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Comissão Municipal de Proteção Civil de Esposende aprova execução de exercícios de emergência

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© CM Esposende
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A Comissão Municipal de Proteção Civil de Esposende reuniu, no dia 9 de março, em sessão ordinária presidida pelo presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, para analisar a atividade desenvolvida no domínio da proteção civil e definir ações estratégicas para reforçar a capacidade de resposta do concelho.

Durante a reunião foi apresentada uma síntese da atividade desenvolvida pelas entidades que integram a Comissão, ao longo de 2025, com particular destaque para o número de ocorrências registadas pelos agentes de proteção civil e para o trabalho desenvolvido no âmbito do socorro e da segurança no território.

No decurso da sessão, foi aprovada a realização de dois exercícios de proteção civil, destinados a testar e reforçar a articulação entre as diferentes entidades envolvidas na gestão de emergências.

O primeiro exercício será realizado na modalidade TTX – Table Top Exercise (Exercício de Decisão) e terá como cenário principal um incêndio rural. A simulação permitirá testar procedimentos relacionados com a ativação do Centro de Coordenação Operacional Municipal (CCOM), a convocatória da Comissão Municipal de Proteção Civil, a eventual declaração de Situação de Alerta e a ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil (PMEPC). O exercício visa ainda identificar eventuais constrangimentos e oportunidades de melhoria na gestão de incidentes desta natureza.

O segundo exercício decorrerá na modalidade CPX – Command Post Exercise (Exercício de Posto de Comando) e terá como objetivo testar a instalação e funcionamento de um posto de comando municipal perante um cenário de exceção, promovendo a articulação das diferentes áreas de responsabilidade na resposta a uma ocorrência.

A reunião permitiu ainda abordar outros assuntos de interesse geral relacionados com o socorro e a segurança no concelho de Esposende, reforçando o compromisso das entidades envolvidas com a prevenção de riscos e a proteção das populações.

A Comissão Municipal de Proteção Civil tem, entre outras competências, a função de acompanhar as políticas municipais no domínio da proteção civil, emitir parecer sobre o acionamento dos planos municipais de emergência, promover a realização de exercícios e simulacros, assim como assegurar a difusão de avisos e comunicados dirigidos à população e às instituições, incluindo os órgãos de comunicação social.

A alma da cidade mora no bairro

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© Cristina Fontes
© Cristina Fontes

Hoje, foram assinados novos protocolos para o projeto “Viva o Bairro”,  o que é de louvar.

A vitalidade de uma cidade não se mede apenas pela imponência dos seus monumentos ou pelos turistas que percorrem o seu centro histórico, mas também pela pulsação silenciosa e resiliente que ocorre nas suas pracetas, ruas e bairros.

Em Braga, o programa “Viva o Bairro” tem-se afirmado como um catalisador fundamental desta energia, provando que a verdadeira inovação social nasce da base, quando se dá voz e meios a quem melhor conhece o terreno, ou seja, as associações locais e os próprios moradores.

Ao descentralizar o investimento e apostar no trabalho coletivo das comunidades, fomenta-se um sentimento de pertença que é o antídoto mais eficaz contra a erosão do tecido social urbano.

A vitalidade destes projetos reside na sua capacidade de transformar o espaço público em algo mais do que betão e asfalto. Ruas e bairros passam a ser lugares de encontro. Quando vemos iniciativas  como “Raízes da Praceta”, da Associação de Moradores da Praceta Padre Diamantino Martins ou as atividades de Saúde e Bem-estar levadas a cabo pela Associação de Moradores do Bairro das Enguardas, percebemos que a arquitetura social é tão importante como a física. Um banco de jardim ou uma horta comunitária não são apenas mobiliário ou agricultura, mas pretextos para o diálogo e para a vigilância afetiva entre vizinhos. Esta dinâmica é particularmente visível na forma como se  abordam as relações intergeracionais. Vejam-se os projetos como os da Associação de Moradores do Bairro da Alegria ou da Parretas, que promovem o diálogo entre a força da juventude e a sabedoria dos mais velhos, garantindo a transmissão de valores e a regeneração da vida comunitária.

