A Seleção Portuguesa de Futsal está na final do Campeonato da Europa após vencer a França por 1-4.
Os franceses chegaram primeiro à vantagem por intermédio de Touré. A equipa das quinas fez a reviravolta com golos de Diogo Santos, Tomás Paçó, Erick Mendonça e Gueddoura, na própria baliza.
Portugal, que é detentor dos últimos dois torneios, tinha chegado às meias finais depois de encerrar a fase de grupos com o pleno de vitórias, após triunfos diante de Itália, Hungria e Polónia.
A Seleção Nacional irá defrontar a Espanha na final, no próximo sábado, dia 7 de fevereiro, às 18:30.
A Praça – Mercado Municipal de Braga vai celebrar o Carnaval com cinco dias de festa. A iniciativa decorrerá de 13 a 17 de fevereiro com programação diária ao longo de todo o dia e noite.
O Carnaval na Praça 2026 será a maior celebração de Carnaval realizada em Braga, reunindo música, cultura, gastronomia e animação num formato contínuo ao longo de cinco dias. O evento contará com a atuação de vários DJs reconhecidos e bandas de música ao vivo, com programação diferente todos os dias.
O espaço estará dividido em duas áreas, no piso térreo com acesso totalmente gratuito, e no piso superior com zona VIP de acesso pago.
O evento é pensado como um espaço inclusivo e aberto a todos, direcionado a famílias, jovens, residentes locais e comunidade internacional, promovendo simultaneamente a dinamização cultural do Mercado Municipal de Braga.
Assinalando a semana de atividades com jovens do concelho no âmbito do Dia da Defesa Nacional, a presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes, esteve hoje de visita ao Regimento de Cavalaria nº 6, em Braga, valorizando o papel das instituições militares na qualidade de vida das populações.
Acompanhada pelo comandante do RC6, Coronel de Cavalaria Luís Quinteiros Morais, a autarca salientou “a importância do contacto dos mais jovens com os militares e atividade das Forçar Armadas”, numa iniciativa “com impacto na promoção dos valores humanistas e sociais para a vida em comunidade”.
A par da segurança e participação em ações militares de defesa do direito internacional, Júlia Rodrigues Fernandes destacou o papel das forças militares “igualmente para a defesa e valorização da cultura e da identidade do nosso território”.
A presidente de Câmara e os responsáveis do Regimento de Cavalaria frisaram ainda “a intervenção dos militares na resposta aos estragos provocados pelo mau tempo, especialmente na região de Leiria, colocando os recursos e as capacidades técnicas dos diferentes ramos das Forças Armadas no apoio às populações e nos trabalhos de recuperação”.
No âmbito desta iniciativa, os jovens do concelho de Vila Verde passam ao longo desta semana pelas instalações do Regimento de Cavalaria, tendo a oportunidade de conhecer a história e a atividade das Forças Armadas, designadamente o Exército, a Força Aérea e a Marinha, assim como experimentar equipamentos de intervenção militar.
A Câmara de Braga garantiu que tem vindo a intensificar as intervenções na rede rodoviária do concelho, em resposta ao “agravamento do estado de conservação de diversos arruamentos, situação fortemente acelerada pelas condições meteorológicas adversas e anormais registadas nas últimas semanas”.
“A precipitação intensa, a instabilidade prolongada e a elevada humidade têm criado um contexto técnico particularmente desfavorável: com este tempo, em muitos casos não é possível executar reparações definitivas com a qualidade e durabilidade exigidas, uma vez que os materiais e as técnicas de pavimentação requerem janelas de estabilidade atmosférica para garantir boa aderência, compactação e resistência”, explica a Autarquia.
Nesse sentido, o Município afirma que tem “concentrado esforços em intervenções de caráter preventivo, temporário e corretivo, com o objetivo de mitigar riscos imediatos, reduzir a probabilidade de agravamento dos danos e assegurar condições mínimas de segurança rodoviária e circulação, até estarem reunidas as condições para trabalhos estruturais e duradouros”.
“Sempre que a janela meteorológica o permite, as equipas operacionais intervêm no terreno, mobilizando os meios disponíveis e recorrendo, quando necessário, a trabalho suplementar, de modo a responder às situações de maior criticidade. Até ao momento, foram realizadas intervenções temporárias em dezenas de arruamentos, incluindo a Rua do Caires, Variante Sul, Avenida 31 de Janeiro, Rua D. Pedro V, Rua de S. Victor, Rua do Espadanido e Rua Jaime Sotto Mayor, entre outros, estando previstas novas acções nos próximos dias”, sublinha.
