A Braga TV, em parceria com aWhite Sounds, tem 12 bilhetes individuais de oferta para o concerto de tributo a Tina Turner, liderado pela cantora Kika Cardoso.
O espectáculo, que irá recordar alguns dos maiores sucessos de Tina Turner, tem data marcada para o dia 15 de março, às 17:30, no Forum Braga.
O passatempo termina no sábado, dia 14 de março às 15:00. Para participar, basta preencher o formulário aqui.
O concerto de encerramento do Cinquentenário da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho) realiza-se na próxima quarta-feira, dia 18 de março, pelas 21h30, no Theatro Circo, em Braga.
Neste espetáculo, a Orquestra da UMinho interpreta a abertura de “A Flauta Mágica” e “Exsultate, Jubilate”, de Mozart, enquanto o Coro do Departamento de Música apresenta a “Missa da Coroação”, do mesmo compositor. A direção musical está a cargo do maestro Vítor Matos.
Para a EEUM, assinalar este momento com a sonoridade de Mozart evoca o espírito do Iluminismo europeu, marcado pela valorização da razão, da ciência, da curiosidade intelectual e da procura incessante do conhecimento.
A entrada é livre, limitada à lotação da sala. Os bilhetes estarão disponíveis para levantamento pelo público em geral a partir de segunda-feira, dia 16, no balcão do Theatro Circo.
As comemorações do Cinquentenário da EEUM iniciaram-se também com um espetáculo musical e contaram depois com exposições, mesas-redondas presenciais e online, a edição de um livro de memórias e de um livro de graduação digital, além de ações solidárias, um piquenique, uma mostra de start-ups e interfaces, um “Dia do Emprego” e uma cerimónia de graduação, entre outros.
A EEUM está presente nos principais rankings internacionais e é a maior Escola da UMinho, com 6750 estudantes distribuídos por 88 cursos em Guimarães e Braga. Integra nove departamentos e nove centros de I&D, reunindo 262 docentes de carreira, 98 cientistas doutorados e mais de 100 técnicos, tendo o lema “Tomorrow needs engineering”.
A chuva está de regresso na sexta-feira ao distrito de Braga, segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Esta quinta-feira o céu estará parcialmente nublado com as temperaturas a chegarem aos 18º. Na sexta espera-se chuva e máximas de 15º, enquanto no sábado o céu estará muito encoberto com temperaturas de 13º. No domingo, o sol voltará a espreitar com máximas de 20º e na segunda atingem os 22º.
O Hospital de Braga inaugurou, esta manhã, o novo espaço gaming da Pediatria, uma sala totalmente renovada para proporcionar às crianças e adolescentes internados um ambiente mais moderno e acolhedor.
A iniciativa resultou de um esforço conjunto promovido pela Polícia Municipal de Braga, que contou com o apoio de várias empresas da cidade para a doação de materiais, mobiliário, equipamento informático e mão de obra, num investimento global próximo dos 10 mil euros.
A cerimónia contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, e do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa.
O espaço foi alvo de uma remodelação geral, onde foi recriada a identidade visual do mesmo, assente num estilo mais contemporâneo, com novas cores, luzes led, reorganização do mobiliário e introdução de estantes, secretárias, cadeiras gaming e equipamento informático, tornando o ambiente mais funcional, confortável e apelativo.
“Este projeto nasce de uma visão muito concreta de proximidade, assente na convicção de que também é possível cuidar através da presença, da empatia e da atenção às necessidades das pessoas, sobretudo nos momentos de maior fragilidade. Quando conhecemos este espaço e percebemos a vontade de o tornar mais moderno e mais acolhedor para os jovens internados, entendemos que havia aqui uma oportunidade real de mobilizar a cidade para uma causa com verdadeiro impacto humano”, frisa Andreia Parente, Comandante da Polícia Municipal de Braga.
A responsável sublinha ainda que “este espaço foi pensado para que as crianças e adolescente possam encontrar, dentro do contexto de internamento, um lugar onde seja possível descansar, conviver, jogar e sentir algum conforto extra”.
