O International Iberian Nanotechnology Laboratory (INL), em Braga, acolhe no próximo dia 19 de março, a partir das 9:00, o Encontro Nacional de Compras Públicas de Inovação 2026, uma iniciativa promovida pela Agência Nacional de Inovação (ANI)/AI2 e pelo Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção (IMPIC), no âmbito do Centro de Competências de Compras Públicas de Inovação português PROCURE+i.
Sob o mote “A Administração Pública como motor da Inovação”, o encontro reunirá decisores políticos, especialistas internacionais, representantes da administração pública, academia e entidades do ecossistema científico e tecnológico para debater o papel estratégico da contratação pública no estímulo à inovação. A iniciativa pretende ainda contribuir para o desenvolvimento do Programa Nacional de Compras Públicas de Inovação (CPI), reforçando a visão de uma Administração Pública mais ativa na dinamização do ecossistema de inovação em Portugal.
Num contexto em que a contratação pública é cada vez mais reconhecida como instrumento de política económica e tecnológica – incluindo no quadro das iniciativas europeias de inovação promovidas pela Comissão Europeia – o encontro dará particular destaque à forma como os mercados públicos podem estimular a procura de soluções inovadoras e acelerar a modernização dos serviços públicos.
O evento contará com a participação de especialistas e representantes institucionais de vários países, incluindo Espanha, Reino Unido, Alemanha e Brasil, que irão partilhar experiências e boas práticas internacionais na implementação de políticas de compras públicas de inovação. Programa completo aqui.
O Mercado BRANC’ARTE, que se realizou no fim de semana, no Largo da Senhora-a-Branca, em Braga, em São Victor, teve a visita de João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal.
A Associação BRANC’ARTE agradeceu a visita do edil que se fez acompanhar pela sua mãe. “A visita do presidente encheu-nos de orgulho e alegria. Agradecemos profundamente a sua amabilidade e o tempo dedicado a conversar pessoalmente com cada um dos nossos artesãos e mercadores, reconhecendo o valor do trabalho que aqui se faz com tanta dedicação. A sua presença trouxe ainda mais brilho a este espaço que celebra a criatividade, a tradição e a identidade bracarense. Gestos como este fortalecem a nossa comunidade e motivam-nos a continuar a crescer e a melhorar”, agradeceu Sandra Ribeiro da Associação BRANC’ARTE.
A Universidade Sénior de Vieira do Minho comemorou esta quarta-feira o seu 15.º aniversário num ambiente marcado pela alegria, partilha e espírito de convívio. A celebração reuniu alunos, professores e colaboradores desta comunidade académica sénior, que assinalaram a data com momentos de animação e confraternização, tornando o dia ainda mais especial para todos os presentes.
O momento mais simbólico da comemoração foi o tradicional corte do bolo de aniversário, que assinalou os 15 anos de atividade desta instituição dedicada à aprendizagem ao longo da vida e ao fortalecimento dos laços de amizade entre os seus participantes.
A iniciativa contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira, bem como dos vereadores Carlos Mota e Sofia Rocha, que se juntaram à celebração para destacar a importância deste projeto para a comunidade local.
Promovida pelo Município de Vieira do Minho, a Universidade Sénior tem vindo, ao longo destes anos, a afirmar-se como um espaço privilegiado de aprendizagem, convívio e partilha de experiências. Para muitos dos seus alunos, representa uma oportunidade de continuar a aprender e manter uma vida ativa, enquanto para outros é um espaço de encontro, amizade e enriquecimento pessoal.
Com mais de uma centena de alunos inscritos e uma oferta variada de disciplinas e atividades, a Universidade Sénior disponibiliza áreas como inglês, canto coral, danças, informática, folclore, concertinas, educação física, hidroginástica e psicologia, entre outras. As aulas são asseguradas por professores voluntários, cuja dedicação tem sido fundamental para o sucesso e crescimento desta iniciativa.
