“A Lampreia do Rio Cávado” é o primeiro dos “Sete Prazeres da Gastronomia de Barcelos” que decorrem durante o ano nos restaurantes do concelho.
Por esta altura, e até abril, os restaurantes locais estariam cheios de turistas, vindos de todo o país para degustar o arroz de lampreia, mas o contexto de pandemia não o permite.
Nesse sentido, o Município de Barcelos lançou o desafio aos restaurantes do concelho de fazer chegar a casa, em take-away todos os petiscos e pratos caraterísticos que fazem o nome da gastronomia do concelho e da região.
Vai ser assim no fim de semana da Lampreia, entre os dias 13 e 14 de março, em Barcelos, que conta com a participação de 13 unidades de restauração e que se propõem levar esta iguaria à mesa de todos os que a pretendem saborear em casa.
Participam nesta edição os restaurantes: Bagoeira (Barcelos), Casa dos Arcos (Barcelos), Chuva (Barcelinhos), Dom Carlos (Silva) Fina Mesa (Grimancelos), Manjar das Estrelas (Várzea), Os Mouros (Arcozelo), Pedra Furada (Pedra Furada),Taberna do Armindo (Carvalhas), Taberna “O Manhoso”(Tamel S.Verísismo), Taberninha O Chico (Perelhal), Tasquinha do Careca (Perelhal),Vera Cruz (Barcelos).
O serviço de take-away funciona por encomenda prévia de 48h a 24h.
Arrancou hoje a “Winter School”, uma iniciativa integrada no projeto europeu “ROOF – Ending Homelessness”, na qual Braga faz parte, que visa desenvolver competências e ajudar a implementar estratégias que promovam a integração dos sem-abrigo, através de soluções habitacionais inovadoras de âmbito local. Até ao próximo dia 5, e sempre em formato digital, o evento vai proporcionar sessões formativas, partilha de experiências entre os vários parceiros europeus.
Durante a sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, destacou o facto de Braga ser a única cidade portuguesa a integrar o ROOF, estando assim no centro das políticas europeias de resposta à população em situação de sem-abrigo.
O autarca salientou que, nos últimos anos, a cidade tem procurado criar respostas efetivas para esta população, num trabalho alinhado com a Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo, através do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo (NPISA) de Braga, coordenado pelo Município de Braga. “Felizmente, em Braga esta realidade não é muito significativa, mas com a situação de crise como a que vivemos neste momento, devido à Covid-19, o número de pessoas a pedir apoio é maior”, referiu Ricardo Rio.
O projeto “Housing First”, o reforço dos apoios à habitação através da Bragahabit, o programa de residências partilhadas, as equipas de rua e os centros de alojamento de emergência, como os que foram criados para a fazer face à vaga de frio ou para a Covid-19, foram algumas das medidas mencionadas pelo autarca bracarense que se desenvolvem a nível local e alertou, também, a necessidade existir uma intervenção nacional na área da saúde mental ou das dependências que afetam este grupo populacional.
“Temos de ter condições e soluções para intervir a este nível. Este é um momento de reflexão para estas e outras questões como a falta de oferta de habitação, por exemplo. Apesar do desenvolvimento urbano da cidade, não temos casas suficientes para este tipo de iniciativas. Acreditamos que o Plano de Recuperação e Resiliência deveria incluir esta preocupação, mas esse trabalho está concentrado nas grandes áreas metropolitanas do país”, lamentou.
A sessão de abertura da “Winter School” contou ainda com a participação Henrique Joaquim, gestor da Estratégia Nacional de Integração dos Sem-abrigo. Este responsável revelou que em 2019, Portugal tinha 7.107 pessoas em situação de sem-abrigo, sendo quase 80% do género masculino. Henrique Joaquim abordou a meta de erradicar o fenómeno até 2023 e falou na necessidade de se apostar na prevenção, na partilha de dados e em agilizar as respostas por parte do Estado.
A iniciativa contou ainda com as intervenções de Mihalis Koupkas, vice-presidente da Câmara de Salónica (Grécia), Daniel Rougé, vice-presidente da Câmara de Toulouse (França), com a moderação de Laura Colini, especialista do programa Urbact em habitação acessível.
De referir que Braga é uma das nove cidades europeias que integram o projeto “ROOF – Ending Homelessness”, apoiado no âmbito da rede URBACT e cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. Trata-se de uma rede de partilha de experiências e conhecimento que visa promover a integração das pessoas em situação de sem-abrigo, através de soluções habitacionais inovadoras de âmbito local.
