A Fundação Stela e Oswaldo Bomfim encontra-se a desenvolver, em São Torcato, no concelho de Guimarães, a obra de construção de uma creche e de um Serviço de Apoio Domiciliário (SAD), projeto estruturante para o reforço das respostas sociais de proximidade no território.
A empreitada registou “ajustamentos ao cronograma inicialmente definido”, encontrando-se atualmente em plena execução e a decorrer “a bom ritmo”. A concretização deste projeto tem contado com o apoio “determinante, contínuo e estruturante” da Câmara Municipal de Guimarães, que assumiu “um papel central desde a fase inicial do processo”.
“Esse apoio materializou-se, desde logo, na cedência do terreno em regime de direito de superfície, à qual se somaram apoios técnicos, administrativos e institucionais, nomeadamente ao nível do acompanhamento do processo urbanístico, da articulação interinstitucional e do enquadramento da obra nas políticas municipais de ação social e coesão territorial. O projeto conta igualmente com o apoio da Junta de Freguesia de São Torcato, que tem acompanhado o desenvolvimento da obra, colaborando de forma próxima com a Fundação e as entidades envolvidas, num esforço conjunto de valorização e resposta às necessidades da população local”, refere a Fundação Bomfim.
O projeto foi pensado para “assegurar elevados padrões de qualidade de construção, com espaços funcionais, seguros e confortáveis, adequados às necessidades dos seus utentes”. Com a criação de 46 vagas, a futura creche permitirá aumentar a capacidade de acolhimento de crianças até aos 3 anos, contribuindo para a conciliação da vida familiar e profissional, enquanto o Serviço de Apoio Domiciliário assegurará apoio a 60 pessoas idosas e dependentes, promovendo a sua autonomia, bem-estar e permanência no domicílio.
De acordo com a Fundação Bomfim, “prevê-se a entrada em funcionamento do novo equipamento social no segundo semestre de 2026, reforçando o compromisso conjunto da Fundação, do Município de Guimarães e da Junta de Freguesia de São Torcato com o desenvolvimento social, a inclusão e a melhoria da qualidade de vida da comunidade vimaranense”.
O Comando Territorial de Braga, através dos Postos Territoriais da Póvoa de Lanhoso e de Vieira do Minho, apreendeu, no dia 9 de fevereiro, diversos artigos pirotécnicos, nos concelhos de Vieira do Minho e da Póvoa de Lanhoso.
Na sequência de uma denúncia efetuada relativa à posse de artigos pirotécnicos nas imediações de um estabelecimento de ensino em Vieira do Minho, por um grupo de alunos menores de idade, os militares da Guarda desenvolveram uma ação de fiscalização.
“No âmbito das diligências, os militares deslocaram-se ao referido estabelecimento de ensino, tendo apurado que os artigos pirotécnicos eram disponibilizados por estabelecimentos comerciais sediados naquele concelho, o que resultou na apreensão de cerca de 54 artigos pirotécnicos da categoria F2”, refere a GNR.
Prosseguindo as diligências, a Guarda fez uma ação de fiscalização a estabelecimentos comerciais nos concelhos de Vieira do Minho e da Póvoa de Lanhoso, que culminou na apreensão de 1.000 estalitos da categoria F1, 2.400 petardos da categoria F2 e um pote de fumos da categoria T1.
“No âmbito da ação de fiscalização foram ainda elaborados cinco autos de contraordenação, designadamente, por disponibilização/venda de artigos pirotécnicos a consumidores com idade inferior aos limites legais, por falta de livro de registo de venda de artigos pirotécnicos, por falta de autorização da Direção Nacional da PSP para a venda de artigos pirotécnicos da categoria F2 (petardos), e por falta de instruções e informações de segurança em língua portuguesa”, acrescenta a GNR.
Os artigos pirotécnicos foram recolhidos pela Equipa de Inativação de Engenhos Explosivos (EOD) de Braga, que procedeu à respetiva perícia.
