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Vieira do Minho aprova apoios de 500 mil euros para as Juntas de Freguesia

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© CM Vieira do Minho
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A Câmara Municipal de Vieira do Minho aprovou, em reunião de Câmara, apoios financeiros e delegações de competências no valor global de 500 mil euros destinados às juntas e uniões de freguesia do concelho, abrangendo todas as freguesias e reforçando a capacidade operacional destas estruturas locais.

As verbas e competências atribuídas permitirão a realização de pavimentações, requalificações de arruamentos, construção de valetas e drenagens, beneficiação de muros, requalificação de espaços públicos, cemitérios e sedes de junta, melhoria de acessibilidades, aquisição de equipamentos e pequenas obras de reparação.

Paralelamente, foram igualmente aprovados apoios financeiros destinados ao funcionamento dos Centros de Convívio e Lazer, transporte de crianças, apoio à recolha de resíduos, despesas correntes e reforço das Unidades Locais de Proteção Civil.

No âmbito do apoio ao movimento associativo, cultural e desportivo, a autarquia deliberou apoios a diversas entidades, nomeadamente ao Motor Clube de Guimarães para a realização do Rali Serra da Cabreira 2026, ao Automóvel Club de Portugal no âmbito do WRC Vodafone Rally de Portugal, à Associação Patinhas Abandonadas de Vieira do Minho, à Junta de Núcleo de Vieira do Minho dos Escuteiros Católicos, à Associação Grupo Folclórico Passarinhos da Ribeira, à Rádio Alto Ave e à Associação Alvoradas da Cabreira, entre outras.

A reunião descentralizada decorreu na Junta de Freguesia de Tabuaças, onde foi também aprovado o Regulamento do Provedor do Munícipe “criando um canal independente, imparcial e acessível de mediação entre os cidadãos e os serviços municipais. Este instrumento reforça a transparência, a participação cívica e a melhoria contínua da qualidade do serviço público”, segundo a Autarquia.

Na mesma sessão foi ainda aprovada a primeira alteração orçamental modificativa dos documentos previsionais de 2026, bem como alterações aos contratos de empréstimo municipais, permitindo a reafetação de obras financiadas e a apreciação da situação financeira do Município.

Braga assinala quarto aniversário do início da guerra na Ucrânia

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DR
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O Centro Cultural e Educativo hi-Stream assinala, esta terça-feira, da 24, o quarto aniversário do início da guerra na Ucrânia com um encontro que irá decorrer na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga.

A iniciativa decorrerá das 16:00 às 18:00 com testemunhos de participantes, a exibição de um vídeo, a apresentação de fotografias de crianças ucranianas relacionadas com a guerra e a exposição de obras de um artista ucraniano de renome.

A entrada é livre.

Barcelos transfere 7,7 milhões de euros para as freguesias

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© CM Barcelos
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A Câmara Municipal de Barcelos aprovou, em reunião do Executivo, a transferência de mais de 7,7 milhões de euros para as juntas de freguesia do concelho, no âmbito dos contratos interadministrativos de delegação de competências, dos acordos de transferência de recursos e, ainda, de comparticipações financeiras. 

Os contratos interadministrativos de delegação de competências e os acordos de transferência de recursos do Município de Barcelos para as juntas de freguesia ascendem a 5.375.890 euros, envolvendo atividades ligadas às áreas dos equipamentos rurais e urbanos, da rede viária municipal, da gestão de espaços verdes, da Proteção Civil, da Educação e do património, cultura, desportivo e atividades recreativas e de lazer. Já as comparticipações financeiras aprovadas, num valor total de 2.338.054,75 euros, visam ajudar as juntas de freguesia na realização de diversos investimentos, designadamente requalificação de ruas, manutenção de espaços verdes e drenagem de águas pluviais, entre outros. 

Na mesma reunião, foram também aprovados subsídios a duas dezenas de associações culturais do concelho, num valor total de 155.300 euros, destinados a auxiliar à atividade daquelas coletividades. 

Movimento Dignidade Académica denuncia degradação estrutural na UMinho

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© Movimento Dignidade Académica
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O Movimento Dignidade Académica alertou para a degradação das condições estruturais nos diferentes campi da UMinho, com especial incidência no Campus de Gualtar, em Braga.