O compromisso de Braga, Ghent (Bélgica), Liège (Bélgica), Timisoara (Roménia), Odense (Dinamarca), Poznan (Polónia), Glasgow (Escócia), Salónica (Grécia) e Toulouse (França) é apresentar e desenvolver, até 2022, planos de ação locais integrados, com o objetivo de tentar encontrar uma resposta para as pessoas que se encontram em situação de sem-abrigo.
A Câmara Municipal de Barcelos vai dar início a obras de reabilitação no edifício dos Paços do Concelho. A empreitada foi adjudicada por um valor de 931.740 euros, cofinanciada em 747.150 euros, e com um prazo de execução de 365 dias.
A par da requalificação da imagem arquitetónica do edifício, a empreitada visa o melhoramento das condições físicas do edificado, a criação de percursos acessíveis para pessoas com mobilidade condicionada e a melhoria das condições de segurança contra risco de incêndios.
Em termos mais pormenorizados, será feita a substituição das caixilharias e janelas, com colocação de vidro duplo, de forma a uma melhor eficiência térmica e acústica. Os estores também serão substituídos e as portadas em madeira maciça recuperadas. Serão, ainda, colocadas portas corta-fogo.
A cobertura do auditório municipal em camarinha de cobre será recuperada. Já a cobertura com telha cerâmica será limpa e, em caso de elementos danificados, estes serão substituídos.
As paredes exteriores serão limpas e reparadas. As interiores serão pintadas à cor existente.
No que respeita à acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada, serão criados percursos acessíveis à maioria dos espaços do edifício. Dada a natureza arquitetónica e a dificuldade de ligação entre a ala poente e a nascente, consideraram-se duas entradas acessíveis ao edifício: uma pelo alçado sul, através da rampa de acesso ao Balcão Único, e outra pelo alçado poente, designadamente pelo portão que dá acesso ao claustro, ao auditório e ao elevador principal. Esta entrada irá assegurar o acesso aos três pisos do edifício a pessoas com mobilidade reduzida, designadamente o acesso ao auditório, à secretaria geral, aos recursos humanos, às instalações sanitárias, assim como ao piso superior, onde se localizam salas de reuniões, vereação e presidência.
Sendo o Balcão Único um espaço de acesso ao público em geral, torna-se imperioso criar um acesso universal às instalações sanitárias do edifício, que serão, elas mesmas, renovadas.
Haverá lugar, ainda, a pontuais intervenções nos equipamentos de ar condicionado e sistema de ventilação, na iluminação e no abastecimento de água.
Situado em pleno centro histórico da cidade de Barcelos, o edifício da Câmara Municipal está inserido em Zona Especial de Proteção (ZEP) da Igreja Matriz, Paço Condal, Pelourinho, Solar dos Pinheiros e Ponte Medieval.
O trabalho realizado pelo aluno de doutoramento Rui Lima e coordenado pelo neurocientista Nuno Silva, ambos pertencentes ao ICVS da Escola de Medicina da Universidade do Minho, foi agora publicado na revista científica Nature Regenerative Medicine. Os resultados do estudo demonstram que a administração do medicamento Levetiracetam, após lesão medular, ajuda a proteger o tecido nervoso e promove a recuperação de movimentos de modelos animais com paraplegia ou tetraplegia.
“Quando sofremos uma lesão medular, podemos ficar paraplégicos ou tetraplégicos dependendo do nível da medula onde sofremos a lesão. Ao usar este medicamento na fase aguda, até 4 horas após a lesão, conseguimos notar vantagens em termos futuros: há uma melhor recuperação funcional”, explica Nuno Silva.
O Levetiracetam é um fármaco antiepilético usado no tratamento de crises parciais. No entanto, devido ao seu mecanismo de acção ele pode também ser usado para promover neuropoteção. Nuno Silva decidiu por isso testar o medicamento numa condição neurotraumática onde é importante proteger o tecido nervoso após a lesão. Há 4 anos iniciou-se assim o trabalho experimental do seu aluno de doutoramento, Rui Lima, que foi agora publicado na prestigiada revista do grupo Nature.
Esta função neuroprotetora é crucial. Após as lesões medulares, há uma libertação em excesso do neurotransmissor glutamato, que origina uma activação exagerada dos neurónios – e que geralmente conduz há morte da maioria deles, impedindo o tecido neural de se manter funcional. “O que este fármaco faz é ajudar os astrócitos a recolher estes neurotransmissores em excesso e ‘levá-los’ novamente para dentro das células”, protegendo o tecido – e dando mais hipóteses para que ocorra plasticidade neural e recuperação funcional.
