O movimento independente Amar e Servir Braga questionou o Executivo Municipal se foram ativadas as garantias da obra de pavimentação na Avenida da Liberdade.
A obra de requalificação foi inaugurada há menos de dois anos e de acordo com Mário Meireles, vereador do Amar e Servir Braga, o pavimento encontra-se com “ferro à vista, buracos e água em poças grandes”.
“Perguntámos, em Reunião de Câmara, como estão as garantias destas obras, se estão a ser ativadas ou não. Uma obra com menos de dois anos mas também nas avenidas que compõem ali a zona de Lamaçães ou outras que foram executadas há pouco tempo e, por isso, estas obras ainda estão em período de garantia. Nós questionamos em Reunião de Câmara o que é que tem sido feito para ativar essas garantias de obra e o que é que tem sido feito para que isto não volte a acontecer ou para que isto seja corrigido”, questionou.
A Junta de Freguesia de São Vicente, em Braga, promoveu, no passado sábado, dia 14 de março, um Jantar do Dia da Mulher, que reuniu cerca de uma centena de participantes na Quinta do Balão.
A iniciativa contou com a presença de mulheres vicentinas de várias gerações, num ambiente de convívio, partilha e celebração, assinalando de forma especial esta data tão significativa.
Todo o Executivo da Junta de Freguesia esteve presente, reforçando a importância deste momento de “proximidade com a comunidade”.
O Presidente da Junta de Freguesia, Artur Monteiro, destacou o sucesso da iniciativa. “Sinto um enorme orgulho neste que foi o primeiro Jantar do Dia da Mulher deste Executivo. Foi um momento de grande alegria, união e reconhecimento do papel das mulheres na nossa freguesia”, disse.
De acordo com o feedback das participantes, este foi considerado por muitas como “o melhor jantar de sempre”, refletindo o sucesso da organização e o envolvimento da comunidade.
Artur Monteiro acrescenta ainda que “iniciativas como esta reforçam os laços entre a população e valorizam o papel fundamental das mulheres na construção de uma freguesia mais forte, mais unida e mais solidária.”
A Junta de Freguesia de São Vicente reafirma assim o seu compromisso em “continuar a promover momentos de valorização, reconhecimento e proximidade com a comunidade”.
A Semana Aberta da Academia Sénior arrancou em Braga com várias atividades para dar a conhecer o trabalho desenvolvido.
A sessão de abertura contou com a presença da vereadora da Coesão Social, Hortense Santos, que destacou “a importância de divulgar estas iniciativas, atrair mais pessoas e promover o envolvimento da comunidade, reforçando o papel da Academia no envelhecimento ativo”.
Até ao dia 20 de março, há palestras, jogos tradicionais, workshops de dança, rastreios de saúde, sessões de costura e muito mais.
A iniciativa termina no Dia Internacional da Felicidade.
Perto de 1500 cidadãos responderam ao questionário de apoio à elaboração do Plano Estratégico e de Ação para o Desporto de Vila Nova de Famalicão, documento que vai definir a visão, os objetivos e as estratégias para o desenvolvimento desportivo do concelho nos próximos cinco anos. Além destes contributos, também ocorreram sessões participativas com a presença de mais de 200 pessoas, num processo de participação e auscultação que decorreu entre março de 2025 e março deste ano.
A informação obtida durante este processo de diagnóstico permitirá fundamentar a definição de abordagens estratégicas que promovam uma realidade desportiva mais sustentável, inclusiva e inovadora no território famalicense, bem como ações alinhadas com as melhores práticas nacionais e internacionais, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Após este processo de diagnóstico, que encerrou com a sessão participativa do passado dia 14 de março, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco, com a presença de 51 participantes, será elaborada uma primeira proposta de Plano Estratégico e de Ação para o Desporto 2025-2030, que será apreciada pelo executivo camarário antes do início do processo de consulta pública, que deverá acontecer em breve.
