A Vitrus Ambiente promove, no próximo dia 6 de maio, às 11:00, no Instituto de Design de Guimarães (Praça Coberta), mais uma edição do Vitrus Talks, reafirmando este espaço como “uma plataforma de referência para a partilha de ideias e reflexão sobre os desafios ambientais”.
Depois de várias edições dedicadas a temas estruturantes da sustentabilidade, o Vitrus Talks regressa com um novo enfoque na comunicação ambiental, sob o tema “Comunicação ambiental: como mudar comportamentos”.
A iniciativa é aberta à comunidade, com especial enfoque nos jovens, e pretende promover o debate sobre o papel da comunicação na sensibilização dos cidadãos, na promoção de práticas mais sustentáveis e na mobilização para a ação climática. Esta edição insere-se no compromisso do território com a sustentabilidade e no âmbito do percurso da Capital Verde Europeia.
O evento contará com um painel de convidados com diferentes experiências e perspetivas sobre comunicação e comportamento, nomeadamente Pedro Chagas Freitas, escritor e comunicador reconhecido pela sua capacidade de mobilizar emoções e provocar mudança através das palavras, Ana Matos, responsável por algumas das mais relevantes campanhas de comunicação ambiental em Portugal, com impacto direto na mudança de comportamentos dos cidadãos, e Marisa Nobre, responsável de comunicação e sensibilização ambiental na EGF-Resinorte, com experiência na implementação de projetos de proximidade junto das comunidades.
A sessão pretende “refletir sobre a eficácia das estratégias de comunicação ambiental, explorando o que realmente influencia decisões e comportamentos no dia a dia, desde a emoção à informação, passando pela experiência no terreno”.
A Escola Profissional Amar Terra Verde e o Agrupamento de Escolas do Prado foram distinguidos nos Prémios Nacionais de Educação 2025.
Esta edição voltou a evidenciar o compromisso, a qualidade e a inovação das comunidades educativas de todo o país, reunindo candidaturas de escolas que desenvolvem projetos com impacto significativo nos seus territórios.
A Escola Profissional Amar Terra Verde, com o projeto “Escola Industrial DST/EPATV: Inovações Sustentáveis”, ficou em quarto lugar na categoria Inovação e Empreendedorismo. Já o Agrupamento de Escolas do Prado, com o projeto “DIR – Desenvolver, Intervir e Recuperar” ficou em sexto lugar na categoria Fomento de Aprendizagem.
A participação e distinção destas instituições reforçam o papel do território do Cávado como “um espaço de referência na implementação de práticas educativas diferenciadoras, capazes de responder às necessidades dos alunos e de contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades locais”.
Os Prémios Nacionais de Educação distinguem, anualmente, escolas e instituições em várias categorias, reconhecendo projetos de excelência com impacto positivo na área da educação.
Guimarães foi escolhida para receber, em 2027, a próxima Assembleia Geral da UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, numa decisão tomada esta segunda-feira, em Macau, durante a XLIII Assembleia Geral da organização.
Ricardo Araújo, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, foi eleito vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral da UCCLA para o mandato 2026-2028.
Para Ricardo Araújo, “esta decisão confirma a ambição de Guimarães em assumir uma presença internacional mais ativa, consequente e útil para o futuro do território”. “Guimarães mostra assim a sua aposta em ter uma política ativa de cooperação internacional, evidenciando um novo dinamismo e protagonismo nas relações internacionais, em particular no espaço da lusofonia”, afirma o autarca.
Na intervenção de apresentação da candidatura de Guimarães, em Macau, Ricardo Araújo sublinhou “o significado político e simbólico desta proposta, enquadrando-a na estratégia internacional do Município e na identidade histórica da cidade”. “Decidimos apresentar e submeter esta proposta para o acolhimento da próxima Assembleia Geral da UCCLA como testemunho da nossa vontade de voltar a ter uma participação ativa nesta organização”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, acrescentando, perante os membros presentes em Macau, que receber esta reunião “seria uma especial honra” por acontecer “um ano antes de iniciarmos as celebrações dos 900 anos da Batalha de São Mamede de 1128, ato fundador da nossa Portugalidade”.