“Nós observamos resultados promissores quer em lesões torácicas – que simula pacientes paraplégicas -, quer em lesões cervicais – que simula pacientes tetraplégicos”, refere o investigador em neurociências. O próximo passo deste trabalho é perceber qual a janela terapêutica máxima – se pode ser administrado apenas até quatro horas após a lesão ou mais.
Isto pode originar novas abordagens na clínica, como a administração do fármaco em urgência para proteger o tecido neural, na fase aguda da lesão. “Depois, numa fase em que a pessoa já está a recuperar, esta função protetora que o medicamento dá, será essencial. Pode ser a diferença entre uma pessoa ser capaz de fazer reabilitação física ou não. E é muito importante esta possibilidade de reabilitação para voltar a ganhar funções motoras”.
O Município de Guimarães “não quer deixar ninguém para trás” e daí reforçar respostas aos problemas sociais a cada dia que passa, principalmente neste período de pandemia. Esta quarta-feira teve início a campanha de distribuição de livros pelas crianças de famílias carenciadas, juntamente com as refeições distribuídas em serviço de take-away, que se desenrola desde o início do ensino à distância.
A oferta dos livros resulta de uma iniciativa do Lions Clube de Guimarães, no âmbito de uma campanha que teve “uma forte participação” dos cidadãos e livrarias, contando com as parcerias da Câmara Municipal e Biblioteca Municipal Raul Brandão.
César Teixeira, presidente do Lions, assegura que os objetivos que estiveram na origem desta iniciativa estão cumpridos. “Um dos objetivos é a promoção da língua portuguesa e incentivar a leitura na população estudantil, principalmente no seio de famílias vulneráveis. A comunidade aderiu com forte envolvimento, quer as pessoas e instituições do setor como as empresas livreiras e livrarias que ofereceram material de qualidade para chegar às crianças e jovens”.
Os livros já foram entregues nos agrupamentos escolares e começaram a ser distribuídos, através dos projetos sociais das Comissões Sociais Interfreguesias que, diariamente, levam as refeições a casa das crianças que pertencem a famílias carenciadas.
A vice-presidente da Câmara de Guimarães, Adelina Pinto, salienta que este processo culminará a 5 de maio, aquando se celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa. “Fomentar a leitura e garantir a equidade de acesso é uma forma de não deixar ninguém para trás, principalmente quando se tratam de crianças. A promoção da leitura é essencial neste tempo de pandemia quando temos as crianças mais presas aos ecrãs por força do ensino à distância. O convite ao livro é uma forma de aliviar o excesso de ecrãs”, refere.
Adelina Pinto realça ainda que o número de entrega de refeições está a aumentar, na medida em que são cada vez mais as famílias sinalizadas. Neste momento são mais de três centenas de refeições entregues a crianças e jovens até aos 18 anos. “A Câmara assume as refeições de pré-escolar e 1.º ciclo, mas faz a entrega em articulação com as Básicas do 2º e 3º ciclos e as Secundárias. Essa distribuição é feita pelos vários projetos sociais das Comissões Sociais Interfreguesias, através de técnicos qualificados que acompanham as situações e nos vão sinalizando outras necessidades, como por exemplo entregar também refeições para os adultos de certas famílias. Esta é uma situação que nos preocupa e que solicitamos a todos que nos sinalizem todas as pessoas e famílias que necessitam de ajuda, de forma a não deixar ninguém para trás, conscientes que os problemas económicos e sociais se agravam de dia para dia”, sublinha a vice-presidente do Município de Guimarães.
A GNR deteve hoje um homem de 49 anos por furto em residência, na freguesia de Requião, em Vila Nova de Famalicão.
No seguimento de uma denúncia de um furto em residência durante a madrugada, os militares da GNR apuraram que o suspeito entrou na habitação através de arrombamento, onde estavam as duas residentes, de 48 e 82 anos, tendo furtado diversos artigos. A GNR realizou diligências policiais que permitiram identificar o autor do furto e localizá-lo na posse dos bens furtados, destacando-se duas alianças em ouro.
De acordo com a fonte de segurança, o detido é suspeito de outros furtos em residências no concelho de Vila Nova de Famalicão.
O detido será presente a primeiro interrogatório amanhã, no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão, para aplicação de medidas de coação.