O processo de participação e auscultação envolveu duas fases: na primeira, implicou o lançamento de um questionário, em março de 2025, dirigido aos vários agentes desportivos do território e população em geral, com o objetivo de recolher contributos sobre as reais necessidades e expectativas da comunidade famalicense; já a segunda fase, iniciada em julho de 2025, centrou-se em sessões de trabalho participativas que envolveram cidadãos de diversos quadrantes da sociedade, nomeadamente, jovens, seniores, empresários e atletas famalicenses, dirigentes de associações locais e regionais, técnicos municipais e representantes de organismos públicos.
António José Seguro, Presidente da República, escolheu a ilha Terceira, nos Açores, como palco das comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 2026. As comemorações do 10 de Junho assinalam-se também no Luxemburgo, país que acolhe uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora.
“Esta escolha assume significado especial por homenagear as autonomias regionais, que este ano assinalam 50 anos desde a sua consagração constitucional”, refere a nota da Presidência enviada à Braga TV.
Ao celebrar esta data nos Açores, o Presidente da República sublinha “a importância histórica, política e cultural das regiões autónomas na construção de um Portugal mais coeso, plural e solidário, reforçando simultaneamente os valores da unidade nacional e da coesão territorial”.
No dia 12 de junho o Presidente da República participa, na Madeira, numa sessão comemorativa dos 50 anos de autonomia e 40 anos de integração europeia.
Já a escolha do Luxemburgo, reforça “o reconhecimento do contributo dos portugueses residentes no estrangeiro para o desenvolvimento do país e afirmação de Portugal no mundo”.
Gabriel Dbouk, João Lomba, Matheus Araújo e Romário Cunha, jogadores do C Braga, cforam chamados ao estágio da Seleção Nacional Sub-18, que vai participar no Torneio Internacional de Lisboa.
A Seleção Nacional Sub-18 vai medir forças com Estados Unidos, Islândia e Marrocos no Torneio Internacional de Lisboa.
O Município de Vila Verde aprovou a Carta Social 2026-2030, um documento estratégico para a organização, planeamento e desenvolvimento da rede de serviços e equipamentos sociais do concelho. O documento expressa “a capacidade de adaptação ao crescimento populacional, com particular atenção ao nível da infância e dos idosos”.
Sob responsabilidade da Equipa Radar Social de Vila Verde, em parceria com a Rede Social, a Carta revela “um concelho em transformação, onde o crescimento populacional recente, impulsionado pela imigração, contrasta com um envelhecimento demográfico acentuado””.
O documento resulta de uma construção colaborativa com as instituições locais e baseada num diagnóstico de proximidade rigoroso. Foi aprovado pelo Conselho Local de Ação Social (CLAS), liderado pela presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes.
Após uma redução de 3,02% da população entre 2011 e 2021, Vila Verde passou para uma tendência de crescimento nos últimos anos, estimando-se que a população total seja de 48.150 residentes, de acordo com números de 2024. Para além do impulso gerado pelo aumento da população migrante, o índice de envelhecimento atinge os 174 idosos por cada 100 jovens, evidenciando um dos principais desafios estruturais do território.
No domínio da infância, o concelho destaca-se como um caso de sucesso a nível regional. Em 2023, a taxa de cobertura de creches atingiu os 57,8%, superando a média nacional de 52,2%. A rede de respostas sociais e educativas encontra-se bem estruturada, com 96 equipamentos distribuídos por 30 freguesias, assegurando uma cobertura significativa nesta faixa etária.
Por outro lado, a Carta Social identifica que, apesar de Vila Verde se apresentar como uma referência pela alargada – e sempre em crescendo – capacidade de respostas dirigidas à população idosa e às pessoas com deficiência, subsiste a necessidade de continuar a promover investimentos sociais para estas populações.
As Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e os Centros de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) apresentam taxas de ocupação superiores a 90%, atingindo frequentemente a capacidade máxima, o que se traduz em listas de espera e maior pressão sobre as famílias. As projeções apontam para o reforço de investimentos face ao aumento de necessidades nesta área até 2030.
O projeto Radar Social assume um papel central na identificação de situações de vulnerabilidade, nomeadamente ao nível do isolamento social, insuficiência económica e dificuldades habitacionais. Entre os principais desafios sinalizados destacam-se o aumento do custo da habitação, com valores medianos de venda a atingir os 1.381€/m², e a fragilidade económica de vários agregados familiares.