O presidente da Câmara destacou, ainda, os argumentos distintivos de Guimarães para acolher este encontro internacional, sublinhando tratar-se de uma cidade de forte história e tradição, reconhecida como Património Mundial da UNESCO, que foi Capital Europeia da Cultura em 2012 e que, em 2026, assume o título de Capital Verde Europeia, espelhando uma visão de desenvolvimento que cruza cultura, sustentabilidade, inovação e cooperação.
“Será uma grande honra e um privilégio para Guimarães poder acolher-vos a todos na próxima Assembleia Geral da UCCLA”, declarou Ricardo Araújo perante os membros da organização, reafirmando a disponibilidade do concelho e de Portugal para receber, em 2027, uma assembleia à altura da relevância política, institucional e estratégica da UCCLA.
A UCCLA, criada em 1985, reúne municípios e parceiros com o objetivo de promover entendimento, cooperação e oportunidades económicas, sociais, culturais e institucionais no espaço lusófono.
O preço de quartos para arrendamento em casas partilhadas aumentou 8% no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo uma análise do idealista. Em Braga, subiu 1% e arrendar quarto custa em média 355 euros por mês.
Os preços dos quartos para arrendar aumentaram em 13 dos 19 municípios analisados. Foi em Bragança onde os preços mais subiram, com um aumento de 13% face ao mesmo período do ano passado. Seguem-se o Funchal e a Guarda (ambos com 11%), Lisboa (10%), Castelo Branco (9%), Santarém (8%), Porto (7%), Vila Real (6%), Viseu (4%), Ponta Delgada e Setúbal (ambos com 3%) e Coimbra (2%). Braga registou uma subida ligeira de 1%.
Em Aveiro (-9%) e Évora (-3%), os preços desceram. Já em Faro, Leiria, Portalegre e Viana do Castelo, os preços mantiveram-se estáveis durante o período analisado.
Lisboa continua a ser a cidade com os quartos mais caros, com preços medianos a rondar os 550 euros mensais, seguida pelo Funchal (500 euros/mês), Porto (450 euros/mês), Ponta Delgada (412 euros/mês), Faro e Setúbal (ambos com 400 euros/mês), Aveiro e Évora (ambos com 360 euros/mês), Braga (355 euros/mês), Viana do Castelo (350 euros/mês), Coimbra (335 euros/mês) e Santarém (325 euros/mês).
Até 300 euros mensais, encontram-se Leiria (300 euros/mês), Viseu (270 euros/mês), Vila Real (265 euros/mês), Castelo Branco e Portalegre (ambos com 250 euros/mês).
As cidades mais económicas para arrendar quarto continuam a ser a Guarda (210 euros/mês) e Bragança (225 euros/mês).
A Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa vai organizar, no próximo dia 8 de maio, o seminário “Pessoa(s), Casa(s) e Humanidade: um olhar sobre a realidade de Pessoas em Situação de Sem-Abrigo”, reunindo especialistas nacionais e internacionais para debater um dos desafios sociais mais urgentes da atualidade.
O evento, que terá lugar na Aula Magna da Universidade Católica Portuguesa em Braga, assinala o Dia Internacional da Cruz Vermelha e pretende “promover uma reflexão estruturada sobre o aumento do número de pessoas em situação de sem-abrigo em Portugal e na Europa, reforçando a necessidade de respostas mais eficazes, articuladas e sustentáveis”.