De acordo com o movimento, o edifício CP1 sofre de infiltrações “graves” nos períodos de chuva. “Uma universidade democrática, inclusiva e participativa depende não apenas da qualidade pedagógica ou científica, mas também das condições materiais que permitem estudar, investigar e trabalhar com segurança e dignidade. Contudo, aquilo que deveria constituir o mínimo garantido à comunidade académica tem vindo a deteriorar-se de forma contínua e visível. Um dos exemplos mais claro verifica-se no edifício CP1 do Campus de Gualtar, onde, sempre que ocorrem períodos de chuva intensa, surgem infiltrações graves: água a escorrer por paredes e tetos, baldes distribuídos por corredores e salas, humidade persistente, tetos falsos deteriorados ou inexistentes e equipamentos de iluminação em risco de queda. Estas situações não são pontuais nem recentes”, disse o Movimento Dignidade Académica, em comunicado enviado à Braga TV.

© UMinho

O Movimento Dignidade Académica refere ainda que estas situações “repetem-se ano após ano sem solução estrutural visível e comprometem diretamente a realização de aulas, avaliações, investigação e atividades académicas. Os problemas ultrapassam largamente um único edifício e estendem-se a vários espaços universitários como as casas de banho frequentemente inoperacionais ou sem condições de higiene adequadas; a falta ou avaria recorrente de equipamentos básicos de apoio ao estudante (como micro-ondas em zonas de refeição); espaços sem condições de salubridade devido a humidade persistente; infraestruturas envelhecidas e manutenção reativa em vez de preventiva; parques de estacionamento manifestamente insuficientes face ao número de utilizadores e falhas no cumprimento dos contratos estabelecidos”. 

© UMinho

“A qualidade institucional não se mede apenas por indicadores formais, mas também pelas condições estruturais asseguradas à sua comunidade: estacionamento adequado, infraestruturas funcionais, serviços eficientes e comunicação criteriosa. O crescimento sem planeamento ou sem acautelar os impactos operacionais inevitavelmente conduz a cenários como o atual, penalizando precisamente aqueles que cumprem as suas obrigações para com a Universidade. A impossibilidade de garantir condições básicas de segurança e funcionamento afeta diretamente a qualidade do ensino e da aprendizagem, o bem-estar dos estudantes, a produtividade científica, a dignidade laboral de docentes e trabalhadores e a própria imagem institucional”, reforça.

O movimento de estudantes lançou ainda uma campanha pública de recolha de assinaturas com o objetivo de “exigir diagnóstico técnico transparente e público do estado estrutural dos edifícios; plano calendarizado de intervenção e reabilitação; comunicação regular com a comunidade académica sobre as obras; garantia de condições mínimas de segurança e salubridade nos espaços letivos e medidas previstas para a resolução dos problemas de estacionamento e prazo expectável para a sua normalização”.

O Movimento Dignidade Académica acrescentou que a UMinho apresenta “um orçamento anual global na ordem dos 230 a 260 milhões de euros. Contudo, o financiamento direto proveniente do Orçamento de Estado situa-se apenas em cerca de 90 milhões de euros anuais, correspondendo aproximadamente a 35%-40% do orçamento total da instituição. Isto significa que a maior parte do funcionamento da universidade depende de receitas próprias (e.g., propinas, projetos de investigação e prestação de serviços) tornando ainda mais relevante garantir que os recursos disponíveis se traduzem em condições estruturais adequadas para quem estuda e trabalha na instituição”.

O movimento apela ainda à participação de estudantes, docentes, investigadores, trabalhadores e estruturas representativas na campanha pública de recolha de assinaturas para “exigir condições dignas de estudo, trabalho e permanência na Universidade do Minho”. 

Conheça a chave do Eurodreams

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Os números do sorteio do Eurodreams de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números 1 – 7 – 12 – 25 – 26 – 39 e número de sonho 1.

Esta chave vale 30 mil euros por mês durante 30 anos.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

PS Braga denuncia subida da fatura da água apesar de medida ter sido chumbada

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© PS
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O PS Braga denunciou e manifestou preocupação com a atualização do tarifário da AGERE, após a medida ter sido chumbada na última Reunião de Câmara.

Segundo a Concelhia de Braga, a atualização já está refletida nas faturas emitidas aos munícipes a partir de 1 de fevereiro.

“Após inúmeros alertas de bracarenses, confirmámos aumentos entre 6,48% no consumo de água e 8,46% na tarifa de drenagem de águas residuais, bem como uma subida de 7,48% na tarifa de disponibilidade de águas residuais” anunciou o PS Braga.

Recorde-se que na Reunião de Câmara de 18 de fevereiro, no ponto 10 da Ordem de Trabalhos “Tarifário da AGERE para 2026 | Processo 8021/2026”, a deliberação relativa a este aumento foi chumbada e, posteriormente, retirada para ulterior apreciação, conforme a Braga TV noticiou.