Os autos serão remetidos à Polícia de Segurança Pública de Braga.
O Centro Social de Calendário, em Vila Nova de Famalicão, inaugurou, esta sexta-feira, três novas salas de creche, que permitiram a criação de 44 novas vagas na área da primeira infância. Com este acrescento, a instituição duplicou a resposta a este nível, contando agora com seis salas de creche, num total de 88 crianças.
O investimento global, cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), ultrapassou os 300 mil euros, tendo a Câmara Municipal de Famalicão contribuído com um apoio financeiro de 75 mil euros para a concretização do projeto.
A sessão de inauguração contou com a presença de diversas entidades civis e religiosas, entre as quais o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, o Arcebispo Primaz de Braga, D-. José Cordeiro, o diretor do Centro Distrital da Segurança Social, João Ferreira, o presidente do Centro Social de Calendário, Padre Jorge Ferreira, e o presidente da União de Freguesias de Famalicão e Calendário, Ricardo Mendes.
Esta manhã, na inauguração das novas salas, Mário Passos referiu que “esta é mais uma resposta concreta às necessidades atuais, num contexto de crescente procura por respostas na área da primeira infância”. “Estamos a dar particular atenção às creches e à criação de novas vagas no concelho, para que possamos dar ainda mais apoio às famílias famalicenses”, referiu o edil.
Recorde-se que o Centro Social de Calendário é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS). Até ao momento, a instituição acolhe 271 crianças nas valências de creche, jardim de infância, pré-escolar e ATL.
João Maia, jogador dos sub-16 do SC Braga, foi chamado à Seleção Nacional Sub-16 para um torneio amigável internacional.
Portugal vai defrontar a Alemanha e os Países Baixos, no Complexo Desportivo Vila Real Stº António. O estágio vai decorrer até ao dia 17 de de fevereiro.
Até 2026, os cartões de stablecoin se tornaram uma forma prática de pagamento para usuários no Brasil. Eles permitem gastar USDT ou USDC no dia a dia — em compras online, em lojas físicas ou por meio de carteiras digitais — com a conversão automática do saldo em stablecoin para real brasileiro (BRL) no momento da compra. Para o usuário, o pagamento funciona como qualquer transação comum com cartão, sem trocas manuais ou etapas extras.
Neste artigo, analisaremos seis cartões de débito stablecoin que se destacam como as opções mais práticas para usuários no Brasil, selecionados por sua usabilidade no dia a dia, tarifas transparentes e adequação para gastos regulares com stablecoins.
O que são cartões de débito em stablecoins?
Cartões de débito em stablecoins são cartões de pagamento vinculados a saldos em stablecoins como USDT ou USDC. Ao contrário dos cartões de criptomoedas tradicionais, que podem ser afetados pela volatilidade do mercado, os cartões de stablecoins são projetados para gastos previsíveis, pois são lastreados em ativos com valor relativamente estável. Esses ativos são, na maioria das vezes, moedas fiduciárias, mas em alguns casos também podem incluir commodities como ouro ou outros instrumentos lastreados em ativos.
Esses cartões permitem pagar por produtos e serviços enquanto o saldo em stablecoins é convertido automaticamente para fiat — no caso do Brasil, para BRL — no momento da compra. Por isso, são bastante usados para despesas do dia a dia, assinaturas, compras online e pagamentos internacionais, funcionando como uma ponte prática entre ativos digitais e o uso cotidiano do dinheiro.
Como funcionam os cartões de stablecoin no Brasil
Os cartões de criptomoedas funcionam por meio de um processador de pagamentos que conecta carteiras cripto à infraestrutura tradicional de cartões. Esse processador atua como intermediário entre o seu saldo em stablecoins, o sistema do cartão e o comerciante.
