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Empresa de Braga usa drones para entregar chaves de automóveis

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DR

A Só Barroso, stand de automóveis novos e usados sediado em Braga, decidiu implementar o Click & Drive, um novo serviço de compra de automóvel à distância e com entrega gratuita realizado por drone.

A marca bracarense pretende aumentar a sua posição online, aproximando-se dos consumidores. O serviço é gratuito e está disponível no distrito de Braga, Porto e Viana do Castelo. “Este é um serviço que veio para ficar”, refere Paulo Barroso, administrador da empresa. “Mais do que comprar um carro, neste momento precisamos de oferecer um serviço complementar. De oferecer segurança aos nossos clientes. É importante que eles se sintam seguros e que podem adquirir o seu novo automóvel com confiança e sem surpresas no conforto do seu lar”, acrescenta.

Este é um serviço que privilegia a proximidade em tempos de distanciamento. A entrega do automóvel, para além de ser feita no dia e hora a combinar com o cliente, é gratuita e é também feita de drone, em que o automóvel é levado até à zona residencial do cliente e a entrega das chaves é realizada à distância por drone. “Evitamos assim que exista qualquer contacto físico”, concluiu Paulo Barroso.

PSP detém homem em Braga por agredir os pais e a irmã

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Um homem de 42 anos foi detido na manhã deste domingo, em Braga, por agredir os pais e a irmã com socos e pontapés, tendo-os deixado com várias escoriações.

Em comunicado, a PSP explicou que teve conhecimento das agressões através de uma denúncia, deslocando-se de imediato para o local onde constatou a veracidade da situação. No decurso da intervenção policial, o suspeito manteve sempre uma atitude bastante alterada.

A Polícia afirmou que encontrou a habitação destruída em todas as divisões e que o agressor provocou também danos em diversas viaturas.

O suspeito foi detido e vai ser presente hoje no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

Máscaras comunitárias feitas em Braga ganham certificação

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Safetyforall

A Safetyforall, marca bracarense fundada por duas profissionais do setor têxtil, em lay-off na sequência da pandemia do coronavírus, acaba de ganhar a certificação do seu modelo de máscara comunitária pelo CITEVE.

Depois de identificar a escassez de máscaras certificadas no mercado, Susana Cunha, designer de Moda e Têxtil, e Sandra Ribeiro, engenheira de Gestão Industrial, submeteram os protótipos à validação das entidades competentes (CITEVE), garantindo assim, um produto inovador, com selo de qualidade e 100% português. As máscaras estão disponíveis em www.safetyforall.pt e/ou na página de facebook da Safetyforall.

“Quando a Direção-Geral de Saúde anunciou a necessidade de utilização de máscaras comunitárias em locais públicos fechados, já estávamos a trabalhar na criação de uma máscara reutilizável, em parceria com um algumas fábricas da região”, refere Susana Cunha.

Depois de passar o crivo do CITEVE e de ganhar o selo de qualidade, a empresa pretende aumentar a produção em 200% nos próximos meses, com uma produção que poderá ir das 2.000 unidades/dia até 10.000 unidades/dia, assegurando a sua distribuição em todo o território nacional. “O objetivo foi criar um produto de qualidade, que cumprisse as normas regulamentadas, de fácil utilização e a preços acessíveis”, acrescenta Sandra Ribeiro.

Susana Cunha, diretora criativa da Safetyforall, refere ainda que “está em estudo a diversificação do produto e estamos já a trabalhar em protótipos mais inovadores e personalizados”, o que permitirá aumentar a equipa para mais de 30 profissionais.

As máscaras Safetyforall vêm acompanhadas de regras de utilização e estão disponíveis em diferentes cores e tamanhos, a preços que vão dos 4 aos 6 euros (sem portes e com IVA).

As máscaras comunitárias Safetyforall são um produto nacional, composto por uma camada de tecido 100% algodão, um elástico e um ajustador nasal metálico, sendo reutilizáveis até 5 lavagens a 60 graus e de utilização única entre lavagens.