Projetos como a “Academia Tecl@rt” demonstram que a cultura e a tecnologia devem ser ferramentas de democratização e não de exclusão. Ao levar o ensino das artes e a literacia digital para o coração dos bairros, Braga está a dizer a cada criança do Bairro de Santa Tecla ou das Andorinhas que o seu código postal não define o seu futuro .

Em suma, a coesão social faz-se desta forma, garantindo que o progresso da cidade não deixa ninguém para trás, num movimento onde o sucesso de um bairro é celebrado como uma vitória de todo o concelho. A importância da BragaHabit neste processo deve continuar a ser a de um facilitador que confia na autonomia das associações, permitindo que estas cresçam. Manter e reforçar este apoio ao associativismo local é um imperativo estratégico para o futuro de Braga. Num mundo cada vez mais digital e atomizado, o regresso à vizinhança, ao apoio mútuo e à celebração na rua é fundamental para valorizar todos e cada um dos bracarenses.

Oxigenar Braga está de volta com semana de atividades dedicadas à sustentabilidade

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© CM Braga
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O Oxigenar Braga está de volta ao concelho de 17 a 22 de março, com uma semana repleta de atividades dedicadas à sustentabilidade.

Promovida pela Câmara Municipal de Braga, a iniciativa contará com um conjunto de oficinas, ações de sensibilização e atividades na natureza, convidando a comunidade a participar em ações que incentivam práticas mais sustentáveis e o contacto com o ambiente.

O programa inclui oficinas de plantas aromáticas, kokedamas, culinária sustentável, controlo de plantas invasoras, formação em agricultura biológica, um banho de floresta e ainda uma ação de limpeza do Rio Este.

As inscrições podem ser feitas aqui.

A nova violência digital que ameaça os nossos jovens

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

Numa manhã aparentemente normal, uma adolescente chega à escola e percebe que algo está diferente. Os olhares cruzam-se, os telemóveis circulam de mão em mão e os sussurros multiplicam-se pelos corredores. Alguém criou e partilhou uma imagem íntima com o seu rosto. A imagem não é real. Nunca existiu. Foi gerada por inteligência artificial a partir de uma fotografia retirada das redes sociais. Para quem a vê, a dúvida raramente existe. Para quem é vítima, o impacto é imediato.

Nos últimos anos começaram a surgir cada vez mais relatos deste tipo de situações. Fotografias comuns, publicadas online sem qualquer intenção, são manipuladas por ferramentas de inteligência artificial para criar imagens íntimas falsas com um realismo perturbador. Devido a este facto, foi recentemente divulgado um alerta internacional subscrito por dezenas de autoridades de proteção de dados sobre um fenómeno que tem vindo a crescer de forma silenciosa: a criação de imagens íntimas falsas através de inteligência artificial.

Esta tecnologia, que tantas oportunidades promete em áreas como a saúde, a educação ou a inovação, revela também um lado profundamente inquietante quando utilizada sem ética ou responsabilidade. Hoje, uma simples fotografia disponível nas redes sociais pode ser manipulada por ferramentas de inteligência artificial para gerar imagens íntimas falsas. O problema não é apenas tecnológico. É também social, jurídico e, sobretudo, humano.

Quando falamos deste fenómeno, não podemos ignorar que as principais vítimas são frequentemente mulheres, jovens e menores. A criação e disseminação de imagens íntimas falsas pode provocar humilhação pública, danos psicológicos profundos, isolamento social e situações de chantagem ou ciberbullying. Em alguns casos, os impactos podem acompanhar a vítima durante anos.

Não podemos, pois, deixar de olhar para esta realidade com particular preocupação. As crianças e os adolescentes vivem hoje grande parte da sua vida no espaço digital. As redes sociais tornaram-se lugares de socialização, afirmação e construção da identidade. No entanto, esse mesmo espaço pode transformar-se rapidamente num terreno de vulnerabilidade quando tecnologias avançadas são utilizadas de forma abusiva. A facilidade com que estas ferramentas podem ser utilizadas, muitas vezes gratuitamente e em poucos minutos, cria um novo tipo de risco para o qual a sociedade ainda não está plenamente preparada.

