadas que não resolvem o problema de fundo. Em 2026, não podemos continuar a aceitar transportes públicos pouco fiáveis, falta de articulação entre freguesias e centro urbano e medidas avulsas sem visão integrada. Precisamos de uma rede de transportes eficiente, com horários previsíveis e integração real entre diferentes modos de deslocação. É, pois, necessário planeamento urbano inteligente que reduza deslocações desnecessárias e aproxime serviços das pessoas.
A habitação é talvez o maior desafio social da próxima década. Uma cidade que cresce mas exclui não é uma cidade sustentável. Não podemos aceitar que os jovens trabalhem em Braga mas não consigam viver em Braga, nem que famílias sejam empurradas para fora do concelho por falta de alternativas. Em 2026, devemos ter políticas municipais de habitação com critérios claros, fiscalização efetiva e uma aposta séria na reabilitação urbana orientada para residência permanente.
A economia local deve ser valorizada com coerência entre discurso e prática. Braga tem talento, conhecimento e empresários resilientes, mas continua a precisar de um ambiente regulatório simples, previsível e justo. É essencial apoiar quem cria emprego real e sustentável, em especial as pequenas e médias empresas, e não apenas projetos mediáticos de curto prazo. A atração de investimento deve estar alinhada com emprego qualificado, respeito pelo território e equilíbrio social. Crescimento económico sem justiça territorial gera desigualdade e fragiliza a cidade no médio prazo.
A proximidade entre instituições e cidadãos é outro eixo fundamental. A participação cívica não pode resumir-se a processos formais sem impacto real. Precisamos de mecanismos de participação que influenciem decisões concretas, de uma valorização efetiva das freguesias e de uma administração municipal mais ágil, mais próxima e mais humana. A confiança constrói-se quando as pessoas são ouvidas e quando veem resultados no seu dia a dia.
Para Braga, em 2026, devemos desejar algo exigente, mas alcançável. Uma cidade bem gerida, socialmente equilibrada e institucionalmente íntegra. Menos promessas e mais rigor. Menos retórica e mais execução. O futuro de Braga não se anuncia. Constrói- se, decisão a decisão.