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Dia do Emprego da Engenharia da UMinho vai ter 3800 ofertas

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© UMinho
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A Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho), a celebrar 50 anos, vai promover esta semana um conjunto de iniciativas dedicadas à empregabilidade e ao percurso dos seus estudantes.

O “Dia do Emprego – Tomorrow Needs You” concentra esta quarta-feira, dia 4, das 10:00 às 17:00, na nave central do campus de Azurém (Guimarães), 88 empresas e entidades com mais de 3800 oportunidades de colaboração, estágio e emprego para os estudantes e diplomados de Engenharia, Tecnologia e Design, entre outras áreas.

Entre as empresas, várias em estreia, encontram-se a Critical TechWorks, Continental Mabor, Gestamp, Grupo Casais, Grupo Petrotec, Lufthansa Technik, Nexteam Group e ZF Lifetec, interessadas em captar talentos para os seus negócios. Também participam entidades de dinamização económica, como a Guimarães Set.Up, InvestBraga, Start Esposende, e a Start Point AAUM, facilitando a criação do próprio emprego em projetos de empreendedorismo. A entrada é livre.

Mestrados para todos

O mesmo espaço acolhe no dia seguinte, das 09:30 às 17:30, o Open Day Mestrados, com a divulgação dos 38 mestrados da EEUM em stand. Além de interagir com os diretores destes cursos, é possível assistir a apresentações, talks com antigos e atuais estudantes e esclarecer todas as dúvidas sobre a pós-graduação mais adequada aos diferentes planos de carreira, quer para quem termina a licenciatura como para quem trabalha e procura atualizar/requalificar conhecimentos e competências, adaptando o perfil às novas necessidades do mercado.

Nesta oferta constam cinco mestrados europeus Erasmus Mundus e da Aliança Arqus, permitindo aos alunos frequentar parte do plano curricular noutros países e obter um diploma conjunto com universidades como Granada, Pádua, Vilnius, Girona, Nápoles Federico II, Toulouse 3, La Rochelle, Politécnica da Catalunha e Técnica de Praga. Ao longo do dia, os alunos de Eletrónica Industrial vão também expor, na nave central, 14 protótipos que criaram no último semestre, como um aquário inteligente, uma mesa de cocktail térmica e um robô de transporte.

Recém-diplomados em festa

Já na sexta-feira, 7 de fevereiro, o auditório nobre do campus acolhe a Cerimónia de Graduação, com a presença prevista dos quase 1500 graduados de licenciatura, mestrado e doutoramento da EEUM no último ano, a par de familiares, professores e diretores de curso. O momento celebra um marco do seu percurso académico, um sucesso que é também coletivo.

A sessão decorre das 09:30 às 12:30, com as intervenções do reitor da UMinho, Pedro Arezes; do presidente e da vice-presidente da EEUM, António Vicente e Joana Cunha; e do presidente da Associação Académica da UMinho, Luís Guedes. No palco vão ainda estar três diplomados da EEUM: Sara Fernandes, coordenadora do Centro Operacional de Segurança Informática da Assembleia da República; Alexandre Barros da Cunha, presidente da Vitrus Ambiente; e Albano Miguel Fernandes, diretor-geral da AMF Safety Shoes e administrador da Aloft. No final, há um porto d’honra ao som das tunas Afonsina e Tun’Obebes, na nave central.

A entrada é gratuita, mas requer pré-inscrição para quem terminou o seu curso na EEUM até dezembro de 2025. Os graduados são ainda convidados a deixar um testemunho no Livro de Graduação Online, criado aquando do Cinquentenário da EEUM, para eternizar esta memória coletiva, que fica acessível a todos e a qualquer momento. Para o presidente da Escola, “cada nome aqui registado carrega uma história de persistência, aprendizagem e transformação, convergindo neste ‘regresso a casa’ e, também, na ligação do saber técnico com a ética, o espírito crítico e o compromisso de uma sociedade mais justa e inovadora”.