“Em Portugal, a realidade das pessoas em situação de sem-abrigo continua a crescer e a revelar uma complexidade cada vez maior. De acordo com os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2024, foram identificadas 14.476 pessoas nesta condição, o que representa um aumento de 10% face ao ano anterior. Mais de 65% vivem sem teto, expostas diariamente a condições extremas, enquanto as restantes dependem de soluções temporárias e instáveis. Este fenómeno está hoje presente em 67% dos concelhos do país, refletindo uma dispersão territorial alargada, mas com forte concentração nas áreas metropolitanas. Para além dos números, os dados revelam um padrão preocupante: a maioria destas pessoas enfrenta situações prolongadas de exclusão, com 36% a viver sem teto há mais de 10 anos, e com causas estruturais como o desemprego, a precariedade laboral e a ausência de suporte familiar a assumirem um papel central. Destaca-se ainda o crescimento significativo da população feminina, que aumentou 25% num só ano, evidenciando vulnerabilidades específicas e menos visíveis”, refere a Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa.
Este cenário reforça “a urgência de uma resposta integrada, contínua e humanizada, capaz de atuar não apenas na emergência, mas também na prevenção e reintegração social”.
O seminário contará com a participação de Kinga Albert, do Red Cross EU Office, que trará uma perspetiva europeia, Cidália Craveiro, da ENIPSSA, com enfoque no contexto nacional, e Jussi Lehtonen da No Fixed Abode (NGO), especialista na implementação do modelo Housing First na Finlândia. Integram ainda o painel José Ornelas e Dra. Teresa Duarte, da AEIPS, referência na intervenção nesta área em Portugal.
O programa inclui diferentes momentos de análise e debate, desde o enquadramento da realidade a nível europeu, nacional e local, até à apresentação de modelos de intervenção e boas práticas no terreno.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia e à capacidade do espaço. As inscrições e mais informações estarão disponíveis através dos canais digitais da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Braga.
O Hospital de Braga vai assinalar o Dia Mundial da Voz, que se comemora a 16 de abril, com a realização de rastreios gratuitos dirigidos à população em geral. Sensibilizar para os cuidados a ter com a voz e promover o diagnóstico precoce de patologias vocais são os principais objetivos.
Os rastreios destinam-se a utentes que apresentem sintomas de alteração da qualidade vocal, como rouquidão, fadiga vocal, dor ou ardor na garganta e afonia, e serão realizados por um médico de Otorrinolaringologia e por um terapeuta da fala, entre as 14h00 e as 18h00.
As inscrições devem ser efetuadas previamente, em dias úteis, através do número 253 027 543, entre as 08:30 às 13:00 e das 14:00 às 16:30.
O Dia Mundial da Voz, assinalado anualmente a 16 de abril, tem como propósito alertar para a importância da saúde vocal e para os fatores de risco associados a perturbações da voz, que podem afetar profissionais com uso intensivo da comunicação oral, como professores, cantores ou comerciais, bem como o cidadão comum.
Miguel Ferreira, do SC Braga, foi o vencedor do 6.º Open Pool Distrital Bola 10, que decorreu este fim de semana.
O Gverreiro do Minho venceu a final frente a José Antunes, da equipa Dynamic Pool Academy, garantindo o primeiro lugar na competição. Em destaque esteve também João Roque, que alcançou o 3.º lugar.
O Clube Slot de Braga recebeu, no fim de semana, a corrida comemorativa que celebrou meio século de história de slot racing, reunindo pilotos e entusiastas unidos por uma paixão comum que atravessa gerações.
Segundo Jorge Reis, associado do Clube Slot de Braga, “a manhã de sábado arrancou com a azáfama de sempre. Entre afinações de última hora, testes intensivos e conversas animadas, cada detalhe era cuidadosamente preparado. O som dos carros a rasgar a pista misturava-se com a expectativa no ar. No fim da manhã decorreram as verificações técnicas, conduzidas com profissionalismo por Paulo Mendes e Raul Pinto, garantindo que todas as máquinas cumpriam os requisitos antes de serem colocadas em parque fechado. Infelizmente, nem todas as equipas notaram que nos regulamentos técnicos era obrigatória a instalação de inserts nas jantes, mas a direção do clube considerou ser esse um erro menor que não afetaria o rendimento dos carros, e esse ponto foi deixado de lado, para não prejudicar nenhuma equipa”.