De 15 em 15 dias, decorre ainda um projeto denominado “À Conversa com os Enfermeiros”, no qual profissionais de enfermagem se deslocam à Universidade Sénior para, promover a literacia em saúde junto da população sénior, falar com os alunos sobre diversos temas de interesse relacionados com a saúde e o bem-estar, promovendo momentos de esclarecimento e partilha de informação útil para o dia a dia dos participantes. Trata-se de um projeto que conta com uma parceria entre a Universidade Sénior de Vieira do Minho e a UCC do Cávado Ao Ave II.
Ao celebrar 15 anos de existência, a Universidade Sénior de Vieira do Minho reafirma o seu compromisso de “continuar a promover o envelhecimento ativo, combater o isolamento social e incentivar a aprendizagem ao longo da vida”.
A Câmara Municipal de Famalicão continua a apoiar as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho na concretização das obras que estão a desenvolver e que vão permitir aumentar a resposta que diariamente prestam à comunidade.
Esta quinta-feira, em mais uma Reunião de Câmara, o executivo liderado por Mário Passos aprovou a atribuição de uma nova tranche de apoios dirigida a cinco IPSS famalicenses, no valor de 230 mil euros.
A verba destina-se à conclusão das obras de construção, remodelação e ampliação das instalações do Centro Social e Cultural de S. Pedro de Bairro, do Centro Social da Paróquia de Joane e de Landim, da SOCIALELOOS – Associação Social de Fradelos e da ACIP – Ave Cooperativa de Intervenção Psico-social CRL.
“As respostas sociais que as IPSS desenvolvem no terreno são essenciais para reforçar a rede de apoio às famílias famalicenses”, salientou Mário Passos, presidente da autarquia. “Este investimento vai permitir que as instituições concluam as suas obras e modernizem as suas instalações, aumentando assim a sua capacidade de resposta ao nível da primeira infância, no apoio à população idosa e a todos os cidadãos que necessitam de cuidados especiais”, concluiu o edil.
No seguimento da Reunião de Câmara que se realizou ontem, Iniciativa Liberal questionou o presidente da Câmara Municipal de Braga o atual enquadramento da Variante do Cávado.
Em comunicado, a Iniciativa Liberal esclarece que “em janeiro, o presidente da câmara anunciou que tinha financiamento garantido para a circular externa de Braga, por parte do Estado Central” e que “depois dessa garantia, a resposta do Ministro das Infraestruturas ao requerimento do grupo parlamentar da IL manteve-se: a responsabilidade da obra da Variante do Cávado é do Município”.
Emanuel Rodrigues, vereador da Inicitiva Libera,l questionou o presidente da Câmara Municipal de Braga sobre a data da celebração do protocolo com o Estado Central, qual o financiamento e quando é que a obra começa.
Por seu turno, João Rodrigues explicou que reuniu no final do mês de janeiro com o Ministro das Infraestruturas e que ficou decidido que “o Governo ia pagar e investir 80 milhões de euros na construção do circular rodoviário externo de Braga”.
“Da reunião no Ministério ficou decidido que o Governo ia pagar e investir 80 milhões de euros na construção do circular rodoviário externo de Braga. Embora já passasse um mês, acho que não é incorreto dizer nas semanas seguintes,que íamos celebrar o protocolo para formalizar esse compromisso dos 80 milhões de euros numa cerimónia aqui em Braga.No meio disto tudo aconteceu o que aconteceu no centro do país. Eu achei que não era de bom tom estar a ligar ao Ministro das Infraestruturas para vir fazer uma festa para celebrar a contratação dos 80 milhões de euros para financiar a circular rodoviária externa de Braga. É um traçado novo, completamente novo, acho que não é por mais uma ou menos uma semana, quando o país viveu o que viveu,que se vai perder alguma coisa. Nós vamos celebrar o acordo com o Ministério e com o Governo e vamos fazê-lo nas próximas semanas, como disse há um mês atrás”, realçou o edil.
O Município de Barcelos, em parceria com a Confraria de Nossa Senhora Aparecida, promove no dia 29 de março, a 2.ª edição da “Peregrinação a Cavalo a Nossa Senhora Aparecida”, em Balugães, pelos Caminhos de São Tiago.