Braga esterilizou mais de 2500 gatos

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© CM Braga
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O Município de Braga apoiou, desde 2018, a esterilização de 2541 gatos assilvestrados. Em 2025 foram intervencionados 807 animais. Estes números são resultado da implementação do programa CED – Capturar, Esterilizar e Devolver.

No terreno há sete anos, o programa procura “travar a reprodução descontrolada de gatos de rua, garantindo simultaneamente melhores condições sanitárias e uma convivência mais equilibrada entre animais e comunidade”. Na prática, a intervenção é acompanhada por associações locais de proteção animal (Abandoned Pets, APPANIBRAG, Abrigo da Luna, Amigatos da Milkinha e Mia Casa) e por uma rede de cuidadores que monitorizam diariamente as colónias.

Os animais mais jovens ou com comportamento ‘dócil’ são retirados das ruas e encaminhados para adoção responsável, abrindo caminho a novos ciclos em ambiente familiar. “Em simultâneo, o controlo das colónias já existentes tem permitido reduzir gradualmente o número de felídeos em cada núcleo. Este facto resulta em impactos visíveis na tranquilidade dos bairros e na qualidade de vida dos próprios animais”, refere a Câmara de Braga.

As intervenções médico-veterinárias (identificação eletrónica, desparasitação, vacinação anti-rábica, esterilização, tratamentos e análises) são integralmente suportadas pelo Município por via do Programa Nacional ‘Cheque Veterinário’ e das verbas específicas do CED. No ano transato foi disponibilizado um investimento global de 72.250 euros. Paralelamente, no Centro de Recolha Oficial de Braga, foram ainda intervencionados 291 gatos em contexto clínico.

Altino Bessa, vice-presidente da Autarquia, sublinha que os resultados alcançados são fruto de um esforço coletivo. “Estes números não se constroem sozinhos. São o resultado do trabalho em rede levado a cabo com dedicação pelas associações, voluntários e cuidadores que conhecem o território e acompanham diariamente as colónias”, afirma, deixando “um profundo agradecimento a todos os que contribuem para esta causa”.

O vereador reforça que “o Município tem plena consciência de que, sem estas parcerias, os resultados alcançados não seriam possíveis. Nesse sentido, destaca que o programa se tornou estrutural na política municipal de protecção animal, assumindo um papel central na estratégia do concelho”. Reconhecendo a sua importância, o Município decidiu reforçar a verba atribuída ao programa, elevando o investimento para cerca de 72 mil euros.

“Estamos a falar de bem-estar animal, mas também de saúde pública e de qualidade de vida para a comunidade”, salienta Altino Bessa, defendendo que a promoção do bem-estar animal é uma responsabilidade coletiva e um sinal de maturidade cívica.

Entre números e procedimentos, o vice-presidente destaca ainda as histórias de proximidade que dão corpo ao programa, nomeadamente “voluntários que conhecem cada colónia pelo nome, moradores que colaboram na vigilância e processos de adopção que começam com um gesto simples de cuidado. Um trabalho discreto, mas contínuo, que contribui diariamente para redesenhar a relação do concelho com os animais”.

Braga: Associação de Pais organiza Gulbenkian Soccer Cup

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Braga vai receber, a 21 de fevereiro, mais uma edição da Gulbenkian Soccer Cup, iniciativa de convívio para comunidade escolar do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, promovida pela Associação de Pais, que visa também angariar fundos para a viagem de finalistas do 9.º ano.

O evento terá lugar no Pavilhão de Ferreiros e irá juntar alunos, pais, professores e funcionários.

A Associação de Pais do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga foi constituída em 1988. Algum tempo depois, foi constituída a Sala do Aluno da Gulbenkian, espaço gerido pela Associação de Pais, que este ano celebra o seu 31.º aniversário.

A organização deixa o convite à comunidade a juntar-se nesta celebração de 31 anos de dedicação e a participar ativamente na Gulbenkian Soccer Cup 2026, “momento de convívio, alegria e reforço dos laços que nos unem”.

