
A Câmara Municipal de Vila Verde reagiu às recentes declarações e questões da CDU relativamente à Central de Camionagem, em que membros do partido afirmaram que aquele equipamento encontra-se em “estado de degradação e abandono” e que as condições “têm vindo a agravar-se” após o incêndio ocorrido em março de 2025.
Em resposta, a Autarquia diz que, após o incêndio, interveio para “minimizar estragos e reparar danos que afetaram áreas públicas do edifício”.
“Todas as peritagens apontam para que o incêndio tenha ocorrido no interior de uma das lojas arrendadas, tendo-se confirmado a regularidade do sistema elétrico central. Entretanto, devido a ação judicial promovida pela lojista onde teve origem o incêndio e por força de consequente providência cautelar para ‘prova futura’, está impedida qualquer intervenção na zona diretamente afetada pelo incêndio. Por essa mesma razão, mantém-se ‘o cheiro a queimado’ e a ‘sujidade de fuligem’, assim como equipamentos danificados no interior das lojas afetadas”, sublinha a Câmara Municipal de Vila Verde.
Neste contexto, sustenta que “a zona diretamente afetada pelo incêndio encontra-se vedada”. “Apesar das condicionantes em vigor, foram asseguradas todas as condições de segurança para a operacionalidade da Central de Camionagem e para que as áreas públicas e de circulação se mantenham acessíveis e disponíveis aos utentes e trabalhadores. O edifício da Central de Camionagem continuará a ser monitorizado pelos serviços municipais de limpeza e manutenção”, garante a Autarquia.
“Logo que seja possível do ponto de vista judicial e jurídico – isto é, logo que seja efetuada a peritagem solicitada pela lojista onde o incêndio deflagrou –, o Município irá intervir para restaurar e requalificar esta infraestrutura, por forma a que seja dotada de condições mais modernas e funcionais, tendo em conta a sua reconhecida importância nas políticas estratégicas do Município para a mobilidade”, finalizou.