Paralelamente, o Município diz manter contacto “permanente” com a IP – Infraestruturas de Portugal, com vista à “concretização das intervenções necessárias nas vias sob sua responsabilidade”.
Foi aprovada em reunião de Executivo, no âmbito das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026, uma verba superior a 19 milhões de euros destinada a intervenções rodoviárias de caráter estrutural.
Simultaneamente, o Município de Braga refere estar a preparar um plano de intervenção de “grande escala” para a requalificação da rede viária do concelho, que “permitirá uma resposta mais robusta, eficaz e sustentável, articulada com as intervenções preventivas em curso e orientada por critérios de prioridade, segurança e impacto na mobilidade”.
“Assim que existirem condições meteorológicas estáveis, o Município avançará com intervenções definitivas e duradouras, enquadradas no plano de requalificação em preparação, com planeamento, critérios de prioridade e foco na segurança e na mobilidade em todo o concelho”, finalizou.
O CAVIM – Pastoral Universitária de Guimarães, em colaboração com diversas instituições locais e regionais, vai organizar a Feira do Voluntariado Universitário, que terá lugar no próximo dia 11 de fevereiro, entre as 09:00 e as 19:00, na Universidade do Minho – Campus de Azurém.
Este evento tem como principal objetivo “aproximar os estudantes universitários das oportunidades de voluntariado, promovendo o compromisso cívico, a solidariedade e a participação ativa da juventude em áreas fundamentais da sociedade”, tais como a educação, a saúde, a ação social, a ação cívica, a sustentabilidade e o ambiente.
A feira contará com a presença de várias entidades e organizações de voluntariado, proporcionando aos estudantes contacto direto com projetos concretos e a possibilidade de inscrição imediata nas diferentes iniciativas.
As dores nas costas são uma das queixas mais comuns da população em geral. Para muitos, começam como um incómodo, mas pode tornar-se um problema sério, com impacto no trabalho, na vida familiar e na qualidade de vida. Em alguns casos, quando os tratamentos habituais deixam de resultar, a cirurgia à coluna pode ser necessária.
A boa notícia é que esta área da Medicina está a mudar — e a mudar para melhor. Em Portugal, tal como noutros países, a cirurgia à coluna tem evoluído com um objetivo claro: reduzir riscos para o doente e melhorar os resultados clínicos.
Durante muitos anos, estas cirurgias foram associadas a procedimentos muito invasivos, recuperações longas e risco elevado de complicações. Mesmo com os avanços das últimas décadas, existe sempre um momento crítico: a precisão. Muitas cirurgias implicam a colocação de implantes para estabilizar a coluna, e pequenos desvios podem ter consequências significativas.
Um implante mal posicionado pode provocar dor persistente, irritação ou lesão dos nervos, limitações na mobilidade e, em alguns casos, obrigar a uma nova cirurgia. Para o doente, isto significa mais sofrimento e mais tempo afastado da vida normal. Para o SNS, representa mais dias de internamento, mais tempo de bloco operatório, mais exames e mais custos. É um problema que afeta todos.
É neste contexto que a robótica na cirurgia da coluna surge como uma nova revolução. A tecnologia não substitui o médico. O cirurgião continua a liderar todo o processo. A diferença é que passa a contar com um apoio que permite executar passos mais delicados com muito maior precisão. E quando a cirurgia é mais precisa, há menos erros, menos complicações e melhor recuperação.
Menos complicações significam também menor risco de reoperações e menos ocupação de recursos hospitalares. Um doente que recupera mais depressa regressa mais cedo à sua autonomia, à vida familiar e ao trabalho, reduzindo o impacto social e económico da doença. A inovação, neste sentido, deixa de ser um luxo e passa a ser uma decisão racional.
Naturalmente, a tecnologia por si só não chega. É essencial investir em equipas bem formadas, com treino contínuo e partilha de boas práticas, em que o doente deve estar no centro das decisões, com acesso a informação clara sobre as opções disponíveis.
Iniciativas como a campanha “Olhe Pelas Suas Costas” ajudam a promover a prevenção, o diagnóstico precoce e escolhas mais informadas. Tratar bem da sua coluna é a medida profilática mais importante.
Apostar na inovação é apostar em mais qualidade de vida e um SNS mais eficiente. É, acima de tudo, apostar num futuro onde tratar melhor também significa gastar melhor.
A CDU quer a realização de uma Assembleia Municipal Extraordinária em Braga para discutir a mobilidade no concelho.
