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Polícia Municipal doou sangue no Hospital de Braga

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© CM Braga
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Os agentes da Polícia Municipal de Braga uniram-se em solidariedade e doaram sangue para o Banco de Sangue do Hospital de Braga.

Esta ação foi “o reforço do espírito de solidariedade e serviço à comunidade, um gesto simples que faz a diferença na vida de muitos”.

Dar sangue demora apenas alguns minutos, mas pode fazer toda a diferença na vida de alguém. O Banco de Sangue do Hospital de Braga está aberto de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 13:00 e das 14:30 às 18:30.

Crianças de Famalicão vestem-se de polícias para sensibilizar contra os maus-tratos infantis

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© CM Famalicão
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Abril é o “Mês Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância” e em Vila Nova de Famalicão são as crianças as protagonistas das atividades que decorrem ao longo de todo o mês.

Do programa da iniciativa, destaca-se a campanha “Cria(nças) com Carinho” e é precisamente para dar voz a esse objetivo que mais de uma centena de alunos do 1.º ciclo do ensino básico vestem a farda das forças policiais da PSP e da GNR e participam em “Operações Stop”, que decorrem um pouco por todo o concelho. Acompanhadas pelos agentes policiais, as crianças abordam os condutores para sensibilizar e relembrar os direitos fundamentais que as assistem. A ação teve início na manhã desta quinta-feira, 16 de abril, nos Paços do Concelho, com a participação da PSP de Famalicão, momento em que os mais novos recordaram a história do Laço Azul ao Presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, antes de seguirem para as ruas do centro da cidade.

Ver os mais novos fardados a interpelar os adultos com clareza e coragem é um gesto que, para o edil famalicense, “reforça o compromisso coletivo de Vila Nova de Famalicão em tratar a proteção da infância não apenas como uma obrigação legal, mas como um imperativo social”. Como sinal visível deste compromisso, o edifício dos Paços do Concelho irá iluminar-se de azul já neste fim de semana, de 17 a 19 de abril, uma iniciativa simbólica que visa consciencializar a comunidade para esta problemática.

A “Operação Stop” aos maus-tratos volta a repetir-se no dia 23 de abril, com a colaboração da GNR de Riba de Ave, na Feira Semanal de Oliveira S. Mateus, a partir das 10:00. O programa dedicado ao “Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância” encerra no dia 30 de abril com a construção de um Laço Humano, nos Paços do Concelho.

Póvoa de Lanhoso recebeu IV Semana Municipal da Proteção Civil

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© CM Póvoa de Lanhoso
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No âmbito da IV Semana Municipal da Proteção Civil, a Póvoa de Lanhoso foi o palco do debate sobre a segurança de proximidade. O Theatro Club acolheu o seminário “O Papel dos Serviços Municipais de Proteção Civil na Sociedade”, um encontro que reuniu especialistas, técnicos e decisores para refletir sobre como a inovação e a atuação ao nível local são hoje peças fundamentais na salvaguarda de pessoas e bens. 

O evento, que contou com uma plateia composta por cerca de 100 operacionais da Proteção Civil vindos dos mais variados pontos do país, tornou-se um importante fórum de partilha de experiências entre diferentes corporações e serviços municipais.

Na sua intervenção de abertura, o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Frederico Castro, destacou o forte investimento que o município “tem vindo a realizar nesta área, sublinhando que a segurança das populações é uma prioridade estratégica”. O autarca enfatizou ainda “a importância vital da interação entre todos os agentes, defendendo que a eficiência da resposta no terreno depende diretamente da capacidade de cooperação e articulação entre todos os intervenientes”.

O programa técnico iniciou-se com o primeiro painel, dedicado à “Importância da Tecnologia na Proteção Civil Municipal” e moderado por Luís Mário Ribeiro (ADAI/Universidade de Coimbra). Neste contexto, Pedro Figueiredo, da Beyond Vision, abordou a importância das aeronaves não tripuladas (UAS) no planeamento municipal, seguido por António Salazar, da Esri Portugal, que apresentou os sistemas de informação geográfica como sistemas de integração, colaboração e partilha através do GEOPROCIV ESRI. 

