Paulo Guimarães, atleta natural e residente na Pousada de Saramagos, em Famalicão, morreu este domingo durante uma prova de BTT, em Vila do Conde.
De acordo com o Cidade Hoje, o desportista, de 55 anos, terá sofrido uma doença súbita e não resistiu.
“Hoje despedimos-nos de um verdadeiro atleta, mas acima de tudo de um grande ser humano. Partiste cedo demais, mas deixaste marcas que o tempo jamais apagará. A tua garra, a tua disciplina e o teu espírito de equipa serão sempre exemplo para todos nós. Nos treinos, nas competições e na vida, ensinaste-nos que desistir nunca é opção. Continuarás a correr, a lutar e a vencer… agora noutra dimensão. Serás sempre um dos nossos. Descansa em paz campeão”, pode ler-se numa nota partilhada pelo clube Os Santa Apolónia.
À família e amigos, a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.
O 54.º Encontro Nacional de Expedicionários a Timor vai realizar-se no dia 24 de maio, na cidade de Guimarães.
A iniciativa é organizada pelos Katuas de Guimarães, com o apoio da Associação Veteranos Lanceiros de Portugal, constituindo um momento nacional de homenagem, memória e confraternização entre antigos militares e suas famílias.
O encontro visa “reforçar os laços históricos entre Portugal e Timor-Leste, bem como valorizar o serviço prestado pelos veteranos portugueses naquele território antiga província ultramarina portuguesa”.
O programa decorrerá em locais emblemáticos de Guimarães, com início no Convento dos Capuchos, integrando momentos solenes, culturais e de convívio.
Programa
10:00 – Entrega de credenciais no Convento dos Capuchos
10:30 – Homenagem ao Patrono do Exército Português, D. Afonso Henriques, ao Povo de Timor e aos Katuas já falecidos
11:30 – Porto de Honra e visita ao percurso museológico Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e ao Museu Militar – Casa do Lanceiro
12:30 – Deslocação em caravana automóvel
13:00 – Almoço de confraternização na Penha
As inscrições podem ser feitas para o número 935 504 448.
A Câmara Municipal de Braga aprovou, na sua última reunião, uma profunda alteração à estrutura orgânica dos serviços municipais, apresentada pelo Executivo Juntos por Braga como uma reforma de modernização e de poupança. O Senhor Presidente garantiu que “com esta orgânica, reduzimos em mais de 100 mil euros por ano a despesa com cargos dirigentes”, como se tivesse encontrado a fórmula mágica da boa gestão. Mas, quando olhamos para os números e para o desenho concreto da máquina, a “poupança” revela-se um argumento frágil e politicamente inquietante.
O vereador do CHEGA, Filipe Aguiar, teve aqui um papel particularmente relevante: foi o primeiro a confrontar de forma clara esta narrativa, não só na intervenção política, mas sobretudo no voto. A sua declaração de voto assumiu uma crítica frontal à duplicação do custo das Direções Municipais de topo – que passa de cerca de 18 mil para cerca de 37 mil euros mensais – enquanto a poupança global de cerca de 100 mil euros por ano resulta, em larga medida, da eliminação de chefias de base. Também o ASB votou contra, o que merece ser registado como sinal de coerência face às críticas que fez ao desenho desta organigrama. Já PS e IL, apesar de intervenções muito alinhadas com o diagnóstico de Filipe Aguiar – denunciando a criação de lugares para “elegíveis” não eleitos e o risco de instrumentalização da máquina municipal – optaram por se abster, permitindo a aprovação da proposta.
Os dados são, porém, teimosos. Há menos oito chefias, sim, nos níveis intermédios, enquanto se reforça a “cabeça” com Direções Municipais mais numerosas e mais caras. O que se corta nos “sargentos” serve, em grande medida, para reforçar os “generais”. Se pensarmos em termos de uma família que vai ao talho, isto equivale a comprar menos carne para a mesa, trocando peito de frango por menos quantidade de lombo de vitela – o preço por quilo sobe, a quantidade total desce e, no fim, há menos para servir à família. É difícil, neste contexto, sustentar que se está a “emagrecer” o Estado local; está-se, antes, a redistribuir gordura para o topo.
