
Sara Rocha, atleta do SC Braga, venceu a medalha de bronze na vertente de Bola 8, no Campeonato da Europa de Pool, em Antália, na Turquia.
A Gverreira do Minho está a representar Portugal na competição, que decorre até 10 de março.

Sara Rocha, atleta do SC Braga, venceu a medalha de bronze na vertente de Bola 8, no Campeonato da Europa de Pool, em Antália, na Turquia.
A Gverreira do Minho está a representar Portugal na competição, que decorre até 10 de março.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou o distrito de Braga sob aviso amarelo devido à previsão de queda de neve.
O aviso meteorológico vigora entre as 09:00 e as 21:00 desta segunda-feira, prevendo-se queda de neve acima de 1000/1200 metros de altitude, baixando temporariamente a cota para os 800/1000 metros durante a tarde com acumulação até 10 centímetros acima dos 1000 metros.
O IPMA alerta para possível perturbação causada por queda de neve com acumulação e formação de gelo.

Pedro Magalhães, emigrante na Suíça, morreu na sequência de um acidente de mota em Courlevon, Friburgo.
O português, de 40 anos e natural de Felgueiras, despistou-se e embateu contra uma árvore.
Apesar das manobras de reanimação feitas pelos meios de socorro, não foi possível reverter a gravidade dos ferimentos.
O óbito foi declarado no local.

A comunidade de Semelhe, em Braga, prepara as festas em honra de Nossa Senhora da Purificação que decorrem de 30 de abril a 4 de maio.
Liliana Oliveira e Coração Minhoto, The Legends e Toy são os cabeças de cartaz destas festividades. A Comissão de Festas convida toda a comunidade e visitantes a participar nestas festas que engrandecem a freguesia
Programa
30 de abril (quinta-feira)
1 de maio (sexta-feira)
2 de maio (sábado)
3 de maio (domingo)
4 de maio

A comunidade de Cabreiros, em Braga, reviveu o sofrimento da Paixão de Cristo na Procissão do Silêncio e Transladação do Senhor dos Passos, que decorreu este sábado à noite. Os fiéis voltaram a unir-se para acompanhar em silêncio o andor do Senhor dos Passos.
Marco Coelho, presidente da Confraria do Senhor dos Passos de Cabreiros, enalteceu o trabalho desempenhado pelos anteriores membros da Confraria, pretendendo dar continuidade a esta tradição que fortalece a fé da comunidade de Cabreiros.
“É o nosso primeiro ano e quero agradecer à Confraria anterior que nos deixou um bom legado. Fomos sempre aperfeiçoando com a ajuda deles e o nosso compromisso será sempre continuar. A comunidade de Cabreiros adere muito a este tipo de procissões, está-lhes no sangue, sempre foi enraizado na freguesia e é de enaltecer sempre a presença deles. A primeira, a Procissão do Silêncio, é uma procissão que toca mais. É uma procissão mais da crença, da fé. Eu costumo dizer que esta procissão nos faz aquela pele de galinha, aquela dor no caroço. É uma procissão muito bonita para quem tem fé e vale a pena vivê-la”, disse o presidente.

Por seu turno, Hélder Machado, presidente da Mesa da Assembleia da Confraria do Senhor dos Passos de Cabreiros, falou que a comunidade da freguesia participa ativamente nas celebrações.
“Entrámos este ano e estamos naquela fase de perceber e de assimilar todas as funções que os nossos colegas tinham e que desempenharam muito bem. Estamos cá com muito gosto e com muito sentido de fé para apoiar o Senhor dos Passos. De facto, a nossa comunidade tem muita devoção e é muito participativa nestes eventos religiosos. É uma procissão muito especial e nós estamos cá também nesse sentido de ajudar para que tudo corra pelo melhor. Esta procissão da noite é também muito esperada porque penso que, por um lado é única, é muito especial, mesmo cá no Norte. Toda a gente está à espera deste momento do ano, mesmo os nossos emigrantes lá fora estão à espera deste momento através das redes sociais porque têm muita devoção”, sublinhou.

José Carneiro, habitante da Freguesia de Cabreiros, explicou que a Procissão da Transladação da imagem do Senhor dos Passos começou a ser chamada por Procissão do Silêncio, uma vez que a comunidade participa em silêncio nesta celebração.
“Em geral, todas as freguesias fazem a transladação do Senhor para outra Igreja, só que aqui incorporam à procissão todos os penitentes. O povo tem as suas promessas, faz a sua penitência e posso dizer que se ouvem ‘os mosquitos’ porque o respeito é tal e a devoção é tanta, daí o povo lhe passar a chamar a Procissão do Silêncio“, disse.

Este ano, Beatriz Rodrigues foi a escolhida para desempenhar o papel de Verónica na procissão. “É a primeira vez e estou muito feliz e ansiosa porque foi algo que eu gostava de fazer e como fui membro do Grupo Cultural Infantil e Juvenil de Cabreiros durante muitos anos, sempre gostei de cantar e então aceitei este convite”, afirmou.
Organizado pela Confraria do Senhor dos Passos de Cabreiros, o cortejo religioso foi devidamente preparado, assim como toda a decoração do exterior da Capela do Senhor dos Passos com várias tochas acesas. O andor do Senhor dos Passos foi acompanhado por dezenas de figurados, centenas de fiéis e pela Banda Musical de Cabreiros.