Capacitados de uma vasta experiência na indústria têxtil, as duas profissionais desenvolvem os produtos com materiais sustentáveis, aumentando o ciclo de vida do produto e minimizando o impacto no meio ambiente.

Braga reabre Balcão Único e Espaços do Cidadão

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CM Braga

O Balcão Único e os Espaços do Cidadão do concelho de Braga vão retomar o atendimento presencial no próximo dia 18 de maio, mediante marcação prévia, informou hoje o O Município de Braga.

O atendimento presencial será realizado apenas em situações que não possam ser resolvidas por via eletrónica e/ou telefónica ou cuja urgência seja devidamente justificada. Todos os cidadãos que se desloquem ao Balcão Único e aos Espaços do Cidadão devem usar máscara de proteção.

As marcações para o Balcão Único devem ser feitas através do telefone 253 61 60 60. O serviço de atendimento dos Transportes Urbanos de Braga no Balcão Único não carece de marcação, sendo o acesso ao interior das instalações regulado à entrada.

O Município de Braga apela a todos os munícipes que evitem deslocações necessárias ao Balcão Único e que privilegiem o contacto telefónico 253 61 60 60, o correio eletrónico [email protected] e o Balcão Único Online https://balcaounico.cm-braga.pt/. O Balcão Único irá funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h30.

De acordo com as recomendações da Direção-Geral da Saúde, o número de pessoas no interior das instalações é limitado.

Parque da Praia Fluvial de Merelim S. Paio alvo de lixo e vandalismo

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Carlos Dobreira

Numa visita ao Parque da Praia Fluvial de Merelim S. Paio este domingo, o ambientalista bracarense Carlos Dobreira deparou-se com a existência de lixo e vandalismo neste espaço verde.

Como cidadão e ativista ambiental fiquei chocado com o que encontrei este domingo nste espaço de lazer. Sendo ainda visíveis as fitas de interdição em várias áreas do Parque, na área de piqueniques estão resíduos recicláveis e garrafas de vidro junto às mesas e na zona relvada”, disse Carlos Dobreira.

De acordo como ambientalista, a área da churrasqueira foi vandalizada. “É uma falta de civismo registada neste local. A área da churrasqueira foi vandalizada e está imunda. São visíveis levantamentos de grelhas, garrafas de vidro contra a parede,  lixo pontapeado, quase uma centena de garrafas, pratos de plástico, restos de comida, latas, beatas de cigarro e muitos vidros no chão”, concluiu.

Concelho de Braga regista 1152 infetados com Covid-19

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O concelho se Braga registou mais 3 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, subindo para os 1152 infetados, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.

Desde o início da pandemia, o país regista 27.679 infetados, mais 98 casos desde ontem, e 1.144 mortos, mais 9 óbitos nas últimas 24 horas. Ao todo há 2.549 recuperados, o mesmo que este domingo.

O Norte continua a ser a região mais afetada com 16.008 pessoas infetadas e 651 óbitos.

Funcionários das creches e jardins de infância de Braga vão ser testados à Covid-19

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O Município de Braga, em parceria com a Segurança Social e o ACES, irá realizar ao longo dos próximos dias uma operação de rastreio e despistagem a todos os funcionários e colaboradores de creches e jardins de infância do concelho de Braga, realizando mais de 1200 testes à Covid-19.

Serão testados, ao longo desta semana, todos os cerca de 650 funcionários e colaboradores das creches do concelho, que segundo orientações do Governo, deverão abrir portas no próximo dia 18 de maio.

Também os funcionários e colaboradores dos jardins de infância serão testados à Covid-19, a partir da próxima semana, num total de cerca de 570 profissionais testados.

Em comunicado, o Município de Braga “expressa a sua gratidão pelo empenho do ACES Braga neste processo de rastreio a todo este universo de mais de 1200 profissionais, nos quais se incluem valências não abrangidas pela Segurança Social, dando, assim, prossecução ao rastreio integral de todos os profissionais da primeira infância de Braga”.