A manhã prosseguiu com a intervenção de Ricardo Pinto, vereador da Câmara Municipal de Bragança, sobre o papel dos serviços municipais de proteção civil na cooperação transfronteiriça, a análise de Andreia Rodrigues, do SMPC de Coimbra, sobre a importância da informação na comunicação do risco e no planeamento de emergência, e a reflexão de Pedro Gomes, do SMPC do Entroncamento, acerca da importância da Inteligência Artificial nas operações de proteção civil.

No período da tarde, o debate centrou-se na “Importância da Proteção Civil no Patamar Local”, sob moderação de Ricardo Alves, assessor do Gabinete de Apoio à Presidência para a esta área.

Vítor Azevedo, do SMPC de Braga, deu início aos trabalhos discutindo o papel dos serviços municipais na coordenação de eventos de massa de âmbito municipal, seguindo-se Gilberto Gonçalves, do SMPC de Fafe, que detalhou a importância dos sistemas de informação geográfica no apoio ao combate à Vespa Velutina (Asiática).

O painel contou ainda com o Comandante Paulo Soares, diretor do Heliporto de Baltar, que falou sobre a importância das infraestruturas aeronáuticas municipais e o papel dos municípios; com António Cruz, do SMPC de Viana do Castelo, que explorou a relevância dos Centros Municipais de Operações de Socorro (CMOS) na gestão de ocorrências; e encerrou com Valter Ferreira, Adjunto de Operações do SRPC da Madeira, que apresentou a experiência e o papel dos serviços municipais no Arquipélago da Madeira.

Este evento assumiu um “significado particular” por se tratar do seminário que encerra formalmente a IV Semana Municipal da Proteção Civil. Originalmente agendada para 18 de fevereiro, a iniciativa teve de ser adiada devido à “grave situação que o país atravessava na altura”. “Naquela data, as tempestades que assolaram o território nacional exigiram que todos os agentes mantivessem o foco absoluto na resposta a ocorrências, demonstrando a missão de prontidão que o seminário agora veio consolidar”, sublinhou o Município.

“A importância deste tipo de eventos é fundamental para a atualização de conhecimentos e para o estreitamento de laços entre instituições. Ao reunir uma centena de operacionais no Theatro Club, a Póvoa de Lanhoso reafirma o seu compromisso com uma sociedade mais preparada e resiliente, sob o lema de que a Proteção Civil é, verdadeiramente, uma tarefa de todos para todos”, refere a Autarquia.

UMinho acolhe ciclo de conferências “Palestina: Memória e Futuro”

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A situação humanitária em Gaza motivou a mobilização de um grupo de docentes, funcionários e investigadores da Universidade do Minho (UMinho), que têm vindo a promover diversas iniciativas cívicas em solidariedade com a população palestiniana, à semelhança de outras comunidades académicas em todo o mundo.

Face à “persistência da violência e à sua progressiva ausência do debate mediático”, o grupo sublinha a importância de “manter a atenção pública sobre o tema”. Nesse sentido, promove o ciclo de conferências académicas “Palestina: Memória e Futuro”, com o objetivo de fomentar o debate informado e crítico sobre a realidade na região.

A sessão inaugural terá lugar com a palestra “Palestina/Israel: o meu conflito”, proferida por Miguel Vale de Almeida, no dia 17 de julho, às 13:00, no auditório B1 do Edifício 2, no campus de Gualtar.

Miguel Vale de Almeida é professor catedrático de Antropologia no Iscte – Instituto Universitário de Lisboa e investigador no Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA). Ao longo da última década, tem lecionado a disciplina “Israel/Palestina” e é autor de obras como “Aliyah: Estado e Subjetividade entre judeus brasileiros em Israel/Palestina” e “Pedra Branca: Rosa Feldman, uma história da vida do século XX” (em coautoria com Ethel Feldman). É ainda vice-diretor do OPal – Observatório de Estudos da Palestina.

Com este ciclo, os organizadores pretendem “contribuir para a reflexão académica e cívica sobre um dos conflitos mais marcantes da atualidade, promovendo um espaço de diálogo aberto à comunidade universitária e ao público em geral”

A entrada é livre.