A imagem do Senhor dos Passos recolheu na Igreja e sairá à rua este domingo às 15:30 para a majestosa Procissão, que contará com cerca de 220 figurantes. A cerimónia contará com o pregador Pe. João Alberto Correia e com o “Sermão do Pretório”, na Igreja, e o “Sermão do Encontro”, na Capela.
De acordo com os membros da Confraria do Senhor dos Passos de Cabreiros, será ainda efetuado um estudo sobre a histórias destas solenidades.
A reportagem teve o apoio à produção:


Todos os anos, a 8 de Março, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. Multiplicam-se discursos institucionais, flores, fotografias nas redes sociais e declarações solenes sobre igualdade, respeito e justiça. As palavras são bonitas, as intenções parecem nobres, e por um dia o mundo recorda-se de que as mulheres são pilares fundamentais da sociedade.
Mas, terminado o ritual simbólico da celebração, permanece uma pergunta incómoda: – até que ponto a igualdade que se proclama existe verdadeiramente na vida concreta das mulheres?
Portugal orgulha-se, e com razão, de ter feito progressos significativos na promoção da igualdade de género. A legislação existe, as políticas públicas multiplicam-se, e o discurso institucional é quase sempre inequívoco: – homens e mulheres devem ter as mesmas oportunidades.
Contudo, a realidade social continua a revelar fissuras profundas entre a retórica e a prática.
Pensemos numa mulher comum, não numa abstração estatística, mas numa pessoa concreta. Uma mulher na casa dos quarenta anos, licenciada, Inteligente, trabalhadora, Mãe, durante alguns anos decidiu fazer aquilo que tantas vezes a própria sociedade exige às mulheres, cuidar dos filhos, acompanhar o crescimento da família, estar presente na educação e na construção emocional das crianças.
Quando decide regressar ao mercado de trabalho, acredita, legitimamente, que a sua formação, a sua experiência e a sua maturidade serão valorizadas.
Mas a realidade é outra.
Durante um ano e meio, envia currículos, concorre a vagas, participa em processos de seleção. A resposta repete-se, silêncio, recusas ou promessas vagas. A maternidade, que deveria ser um valor social, transforma-se silenciosamente num fator de suspeita profissional.
Num determinado momento surge um concurso público para uma câmara municipal. Finalmente, uma oportunidade transparente, baseada em mérito. A candidata estuda, prepara-se, realiza a prova de conhecimentos.
O resultado é inequívoco: mais de 17 valores, primeiro lugar, o mérito parece finalmente falar mais alto,
mas depois chega a entrevista, na entrevista esse território muitas vezes nebuloso onde os critérios se tornam subjetivos, a candidata é desqualificada. Não porque não saiba, não porque não seja competente, mas porque, algures entre impressões pessoais e decisões difíceis de escrutinar, o sistema decide que não é ela a escolhida.
E assim, mais uma vez, o mérito perde para aquilo que ninguém escreve nos regulamentos.
Este não é um caso isolado. É apenas o rosto humano de uma realidade que muitas mulheres conhecem demasiado bem, a dificuldade de regressar ao mercado de trabalho depois de exercerem aquilo que a sociedade considera uma das suas funções mais nobres, ser mãe.
Ironia das ironias, a mesma sociedade que exalta a maternidade penaliza frequentemente quem a vive.
Celebramos a mulher nos discursos, mas no quotidiano continuamos a impor-lhe escolhas impossíveis, ou carreira, ou maternidade, ou dedicação à família, ou competitividade profissional, ou presença no lar, ou relevância no mercado de trabalho.
A igualdade proclamada torna-se, assim, muitas vezes uma igualdade formal, mas não real.
E é aqui que o Dia da Mulher deveria incomodar mais do que confortar.
Porque celebrar as mulheres não é apenas oferecer flores ou publicar frases inspiradoras. Celebrar as mulheres implica garantir que o mérito é respeitado, que a maternidade não é penalizada e que o talento não é descartado por preconceitos silenciosos.
Portugal precisa de continuar a evoluir neste caminho. Não apenas com leis, mas com práticas. Não apenas com discursos, mas com decisões concretas.
É necessário que as instituições, públicas e privadas, olhem verdadeiramente para o valor que as mulheres trazem ao mundo profissional, maturidade, capacidade de gestão emocional, resiliência, visão prática e sentido de responsabilidade.
Qualidades que muitas vezes nascem precisamente da experiência de vida e da maternidade.
Neste Dia da Mulher, portanto, a homenagem mais justa não é apenas a celebração. É também a lucidez crítica.
Porque as mulheres portuguesas merecem mais do que palavras bonitas.
Merecem OPORTUNIDADEs REAIS, merecem JUSTIÇA.
E merecem que a sociedade finalmente compreenda que igualdade não é um slogan, é uma prática diária que ainda está longe de estar plenamente cumprida.

Mariana Machado, atleta de Braga, sagrou-se hoje campeã nacional na Meia Maratona de Lisboa.
A bracarense estreou-se na distância dos 21 quilómetros, tendo sido a primeira portuguesa a cortar a meta, completando a prova em 1h10m10s.
Este resultado valeu o título nacional a Mariana Machado e um lugar entre as dez melhores marcas portuguesas de sempre nesta competição.

Os Bandidos do Cante foram os grandes vencedores da 60.ª edição do Festival da Canção com a música “Rosa”. A banda vai representar Portugal na Eurovisão, que irá realizar-se em maio, em Viena, na Áustria.
O vencedor do Festival da Canção foi escolhido com base na votação do júri e do público, no esquema 50/50.
“Rosa” foi a música mais votada, tendo alcançado 22 pontos, entre 12 pontos do público e 10 do júri.
Em segundo lugar ficou o tema “Jurei”, de Dinis Mota, enquanto a canção “Fumo”, do grupo Nunca Mates o Mandarim, conseguiu a terceira classificação.