Portugal registou 41 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 16.430 óbitos desde o início da pandemia. Foram contabilizados 979 infetados, aumentando para 806.626 casos positivos, e há mais 1.934 recuperados, são 725.399 casos de recuperação no total.
O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde desta quarta-feira indica que morreram 25 pessoas na região de Lisboa e Vale do Tejo, 8 no Norte, 4 no Centro, 3 no Algarve e 1 no Alentejo.
A região de Lisboa e Vale do Tejo somou 426 novos casos em 24 horas, seguindo-se o Norte com 217, Madeira com 140, Centro com 118, Algarve com 37, Alentejo com 31 e Açores com 10.
O número de casos ativos em Portugal continua a descer, estando hoje 64.797 ativos, menos 996 do que ontem. Em vigilância pelas autoridades de saúde estão 33.491 pessoas, menos 3.368.
Em todo o país há atualmente 1.827 doentes internados, menos 170 em relação a ontem, dos quais 415 em unidades de cuidados intensivos, menos 31.
Qual o impacto da pandemia de Covid-19 e do confinamento na saúde das crianças? Analisar, debater e responder a esta questão é o principal desafio que a F3M, empresa de Braga, e a Clínica Mim vão lançar esta sexta-feira a vários especialistas e profissionais das áreas da Educação, Pedopsiquiatria, Psicologia Clínica e Saúde.
Numa sessão virtual dedicada à 1ª infância, os profissionais vão tentar perceber que implicações a atual situação pandémica tem tido na saúde mental dos mais novos e debater estratégias que promovam uma melhor articulação entre as instituições, os profissionais, as crianças e respetivas famílias.
Além de Teresa Sarmento, Professora Auxiliar no Instituto de Educação da Universidade do Minho, irão participar na iniciativa Catarina Amaral, Pedopsiquiatra com especialidade em Psiquiatria da Infância e Adolescência, Paulo Coelho e Beatriz Moura, Psicólogos com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde, e Daniela Silva, Educadora de Infância e Diretora Técnica e Pedagógica da Associação Gerações.
Nas primeiras Jornadas da Infância da F3M serão ainda analisadas estratégias e recomendações que contribuam para potenciar o ensino e a aprendizagem por parte das crianças. Mas, além do apoio pedagógico, a sessão pretende, também, abordar as rotinas e regras em tempos de confinamento, a gestão de alterações de comportamento e a escuta sensível, isto é, compreender o que realmente as crianças nos querem dizer.
Com esta ação, que se realiza, na sexta-feira, das 15:00 às 17:00, a F3M reforça, uma vez mais, o seu papel de apoio aos profissionais da área social, proporcionando momentos de reflexão e debate em torno de temas emergentes e com elevado impacto na sociedade.
A sessão virtual, ainda que gratuita, terá um número limitado de participantes, que deverão assegurar a sua presença através de inscrição prévia.
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, endereçou uma carta com um conjunto de contributos relativos ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) Económica a António Costa, ao ministro do Ambiente e Transição Climática, João Matos Fernandes, e ao ministro do Planeamento, Nelson Souza.
Em linha com as preocupações manifestadas pela Comunidade Intermunicipal do Cávado neste processo de consulta pública, a falta de auscultação dos agentes do território, a subvalorização das verbas a alocar à região Norte, a concentração de recursos nas áreas metropolitanas e a omissão de projetos capazes de melhor concretizar as diversas dimensões do PRR no território, em linha com as prioridades da União Europeia, são críticas apontadas ao documento pelo autarca.
Para além desta visão “excessivamente centralista”, Ricardo Rio considera ser uma “fonte de desilusão” o parco estímulo à competitividade e à capacitação do tecido empresarial e o “flagrante esquecimento” das áreas da cultura e do desporto enquanto motores de desenvolvimento do território e promoção da coesão social.
O edil formula votos de que o Governo de Portugal reformule o PRR, garantindo esse processo “uma afetação mais equilibrada e harmoniosa dos recursos disponíveis que vá ao encontro das aspirações dos territórios, alinhando os projetos com as metas que se pretendem atingir”.
BTR elevará Braga para patamar superior de sustentabilidade e qualidade de vida
A carta elenca um conjunto de prioridades para Braga identificadas pelo Executivo Municipal que devem estar abrangidas pelo PRR, na qual se incluem projetos estruturantes para a cidade e toda a região que, a serem concretizados, funcionarão como alavancas importantes da competitividade dos territórios e da sua recuperação perante a crise pandémica, sendo exequíveis de concretizar num horizonte temporal relativamente curto.