Nas instalações do clube ecoaram os parabéns pelos 50 anos. Um dos momentos mais marcantes da celebração foi protagonizado pelo presidente, António Bernardino, emocionado por esta data histórica, entre recordações que remontam aos anos 70, quando o Clube Slot de Braga dava os seus primeiros passos numa pequena pista Polistil montada no sótão da sua casa, com carros como o Wolf de Jody Scheckter e o Ferrari de Niki Lauda. Os pilotos sentavam-se em caixas de fruta de madeira durante horas.
António Bernardino fez questão de enaltecer “todos aqueles que, ao longo das décadas, ajudaram a manter viva esta chama”. Num gesto de homenagem, pediu ainda um minuto de silêncio por João Nuno, Nuno Silva, Sérgio Neves e Manuel Boticas, que já partiram, “mas cuja memória permanecerá para sempre ligada à alma do clube”.
Posteriromente, 34 pilotos, organizados em 12 equipas, alinharam-se na pista para uma prova de resistência, onde cada segundo contou e cada erro podia ser decisivo. “Foi um confronto intenso, não apenas de velocidade, mas de visões, experiências e formas de estar na modalidade. Emoção, competitividade e um forte espírito de equipa marcaram cada volta, num ambiente onde a tensão se fazia sentir tanto quanto o entusiasmo”, sublinha Jorge Reis.
“Curiosamente, o resultado final acabou por ser secundário perante a riqueza do que se viveu em pista. De um lado, equipas altamente experientes, metódicas e quase cirúrgicas na sua abordagem à corrida. Do outro lado equipas compostas por pilotos muito jovens, alguns a darem os seus primeiros passos em pistas de velocidade e trazendo consigo a irreverência e ousadia de quem vem do mundo dos ralis. Entre a disciplina e a espontaneidade, entre a experiência e a descoberta, desenrolou-se um verdadeiro duelo de gerações e estilos. Também as máquinas em pista refletiam esse contraste fascinante. Havia carros carregados de história, marcados pelas inúmeras cicatrizes nas carrocerias de muitas corridas já realizadas, verdadeiros veteranos que pareciam contar histórias a cada passagem. Em oposição, surgiam protótipos recém-nascidos, em que os pneus mal tinham tocado a pista e que pela primeira vez sentiam o asfalto e enfrentavam o desconhecido”, acrescenta o associado.
A diversidade estendia-se aos próprios chassis: desde soluções adquiridas a prestigiados fornecedores alemães, sinónimo de precisão e engenharia refinada, até projetos desenvolvidos em Portugal, fruto de criatividade, engenho e trabalho quase artesanal. Foi este choque entre tradição e inovação, entre o estabelecido e o experimental, que deu à prova “uma intensidade única e inesquecível”.
“Ao longo da corrida, viveu-se um ambiente de grande camaradagem, refletindo o forte sentido de comunidade que sempre caracterizou o clube e que deve sempre caracterizar a nossa pequena comunidade de entusiastas”, destaca Jorge Reis.
A “Resistência Bodas de Ouro” não foi apenas uma corrida, foi uma homenagem ao passado, uma celebração do presente e um compromisso com o futuro do slot em Braga.
A Câmara Municipal afirmou que a qualidade do ar em Braga tem vindo a registar melhorias consistentes, com particular destaque para a zona da Circular Sul, onde os dados mais recentes evidenciam “uma redução significativa da poluição atmosférica”.
De acordo com os indicadores da estação de monitorização localizada na Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires, a Autarquia explica que se verificou uma diminuição de cerca de 25% na concentração média anual de dióxido de azoto (NO₂) entre 2024 e 2025, passando de 42 µg/m³ para 31 µg/m³. “Este valor situa-se abaixo do limite legal de 40 µg/m³ definido para a proteção da saúde humana, refletindo uma evolução positiva num dos principais poluentes associados ao tráfego rodoviário”, salienta.