Esposende vai celebrar a liberdade com programa cultural diversificado

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© iStock
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O Município de Esposende assinala a passagem de mais um aniversário da Revolução de 25 de Abril de 1974 com um programa cultural diversificado que decorre entre os dias 18 e 25 de abril.

Esta iniciativa, que cruza áreas como a dança, o cinema, a música e o teatro, visa promover uma reflexão participada e plural sobre os valores da liberdade, envolvendo ativamente a comunidade e diversas entidades locais.

As comemorações arrancam no sábado, dia 18 de abril, no Auditório Municipal de Esposende, com o espetáculo de dança urbana “Mar e Liberdade”, com sessões agendadas para as 16:00 e as 18:00. Esta performance, com direção artística de Bruno Faria e Paula Silva e a participação de turmas da Academia de Bailado de Esposende, utiliza linguagens como o Hip Hop e o Dancehall para refletir sobre a liberdade enquanto espaço de responsabilidade.

A programação prossegue a 22 de abril, às 21:30, com a exibição do documentário “Cenas da Luta de Classes em Portugal”, de Robert Kramer e Philip J. Spinelli, uma obra que retrata o período pós-revolucionário com o apoio da Cinemateca Portuguesa. Na véspera do feriado nacional, a 24 de abril, o Auditório Municipal acolhe a tertúlia-concerto “Abril, poema inacabado”, moderada pela jornalista Maria Cerqueira, que contará com a participação do Coro Ars Vocalis, João Teixeira Lopes, sociólogo (Faculdade de Letras da U. Porto); Mário Azevedo, musicólogo (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto) e alunos que integram o “Parlamento dos Jovens” nas escolas do concelho de Esposende.

O dia 25 de abril inicia-se às 09:00 com o solene hastear das bandeiras, na Praça do Município, num momento acompanhado pelo Ensemble de sopros da Banda de Música de Antas e pelo tenor Carlos Guilherme. Segue-se, às 10:00, a sessão extraordinária da Assembleia Municipal evocativa do Dia da Liberdade, no Auditório Municipal de Esposende. Ainda durante a manhã, às 11:30, a Praça do Município recebe a peça de teatro “Flores de Pão”, uma produção do GATERC que revisita a resistência feminina durante a ditadura. No período da tarde, pelas 14:30, as atenções centram-se em Vila Chã para uma homenagem aos antigos combatentes da Primeira Grande Guerra e da Guerra Colonial, que incluirá a inauguração de um monumento evocativo e a apresentação de uma obra literária de Manuel Albino Penteado Neiva sobre o tema. O encerramento das festividades terá lugar às 21:30, no Auditório Municipal, com o concerto “Sopros de Liberdade”, onde a Banda de Música de Antas e o tenor Carlos Guilherme interpretarão temas icónicos de autores como Zeca Afonso, Vitorino e José Mário Branco.

Biblioteca Municipal de Vieira do Minho dinamiza sessões inclusivas para o CACI

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© CM Vieira do Minho
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No âmbito das comemorações do Dia Internacional do Livro Infantil, assinalado a 2 de abril, a Biblioteca Municipal Padre Alves Vieira, em Vieira do Minho, promoveu um conjunto de atividades dirigidas ao CACI – Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão.

A iniciativa contou com a participação de cerca de 12 utentes do CACI, que se deslocaram à Biblioteca para assistir à apresentação da história “Uma Nova Camada de Folhas”, da Coleção Biblioteca de Valores. A sessão, com a duração aproximada de 45 minutos, foi dinamizada pelas técnicas da Biblioteca, através de um álbum narrativo que proporcionou um momento de partilha, imaginação e promoção de valores.

Uma semana depois, o grupo regressou para uma nova atividade, desta vez para ouvir a história “A Casa da Mosca Fosca”, de Eva Mejuto, com ilustração de Sérgio Mora. A apresentação decorreu em formato tridimensional, tornando a experiência ainda mais envolvente e interativa para os participantes.

O CACI é um equipamento vocacionado para o desenvolvimento de atividades ocupacionais destinadas a pessoas com deficiência, promovendo a sua qualidade de vida e fomentando o acesso à comunidade, aos seus recursos e iniciativas.