Associaram-se a esta intervenção as empresas Musa, Uselabel, Carpintaria Ferreira, Paulo Araújo Móveis Unipessoal Lda., Energia em Construção, Bragaled Iluminação, Tecniwood, Talaia Pinturas, Andreia, S.A., Onirodrigues, Famarcast-fundição Sa, Torrestir, Confeitaria e Pastelaria Cabanelas e Riva Office.
Américo Afonso, Presidente do Conselho de Administração da ULS Braga, destacou que “este projeto traduz, de forma muito clara, o valor das sinergias entre instituições e entidades coletivas da cidade de Braga quando estão verdadeiramente orientadas para o bem comum. A humanização dos cuidados de saúde também se faz através dos espaços que criamos para os nossos doentes e das condições que lhes oferecemos durante o internamento. No caso da pediatria, esta dimensão ganha uma relevância ainda maior, porque estamos a falar de crianças e adolescentes em situação de especial vulnerabilidade, para quem um ambiente mais acolhedor pode fazer uma diferença muito significativa”.
“Quero começar por reconhecer e agradecer a disponibilidade das empresas que se associaram a este projeto. É muito positivo verificar que, cada vez mais, o tecido empresarial da cidade está disponível para criar sinergias e contribuir ativamente para iniciativas com impacto real na comunidade. Este é um exemplo claro de como a cooperação entre instituições públicas, empresas e a sociedade civil pode gerar valor para Braga e para as pessoas que aqui vivem. Sabemos que a permanência num hospital nunca é um momento fácil, sobretudo quando falamos de crianças e adolescentes. Por isso, poder contribuir para que o tempo que aqui passam, assim como as suas famílias, seja um pouco mais tranquilo, mais leve e até mais divertido é algo que faz verdadeiramente a diferença. Espaços como este ajudam a proporcionar momentos de entretenimento, convívio e até de contacto com a cultura e a tecnologia, tornando o ambiente hospitalar mais humanizado e mais próximo das necessidades dos mais jovens”, refere João Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Braga.
A vila de Apúlia, no concelho de Esposende, assinalou o 38.º aniversário da sua elevação à categoria de vila, numa cerimónia que destacou a identidade e o percurso histórico da comunidade local.
Na sessão de abertura das comemorações, o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, salientou a forte identidade da localidade, sublinhando o “bairrismo saudável” que, segundo o autarca, continua a caracterizar e a definir a população de Apúlia.
A data de 11 de março de 1988, quando a Assembleia da República aprovou a elevação da localidade a vila, permanece marcada na memória coletiva dos apulienses. O reconhecimento refletiu o dinamismo da comunidade, sustentado num tecido económico diversificado, em tradições culturais enraizadas e na reputação das praias locais, associadas às suas reconhecidas características terapêuticas.
“Celebramos o dia em que Apúlia passou a ser vila. Mas Apúlia sempre foi muito mais do que isso. É um sentimento, uma forma única de estar na vida”, afirmou o Presidente da Junta de Freguesia de Apúlia, Manuel Vinha, que partilha o executivo com Abel Vieira e Fátima Fragoso. Na ocasião, os responsáveis autárquicos recordaram também os apulienses espalhados pelo mundo, sublinhando o vínculo que continuam a manter com a terra natal.
Durante a cerimónia, foram ainda apontados alguns dos desafios futuros da vila. O Presidente da Câmara Municipal de Esposende destacou a necessidade de avançar com uma intervenção de requalificação no centro urbano, defendendo uma abordagem estruturada que torne o espaço mais funcional e atrativo. Entre as prioridades identificadas estão o ordenamento do trânsito, a melhoria do urbanismo e o reforço das infraestruturas de saneamento.
As comemorações do 38.º aniversário da elevação de Apúlia a vila prosseguem no próximo fim de semana, com um conjunto de iniciativas a decorrer na Casa do Povo de Apúlia, envolvendo a comunidade em diversos momentos culturais e de convívio.
O Município de Vieira do Minho vai promover, nos dias 21 e 22 de março, iniciativas que convidam residentes e visitantes a descobrir o concelho através da natureza e da gastronomia tradicional.
No dia 22 de março, a Autarquia realiza mais uma caminhada integrada no projeto “A Serra da Cabreira em Família”. Nesta edição, os participantes são desafiados a descobrir o Rio Ave e os seus moinhos, bem como as aldeias de Agra e Lamedo, através de um percurso circular com cerca de 6,5 quilómetros e de dificuldade moderada.