Daqui nasce a dimensão política mais sensível, que marcou o debate: a perceção de que estes novos lugares de direção superior e de direção intermédia de 1.o grau podem servir, em parte, para acomodar quadros ligados à candidatura vencedora que não foram eleitos pelos bracarenses. Filipe Aguiar falou de “vereadores invisíveis”: diretores municipais que, sem terem recebido um único voto, passam a desempenhar funções de comando político sobre a máquina, tal como o próprio regulamento admite quando fala em “garantir a ligação do comando político da autarquia às demais unidades orgânicas”. Outros, designadamente IL e PS, foram mais longe nas insinuações sobre os potenciais beneficiários destes lugares,
apontando para nomes bem colocados na lista da coligação Juntos por Braga que ficaram fora da vereação. Não me compete transformar suspeitas em certezas, mas enquanto cidadã não posso ignorar a sensação de que se abre uma porta larga para premiar lealdades políticas através da estrutura municipal.
É precisamente neste ponto que importa distinguir o papel institucional do vereador Filipe Aguiar – que, com serenidade, levantou dúvidas legítimas sobre a concentração de poder no topo e a criação de “vereadores invisíveis” – da minha leitura mais livre enquanto bracarense. Eu posso dizê-lo de forma mais direta: esta organigrama faz lembrar uma criatura em que a cabeça cresce para o dobro, enquanto o corpo emagrece e perde músculo. Menos chefias de proximidade, menos coordenação operacional, mais direções “estratégicas” com salários reforçados. Não é difícil perceber quem ganha e quem perde neste desenho.
O que mais me surpreende é ver partidos que, no plano nacional, se apresentam como defensores dos trabalhadores – como o PS – centrarem quase toda a sua crítica na suspeita de “colocação” de nomes, deixando nas mãos do CHEGA a defesa mais óbvia de quem está mais abaixo na hierarquia salarial: os técnicos e coordenadores que garantem o funcionamento diário dos serviços. No plano do discurso, PS, IL e ASB partilharam a leitura política de que esta reforma favorece a integração de não eleitos em lugares de topo; no momento da votação, apenas CHEGA e ASB levaram essa crítica até às últimas consequências, votando contra. A coragem política mede-se também aqui: na capacidade de transformar a palavra em ato.
Como bracarense, não considero errado que a Câmara queira poupar; considero, isso sim, que a poupança tem de ser real e equilibrada, e não um exercício de contabilidade criativa. Se o Estado local corta em seis “sargentos” que formam recrutas para contratar mais três generais de três estrelas, não está a servir melhor o município nem os munícipes; está apenas a reforçar o topo, esperando que ninguém repare na fatura.
A reunião de Câmara deixou, por isso, duas mensagens importantes: há um consenso alargado na oposição quanto aos riscos desta reforma, mas nem todos estiveram disponíveis para assumir um voto consequente; e o vereador Filipe Aguiar, em conjunto com o ASB, manteve uma posição coerente e limpa, sem ataques pessoais, mas sem se deixar intimidar pelo argumento fácil da “poupança”.
Eu, Mónica Jerónimo Lopes, escrevo este texto não como deputada municipal, mas como cidadã que vive, trabalha e se preocupa com Braga. E, desse lugar, espero que esta nova orgânica não se transforme na confirmação dos piores receios: uma máquina com menos braços para trabalhar e mais cabeças para mandar. Porque, se assim for, não será apenas um erro político; será uma má notícia para todos os que acreditam que o serviço público começa por quem está mais perto dos cidadãos, e não por quem está mais perto do gabinete do poder.
A equipa feminina do SC Braga venceu o CS Marítimo por 0-2, em jogo correspondente à 12.ª jornada da Liga BPI.
Aos 56′, Malu Schmidt, numa jogada de insistência, inaugurou o marcador. À passagem do minuto 72′, foi a vez de Ásdís fazer o gosto ao pé, ao assinalar o 0-2 que se manteve até ao final.
O SC Braga segue na quinta posição da tabela classificava com 16 pontos.
O Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, em Braga, celebra todos os domingos uma Missa animada pelos Arautos do Evangelho. A celebração irá decorrer às 18:00, na Basílica deste santuário Mariano.
“Todos os domingos, às 18:00, há homilia na Basílica com os Arautos do Sameiro — um momento de recolhimento, doutrina e elevação espiritual. Participe connosco”, convidou a Confraria do Sameiro.