A Carta Social 2026-2030 aponta ainda caminhos estratégicos para o futuro, assentes numa lógica de inovação social e desenvolvimento sustentável. Entre as principais medidas destacam-se a implementação de unidades móveis de proximidade para chegar às freguesias mais isoladas, a promoção de soluções de habitação colaborativa para a população sénior e o reforço da transição digital das instituições do setor social.
O eurodeputado Paulo Cunha, Chefe da Delegação do PSD no Parlamento Europeu, foi nomeado relator do Grupo PPE para o Fundo de Investigação para o Carvão e o Aço (RFCS), no âmbito da definição do programa de investigação e das orientações técnicas plurianuais deste instrumento europeu.
Criado para apoiar a inovação nos setores do carvão e do aço, o RFCS assume hoje uma relevância renovada no contexto da transição climática e da transformação do modelo industrial europeu. O fundo é um dos instrumentos-chave para acelerar a descarbonização da indústria pesada, promovendo simultaneamente a competitividade e a autonomia estratégica da União Europeia.
Esta nomeação ocorre num momento “particularmente significativo”, na sequência “da recente carta do primeiro-ministro português sobre a descarbonização da indústria europeia, que apela a uma estratégia que concilie ambição climática com sustentabilidade económica”.
Para Paulo Cunha, “a descarbonização da indústria europeia não pode ser feita à custa da sua competitividade. Precisamos de investir em inovação, tecnologia e conhecimento para garantir que a transição é não apenas verde, mas também industrialmente sustentável”.
Enquanto relator do Grupo PPE, o eurodeputado acompanhará de perto a definição das prioridades de financiamento e das orientações técnicas do fundo, contribuindo para assegurar que os investimentos europeus respondem de forma eficaz aos desafios atuais.
“Este fundo representa uma oportunidade concreta para colocar a Europa na liderança da inovação industrial limpa. Se quisermos uma indústria forte no futuro, temos de investir hoje nas tecnologias que a vão transformar”, sublinhou.
Paulo Cunha defende ainda “uma abordagem equilibrada à transição climática, alertando para a necessidade de evitar processos de desindustrialização”. “A Europa não pode correr o risco de descarbonizar e, ao mesmo tempo, desindustrializar. A nossa prioridade deve ser produzir melhor, mais limpo e com maior valor acrescentado, mas dentro do espaço europeu”, acrescenta.
O Museu dos Biscainhos, em Braga, inaugura esta quinta-feira, dia 19, às 16:30, a exposição “Grito de Silêncio”, de Alberto Vieira, integrada na Semana Santa.
Através de esculturas em cerâmica, madeira, ferro e outros materiais, o artista aborda temas como desigualdade, precariedade social, violência e exclusão, transformando o silêncio em espaço de reflexão crítica.
A Iniciativa Liberal de Barcelos manifestou “profunda preocupação” face à paragem das obras da nova ponte sobre a Ribeira das Pontes, que liga as freguesias de Arcozelo e Tamel S. Veríssimo, no concelho de Barcelos.
“Trata-se de uma infraestrutura estruturante para a mobilidade local, cuja conclusão estava prevista para o final de 2025, no âmbito de um projeto cofinanciado por fundos europeus. Contudo, a ausência de progresso visível levanta sérias dúvidas quanto à capacidade de execução, planeamento e acompanhamento por parte da Câmara Municipal de Barcelos”, refere o partido.
Acresce ainda que “a ponte atualmente existente se encontra cortada ao trânsito há cerca de oito meses, obrigando moradores, trabalhadores e empresas a recorrer à Estrada Nacional 205, com impactos evidentes ao nível da mobilidade, do aumento dos tempos de deslocação e dos custos para a atividade económica local”.
“Importa ainda sublinhar que a Câmara Municipal de Barcelos não apresentou até à data qualquer calendário concreto para a sua resolução. Não menos relevante, os liberais alertam para o risco de perda do financiamento europeu associado à obra, o que representaria um prejuízo direto para o município. Perante este cenário, a Iniciativa Liberal irá levar o assunto à próxima Assembleia Municipal de Barcelos, exigindo esclarecimentos claros, objetivos e um compromisso firme quanto à retoma e conclusão da obra”, finalizou.