A partida terá início junto ao Templo do Senhor Bom Jesus da Cruz, às 9:00, estando prevista a chegada a Balugães por volta das 13:00. As inscrições são gratuitas e encontram-se abertas no: link https://forms.gle/dqDmN59h5q9JEjf76 através do contacto: 912 541 295.
O movimento independente Amar e Servir Braga solicitou, na Reunião de Câmara desta quarta-feira, para que Executivo Municipal facultasse os relatórios de Atividades e Contas da Associação de Festas de São João de Braga.
Ricardo Silva, líder do movimento independente, referiu que “a Associação de Festas de São João de Braga já tem uma nova direção para poder facultar os relatórios”.
“Pedimos que nos possam ser facultados os relatórios de Atividades e Contas da Associação de Festas de São João, uma vez que agora esta associação tem uma nova direção e estamos em condições para aceder a essas informações”, disse o vereador.
Recorde-se que as festividades sanjoaninas regressam às ruas da cidade de 17 a 24 de junho e que Ana Daniela Pereira é a nova presidente da Associação de Festas do São João de Braga.
O vereador do CHEGA na Câmara Municipal de Braga, Filipe Aguiar, alertou na reunião do Executivo realizada ontem para “a necessidade de existirem critérios claros relativamente aos conteúdos das iniciativas realizadas em ambiente escolar”.
Durante a discussão do protocolo relativo à Mostra de Arte e Performance em Espaço Escolar (MAPEAR), o vereador sublinhou que “o CHEGA reconhece o valor da iniciativa e votou favoravelmente a proposta”, destacando “o percurso positivo da mostra ao longo dos anos e o trabalho desenvolvido por alunos e professores”.
Contudo, Filipe Aguiar chamou a atenção para aquilo que considera ser “uma lacuna na documentação aprovada”. “O protocolo protege muito bem o Município na parte financeira e logística, mas deixa um ponto cego no que diz respeito aos conteúdos”, afirmou.
O vereador referiu que, “sendo a escola um espaço de formação cívica e social, o Município deve garantir que as atividades desenvolvidas no seu âmbito respeitam princípios claros, sobretudo quando envolvem crianças e jovens”.
A intervenção surge também no “contexto do debate nacional recente sobre iniciativas realizadas em escolas, após a divulgação de casos envolvendo a presença de influenciadores que promovem conteúdos sexualizados e misóginos em estabelecimentos de ensino”, situação que levou o Ministério da Educação a instaurar inquéritos e a preparar orientações para prevenir situações semelhantes.
Nesse sentido, Filipe Aguiar apresentou três recomendações ao Executivo municipal: antrodução no protocolo de uma cláusula de princípios que proíba conteúdos sexualizantes de menores, violentos ou de natureza ideológica ou político-partidária; Exigência de sinopse e classificação etária para cada projeto apresentado, permitindo uma avaliação prévia adequada; e Reforço do papel do gestor do protocolo, incluindo a elaboração de um relatório qualitativo final sobre cada edição.
“O objetivo não é ideologizar a arte nas escolas”, afirmou o vereador, acrescentando que “o que se pretende é garantir que o dinheiro público e o brasão do Município não legitimam, ainda que involuntariamente, conteúdos que possam colidir com o dever de proteção das crianças e jovens”.
Filipe Aguiar concluiu sublinhando que “a escola deve continuar a ser um espaço seguro de aprendizagem e desenvolvimento, onde a liberdade criativa exista, mas sempre enquadrada pelo princípio fundamental da proteção dos menores”.
O Partido Socialista levou o tema do aumento do tarifário da AGERE à Reunião de Câmara, realizada esta quarta-feira, no Forum Braga.
No encontro, o CHEGA advertiu sobre alegadas visitas de influenciadores digitais nas escolas do concelho e a Iniciativa Liberal lamentou que as obras de requalificação das estradas sejam só agora executadas. Já o movimento Amar e Servir Braga alterou sobre os problemas do saneamento na freguesia de Este São Mamede.