No momento do pagamento, o processador verifica o saldo em USDT ou USDC, converte o valor necessário para real brasileiro (BRL) com base na taxa atual e processa a transação como um pagamento comum com cartão. Para o comerciante, trata-se simplesmente de um pagamento em BRL — não é necessário aceitar criptomoedas diretamente.
Todo esse processo acontece em segundos e de forma automática, o que torna os cartões de stablecoin adequados para pagamentos do dia a dia no Brasil, sem exposição à volatilidade dos preços das criptomoedas.
Top 6 cartões de stablecoin no Brasil
Abaixo estão cartões de débito em stablecoins que podem ser usados por usuários no Brasil em 2026 para gastos do dia a dia. Essas opções costumam focar no essencial — uso de stablecoins, conversão automática para fiat e cartões virtuais — em vez de ecossistemas complexos ou programas de recompensas. Isso as torna ideais para quem busca simplicidade e previsibilidade nos pagamentos.
Cryptomus Card
O Cryptomus Card é um cartão virtual de débito em stablecoins emitido como Visa ou Mastercard, dependendo do BIN escolhido. Após uma verificação KYC única, os usuários podem emitir instantaneamente até 10 cartões virtuais e carregá-los a partir de uma carteira pessoal usando USDT ou USDC.
Os pagamentos contam com conversão automática no checkout, e os cartões podem ser adicionados ao Apple Pay e ao Google Pay. As taxas são informadas com antecedência, e os recursos de segurança incluem 2FA, 3D Secure e bloqueio instantâneo do cartão. O cartão opera em EUR e USD, com conversão aplicada para usuários no Brasil.
Xapo Virtual Card
O Xapo Virtual Card é um cartão de débito cripto virtual baseado em Mastercard que permite gastar stablecoins com conversão automática no momento do pagamento. O cartão pode ser usado para compras online e assinaturas, enquanto saldos, taxas e limites são gerenciados diretamente pelo aplicativo da Xapo. A proposta é simples: uso direto do cartão e preços claros, sem foco em programas de recompensas ou recursos extras.
Advcash Crypto Card
O Advcash Crypto Card é um cartão virtual de débito baseado em Visa, vinculado a um saldo interno em stablecoins. As stablecoins são convertidas automaticamente durante as transações, tornando o cartão adequado para pagamentos online e serviços internacionais. A disponibilidade e os limites dependem do nível de verificação e da região do usuário.
Cartão Payeer Crypto
O Cartão Payeer Crypto é emitido como um cartão de débito virtual Visa e suporta pagamentos financiados por stablecoins com conversão em tempo real no momento do pagamento. Após a verificação da conta, os usuários podem emitir um cartão e gastar stablecoins online, com controles disponíveis no painel de controle. Tarifas e limites são exibidos antecipadamente, e a interface foi projetada para acesso rápido a saldos, transações e configurações do cartão, tornando-o adequado para gastos online regulares.
Cartão Virtual Volet
O Cartão Virtual Volet é um cartão de débito virtual baseado em Mastercard que pode ser financiado com stablecoins. A conversão para moeda fiduciária ocorre automaticamente durante o pagamento, e o cartão é usado principalmente para compras online, assinaturas e pagamentos internacionais. O gerenciamento do cartão é feito por meio de uma interface web, onde os usuários podem visualizar tarifas, limites e histórico de transações antes de efetuar pagamentos.
Cartão Capitalist Crypto
O Cartão Capitalist Crypto é um cartão de débito virtual Visa que suporta gastos com USDT com conversão automática no momento do pagamento. Ele é normalmente usado para pagamentos e serviços digitais do dia a dia, com ferramentas básicas de segurança e limites transparentes. As tarifas são claramente definidas e o cartão é gerenciado por meio de um painel simples, focado no acompanhamento do saldo e no controle de pagamentos, em vez de recursos adicionais.