“Com que fundamento legal foram aplicados aumentos antes da aprovação formal do tarifário? Quem autorizou a emissão de faturas com valores atualizados? Como se compatibiliza esta prática com uma deliberação que foi rejeitada e retirada? Estamos perante uma situação que levanta sérias dúvidas quanto ao respeito pelas decisões do órgão executivo e quanto à transparência na gestão de um serviço público essencial”, contesta o PS Braga, que exige “um esclarecimento imediato e cabal por parte da Administração da AGERE, EM, bem como do Presidente da Câmara Municipal de Braga”.

“Os Bracarenses têm o direito de saber se estão a pagar aumentos que não foram devidamente aprovados e se os procedimentos adotados respeitam a legalidade e os princípios da boa governação”, finalizou o PS Braga.

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IL acusa Câmara de Famalicão de gastar dinheiro dos contribuintes com criação de jornal

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© IL
Paulo Ricardo Lopes © IL

A Câmara Municipal de Famalicão lançou o jornal “EFE”, em formato papel com distribuição gratuita.

A Iniciativa Liberal veio “repudiar” a criação do jornal, que, segundo o partido, “custará 100 mil euros por ano.

“A Iniciativa Liberal Famalicão manifesta a sua total oposição à criação do novo jornal municipal EFE, anunciado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Para a IL, esta iniciativa representa um uso inadequado de recursos públicos e um desvio claro daquilo que deve ser a função de uma autarquia numa sociedade livre e democrática. A IL Famalicão considera profundamente preocupante que a Câmara Municipal avance para a criação de um órgão de comunicação próprio, financiado pelos contribuintes e tendo como Diretor o presidente Mário Passos, especialmente num contexto em que já existe um ecossistema mediático local ativo e com cada vez maior dificuldade em ser sustentável”, refere Paulo Ricardo Lopes.

O liberal considera que “não é função de uma autarquia substituir a comunicação social, muito menos criar um meio de comunicação financiado com dinheiro público que inevitavelmente condiciona a pluralidade e a independência informativa”.

A Iniciativa Liberal recorda ainda que “nos últimos anos, o número de contratações relacionadas com produção de conteúdos e comunicação na Câmara Municipal tem vindo a aumentar de forma significativa. Este crescimento revela uma tendência preocupante: a prioridade dada ao controlo da narrativa política em detrimento da resolução dos problemas reais do concelho. Durante a última campanha eleitoral, a IL Famalicão foi o único partido a propor a redução destas rubricas de despesa, defendendo uma gestão mais responsável e transparente dos recursos municipais”, refere.

O líder da Iniciativa Liberal de Famalicão reforça que “Mário Passos deve concentrar-se mais em resolver os problemas de Famalicão e menos em dominar a narrativa que passa nos jornais. Sendo que se não tiver uma boa forma de gastar estes 100 mil euros anuais, então que reduza esse valor nos impostos dos famalicenses”.

” Iniciativa Liberal Famalicão reafirma o seu compromisso com a transparência, a boa gestão dos recursos públicos e a defesa de uma comunicação social livre e independente. O município deve focar-se em servir os cidadãos — não em financiar instrumentos de propaganda”, finalizou.

SC Braga vence 14 medalhas no Torneio Zonal Norte

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga venceu 14 medalhas no Torneio Zonal Norte do escalão de infantis, que decorreu sexta e sábado, em Felgueiras.

O clube alcançou o 2.º lugar no medalheiro geral no escalão de Infantis B e o 5.º lugar no medalheiro geral. Os Gverreiros estiveram em destaque ainda como a quarta equipa mais medalhada da competição, arrecadando cinco medalhas de ouro, cinco de prata e quatro de bronze.

Exposição “Bordando Inquietudes” para ver na Biblioteca de Vila Verde

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© CM Vila Verde
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A Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, em Vila Verde, acolheu a inauguração da exposição “Bordando Inquietudes: do amor romântico ao design ativista”. A mostra, desenvolvida pelos alunos da Unidade Curricular de Metodologia do Design Gráfico II, do 1.º ano da Licenciatura em Design Gráfico da Escola Superior de Design do IPCA, apresenta mais de 20 projetos que desafiam e discutem a ideia do amor.

A presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Júlia Fernandes, felicitou os alunos pelas “excelentes reflexões”, sublinhando que estes trabalhos são fundamentais para responder ao desafio do que fazer com o património antigo. Para a autarca, estas visões sobre os diferentes tipos de amor são “extraordinárias para combater discursos de ódio e lançar mensagens de paz e solidariedade”, reforçando a responsabilidade de passar este testemunho às gerações futuras.

