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Braga: Tadim recriou a encenação da Paixão de Cristo

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© CM Braga
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A freguesia de Tadim, em Braga, reviveu a encenação da Paixão de Cristo, que envolveu cerca de 200 participantes entre atores, figurantes e técnicos.

Cenários icónicos como o Palácio de Herodes, o Sinédrio, o Pretório de Pilatos, o Monte das Oliveiras, o Cenáculo e o Monte Calvário deram vida a esta recriação.

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SC Braga vence quatro medalhas no Campeonato Regional de Boccia Pares e Equipas

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© SC Braga
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A secção de Boccia do SC Braga venceu quatro medalhas no Campeonato Regional de Boccia Pares e Equipas da Zona Norte, que decorreu este fim de semana, em Resende. Os Gverreiros arrecadaram duas medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze.

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Na competição de pares, o par da categoria BC4/BC5, formado por Carlos Lopes e Ivo Oliveira, sagrou-se Campeão Regional, enquanto o par da categoria BC3, constituído por José Abílio Gonçalves, Paulo Correia, Joana Pereira e Catarina Fernandes, também alcançou o título de Campeões Regionais. No Par BC3/BC2, Anita Costa e Débora Guimarães, juntamente com Diana Moreira e Carla Cardoso, terminaram a prova como Vice-Campeãs Regionais.

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Na competição por equipas, composta por Joaquim Soares, Ana Miranda e Paulo Oliveira, a equipa conquistou a medalha de bronze na categoria BC1/BC2.

Carta de reclusos alerta para alegada série de suicídios em Braga

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Uma carta assinada por reclusos do Estabelecimento Prisional de Braga, dirigida a Rita Alarcão Júdice, ministra da Justiça, alerta para uma alegada série de suicídios dentro da prisão.

A notícia é avançada pelo Correio da Manhã, que teve acesso à carta, dando conta da ocorrência de cinco suicídios durante o mês de janeiro. Num dos casos, um dos reclusos teria  um historial clínico conhecido de perturbação psiquiátrica grave, tendo tentado anteriormente duas tentativas de suicídio.

Na carta, os reclusos afirmam que já em anos anteriores terão ocorrido tentativas de suicídio, destacando fragilidades no acompanhamento clínico e nas condições de segurança no Estabelecimento Prisional de Braga.

Os reclusos apelam à intervenção das autoridades competentes para reforçar os mecanismos de prevenção, acompanhamento psicológico e vigilância de reclusos em situação de maior vulnerabilidade.

Braga celebra leitura e poesia com dezenas de iniciativas

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Entre 16 e 28 de março, Braga promove um conjunto alargado de atividades dedicadas à leitura e à poesia, envolvendo escolas, instituições culturais, empresas e diferentes parceiros locais. A iniciativa é dinamizada pela Rede de Bibliotecas de Braga, em articulação com entidades como as Juntas de Freguesia, a Casa do Professor, a Associação Empresarial de Braga, os Transportes Urbanos de Braga, entre outras instituições.

Durante estes dias, a leitura sai dos espaços tradicionais e aproxima-se da comunidade, com atividades que vão desde leituras em transportes públicos, recitais de poesia, encontros com escritores, leituras intergeracionais e iniciativas em cafés, pastelarias e farmácias da cidade.

A programação integra a iniciativa “Poesia ao Centro”, que pretende levar a poesia para diferentes espaços do quotidiano urbano, promovendo o contacto direto entre os cidadãos e os textos literários.

Leituras nos transportes, escolas, cafés e lares

Entre as ações previstas destaca-se a iniciativa “Leituras Andantes”, que decorrerá nos Transportes Urbanos de Braga (TUB) nos dias 17 e 26 de março, durante a qual alunos de várias escolas do concelho distribuirão textos literários aos passageiros, aproximando a leitura do dia a dia da cidade.

Outra vertente do programa passa pelas leituras intergeracionais, realizadas entre 16 e 26 de março, que levarão alunos de diferentes escolas a ler textos em lares e centros de dia da cidade, promovendo o encontro entre gerações através da literatura.

A poesia também marcará presença em espaços comerciais e comunitários. A iniciativa “Chávena de Poesia”, promovida pela Associação Empresarial de Braga, levará poemas a várias pastelarias do centro da cidade no Dia Mundial da Poesia, 21 de março.

No mesmo âmbito, serão distribuídas caixas, receitas e bulas poéticas em diversos espaços da cidade, incluindo farmácias, e colocados toalhetes poéticos em restaurantes e pastelarias.