Neste âmbito, o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, sublinha que “a melhoria observada demonstra que as políticas de mobilidade e sustentabilidade implementadas ao longo dos últimos anos estão a produzir resultados concretos”.
Integrada na Rede de Monitorização da Qualidade do Ar da Região Norte e classificada como estação urbana de tráfego, esta infraestrutura, pertencente à CCDR Norte, permite avaliar diretamente o impacto da circulação automóvel na exposição da população à poluição, constituindo um indicador relevante do contexto urbano. Neste sentido, Altino Bessa destaca que “o investimento numa rede alargada de monitorização tem sido fundamental para conhecer melhor a realidade da cidade e sustentar uma atuação mais eficaz”.
Em complemento à rede regional, o Município de Braga dispõe de um sistema próprio de monitorização, operado através da Monitar, composto por 12 estações distribuídas pelo concelho, assegurando uma leitura contínua e territorialmente abrangente da realidade atmosférica local.
Os resultados alcançados decorrem de uma estratégia no domínio da mobilidade e da sustentabilidade ambiental. “O Município tem vindo a reforçar a oferta de transporte público, a investir na criação de ciclovias, a promover modos suaves de deslocação e a implementar medidas de reorganização da circulação urbana. Em paralelo, têm sido desenvolvidas ações de qualificação ambiental, com destaque para a valorização de espaços verdes e para iniciativas de sensibilização dirigidas à comunidade”. Como refere o vice-presidente, trata-se de “um trabalho de continuidade, que exige capacidade de adaptação às crescentes exigências ambientais”.
Os dados relativos a 2025 confirmam igualmente que as concentrações médias anuais de partículas PM10 e PM2,5 se mantiveram abaixo dos valores limite legais em todas as estações monitorizadas, reforçando a tendência positiva verificada no concelho.
Altino Bessa salienta que “o caminho passa por continuar a reduzir emissões, melhorar o ambiente urbano e proteger a saúde dos bracarenses”.
A paz é uma realidade possível ou utópica? Que caminhos nos podem conduzir a esse objetivo tão urgente? E que ações podem e devem os estados desencadear nesse sentido? Estes são alguns dos tópicos que vão estar em debate na conferência “Diplomacia da paz num mundo em conflito: da urgência à utopia?”, na próxima sexta-feira, 17 de abril, a partir das 09:30, no Centro Pastoral de Paulo VI, em Fátima.
O encontro reúne especialistas no diálogo diplomático e na mediação de conflitos, para refletirem sobre os desafios da construção da paz, à luz da sua experiência e conhecimento no terreno.
O painel integra o núncio apostólico em Portugal, D. Andrés Carrascosa, o diplomata João Vale de Almeida, antigo embaixador da União Europeia nos Estados Unidos, nas Nações Unidas e no Reino Unido, e o padre Angelo Romano, do Departamento de Relações Internacionais da Comunidade de Sant’Egídio. A moderação estará a cargo da jornalista da RTP/Antena 1 Rosário Lira.
O arcebispo D. Andrés Carrascosa, núncio apostólico em Portugal, possui um longo percurso ao serviço da diplomacia da Santa Sé, tendo exercido funções em diversos países e organismos internacionais, incluindo representações junto das Nações Unidas.
João Vale de Almeida foi embaixador da União Europeia nos Estados Unidos, nas Nações Unidas e no Reino Unido. Ao longo do seu percurso, desempenhou funções de elevada responsabilidade, nomeadamente como chefe de gabinete do presidente da Comissão Europeia. É autor do livro “O Divórcio das Nações”, onde analisa o atual contexto de fragmentação e polarização internacional.
A conferência conta ainda com a intervenção do padre Angelo Romano, membro do Departamento de Relações Internacionais da Comunidade de Sant’Egídio, com experiência direta em processos de mediação e construção da paz em vários países, incluindo Moçambique, Burundi, Líbia e República Centro-Africana.