Este alerta internacional é, por isso, um sinal importante. As autoridades apelam às empresas tecnológicas para que reforcem mecanismos de prevenção, transparência e remoção rápida de conteúdos prejudiciais. Contudo, a resposta não pode ficar apenas do lado das plataformas.

É fundamental investir em literacia digital, capacitando crianças, jovens, famílias e educadores para compreenderem os riscos e saberem agir perante situações de abuso no ambiente digital. As escolas, as autarquias e as instituições que trabalham na proteção de menores têm aqui um papel determinante.

Ao mesmo tempo, importa que o debate público acompanhe a velocidade da inovação tecnológica. As leis, as políticas públicas e os mecanismos de proteção precisam de evoluir para garantir que a dignidade humana continua a ser um princípio inegociável, mesmo num mundo cada vez mais digital.

A inteligência artificial pode e deve ser uma ferramenta de progresso. Mas quando invade a intimidade das pessoas sem consentimento, transforma-se num instrumento de violência.

Proteger as crianças e os jovens neste novo contexto digital é uma responsabilidade coletiva. Porque, no fim, a questão não é apenas o que a tecnologia consegue fazer. A verdadeira questão é aquilo que a sociedade está disposta a permitir.

Conheça os números do Euromilhões

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Os números do Euromilhões de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números  12 – 14 – 27 – 44 – 50 e pelas estrelas 4 e 12.

Em jogo está um primeiro prémio de 209 milhões de euros.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Barcelos recebeu reunião do Conselho Local de Ação Social

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© CM Barcelos
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O Auditório dos Paços do Concelho acolheu, na segunda-feira, a reunião do Conselho Local de Ação Social de Barcelos, no âmbito do trabalho desenvolvido pela Rede Social de Barcelos. A sessão contou com a participação do vereador da Ação Social, José Paulo Matias, na qualidade de presidente do Conselho Local, e reuniu representantes de várias instituições do concelho.

Um dos pontos em destaque foi a deliberação do parecer do Núcleo Executivo relativo ao pedido do Centro de Bem-Estar Social de Alheira para a criação de uma sala de berçário em creche. A proposta foi considerada “pertinente”, face ao aumento da procura por vagas no concelho e à existência de listas de espera, pretendendo reforçar a resposta às necessidades das famílias.

Outro momento central da reunião foi dedicado à apresentação da avaliação dos Planos de Ação referentes ao ano de 2025, desenvolvidos pelas 15 Comissões Sociais Interfreguesias (CSIF) e pelos grupos operativos da Rede Social. Foram apresentados os resultados das atividades dinamizadas pelas CSIF ArcosVer, Baixo Cávado, Baixo Neiva, Cávado Sul, Do Cávado à Franqueira, Moinhos do Neiva, Monte D’Assaia, Nun’Álvares, Poente da Franqueira, Rede Seis, Sol Nascente, Sul da Franqueira, UMGGALO, Vale do Neiva e Vale do Tamel, bem como pelos grupos de trabalho Grupo Temático do Voluntariado (GTV), Grupo Operativo da Deficiência e Incapacidade (GODI), Grupo Operativo da Pessoa Idosa (GOI) e pelo Núcleo Executivo da Rede Social.

Esta apresentação permitiu “evidenciar o trabalho desenvolvido no território ao nível da promoção do bem-estar, inclusão social, participação comunitária e capacitação das populações, envolvendo múltiplas iniciativas dirigidas a diferentes públicos”.

No decorrer do plenário foram, também, apresentados os resultados do Projeto “SER VOZ”, promovido pelo Grupo de Ação Social Cristã (GASC), uma estrutura especializada de atendimento e acompanhamento a vítimas de violência doméstica e de género. Desde o início do projeto, foram registados mais de 1.300 atendimentos, dirigidos a pessoas adultas vítimas de violência e a crianças e jovens expostos a contextos de violência, evidenciando a importância desta resposta no apoio e proteção das vítimas. 

A sessão incluiu, ainda, a apresentação do projeto “Gentes da Minha Terra”, promovido pela Associação Galo Novo, que tem como principal objetivo promover o envelhecimento ativo e saudável, combater o isolamento social e incentivar a participação comunitária das pessoas mais velhas através de atividades intergeracionais e de voluntariado. 