Filipe Aguiar, vereador do CHEGA, referiu que “o ministro da Educação chamou a atenção daquelas influências que entraram nas escolasa falar de temas de sexualização” e que fez “uma chamada de atenção ao Executivo para estar atento a essas situações”. “Segundo a vereadora Hortense Santos, já veio um comunicado do Ministério da Educaçãopara ter uma atenção redobrada nesse sentido. Aqui em Braga, não há nenhuma situação que tenhamos conhecimento, mas é uma questãode precaução e ter uma atenção devida no futuro para que isso não volte a acontecer”, alertou.
Já Emanuel Rodrigues, vereador da Iniciativa Liberal, lamenta que “não tenha sido feita a manutenção das estradas ao longo dos últimos quatro anos no mandato de Ricardo Rio”. “Finalmente vamos ter uma requalificação, uma repavimentação, não só das estradas,mas também dos passeios.Sem dúvida que isto é importantíssimo para Braga. Temos pena é que estejamos só agora a pegar num montante muito elevado e não tenha sidofeita esta manutenção ao longo dos últimos quatro anos no anterior Executivo.Só agora é que parece que chegou o momento em que vamos gastar muito mais dinheiro, em vez de tratar disto quando começou a ser um problema, e não agoraque o problema realmente se agravou e agora o problema é incontornável”, sublinhou.
O líder do movimento independente Amar e Servir Braga alertou o Executivo Municipal sobre o saneamento em Este São Mamede que “emana espuma e mau cheiro vindos das caixas de saneamento”. “O saneamento da freguesia de Este, para nós, é uma questão muito sensível, até foi disputadapelos nossos eleitos na Junta de Freguesia de Este e tem a ver precisamente com um conjuntode afluentes que emergem à superfície e transbordam das caixas. É um cheiro nauseabundo. Aquela teoria da AGERE que é saneamento, cai logo por terrae, portanto, sabemos que isto só pode vir efetivamente de más ligações, de mau tratamento, de lixiviadosvindos da Braval. Nós queremos que estes episódios sejam corrigidos e quea qualidade de vida em Este volte. Hoje é impossível, até com estas movimentações das chuvase dos arrastamentos, viver com essa qualidade naqueles arruamentos”, realçou Ricardo Silva.
Pedro Sousa, vereador do Partido Socialista pediu esclarecimentos sobre a última atualização do tarifário da água e referiu existir “irregularidades” nesse aumento da fatura. “O atual Regulamento de Serviço SEB 2014 foi republicado em 2024 para correção de um erroortográfico, mas não alterou em nada o seu conteúdo, e esse regulamento de serviçosnão está de acordo com o último regulamento de ERSAR. Falta um conjunto de elementosfundamentais. Apesar da alteração ser apenas relativa ao cálculo da inflação, o cálculonão bate a letra com a careta, não bate a bota com a perigota, exatamente porque oMunicípio somou dois anos e não apenas um. O cálculo que consta nas tabelasdo contrato de gestão delegada não bate certo, e, portanto, aquilo que poderia serapenas uma ratificação, não poderia ser e teria de ser uma votação porquenão é apenas uma atualização e, para além disso, não houve o parecer de ERSAR que, nãosendo vinculativo, é obrigatório”, frisou o socialista.
Já João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, respondeu que a atualização dos preços no âmbito daquilo que está previsto no acordo de gestão delegada “não é uma atualização que carece de qualquer autorização da Câmara Municipal”, uma vez que “houve uma forma aritmética que já foi aprovada pela própria Câmara”. “A Autarquia, quando aprovou o contrato, previu que durante cinco anos o preço fosse sendo atualizado de acordocom aquela operação aritmética. É a AGERE que tem que atualizar o preço e foi o que fez com a aprovaçãoem Assembleia Geral da empresa e tem que comunicar essa alteração à ERSAR. Nofundo, não vai nem aprovar nem não aprovar, vai perceber a regularidade da conta e se aoperação matemática foi ou não bem feita, se o resultado final nos termosem que foi aprovado na Assembleia Geral está ou não feito da forma correta”, explicou o edil.
O Executivo Municipal de Braga aprovou ainda a abertura de um concurso público para a celebração de um acordo-quadro destinado à execução de obras em pavimentos na via pública, com um valor global de 15,5 milhões de euros e um prazo de vigência de quatro anos.