Sob a orientação dos professores Susana Dias e Manuel Granja, em parceria com a Aliança Artesanal, os estudantes foram desafiados a usar o legado dos Lenços de Namorados como suporte para mensagens. Segundo a professora Susana Dias, o objetivo foi dar aos alunos um “ingrediente” extra, o património, para que pudessem refletir sobre o amor nas suas várias vertentes: social, própria, animal ou até tóxica.

O projeto, que resultou inclusivamente num artigo científico, permitiu ensinar os fundamentos do design gráfico através do respeito pela cultura, mas com a ousadia de ver o lenço sob uma perspetiva de ativismo.

As “inquietudes” apresentadas atravessam temas complexos. O grupo do aluno Tiago focou-se no amor aos animais e na hipocrisia do consumo; já o grupo de Ágata explorou o amor próprio e a rigidez dos padrões de beleza, utilizando o bordado como uma representação das “cicatrizes” deixadas pelas inseguranças no corpo.

Numa vertente mais social, Diana e Ana Sofia desenvolveram um projeto que enaltece o trabalho das artesãs, alertando para a precariedade das condições de trabalho com o mote “o amor não paga rendas”. Por outro lado, Joana Martins e Lucas Teixeira exploraram a herança familiar, utilizando o rosto como o maior símbolo do património e do amor que atravessa gerações, tal como os lenços fizeram.

O impacto académico do projeto foi também sublinhado por Miriam Zanini, cujo doutoramento aprofunda esta temática, e pelo vereador do Município de Vila Verde Manuel Lopes, que manifestou orgulho em ver os símbolos tradicionais transformados em mensagens desafiantes.

A exposição, que conta com o apoio do Município de Vila Verde, estará patente na Biblioteca Municipal até ao dia 18 de março, para ver e refletir de forma gratuita.

Cerca de 1.200 pessoas participaram no Ledechem BTT – Trilho dos Moinhos em Barcelos

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© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

A 19.ª edição do Ledechem BTT – Trilho dos Moinhos reuniu quase 1.200 participantes e voltou a transformar os trilhos do norte do concelho de Barcelos num espaço de superação, partilha e identidade. Mais do que uma prova, foi uma manhã, este domingo, onde o esforço físico se cruzou com valores e comunidade. 

Os 42 quilómetros atravessaram trilhos florestais, zonas ribeirinhas e encostas técnicas. O terreno pesado e enlameado obrigou a concentração constante. Cada subida exigiu mais. Cada descida pediu controlo. Cada quilómetro foi conquista.

A chegada masculina prendeu o público até ao último metro. Pedro Sá venceu com 1h35m53s. Logo atrás, Casimiro Oliveira e Rúben Machado cruzaram praticamente lado a lado, ambos com 1h35m54s. O sprint foi milimétrico, acompanhado por vozes que se levantaram junto à meta.

Mas o momento que ficou não foi apenas o da velocidade. Um detalhe técnico levou o sistema a registar inicialmente Casimiro atrás de Rúben. O dorsal não estava corretamente posicionado. Foi o próprio Rúben quem fez questão de esclarecer que o colega tinha terminado em segundo lugar. Num instante simples, decidiu-se que a verdade valia mais do que um lugar na classificação. O público percebeu e aplaudiu.

Rúben Machado recebeu o Cartão Branco da Ética. Num evento onde, antes da partida, já tinha sido exibida a Bandeira da Ética e lido o Juramento da Ética Desportiva, o gesto não foi acaso. Foi coerência.

Na geral feminina, Ana Margarida Soliz venceu com 2h03m56s, seguida de Joana Barros com 2h06m42s e de Tânia Lima, terceira classificada, com 2h07m51s. Mais do que tempos, ficaram expressões de superação na chegada e alegria que a lama não conseguia esconder.

“Sou de Barcelos e mesmo conhecendo bem o concelho, encontrei trilhos que nunca tinha visto. Cada curva foi uma surpresa e a organização fez toda a diferença”, disse um dos participantes no final.

Se os atletas enfrentaram o percurso durante horas, houve quem o enfrentasse durante dias. A secção de BTT dos Amigos da Montanha, apoiada por dezenas de voluntários, trabalhou no terreno antes da prova. “Foi um desafio enorme. Tivemos temporais nas últimas semanas e sabíamos que isso iria marcar o terreno. O nosso objetivo foi apresentar um traçado inovador, desafiante e bonito, mas sempre seguro e capaz de proporcionar boas sensações aos atletas. Quero agradecer muito a todos os voluntários que estiveram connosco antes e durante a prova. Sem eles, nada disto seria possível”, destacou David Ferreira, diretor da prova e presidente adjunto dos Amigos da Montanha.