Posto de Turismo de Braga ilumina-se de azul no Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância

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O Município de Braga associa-se, durante o mês de abril, ao Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância, assinalado internacionalmente com a cor azul, símbolo de proteção e vigilância face à violência contra crianças e jovens.

Em sinal deste compromisso, o Posto de Turismo de Braga foi iluminado a azul, tornando visível na paisagem urbana da cidade uma causa que “exige atenção permanente da comunidade”.

A iniciativa é promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Braga (CPCJ), no âmbito de um conjunto de ações de sensibilização dirigidas à comunidade. A simbologia da cor azul remonta a 1989, nos Estados Unidos, quando Bonnie Finney amarrou uma fita azul na antena do seu automóvel em memória do neto, vítima de maus-tratos, um gesto simples que se tornou símbolo mundial de alerta para esta realidade.

João Gil apresenta “Conta-me Histórias” em Barcelos

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O músico João Gil sobe ao palco da Biblioteca Municipal de Barcelos, no próximo dia 23 de abril, às 21:30, para apresentar “Conta-me Histórias”, um espetáculo de conversa e música centrado na relação direta com o público.

Integrada no Dia Mundial do Livro, a sessão propõe um encontro em torno das histórias por detrás das canções, revelando episódios, memórias e momentos do percurso artístico do músico.

Num ambiente próximo e informal, o músico interpreta temas do seu repertório, intercalando-os com episódios e memórias partilhadas em palco, numa dinâmica que valoriza a palavra e a interação com quem assiste.

Com um percurso de mais de quatro décadas, João Gil é responsável por algumas das canções mais marcantes da música portuguesa, tendo integrado projetos como Trovante, Ala dos Namorados ou Rio Grande.

Deputados do PS foram a Póvoa de Lanhoso, Amares e Terras de Bouro ouvir preocupações dos autarcas

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© PS
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Os deputados do Partido Socialista eleitos pelo Círculo de Braga reuniram-se esta semana com as Câmaras Municipais de Póvoa de Lanhoso, Amares e Terras de Bouro, no âmbito do trabalho de proximidade que têm vindo a desenvolver no distrito, abordando temas como a mobilidade, a saúde, o ambiente e a habitação.

A intenção dos deputados nestes encontros é “fazer um ponto de situação dos projetos relevantes para o território, designadamente com recurso a fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) – lançado pelo Partido Socialista – mas também identificar constrangimentos que ultrapassam a realidade local e refletem desafios de âmbito nacional”.

“Tem sido prioridade do grupo parlamentar do PS monitorizar, no terreno, a execução do PRR, não só para demonstrar a importância deste programa para o desenvolvimento local, mas sobretudo para tentar evitar que os recursos financeiros disponíveis fiquem por utilizar. Um dos exemplos de aproveitamento do PRR está a acontecer na Póvoa de Lanhoso, com a construção de novos fogos habitacionais no âmbito da Estratégia Local de Habitação. Estão também a ser reforçados os serviços públicos, como a futura Loja do Cidadão, e projetos de natureza social dirigidos às populações mais vulneráveis”, explicam os socialistas.

Em termos de mobilidade, encontra-se na fase final de estudo ambiental o projeto da nova via circular urbana, considerado “estruturante para retirar o trânsito pesado do perímetro urbano do concelho”. A sua concretização terá 85% do financiamento assegurado pela Infraestruturas de Portugal e os restantes 15% pelos municípios.  

Outro desafio “crítico” transmitido pelos autarcas aos deputados diz respeito ao saneamento, já que o concelho tem apenas cerca de 53% de cobertura, estando a ser estudada uma solução estrutural.

“Não obstante a importância estratégica destes projetos, os autarcas sinalizam a complexidade dos processos administrativos, os prazos de licenciamento, a capacidade de resposta do mercado da construção e o aumento dos custos associados às empreitadas – fatores colocam em risco o cumprimento do calendário exigente do PRR”, acresenta.