Encontros, recitais e mediação de leitura

A programação inclui também momentos de reflexão e partilha sobre leitura. No dia 18 de março, realiza-se online a conferência LLL – Livros, Leitura e Leitores, dedicada ao tema “Ler com as crianças: caminhos de mediação na literatura infantil”, com intervenções de especialistas do Instituto de Educação da Universidade do Minho, da Universidade de Cabo Verde e da associação MUSA.

No mesmo dia, terá lugar na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva o recital “Qualifica aLER poesia”, envolvendo adultos em processo de reconhecimento e validação de competências.

Concurso Intermunicipal de Leitura

Nos dias 26 e 27 de março, a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva acolhe as provas de palco da fase municipal de Braga do Concurso Intermunicipal de Leitura do Cávado, iniciativa organizada pela Comunidade Intermunicipal do Cávado, em colaboração com a Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Cávado e a Rede de Bibliotecas de Braga.

O concurso tem como objetivo estimular hábitos de leitura e desenvolver competências de interpretação, comunicação e argumentação entre os alunos do concelho.

Arranque com o escritor Pedro Seromenho

A programação inicia-se no dia 16 de março, às 9h15, na Escola Básica n.º 2 de Lamaçães, com a visita à Biblioteca Escolar Pedro Seromenho e a presença do escritor que dá nome ao espaço, bem como da Vereadora da Educação do Município de Braga, professores e convidados.

SC Braga e SCU Torreense empatam por 1-1

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© SC Braga
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A equipa feminina do SC Braga empatou com o SCU Torreense por 1-1, em jogo correspondente à 13.ª jornada da Liga BPI.

Aos 68′, Janaina Weimer abriu o marcador a favor das visitantes. Malu Schmidt, aos 85 minutos, igualou a partida.

O SC Braga segue no quinto posto da tabela classificativa com 17 pontos.

Esposende com aviso amarelo devido a agitação marítima

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Esposende vai estar sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso entra em vigor a partir das 15:00 até às 23:59 de segunda-feira, prevendo-se ondas de noroeste com 4 a 4,5 metros.

Estádio Municipal de Braga já tem Muralha da Liberdade

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© SC Braga
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Estádio Municipal de Braga inaugurou a Muralha da Liberdade na fachada exterior da bancada nascente.

Numa nota publicada no site do clube, António Salvador anunciou a colocação da tela de 112 metros de largura e 30 metros de altura após “um longo e complexo trabalho”.

A ‘Muralha da Liberdade’, recriação da tarja original que foi impedida pela PSP no jogo frente ao Vitória SC, visa ser “uma homenagem aos sócios e adeptos e uma afirmação clara do que é ser Sporting de Braga”.

“Ela é a forma de transmitirmos, a todos, que o orgulho e o sentimento de pertença que existe entre o clube, a cidade e a comunidade não podem ser silenciados. Ela é a forma de reafirmarmos — sem temer a força da palavra — que o Sporting de Braga e os seus sócios não podem ser censurados”, refere.

Martim Pereira do SC Braga vence medalha de bronze no Open de Valongo

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© SC Braga
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Martim Pereira, atleta do SC Braga, conquistou a medalha de bronze, no kumite juvenil +55 kg, este sábado, no Open de Valongo.

O Gverreiro do Minho venceu Rafael Gonçalves (AKASB) por 3-1 no combate inaugural. No segundo encontro ganhou a Alexandre Mendes (DDKCM) por 9-0 e nos quartos de final derrotou Leonardo Soares (CKV) por 8-0. Nas meias finais, defrontou André Reis (SCVA) e acabou por ceder pela margem mínima (0-1), ficando afastado da final.

Na luta pela medalha de bronze, Martim Pereira venceu Arthur Marques (CKV) por 1-0, garantindo o 3.º lugar do pódio.

O Minho tem de se emancipar, a mobilidade é o primeiro passo

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© Rui Vilaça
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Há regiões que fazem história. E há regiões que passam demasiado tempo à espera que a história aconteça. O Minho, com a sua identidade forte, a sua densidade humana e o seu

dinamismo económico, não nasceu para esperar. No entanto, demasiadas vezes parece resignado a um papel secundário nas grandes decisões que moldam o futuro do país.

Esta resignação não corresponde à realidade do território. O Minho é uma das regiões mais vibrantes de Portugal, empreendedora, industrial, universitária, inovadora. Aqui cruzam-se tradição e modernidade, indústria e conhecimento, cultura e iniciativa. Mas apesar dessa vitalidade, a região continua frequentemente ausente quando se definem as prioridades nacionais em matéria de mobilidade e infraestruturas.

A pergunta impõe-se, como pode uma região com esta força continuar a ter tão pouca capacidade de influência?