O partido considera que “a promessa agora feita pelo pPresidente da Câmara Municipal, João Rodrigues, de ter um projeto BRT a ligar as cidades de Braga e de Guimarães como nova prioridade, é uma afronta às necessidades reais dos bracarenses e à solução mais viável e ecológica: a ferrovia”.
“A CDU reivindica desde o primeiro dia a construção da ligação ferroviária entre Braga e Guimarães, tal como foi aprovado em Assembleia Municipal. O presidente da Câmara Municipal de Braga não pode mudar de posição em relação à mobilidade intra-concelhia a seu bel-prazer, nem fazer esquecer a ligação ferroviária como solução mais eficaz para a ligação entre os concelhos. O projeto BRT foi amplamente difundido pela Câmara de Braga e pelo Governo, criando expectativas junto da população que importa garantir que não sejam frustradas. Como a CDU tem vindo a referir, a opção pelo modelo BRT foi tomada com base nos critérios de custo mais baixo e rapidez de concretização de obra comparativamente com outras hipóteses. Desde o início que a CDU alertou para o risco de perda do financiamento devido ao incumprimento de prazos”, reforça o partido.
A CDU recorda que foi inicialmente planeado para incluir quatro linhas, com uma extensão total de 22,5 quilómetros, mas “devido a limitações orçamentais e a complexidades técnicas, apenas uma linha foi confirmada para avançar numa primeira fase, a Linha Vermelha, com cerca de 6 quilómetros, que ligaria a estação ferroviária ao Hospital, passando pela Universidade do Minho (Gualtar)”.
“A quinze dias do final do mandato, o executivo municipal anterior, de que o atual presidente da Câmara fazia parte, assinou o contrato de concepção-construção da Linha Vermelha do BRT, num montante de mais de 32 milhões de euros, sublinhando ‘a relevância do projeto para a cidade e para a população’ e garantiu a sua conclusão ‘até 30 de Junho de 2026’. Em plena campanha eleitoral, João Rodrigues, face a críticas ao projeto, declarou publicamente que abandonar o mesmo seria ‘mandar 75 milhões de euros para o lixo, literalmente’, qualificando a ideia como uma ‘insanidade política, uma coisa inexplicável’ e que ‘não se pode pegar neste dinheiro e aplicar noutras coisas’. Não se compreende, assim, como é possível que seja o próprio autor destas declarações a, depois de eleito, vir apresentar a ‘suspensão’ – como eufemisticamente chama ao abandono do projeto – como uma enorme vantagem para a cidade, quando o Município pode vir a ter de pagar uma indemnização pela suspensão do projeto da linha vermelha”, reclama a CDU.
O partido vai mais longe ao afirmar que “os esforços de propaganda em plena campanha eleitoral procuraram disfarçar a incapacidade da coligação municipal PSD/CDS em concretizar efetivamente um conjunto de investimentos que visassem melhorar de facto a mobilidade dentro do concelho de Braga. O presidente da Câmara Municipal não pode dar o dito por não dito e fazer da empreitada do BRT mais uma promessa vazia, como outras que começam a ficar esquecidas no rescaldo das eleições autárquicas”.
A CDU está a “condenar” a gestão PSD/CDS da política de mobilidade no concelho de Braga “sem rumo estratégico e com contradições em relação que foi dito pelo próprio presidente de Câmara ao longo dos últimos meses”. “Não são necessários estudos nem novas comissões – o que é necessário é uma ligação ferroviária Braga-Guimarães. É hora de avançar com as soluções de que Braga precisa”, finalizou.
Morreu José Luís Nogueira de Brito, histórico dirigente do CDS, natural de Barcelos. Tinha 88 anos.
O antigo líder parlamentar do CDS chegou a ser presidente do Conselho Nacional do partido e foi deputado eleito por Braga entre 1983 e 1995.
“É com grande pesar que o CDS-PP comunica a morte de José Luís Nogueira de Brito, militante, dirigente, deputado e antigo Líder Parlamentar do CDS”, comunicou o partido.
O estacionamento em Braga vai ficar mais caro. O preço dos parcómetros vão passar de 0,80 cêntimos para 1 euro por hora, assim como as avenças mensais para 10 euros, para moradores, e 20 euros, para profissionais.
A medida, que consta no Plano de Atividades e do Orçamento Municipal para 2026, que foi provado na segunda-feira em Reunião de Câmara Extraordinária com os votos favoráveis da coligação Juntos por Braga e da vereadora Catarina Miranda, contando com a abstenção do Partido Socialista, Amar e Servir Braga, Chega e Iniciativa Liberal, deverá entrar em vigor no mês de março.