Manual de Apoio às creches e jardins de infância

Em articulação com o Hospital de Braga e o ACES, o Município de Braga distribuirá um Manual de Apoio e Procedimentos para creches e jardins de infância em contexto de Covid-19.

Trata-se de um manual que tem como principal objetivo orientar os profissionais destas instituições de educação infantil nos novos procedimentos em contexto da pandemia, para que estes estabelecimentos de ensino possam abrir portas, nas datas emanadas pelos despachos do Governo, em condições de segurança e com todos os procedimentos aprovados pelas entidades de Saúde Pública.

UMinho em estudo mundial para perceber efeitos da pandemia na saúde da população

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Universidade do Minho

A Universidade do Minho é a entidade portuguesa parceira de um dos maiores estudos de avaliação do impacto da Covid-19 na saúde da população mundial.

O trabalho pretende ajudar a identificar os efeitos e os fatores que influenciam o impacto da Covid-19 no bem-estar físico e mental da população. Esta investigação mundial envolve cerca de 200 investigadores de mais de 30 países e quer compreender que perfis de pessoas têm maior ou menor risco de ter problemas de saúde durante uma pandemia.

O “Collaborative Outcomes study on Health and Functioning during Infection Times” (COH-FIT) contará com a colaboração de dois investigadores portugueses: Pedro Morgado (Escola de Medicina+ da UMinho) e Sofia Brissos (Centro Hospitalar de Lisboa). Através dos resultados das informações recolhidas com este inquérito, que pretende coletar dados de mais de cem mil participantes, os investigadores poderão ainda perceber quais são os fatores de proteção que podem beneficiar as pessoas e criarão programas de intervenção mais adequados para esta pandemia e para futuras pandemias que possam ocorrer.

Este estudo conta com vários parceiros internacionais, como a Associação Mundial de Psiquiatria, a Associação Europeia de Psiquiatria e a organização de Prevenção de Doenças Mentais e Promoção da Saúde Mental do Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia, bem como várias universidades e associações de saúde nacionais. O projeto é liderado por Christoph Correll, professor na Escola de Medicina de Zucker (EUA) e na Charité – Universitätsmedizin (Alemanha), e Marco Solmi, professor na Universidade de Pádua (Itália) e no King’s College (Reino Unido).

“Esta investigação, ao ser realizada em mais de 70 países, permitirá compreender os impactos das diferentes medidas que foram tomadas em cada país, bem como a influência da existência de diferentes respostas públicas nesta pandemia; os dados obtidos permitirão desenhar respostas de saúde mental que ajudem a prevenir os seus impactos, bem como a implementar programas de deteção precoce e tratamento”, refere Pedro Morgado. O COH-FIT será enviado em três fases: durante a pandemia; seis meses depois; e doze meses depois.

Semana vai ser de aguaceiros em Braga

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De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os aguaceiros vão perdurar até quinta-feira no concelho de Braga. Para sexta-feira, o IPMA prevê o regresso do bom tempo.

Para hoje, as temperaturas máximas vão atingir os 23 graus e as mínimas vão baixar até aos 12 graus. De amanhã a quinta-feira, esperam-se máximas de 21 graus e as mínimas vão oscilar entre os 9 e os 11 graus.

Setor dos Casamentos desespera por medidas para voltar à atividade

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As empresas que atuam no mercado dos casamentos reclamam medidas urgentes que regulem a sua atividade para poder voltar a trabalhar e desesperam por uma palavra do Governo.

Em comunicado, Jorge Ferreira, da BestEvents, empresa responsável pela organização de feiras nacionais e internacionais dedicadas ao casamento, explica que “é fundamental que nos revelem o protocolo sanitário e nos transmitam em que condições o setor pode voltar a trabalhar, da mesma forma que comunicaram as orientações para as outras celebrações e para a área da hotelaria e restauração. Não há, por parte do Governo, nenhuma referência ao setor dos casamentos”.