A Câmara Municipal de Barcelos aprovou, na sexta-feira, em reunião pública do Executivo, a atribuição de comparticipações financeiras às Freguesias e Uniões de Freguesia, num valor total superior a 2,3 milhões de euros.
Estes apoios visam, segundo a Autarquia, “ajudar as juntas de freguesia na realização de diversos investimentos, designadamente requalificação de ruas, manutenção de espaços verdes e drenagem de águas pluviais, entre outros”.
A medida será agora submetida à apreciação da Assembleia Municipal, agendada para o próximo dia 27 de fevereiro.
“O pagamento destas comparticipações será feito após a apresentação de comprovativos da realização das despesas”, referiu a Câmara Municipal.
O Município da Póvoa de Lanhoso estará presente na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que decorre de 25 de fevereiro a 1 de março, naquele que é o mais importante certame do setor do turismo a nível nacional.
A participação da Póvoa de Lanhoso far-se-á através de um stand próprio, concebido especialmente para o efeito, inspirado no Castelo de Lanhoso, um dos principais ex-líbris do concelho e símbolo maior da identidade histórica e patrimonial.
Será apresentada uma mostra representativa do que de melhor o território tem para oferecer, com destaque para a Filigrana, enquanto arte identitária profundamente enraizada na história local. Dois artesãos do concelho estarão a trabalhar ao vivo durante todos os dias do evento, proporcionando aos visitantes uma experiência autêntica e diferenciadora.
Para além da Filigrana, o stand integrará a exposição de peças de artesanato e de produtos regionais, como os charutos, os doces da romaria e as rochas do pilar, complementados com provas de licores e vinhos de produtores locais, reforçando a valorização da gastronomia e dos sabores tradicionais do concelho.
O Caminho Português de Santiago Leon de Rosmithal, para além de estar no stand povoense, estará também em destaque no espaço dedicado aos Caminhos de Santiago, no dia 27 de fevereiro, entre as 17:00 e as 19:00, e será complementado com a promoção da gastronomia local.
O traçado deste Caminho atravessa o território do concelho, o que reforça o posicionamento da Póvoa enquanto destino integrado nas rotas de turismo cultural e religioso.
Esta presença permitirá aumentar a notoriedade da Póvoa de Lanhoso como destino, reforçar o posicionamento do concelho enquanto território identitário ligado à Filigrana e ao património histórico-cultural, estreitar relações com operadores turísticos e explorar novas oportunidades de promoção integradas com parceiros estratégicos.
A BTL afirma-se, anualmente, como a principal montra da diversidade e qualidade da oferta turística nacional e projeção dos destinos portugueses além-fronteiras.
Braga prestou homenagem às vítimas da guerra na Ucrânia após completar 4 anos de conflito.
A União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade associou-se à cerimónia em memória dos heróis da “Centena Celestial”, realizada no Parque da Ponte.
O momento contou também com a presença de Andriy Vdovichenko, cônsul da Ucrânia no Porto, de Hernâni Duarte, presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, de Abraão Veloso, presidente da direção do Centro Social e Cultural Luso Ucraniano e alguns cidadãos ucranianos residentes no concelho de Braga.
O concelho de Braga volta a reviver intensamente o período da Quaresma com a realização das Procissões dos Passos em várias freguesias do concelho.
Esta manifestação de fé é um marco cultural do concelho de Braga e envolve anualmente milhares de pessoas para reviver os últimos momentos de Jesus Cristo.
As majestosas procissões têm sempre como ponto alto o Sermão, o Canto de Verónica e o Encontro de Maria com Jesus.
Programa:
8 de Março às 15h30: Procissão dos Passos de Cabreiros
15 de Março às 15h00: Procissão dos Passos de Figueiredo
15 de Março às 15h15: Procissão dos Passos de Real
22 de Março às 15h00: Procissão dos Passos de Celeirós
29 de Março às 17h00: Procissão dos Passos de Braga
A PSP não autorizou a exibição de uma tela gigante por parte de adeptos do SC Braga,no jogo frente ao Vitória SC, que decorreu este sábado, no Estádio Municipal de Braga.