Autarca de Terras de Bouro designado presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Braga

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© CM Terras de Bouro
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Manuel Tibo, presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, foi designado presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Braga.

A Comissão Distrital terá como vice-presidentes Antero Barbosa, presidente do Município de Fafe, e Manuel Teixeira, presidente do Município de Cabeceiras de Basto.

Braga: Merelim São Paio convida população a degustar feijoada no domingo

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A freguesia de Merelim São Paio, em Braga, recebe no próximo domingo, dia 8 de fevereiro, encomendas para feijoada, em regime take-away.

Este prato típico será confecionado pela Comissão de Festas de São Roque para apoiar as festividades de 2026.

Será servida feijoada à transmontana e feijoada branca. Pode reservar até quinta-feira através dos contactos: 912 190 485 / 917 645 558.

Póvoa de Lanhoso sinalizou 764 ninhos de vespa asiática em 2025

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© CM Póvoa de Lanhoso
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O Município da Póvoa de Lanhoso tem vindo a registar um aumento expressivo do número de ninhos de vespa asiática (vespa velutina), avistados em diversos pontos do concelho.

De acordo com os Serviços Municipais de Proteção Civil, em 2024 foram sinalizados 305 ninhos, número que subiu para 764 em 2025, representando mais do que o dobro das ocorrências notificadas. “Este crescimento reflete uma tendência verificada em todo o território das Comunidades Intermunicipais do Ave e do Cávado”, refere a Câmara Municipal.

“A proliferação desta espécie invasora tem consequências preocupantes, nomeadamente no setor apícola, com a quebra significativa na produção de mel, pois as abelhas melíferas têm sido dizimadas. Apesar de a quase totalidade dos ninhos ser eliminada após a respetiva comunicação aos serviços competentes, o número de novos casos registados aumentou de forma exponencial ao longo do ano passado. Atualmente, a intervenção nos ninhos de vespas asiática no concelho é realizada através da inoculação de um biocida específico, método que permite uma atuação mais célere e eficaz. No entanto, após a intervenção, os ninhos permanecem no local até à sua queda natural. Os ninhos de vespas asiática podem atingir grandes dimensões, apresentando-se geralmente de forma arredondada ou em pera, com abertura lateral. Encontram-se, na maioria dos casos, na copa das árvores a grande altura, mas podem também surgir noutros locais”, acrescenta.

O Município apelou à colaboração da população, solicitando que todos os avistamentos de vespas ou de ninhos sejam comunicados aos Serviços Municipais de Proteção Civil, através do número 253 639 700.

As alterações climáticas, ensaios nucleares e a hipocrisia do discurso ambiental

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© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

O mundo vive um tempo de sobressalto climático. Ondas de calor extremo, secas prolongadas, chuvas diluvianas, incêndios de escala inédita e a progressiva instabilidade dos ecossistemas são hoje realidades inegáveis. O discurso dominante aponta o dedo, quase exclusivamente, à poluição gerada pelas populações, aos automóveis, ao consumo energético doméstico, ao plástico, à alimentação, aos hábitos quotidianos do cidadão comum. Porém, esta narrativa, repetida até à exaustão, peca por seletiva, conveniente e, sobretudo, profundamente injusta.

Ao longo do século XX e início do século XXI, a Humanidade foi palco de algumas das experiências mais violentas e irresponsáveis alguma vez realizadas contra o próprio planeta. Refiro-me aos ensaios nucleares levados a cabo pelas grandes potências militares, muitas delas autoproclamadas guardiãs da ordem mundial e da consciência ambiental.