A reunião terminou com um período dedicado a outros assuntos, reforçando o compromisso das entidades parceiras da Rede Social em “continuar a trabalhar de forma articulada para responder aos desafios sociais do concelho de Barcelos e promover uma comunidade mais inclusiva e solidária”.

Proteção Civil de Braga reforça prevenção com mais de 1400 intervenções

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© CM Braga
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O Município de Braga realizou, ao longo de 2025, um total de 1443 intervenções no âmbito da Proteção Civil e da Proteção Ambiental, consolidando uma atuação técnica e operacional focada na prevenção de riscos, na segurança das populações e na proteção do território.

No plano técnico, foram efetuadas 13 vistorias para avaliação das condições de segurança e realizadas 197 avaliações de risco relacionadas com situações de desmoronamento de estruturas edificadas, deslizamentos de terras e queda de elementos construtivos. Estas intervenções refletem uma monitorização contínua das vulnerabilidades urbanas, integrada numa estratégia municipal de mitigação de perigos estruturais e salvaguarda do espaço público.

Integrada na Unidade de Planeamento de Emergência, Riscos e Proteção Ambiental (UPERPA), a Secção de Operações e Proteção Ambiental (SOPA) manteve igualmente uma forte atividade operacional ao longo do ano, assegurando apoio logístico a operações de proteção civil e socorro, a fiscalização do cumprimento das normas ambientais e a articulação com as forças de segurança em situações de agressão ao ecossistema.

No domínio ambiental, foram realizadas 58 verificações de descargas ilegais em linhas de água, 119 verificações ambientais e 166 ações de silvicultura, evidenciando um compromisso permanente com a preservação dos recursos naturais e a prevenção de riscos associados à degradação ambiental.

Durante o ano foram ainda registados 275 alertas relacionados com limpeza de vias e sinalização de perigo e 122 ocorrências no âmbito da prevenção e resposta a inundações, números que demonstram a capacidade de resposta do município perante fenómenos meteorológicos adversos e situações de emergência local.

Ao nível operacional, a SOPA assegurou 112 apoios logísticos a operações, promoveu 288 ações de eliminação de sobrantes e biotriturações e realizou 93 ações de recolha de sobrantes e trabalhos com trator e reboque, contribuindo de forma significativa para a redução do risco de incêndio rural e para a manutenção da segurança em zonas urbanas e periurbanas.

Para Altino Bessa, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, “estes resultados demonstram a eficácia da estratégia municipal”. “Estes indicadores evidenciam uma política municipal assente na prevenção estruturada e na intervenção qualificada. Os números alcançados em 2025 demonstram que Braga não reage apenas às ocorrências; antecipa riscos, intervém preventivamente e protege o seu território de forma integrada. Esta é a prova de que investimos na segurança, na fiscalização ambiental e na proteção das comunidades”, disse.

O responsável sublinha ainda que “o reforço da capacidade operacional da UPERPA e da SOPA traduz uma visão estratégica da ação municipal”. “Estamos a falar de centenas de intervenções que evitam danos maiores, reduzem vulnerabilidades e promovem um concelho mais seguro e ambientalmente responsável. A proteção civil e a proteção ambiental são hoje dimensões indissociáveis da qualidade de vida dos bracarenses”, conclui.

Rampa Internacional da Falperra regressa a Braga de 15 a 17 de maio

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© CAM - Clube Automóvel do Minho
© CAM – Clube Automóvel do Minho

Vem aí mais uma Rampa da Falperra. A cidade de Braga volta a estar no epicentro das competições de automobilismo nacional e internacional, de 15 a 17 de maio.

O cartaz da 45.ª edição da prova de automobilismo foi partilhado pela organização da Rampa da Falperra, em parceria com o CAM – Clube Automóvel do Minho e o Núcleo de Estudantes da Fórmula Student da Universidade do Minho que promoveu um concurso para a concessão do cartaz oficial.

“Não percas mais uma ‘mítica’ edição da Rampa da Falperra, uma prova a contar para o Campeonato Europeu de Montanha e Taça de Portugal de Montanha. Mais informações em breve!”, informou a organização.

