
O ativista ambiental e climático bracarense Carlos Manuel Dobreira denunciou ao presidente da Câmara Municipal de Esposende o estado de degradação dos acessos à Praia da Apúlia Norte, alertando para problemas de segurança no passadiço e para a falta de proteção da zona dunar.
Na exposição enviada ao autarca, o também praticante de plogging refere que, durante uma visita ao local, na manhã de 28 de julho, constatou “um estado de incúria e desleixo” no último passadiço da Avenida Cedovem, antes da zona de bares e restaurantes.

Segundo Carlos Manuel Dobreira, o passadiço apresenta sinais evidentes de degradação, com madeiras partidas e cortantes expostas, pregos salientes e falta de estabilidade, colocando em risco a segurança dos utilizadores. A estes problemas junta-se ainda a falta de limpeza e a presença de tijolos depositados no acesso, dificultando a circulação.
O ativista alerta também para o incumprimento das regras de proteção ambiental, denunciando que continuam a verificar-se pessoas a caminhar sobre a zona dunar. “De referir ainda o desrespeito de cidadãs e cidadãos que continuam a caminhar na zona dunar, a qual não deve ser utilizada para, por exemplo, passear com animais ou tirar selfies”, sublinha.

Perante a situação, Carlos Manuel Dobreira solicita uma intervenção urgente da Câmara Municipal de Esposende, defendendo que o passadiço seja vedado até à sua reparação ou substituição. “Solicito uma intervenção urgente de vedação do passadiço ou a sua substituição, assim como a limpeza do local e a afixação de sinalização com regras de conduta”, apela.
O ativista considera que a manutenção das infraestruturas de acesso às praias e a proteção do ecossistema dunar são fundamentais para garantir a segurança dos visitantes e a preservação ambiental de uma das zonas costeiras mais procuradas do concelho de Esposende.






