O ponto de encontro está marcado para as 10:00, na Área de Lazer de Agra, local a partir do qual terá início o trilho que percorre paisagens moldadas pelo Rio Ave, tendo como ponto alto a visita à Cascata da Candosa. Ao longo do percurso, será ainda possível observar diversos elementos característicos do mundo rural, como alminhas, cruzeiros, fontes, casas de granito e campos agrícolas, testemunhos da história e identidade serrana.
A participação na caminhada é gratuita, mas é necessária inscrição individual através do formulário disponível aqui.
Paralelamente, nos dias 21 e 22 de março, Vieira do Minho celebra a sua gastronomia com a iniciativa “Vieira Tradição à Mesa”. Durante este fim de semana, vários restaurantes do concelho destacam o cabrito como protagonista, apresentando pratos típicos preparados segundo receitas tradicionais da região.
A TVI anunciou a transmissão do jogo entre o SC Braga e o Ferencváros, a contar para a primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa.
“A emoção da Liga Europa está na TVI! Os arsenalistas viajam até Budapeste para a primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa frente ao Ferencváros. Está tudo em jogo nesta eliminatória que pode valer um lugar nos quartos de final!”, divulgou a TVI.
O embate está marcado para as 20:00 desta quinta-feira, em Budapeste, na Hungria.
O dia 12 de março marca o Dia Mundial do Rim, não aprecio o termo “celebrar” porque a necessidade de recordar o Rim neste dia deve-se ao facto, da doença renal crónica (DRC) ter um impacto particularmente negativo na saúde da população mundial. Logo “celebrar” uma doença não me parece apropriado. A importância deste dia reveste-se no relembrar a DRC e na relevância da prevenção e da melhoria da qualidade de vida das pessoas com a mesma.
Quando se fala em DRC pensa-se em diabetes. E de fato, a diabetes é uma das principais causas de doença renal crónica, sendo que 30 a 40% da população diabética mundial apresenta DRC, de acordo com os dados da Federação Internacional da Diabetes (IDF). Portugal apresentou uma prevalência de diabetes, em 2025, de 14.2% da população, o que representa cerca de 1.2 milhões de portugueses com diabetes. Considerando estes dados estima-se que a nefropatia diabética atinja cerca de 480 mil portugueses.
Esta relação de proximidade entre a diabetes e a doença renal crónica é estabelecida de forma mútua.
A hiperglicemia, presente na diabetes, causa alterações nos vasos sanguíneos que conduzem a lesões micro e macro vasculares extensas que são responsáveis pelas principais complicações associadas à diabetes tais como a nefropatia, a retinopatia, a neuropatia, e ainda pelo aumento do risco cardiovascular com um aumento da incidência de enfarte agudo do miocárdio (EAM) e acidente vascular cerebral (AVC) significativo. Por outro lado, a DRC induz uma maior dificuldade no controle da glicemia, além de aumentar o risco cardiovascular, per si. Assim verifica-se uma incidência aumentada de eventos agudos (EAM e AVC) e consequentemente uma redução significativa da qualidade de vida da pessoa com nefropatia diabética (ND).
A prevalência da ND aumenta com a idade, com o tempo de duração da diabetes bem como com a exposição a um inadequado controle metabólico ao longo do tempo. A lesão renal resulta diretamente da hiperglicemia mas também a hipertensão arterial, a dislipidemia ou o tabagismo contribuem para exacerbação e velocidade de declínio da função renal.
Clinicamente a doença manifesta-se por um cansaço de agravamento progressivo, falta de apetite, náuseas ou vómitos, aumento da frequência urinária, sangue na urina, edema periférico e peri-ocular, alteração da tensão arterial e hálito cetónico, já numa fase mais avançada. A primeira manifestação é a perda de albumina na urina.
O diagnóstico deve ser realizado o mais precocemente possível por forma a prevenir o avanço da doença e a reduzir a gravidade da mesma. O diagnóstico é baseado no valor da creatinina sérica e da relação albumina/creatinina (RAC) na urina. A ecografia renal permite avaliar a estrutura do rim que também é afetada pela DRC, pelo que também tem um papel diagnóstico importante.