Autarca de Esposende avalia estragos do mau tempo e acelera soluções antes do verão

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© CM Esposende
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O presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, visitou várias zonas costeiras do concelho afetadas pelas recentes intempéries, numa deslocação acompanhada por técnicos da Administração da Região Hidrográfica do Norte, com o objetivo de avaliar os estragos e definir soluções de intervenção, tendo em vista salvaguardar as condições de segurança e preparar a aproximação da época balnear.

Em Apúlia, foi analisado o estado do paredão e da rampa de acesso, situados na zona ribeirinha. A força do mar provocou um rombo na estrutura, tornando necessária uma intervenção de reparação. De acordo com os técnicos presentes, a solução proposta pelo Município poderá avançar, prevendo o alinhamento da parede de suporte e a criação de uma plataforma de observação mais adequada naquele local.

Também na zona de Cedovém, em Apúlia, a Autarquia avançou com uma intervenção de emergência, na rampa de acesso utilizada pelas embarcações de pesca. O recurso a pedra e betão permitiu repor as condições de operacionalidade da infraestrutura e, sobretudo, garantir a segurança dos pescadores, numa atuação considerada “urgente” face ao risco iminente de colapso da estrutura.

Paralelamente, encontram-se a ser ponderadas outras soluções para mitigar os efeitos da erosão costeira, designadamente a fixação de inertes na praia e a implementação de mecanismos de proteção como geocilindros e sistemas de estacaria.

As recentes condições meteorológicas adversas deixaram marcas em vários pontos do litoral e também em zonas ribeirinhas do concelho. Nas praias de Ofir, Suave Mar, Belinho, Mar e Antas, foram registados danos em infraestruturas como passadiços e bares de apoio de praia. Todas as ocorrências foram reportadas aos técnicos da Administração da Região Hidrográfica do Norte para avaliação e acompanhamento técnico das intervenções necessárias.

Famalicão prepara-se para celebrar a Semana Santa

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© CM Famalicão
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Famalicão prepara-se para a Semana Santa com uma programação abrangente que, entre 14 de março e 5 de abril, promete transformar o concelho num destino de referência para quem por esta altura visita o concelho e a região.

Organizadas pela Confraria das Santas Chagas em parceria com a Câmara Municipal, as solenidades deste ano apostam numa dinâmica que une a herança histórica à vivência comunitária. O presidente da autarquia, Mário Passos, sublinha a relevância do evento, referindo que, durante este período, “Famalicão é, sem dúvida, um ponto de passagem obrigatório no roteiro regional”, destacando “o impacto cultural e a importância de manter vivas as tradições” que definem a identidade famalicense.

O programa de 2026 da Semana Santa arranca com o Encontro Ecuménico a 14 de março, mas ganha escala com a 4.ª Caminhada pelo Património Religioso no dia 21, um momento que convida à descoberta dos tesouros históricos locais. Um dos grandes destaques desta edição é o 5.º Cortejo Bíblico Páscoa Hebraica, que no Domingo de Ramos, dia 29 de março, percorrerá as ruas da cidade. “Esta expressão da fé, vivida através dos ritos católicos e perpetuada no nosso imaginário coletivo, reflete traços indissociáveis da nossa cultura, assumindo diferentes roupagens e manifestações que, ao longo dos tempos, foram dando corpo a um riquíssimo e diversificado património”, aponta José Pedro Sousa, juiz da Confraria das Santas Chagas.

A par da vertente espiritual, a Semana Santa de Famalicão volta a dar palco à gastronomia com o 5.º Certame Páscoa Doce, que este ano se prolonga por dois fins de semana na Praça D. Maria II, incluindo o concurso de doçaria tradicional no dia 28 de março.

As festividades atingem o seu momento mais solene na quinta-feira santa, 2 de abril, com a Procissão “Ecce Homo” e, na Sexta-Feira Santa, com a imponente Procissão do Enterro do Senhor. Entre concertos corais sinfónicos e as tradicionais orações litúrgicas, o evento culmina no domingo de Páscoa com o Compasso Pascal, encerrando um mês de atividades que celebram a fé, a cultura e o património de Vila Nova de Famalicão.

Todos os eventos da Semana Santa de Famalicão são de acesso gratuito.