Os cartões de stablecoin se tornaram uma solução prática para pagamentos cotidianos no Brasil, permitindo gastar USDT ou USDC com conversão automática para real no momento do pagamento. Como taxas, stablecoins suportadas e recursos variam de um cartão para outro, comparar esses pontos ajuda a escolher a opção que melhor se adapta à sua rotina e oferece pagamentos previsíveis e convenientes.
Realiza-se no próximo dia 21 de fevereiro, em Viana do Castelo, a 2.ª edição do Fórum Minho, iniciativa promovida conjuntamente por todos os núcleos do Minho da Iniciativa Liberal.
O evento contará com a presença de Rui Rocha, vereador liberal em Braga e deputado na Assembleia da República. O Fórum Minho afirma-se como “um espaço de reflexão e debate sobre os principais desafios que se colocam aos municípios da região”. Nesta edição, o foco estará “na necessidade de ganhar escala e reforçar a capacidade de resposta das autarquias em áreas estruturantes como a habitação, o desenvolvimento económico e a inovação”.
Além de Rui Rocha, estão também confirmadas as presenças de Liliana Silva, presidente da Câmara Municipal de Caminha,, e de Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitetos.
A iniciativa pretende “reunir eleitos, dirigentes partidários, especialistas e cidadãos interessados em discutir soluções concretas para o futuro do Minho, promovendo uma visão estratégica para o território e reforçando a articulação entre os vários concelhos da região”.
A Câmara Municipal de Vila Verde reagiu às recentes declarações e questões da CDU relativamente à Central de Camionagem, em que membros do partido afirmaram que aquele equipamento encontra-se em “estado de degradação e abandono” e que as condições “têm vindo a agravar-se” após o incêndio ocorrido em março de 2025.
Em resposta, a Autarquia diz que, após o incêndio, interveio para “minimizar estragos e reparar danos que afetaram áreas públicas do edifício”.
“Todas as peritagens apontam para que o incêndio tenha ocorrido no interior de uma das lojas arrendadas, tendo-se confirmado a regularidade do sistema elétrico central. Entretanto, devido a ação judicial promovida pela lojista onde teve origem o incêndio e por força de consequente providência cautelar para ‘prova futura’, está impedida qualquer intervenção na zona diretamente afetada pelo incêndio. Por essa mesma razão, mantém-se ‘o cheiro a queimado’ e a ‘sujidade de fuligem’, assim como equipamentos danificados no interior das lojas afetadas”, sublinha a Câmara Municipal de Vila Verde.
Neste contexto, sustenta que “a zona diretamente afetada pelo incêndio encontra-se vedada”. “Apesar das condicionantes em vigor, foram asseguradas todas as condições de segurança para a operacionalidade da Central de Camionagem e para que as áreas públicas e de circulação se mantenham acessíveis e disponíveis aos utentes e trabalhadores. O edifício da Central de Camionagem continuará a ser monitorizado pelos serviços municipais de limpeza e manutenção”, garante a Autarquia.
“Logo que seja possível do ponto de vista judicial e jurídico – isto é, logo que seja efetuada a peritagem solicitada pela lojista onde o incêndio deflagrou –, o Município irá intervir para restaurar e requalificar esta infraestrutura, por forma a que seja dotada de condições mais modernas e funcionais, tendo em conta a sua reconhecida importância nas políticas estratégicas do Município para a mobilidade”, finalizou.
O Comando Territorial de Braga, através do Núcleo de Investigação Criminal de Guimarães, no dia 10 de fevereiro, deteve um homem, de 49 anos, por furtos no interior de veículos, no concelho de Guimarães.
No âmbito de uma sequência de furtos ocorridos nos últimos meses naquele concelho, os militares da Guarda desenvolveram diligências de investigação que culminaram no cumprimento de dois mandados de busca domiciliária e de um mandado de detenção fora de flagrante delito.
A operação resultou na detenção do suspeito e na apreensão de um veículo automóvel. No decurso da ação, foi ainda constituído arguido um homem de 44 anos.