O Minho enfrenta hoje um problema que raramente é assumido com frontalidade, a sua incapacidade de se afirmar enquanto região no debate nacional. Não por falta de

população, de dinamismo económico ou de identidade histórica. Mas por falta de visão coletiva e de vontade política para agir como bloco.

A consequência está à vista. Apesar da sua dimensão e vitalidade, o Minho continua frequentemente remetido para um papel periférico nas grandes decisões sobre infraestruturas e mobilidade. E enquanto a região não assumir a ambição de se afirmar por si própria, continuará dependente de decisões tomadas fora do seu território.

O problema não está apenas em Lisboa. Está também no próprio Minho.

Durante demasiado tempo, os municípios e as instituições regionais têm falado mais de interesses locais do que de uma estratégia regional. Cada cidade defende o seu projeto, a sua obra, a sua prioridade. Falta aquilo que outras regiões conseguiram construir, uma visão comum capaz de transformar reivindicações dispersas numa agenda política clara.

Num país centralizado como Portugal, quem não se organiza regionalmente dificilmente consegue influenciar as decisões nacionais.

E é na mobilidade que esta fragilidade se torna mais evidente.

O Minho é uma das regiões mais densamente povoadas e economicamente dinâmicas do país. O eixo urbano formado por Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Barcelos e Viana do Castelo forma um verdadeiro sistema urbano com centenas de milhares de habitantes, forte atividade industrial, universidades, centros tecnológicos e uma intensa circulação diária de pessoas.

Mas, paradoxalmente, estas cidades continuam mal ligadas entre si.

Grande parte da estrutura de transportes continua organizada em função do eixo do Porto, reforçando uma lógica histórica de dependência. Em vez de uma rede regional forte e integrada, o Minho funciona muitas vezes como uma periferia funcional da área metropolitana do Porto.

Não se trata de competir com o Porto. Trata-se de algo muito mais simples e legítimo: afirmar uma região com identidade própria e necessidades próprias.

Se o Minho quer realmente afirmar-se, a mobilidade regional tem de se tornar uma prioridade política central. E nesse campo existe uma medida estruturante que poderia mudar profundamente a forma como a região funciona, a criação de um verdadeiro serviço ferroviário interurbano minhoto.

Um sistema ferroviário frequente e eficiente que ligue diretamente Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Barcelos e Viana do Castelo.

Mais do que uma simples melhoria nos transportes, este tipo de serviço permitiria consolidar um verdadeiro sistema urbano regional. Permitiria reduzir a dependência do

automóvel, facilitar a mobilidade de trabalhadores e estudantes, reforçar a competitividade económica e aproximar cidades que, na prática, já vivem interligadas no dia-a-dia.

Seria também um sinal político poderoso, o Minho a organizar-se como região.

Mas para que isso aconteça é necessário algo que continua a faltar , coragem política e visão regional.

O Minho precisa de ultrapassar rivalidades locais, agendas municipais e pequenas disputas territoriais. Precisa de construir uma agenda comum para a mobilidade, para as infraestruturas e para o desenvolvimento económico. Precisa de falar a uma só voz perante o Estado.

Porque a verdade é simples, nenhuma região se afirma apenas por aquilo que é. Afirma-se sobretudo pela capacidade de exigir aquilo que precisa.

E é aqui que começa o verdadeiro desafio.

O Minho tem tudo para ser uma das regiões mais influentes do país, população, economia, conhecimento, identidade e uma posição estratégica entre o Atlântico e a Galiza. O que falta não são recursos, é decisão.

Decisão de agir como região.
Decisão de pensar para além das fronteiras municipais. Decisão de deixar de esperar.

Porque o futuro do Minho não será construído por inércia, nem por arrasto das decisões do Porto ou de Lisboa.

O futuro do Minho começará no dia em que o próprio Minho decidir, finalmente, afirmar -se.

Laura Taborda do SC Braga é campeã nacional de 5km em Estrada

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© SC Braga
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Laura Taborda, atleta do SC Braga, é campeã nacional de 5km em Estrada. A Gverreira do Minho destacou-se nos Campeonatos Nacionais, que decorreram em Vila Real de Santo António, ao completar o percurso em 16.16 minutos.

No setor feminino, a equipa sénior do SC Braga, composta por Laura Taborda, Solange Jesus, Vanessa Carvalho e Rita Figueiredo, conquistou o lugar mais alto do pódio a nível coletivo.

Também a equipa sénior masculina, constituída por João Amaro Pedro Amaro, Davide Silva, Francisco Rodrigues, Paulo Barbosa, Manuel dos Santos e Rui Borges, sagrou-se campeã nacional.