Os projetos identificados incluem, ao nível da mobilidade urbana sustentável, a implementação do BRT – Bus Rapid Transit para Braga. Em função do seu potencial, flexibilidade e custo, considera o Executivo ser a solução de transporte colectivo que melhor se adapta à dimensão da cidade, em detrimento de outras opções com menos premência e verbas adstritas exageradas para os quilómetros de linha incluídas nesta versão do PRR.
Fiável, moderno, atrativo e com capacidade de transporte elevada, está prevista a implementação na zona mais densa do concelho, onde habitam cerca de 120 mil pessoas.
“O Município de Braga e os Transportes Urbanos de Braga apresentam capacidade técnica, know-how e maturidade para assegurar a futura gestão deste projeto. A implementação do BRT tem um custo estimado de 150 milhões de euros, que incluem os estudos e fiscalização, as obras de inserção urbana, veículos, sistemas de bilhética e centro de controlo. Elevando a cidade para um patamar superior de sustentabilidade e qualidade de vida, é um projecto essencial para o esforço colectivo de alcançar as metas europeias para a neutralidade carbónica”, esclarece em comunicado.
Respostas sociais e rede viária devem ser prioridades do PRR
Na área social, estão identificadas como prioridades do concelho a criação de uma rede de equipamentos de apoio à infância; o desenvolvimento de respostas de base comunitária para as franjas mais desfavorecidas da população; o investimento em projetos de promoção da inclusão social de comunidades desfavorecidas por via de intervenções ao nível do espaço público, infra-estruturas sociais e coesão social; e a dotação de recursos que permitam dar corpo às linhas orientadoras da Estratégia Local de Habitação, suprindo as necessidades de acesso a habitação condigna por uma parcela relevante da população.
Quanto à rede viária, estão sinalizadas pelo Executivo a finalização da variante do Cávado (ligação Frossos-Ferreiros), uma obra estruturante e estratégica que reduzirá fluxos de atravessamento na malha urbana e a redução dos níveis de poluição; e a extensão da mesma variante do Cávado até aos Parques Industriais de Pitancinhos (Palmeira) e Adaúfe, melhorando a circulação de tráfego mercantil em zonas onde estão instaladas centenas de empresas com forte vocação exportadora.
O Lidl doou 130 mil máscaras cirúrgicas à União das Misericórdias Portuguesas para ajudar os utentes em lares e em unidades de Cuidados Continuados, de norte a sul do País, na proteção contra o Covid-19. A iniciativa reforça o apoio do Lidl a esta faixa da população, que é também a destinatária da 2ª edição do Mais Ajuda, o programa de inovação social dedicado a projetos de apoio aos idosos.
Tendo como objetivo suprimir as necessidades muito prementes de equipamentos para a prestação de cuidados a estes utentes, as máscaras vão garantir a segurança de todos, enfrentando os desafios decorrentes da pandemia.
A doação de máscaras à União das Misericórdias (UMP) complementa a contribuição do Lidl no apoio aos idosos através da 2ª edição do Mais Ajuda, o Programa de inovação social que junta o Lidl e as rádios Renascença, RFM e Mega Hits, em parceria com a Beta-i, para promover o envelhecimento digno e feliz, e que desafia IPSSs e Startups a desenvolverem projetos inovadores com impacto social, capazes de encontrar novas respostas para problemas sociais. Nesta edição, com a ajuda de todos os portugueses que no Natal escolheram comprar artigos Deluxe, uma marca exclusiva do Lidl, o Mais Ajuda tem 333 mil euros para apoiar o envelhecimento digno e feliz em Portugal.
Para Vanessa Romeu, diretora de Comunicação Corporativa do Lidl Portugal, “ajudar a comunidade – e especialmente esta faixa muito fragilizada da população, que bastante tem sofrido com a atual pandemia – é algo que temos procurado fazer de diversas formas: esta doação é mais uma etapa que se insere num âmbito maior, o qual endereçamos igualmente pela via na inovação social – com o projeto Mais Ajuda – buscando novas soluções para problemas existentes, que contribuam para em envelhecimento digno e feliz dos nossos idosos”.
Para Humberto Carneiro, responsável da UMP pela coordenação de equipamentos de proteção individual (EPI), “todas as ajudas são bem-vindas para continuar a trabalhar com a máxima segurança e com esta doação será possível reforçar, junto de utentes e profissionais, as medidas de proteção contra a Covid-19”.