O detido foi presente no Tribunal Judicial de Guimarães, no dia 11 de fevereiro, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
Arc Living é o nome do novo empreendimento que o Grupo Arliz, construtora de Braga, está a construir e a promover no Porto, na interseção da Rua do Dr. Manuel Laranjeira, em Salgueiros, com a VCI. Com projeto da autoria do gabinete de arquitetura mcf.a&a e renderização da Luppa Architects, está organizado em dois blocos residenciais, com sete pisos habitacionais e duas caves reservadas ao estacionamento. No total, contempla 93 apartamentos T0 (18), T1 (51) e T2 (24), com áreas que variam entre 48 m2 e 139 m2.
A curva marcante da fachada Norte, assumida como gesto arquitetónico, reforça a identidade do projeto e ganha expressão no contraste entre o betão e o mármore de Extremoz aplicado nos alçados adjacentes.
Assumindo-se como “um complexo residencial versátil, pensado para atender a diferentes estilos de vida e perfis de residentes”, o Arc Living promete “proporcionar conforto e qualidade de vida aos futuros moradores”. A sua localização estratégica – a poucos minutos do Pólo Universitário, do Instituto Politécnico, do Hospital de São João e do IPO, bem como de ligações rápidas ao IC23, à Circunvalação e às autoestradas A1, A3 e A4, alia-se às comodidades oferecidas.
Os residentes beneficiarão de um ginásio, amplas varandas e terraços, zona ajardinada e uma sala multiusos equipada com kitchenette, instalações sanitárias e áreas destinadas à realização de reuniões e celebrações. Apresenta, ainda, lugares de garagem (incluindo para moradores com mobilidade reduzida), zona de lavagem de viaturas e pré-instalação para o carregamento de automóveis elétricos, sendo o acesso facilitado por elevadores e caixas de escadas.
Todas as divisões contemplam ar condicionado, os quartos contam com roupeiros embutidos e as cozinhas em open space são equipadas com placa de indução, forno e micro-ondas combinado, frigorífico combinado e máquina de lavar louça.
A sustentabilidade não foi esquecida e está refletida na seleção de recursos ecológicos e recicláveis, considerando a instalação de bombas de calor e painéis fotovoltaicos, que promovem a eficiência energética do edifício.
“O Arc Living nasce numa envolvente urbana consolidada e estrategicamente posicionada: uma zona do Porto que se tem vindo a afirmar como um dos principais polos residenciais, académicos e de serviços da cidade. A sua localização privilegiada, junto a importantes eixos de mobilidade e proximidade a transportes públicos, permite um acesso rápido e eficiente ao centro do Porto e às principais ligações rodoviárias ao resto do país, facilitando a mobilidade no dia a dia. A poucos minutos, encontram-se superfícies comerciais – como o Parque Nascente e o Alameda Shopping -, várias universidades de referência, hospitais e zonas verdes – com destaque para o Parque do Covelo. É, por isso, expectável que desperte o interesse de estudantes e jovens profissionais associados ao meio académico ou ao setor da saúde, de famílias que pretendem manter-se bem conectadas ao centro do Porto e usufruir de acessos fáceis à cidade, e ainda de investidores que reconheçam o potencial do edifício face à sua localização atrativa”, destaca a MTC – Sic Imobiliária Fechada, empresa do Grupo Arliz responsável pela promoção do empreendimento.
“Acreditamos que o Arc Living acrescenta valor à oferta residencial do Porto, tirando partido de uma zona estratégica, em constante desenvolvimento e permanente apreciação”, afirma a sociedade imobiliária.
A comercialização dos apartamentos já iniciou e existem condições especiais de lançamento. Os interessados podem obter mais informações através do website www.grupoarliz.pt/arcliving, contactando diretamente a equipa comercial via telefónica +351 927 914 834 (rede móvel nacional) ou enviando um e-mail para [email protected].