De acordo com o responsável, “têm surgido vários artigos sobre o valor da indústria de casamentos em Portugal, valores que não correspondem à realidade atual da indústria”.

Para avaliar o verdadeiro impacto da pandemia neste sector, a BestEvents e a revista “I Love Brides” elaboraram um inquérito junto das empresas que trabalham no setor de casamentos para demonstrar o valor “real” que esta indústria representa para a economia nacional.

O estudo, que decorreu entre 30 de abril e 6 de maio, baseia-se numa amostra de 257 empresas dos diversos setores que atuam neste mercado, em que participaram ourivesarias; espaços; catering; cake designers; wedding planners; fotografia e videografia; decoração; convites e lembranças; vestuário para noiva e acessórios; vestuário para o noivo e acessórios; cabelo e make-up; ramo da noiva; animação; aluguer de viaturas; e lua-de-mel.

“O primeiro dado aponta para um número médio de 147 convidados por casamento cujo valor médio do banquete é de 96 euros por pessoa. Juntando todos os serviços contratados pela maioria dos noivos e incluindo ainda os custos associados ao processo burocrático e religioso, o valor médio gasto na organização de um casamento é de 35.289 euros”, afirma Jorge Ferreira.

Mas a indústria do casamento não fica por aqui. “Nestes valores é essencial incluir também os gastos com vestuário, cuidados de beleza e acessórios dos convidados, assim como as prendas que são oferecidas aos noivos. Assim, juntando o número médio de convidados (147) e os valores médios gastos em todos os serviços contratados, atinge-se facilmente ao valor de 89.834 euros por boda. Ou seja, um só casamento chega a movimentar 125.123 euros”, acrescenta o responsável.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2019 realizaram-se 32.595 matrimónios em Portugal. Destes, 10.037 são religiosos, 22.404 são uniões apenas com cerimónia civil, e 154 de outro tipo. “Estes dados comprovam que a indústria wedding movimenta mais de 4 mil milhões de euros por ano. Quase 2% do PIB”, sustenta Sura Mota, diretora da revista “I Love Brides”, uma das principais publicações portuguesas dedicadas ao universo bridal.

De realçar que este estudo não inclui a totalidade de serviços e produtos associados a muitos destes eventos de forma indireta, como as deslocações e alojamento de convidados, nem os “Destination Weddings” – casamentos de estrangeiros realizados em Portugal.

“Estes dados levam-nos a concluir que não podemos olhar para os casamentos como o parente pobre do setor dos eventos. Muito pelo contrário. É uma área onde operam mais de 7 mil empresas em Portugal. Geram muito emprego e tem um grande impacto na economia portuguesa. A título comparativo, os festivais de música em 2017 tiveram um impacto na economia de 100 milhões de euros, segundo uma informação divulgada pelo Ministério do Ambiente”, sustentam os autores do estudo que, em nome do setor, reclamam orientações claras para que as empresas retomem a sua atividade.

A indústria dos casamentos em Braga

A zona norte do país foi desde sempre uma referência no mundo casamento. Continua a ser a região onde se celebra o maior número de casamentos religiosos. E um fiel representante da força deste setor é a Braga Noivos. Esta feira, cuja 17.ª edição está prevista para o mês de outubro, no Altice Forum Braga, conta com mais de 150 expositores dos vários setores relacionados com o casamento.

A área de influência do evento abrange as NUTS do Cávado, Ave, Alto Minho e parte da área Metropolitana do Porto. Nestas regiões celebraram-se em 2019, segundo o INE, um total 9105 cerimónias (religiosas e civis). Tendo por base o estudo apresentado, o volume de negócios gerado ultrapassa os mil e cem milhões de euros.

Braga está enquadrada na NUTS do Cávado. E nesta região, em 2019, registaram-se 1453 casamentos, representado mais de 181 milhões de euros em volume de negócios.