Desde 1945, centenas de explosões nucleares foram detonadas na atmosfera, nos oceanos e no subsolo. Os Estados Unidos, pioneiros na utilização e teste da arma nuclear, realizaram mais de um milhar de ensaios, muitos deles atmosféricos, libertando para o ar quantidades incalculáveis de radiação. A Rússia (e a antiga União Soviética) respondeu com testes ainda mais potentes, incluindo a maior explosão nuclear alguma vez registada. A França contaminou extensas áreas do Pacífico e do deserto africano, durante décadas, com impactos que ainda hoje se fazem sentir nas populações locais. O Reino Unido realizou testes em territórios ultramarinos, longe dos olhos da sua própria população. A Coreia do Norte, já em pleno século XXI, voltou a rasgar a crosta terrestre com explosões subterrâneas, ignorando deliberadamente qualquer noção de equilíbrio ambiental ou segurança planetária.

Estas explosões não foram meros “eventos históricos”. Foram atos de violência geofísica. Alteraram camadas do solo, contaminaram lençóis freáticos, modificaram ecossistemas inteiros, dispersaram partículas radioativas na atmosfera global e interferiram com padrões naturais que ainda hoje não compreendemos totalmente. Foram agressões diretas à Terra, cujas consequências não se esgotam em relatórios confidenciais ou em tratados assinados a posteriori.

Perante este legado, é intelectualmente desonesto colocar no mesmo plano ou, pior ainda, sobrepor o impacto ambiental de um cidadão que conduz um automóvel a combustão ou aquece a sua casa, com o impacto sistémico e irreversível de centenas de detonações nucleares. A escala não é comparável. A natureza da agressão não é comparável. A responsabilidade não é comparável.

É evidente que a poluição gerada pelas populações tem efeitos reais e cumulativos, emissões de gases com efeito de estufa, degradação dos oceanos, produção excessiva de resíduos. Mas esta poluição é, em grande medida, consequência de modelos económicos, industriais e energéticos impostos de cima para baixo, frequentemente pelos mesmos Estados que, no passado, rasgaram o planeta em nome da supremacia militar. Exigir sacrifícios individuais sem assumir responsabilidades históricas é uma forma sofisticada de transferência de culpa.

O discurso climático dominante sofre, assim, de uma amnésia seletiva. Fala-se de palhinhas de plástico, mas raramente de cogumelos nucleares. Fala-se de impostos verdes, mas pouco de solos irremediavelmente contaminados por decisões geopolíticas. Fala-se de “consciência ambiental”, mas evita-se discutir o impacto real das maiores experiências destrutivas alguma vez realizadas pelo Homem.

Se quisermos, de facto, falar de alterações climáticas com seriedade, é imperioso alargar o foco. Não basta moralizar o comportamento das populações. É necessário confrontar a história, exigir transparência, responsabilizar Estados e reconhecer que parte significativa da instabilidade ambiental atual tem raízes profundas em decisões militares e estratégicas que nunca foram democraticamente escrutinadas.

Sem essa honestidade intelectual, o combate às alterações climáticas continuará a ser um exercício de retórica conveniente: pesado sobre os ombros dos cidadãos comuns e indulgente para com os verdadeiros agressores do planeta.

Braga: Tebosa vai festejar São Brás no próximo fim de semana

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© Amigo Simão / Liliana Oliveira / José Francisco
© Amigo Simão / Liliana Oliveira / José Francisco

A comunidade de Tebosa, em Braga, vai festejar São Brás no próximo fim de semana com muita animação musical.

As festividades contarão também com as tradicionais celebrações religiosas e as grandiosas sessões de fogo de artifício. A Comissão de Festas convida toda a comunidade a participar nestas festividades que engrandecem o nome da freguesia. 