Esta medida da PSP motivou várias posições públicas, entre elas a Câmara Municipal de Braga. “O que aconteceu no âmbito do jogo entre o SC Braga e o Vitória SC é um episódio que merece esclarecimento, reflexão e o apuramento integral de todos os factos. O que está em causa não é apenas um momento de tensão num jogo de futebol. Está também em causa a forma como se trata a expressão de apoio a um clube e a uma cidade”, refere João Rodrigues, presidente do Município de Braga.
O autarca reconhece que “a PSP tem uma função essencial na garantia da ordem pública e da segurança. Esse papel é indispensável e deve ser respeitado. Mas, precisamente por isso, a sua atuação tem de ser sempre proporcional, adequada e devidamente fundamentada” e que “sem conhecer ainda todos os factos em detalhe, e procurando apurá-los com rigor junto das entidades competentes, há um ponto que importa afirmar com clareza: a tarja que os adeptos do SC Braga pretendiam exibir, tal como foi tornada pública, não tinha conteúdo ofensivo, nem promovia o ódio ou a violência”.
João Rodrigues sublinha que “tudo o que aconteceu deve ser devidamente apurado, com objetividade, rigor e sentido de responsabilidade, para que haja total clareza sobre os motivos e os termos da intervenção”.
“Braga é uma cidade com identidade, com orgulho e com um forte sentido de pertença. Esse orgulho não pode ser confundido com desordem, nem tratado como problema. Como Presidente da Câmara Municipal de Braga, cabe-me defender a cidade, os bracarenses e exigir que todas as instituições atuem com respeito, bom senso e proporcionalidade. É isso que farei, com serenidade e com firmeza”, reforçou.
PSP afirma que já tinha comunicado não autorizar a tela
O Comando Distrital de Braga da PSP revelou que já tinha comunicado ao SC Braga a intenção de não autorizar a colocação da tela. “A PSP de Braga comunicou, no passado dia 9 de fevereiro, a intenção de não autorizar as referidas coreografias, considerando que as mensagens nelas apostas não evidenciavam qualquer manifestação clara e inequívoca de apoio à equipa ou à sociedade desportiva interveniente, neste caso o Sporting Clube de Braga”, disse a Polícia.
“No decurso da ação policial, foi verificada a pré-colocação de duas lonas/tarjas em locais distintos da bancada nascente: uma de grandes dimensões (cerca de 2 500 m²), enrolada no relvado ao longo de toda a extensão da bancada, e outra na zona nascente superior.A lona de maior dimensão era constituída por uma rede de suporte, várias lonas pintadas, uma estrutura metálica tubular linear com aproximadamente 100 metros de comprimento e várias centenas de metros de cordame destinado à sua elevação.Os referidos materiais coreográficos, em particular o de maiores dimensões, encontravam-se colocados na proximidade de artefactos pirotécnicos de projeção, devidamente autorizados e licenciados pela Polícia de Segurança Pública”, explica a PSP.
Atendendo à natureza “não ignífuga” dos materiais utilizados, nomeadamente rede de suporte, lonas, tintas e cabos e à sua proximidade com fontes de calor (pirotecnia), o comandante do policiamento determinou “a inviabilização total da coreografia, face aos riscos reais e significativos para a integridade física dos adeptos presentes na bancada nascente”.
“Cumpre ainda referir que, durante a intervenção policial, foram identificados 42 indivíduos que tentaram obstaculizar a ação policial mediante o acesso forçado ao interior do estádio. Foram igualmente apreendidos 23 títulos de livre-trânsito titulados pelo Sporting Clube de Braga, sem qualquer identificação nominal, dois alicates e um artefacto pirotécnico ilícito, entretanto abandonados pelos referidos indivíduos”, acrescenta a PSP.
Um homem acabou detido pelo crime de ameaças a agente de autoridade. “Foi igualmente apreendida uma lona plástica utilizada por adeptos do Sporting Clube de Braga para ocultação de identidade aquando da deflagração e arremesso de artefactos pirotécnicos ilícitos.Foram ainda identificados 10 indivíduos por incumprimento do dever de correção e moderação.A PSP teve conhecimento de várias pessoas que necessitaram de intervenção de socorro pré-hospitalar das quais averigua as respetivas causas.Da operação policial resultou um agente ferido, o qual necessitou de assistência hospitalar”, reforça.