O mesmo sucedeu na Câmara de Amares, onde os deputados ouviram queixas sobre a dificuldade no acesso a financiamento comunitário, resultante da não classificação territorial como “baixa densidade” (com exceção de três freguesias), o que “penaliza projetos locais face a territórios com essa classificação – com diferenças que podem atingir 20 pontos percentuais de apoio”.

A ausência de atualização dos critérios territoriais desde 2017/2020 cria, segundo o presidente da Câmara, “situações incoerentes dentro do próprio concelho, o que obriga a redesenhar projetos apenas para cumprir critérios administrativos, afastando-os da lógica de planeamento estratégico”.

No âmbito do PRR, a Câmara de Amares identificou os investimentos relevantes já em curso, nomeadamente “a requalificação de centros escolares, intervenções no centro de saúde, projetos de habitação a custos controlados e planeamento de infraestruturas de saneamento”.

“No total, estão previstos cerca de 10 milhões de euros em obras, o que demonstra a mobilização do município para executar fundos disponíveis. Contudo, ficou claro que existem riscos reais de execução, nomeadamente limitações orçamentais e técnicas para expandir redes estruturais (como saneamento em zonas rurais), dificuldades em cumprir prazos devido à complexidade dos projetos e ao aumento de custos, e falta de instrumentos adequados para territórios intermédios (nem urbanos nem verdadeiramente de baixa densidade)”, referem os deputados PS.

Já em Terras de Bouro, o presidente da autarquia elencou os investimentos previstos, como a construção/expansão de unidade de saúde e o projeto de unidade com bloco operatório e cuidados continuados, a criação de uma área de acolhimento empresarial para atrair PME’s, a execução da Estratégia Local de Habitação com a reabilitação de edifícios públicos e conversão em habitação, projeto para o qual aguarda financiamento.

“Em termos de mobilidade, a prioridade é a requalificação da EN307 (ligação ao Gerês) e a melhoria de acessos e mobilidade interna, e ao nível do saneamento a Câmara tem um plano de investimento superior a 12M€ para aumentar a cobertura, que tem de ser faseado por falta de financiamento. É também intenção da autarquia reforçar a rede de recolha de resíduos e apostar no setor turístico, com o projeto da marina na Caniçada, a construção de uma piscina municipal, entre outros. Todas estas intenções sofrem, porém, fortes condicionamentos devido aos instrumentos legais e ambientais em vigor, segundo o presidente da Câmara de Terras de Bouro. O território abrange Reserva Agrícola Nacional, Planos Especiais do Parque Nacional da Peneda-Gerês ou o Plano Especial da Albufeira da Caniçada”, reforça o partido.

Os deputados socialistas tomaram nota “das dificuldades e sugestões deixadas na reunião, nomeadamente a necessidade de tornar os processos administrativos menos complexos e morosos, de reduzir o número de entidades envolvidas nos processos de licenciamento, de agilizar o acesso a fundos comunitários e de aumentar a capacidade de endividamento dos municípios para permitir projetos essenciais, por exemplo na saúde”.

Os deputados fazem “um balanço muito positivo destes encontros e reiteram o compromisso de continuar a acompanhar estas matérias, em articulação com os autarcas e com o Governo, contribuindo para soluções que respondam às necessidades reais dos territórios e das populações”.

Associações de Braga organizam caminhada para dar a conhecer as Sete Fontes

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© JF São Victor
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O Projeto Cativar, da Associação Bogalha, e as Associações de Moradores do Bairro da Alegria e do Bairro Social das Enguardas, em Braga, realizam, no próximo dia 18 de abril, uma caminhada ao Parque das Sete Fontes.

O ponto de encontro é às 09:30, no parque superior do Retail Parque, tendo a partida prevista pelas 10:00. Toda a população está convidada, bastando aparecer. Não há custos ou inscrições necessárias.

Esta caminhada tem como objetivo “incentivar toda a população à prática de hábitos saudáveis e ao conhecimento do património da cidade de Braga”.

As associações organizarão, ao longo do ano, outras caminhadas a diversos locais históricos e religiosos de Braga. Esta caminhada é realizada no âmbito do Projeto “Viva o Bairro” da BragaHabit E.M. financiado pelo Município de Braga e  tambem é apoiada pela Agere E.M. e pela Junta de Freguesia de S. Victor.