Programa

3 de fevereiro (terça-feira)

  • 19:30 – Missa em honra de São Brás

6 de fevereiro (sexta-feira)

  • Música gravada durante oi dia
  • 08:00 – Alvorada de morteiros
  • 22:00 – Amigo Simão com Liliana Oliveira e a sua banda
  • 00:00 – Sessão de fogo de artifício
  • 00:30 – DJ Ruben Dias by Kamaro

7 de fevereiro (sábado)

  • Música gravada durante o dia
  • 08:00 – Alvorada de morteiros
  • 09:00 – Entrada dos Zés Pereiras “Os da Borga”
  • 20:15 – Missa em honra de São Brás
  • 22:00 – José Francisco
  • 00:00 – 2 grandiosas sessões de fogo de artifício
  • 00:30 – After Party com DJ surpresa by Kamaro

8 de fevereiro (domingo)

  • 08:00 – Alvorada de morteiros
  • 11:00 – Missa em honra de São Brás
  • 14:00 – Banda Marcial de Arnoso Santa Maria
  • 15:30 – Atos religiosos, seguida da procissão
  • 17:00 – Atuação dos Zés Pereiras “Os da Borga”

Mais de 200 estudantes de 38 países chegam à UMinho no 2.º semestre

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© UMinho
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O segundo semestre na Universidade do Minho (UMinho) vai ter “um brilho especial”. Mais de 200 estudantes de intercâmbio, provenientes de 38 países, chegaram ao abrigo do Programa Erasmus+ e dos acordos de cooperação existentes e já fazem parte da dinâmica dos nossos campi. O programa de boas-vindas (Welcome Day) destes estudantes decorreu na passada sexta-feira, em Guimarães. Itália, Brasil, Turquia, Espanha, França e Alemanha são os países mais representados neste grupo de estudantes.

A sessão de abertura e boas-vindas teve lugar no campus de Azurém, local que acolheu vários momentos informativos dedicados à apresentação dos serviços, unidades e iniciativas da UMinho, nomeadamente o apoio educativo e informático, as bibliotecas, a ação social, o apoio psicológico, o centro de línguas e as tutorias por pares. Foram ainda apresentadas as atividades, missão e projetos desenvolvidos pela Associação Académica da UMinho (AAUMinho), Erasmus Student Network Minho (ESN Minho) e Provedora do Estudante.

Após o almoço na cantina universitária, um momento especial de confraternização entre os estudantes de vários países, teve lugar a intervenção da Câmara Municipal de Guimarães e do Laboratório da Paisagem, realçando o facto de Guimarães ser a Capital Verde Europeia 2026. Devido às condições meteorológicas particularmente adversas, o programa da tarde sofreu ligeiras alterações e as atividades no exterior deram lugar ao “bingo humano”, iniciativa promovida pela AAUMinho e a ESN Minho, que decorreu no Auditório Nobre do campus universitário. Ao longo desta e da próxima semana, de 2 a 13 de fevereiro, terão lugar outras atividades de integração, destacando-se as reuniões com o Serviço de Apoio à Internacionalização e com os coordenadores académicos de mobilidade da UMinho, por área de estudo.

Esta iniciativa, promovida semestralmente pela Unidade de Serviço de Apoio à Internacionalização, tem como principal objetivo dar a conhecer a UMinho e as suas cidades aos estudantes em mobilidade, proporcionando um acolhimento próximo e criando as condições necessárias para uma integração positiva e enriquecedora. Neste semestre, os estudantes chegam da Albânia, Alemanha, Angola, Arménia, Áustria, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Cabo Verde, Cazaquistão, Chéquia, Chile, Colômbia, Eslováquia, Espanha, França, Geórgia, Grécia, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Jordânia, Kosovo, Lituânia, Luxemburgo, Marrocos, Moçambique, Noruega, Palestina, Peru, Polónia, Portugal, Reino Unido, Roménia, Tunísia, Turquia e Ucrânia.

Retomada circulação ferroviária entre Braga e Lisboa

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A circulação ferroviária na Linha do Norte para o serviço de longo curso entre Braga e Lisboa, e a Linha do Minho foi retomada esta terça-feira.

A CP refere que, na sequência do temporal na semana passada, a circulação ferroviária continua suspensa na Linha do Douro, entre a Régua e Pocinho, a Linha do Oeste e os Urbanos de Coimbra.