A DRC divide-se em 5 estadios de gravidade sendo que o estádio terminal carece de substituição da função do rim por diálise ou por transplante de órgão, com custo económicos, sociais e familiares para os doentes e para a comunidade em geral, muito elevados.
A nível mundial, apenas 27 a 53% da população com DRC tem acesso a técnicas de substituição renal (diálise), sendo este acesso muito escasso nos países de baixo desenvolvimento económico, onde a sua prevalência é mais elevada. Sendo uma causa de morte frequente nestes países.
A DRC e a tensão arterial também se apresentam com uma relação de implicação mútua. As alterações da tensão arterial são consequência e também causa de DRC pelo que é fundamental o seu controle.
Atualmente o diagnóstico precoce e tratamento da doença renal reveste-se de particular importância, se há alguns anos apenas se baseava no controle da glicemia e da tensão arterial, hoje existem vários fármacos que atuam diretamente e têm efeito benéfico na preservação e na redução do declínio da função renal.
No entanto, apesar de toda a melhoria na terapêutica disponível para a DRC, a melhor forma de a evitar, contínua a ser a prevenção.
Prevenir e controlar, o mais precocemente possível, a diabetes, a tensão arterial, a dislipidémia e o tabagismo, manter hábitos de vida saudáveis continuam a ser a estratégia mais eficaz na redução da doença renal. A consequência é uma redução do risco cardiovascular associado e uma melhoria da qualidade de vida destas pessoas.
Após o sucesso dos workshops de pintura promovidos nas últimas semanas, a Junta de Freguesia de São Vicente, em Braga, deu início às aulas regulares de pintura, orientadas pelo Professor Mário Borges.
Esta nova valência cultural surgiu no seguimento da forte adesão registada nos workshops, que permitiram despertar o interesse e a criatividade de vários participantes da freguesia. O objetivo passa agora por consolidar essa dinâmica, proporcionando um espaço contínuo de aprendizagem artística, convívio e desenvolvimento pessoal.
As aulas destinam-se a participantes de diferentes níveis, desde iniciantes a pessoas com experiência, promovendo a experimentação de técnicas e o aperfeiçoamento artístico num ambiente informal e inspirador.
As sessões decorrerem na Junta de Freguesia de São Vicente com duas turmas, aos sábados das 15:00 às 17:00, e outra turma às terças-feiras das 17:30 às 19:30, sendo as inscrições efetuadas através do contacto 917 119 367.
Com esta iniciativa, a Junta de Freguesia reforça o seu compromisso com “a dinamização cultural e a promoção de atividades que estimulem a criatividade e o envolvimento da comunidade”.
A Comissão de Utentes da Saúde denunciou a diminuição de cirurgias, incluindo oncológicas, no Hospital de Braga.
Num manifesto assinado pelo porta-voz José Lobato, a Comissão de Utentes da Saúde lança duras críticas à atual gestão do Hospital de Braga, classificando a redução de cirurgias como “um ato inaceitável e profundamente irresponsável”, afirmando que irá levar a cabo uma ação de protesto na sexta-feira, às 10:00, junto à rotunda exterior da unidade hospitalar.
“A falta de médicos e de outros profissionais de saúde é cada vez mais preocupante e aumenta a pressão sobre os serviços do Hospital de Braga, que já funcionam no limite das suas capacidades. As urgências vivem uma situação de verdadeiro caos, sem condições dignas para os utentes e para os profissionais de saúde. Ao mesmo tempo, cresce o negócio à volta da doença e do sofrimento das pessoas, como acontece com os elevados preços dos parques de estacionamento do Hospital. Enquanto o Serviço Nacional de Saúde é fragilizado, multiplicam-se as opções políticas que abrem caminho à sua privatização”, alerta ainda.
Na manifestação, a Comissão de Utentes da Saúde de Braga irá reivindicar mais médicos e outros profissionais de saúde para o Hospital e centros de saúde; mais investimento no SNS; o fim das restrições às cirurgias e consultas; melhores condições nas urgências do Hospital; a regulação dos preços dos parques do Hospital para os Utentes; melhores acessos ao Hospital; e elevar o Hospital de Braga a Universitário.