O Município de Braga está a proceder a uma intervenção na Rua 25 de Abril, Rua Sá de Miranda e Rua Marcelino Sá Pires, em São Lázaro e São João do Souto, no âmbito do projeto “Eu Já Passo aqui”.
Esta é uma iniciativa que surgiu de uma proposta submetida pelos cidadãos ao Orçamento Participativo – originalmente denominada “Eu Não Passo Aqui!” – que sugeria a eliminação de barreiras arquitetónicas para assegurar um espaço pedonal mais livre, confortável e inclusivo. No global, o projeto “Eu já passo Aqui” está a intervir em cerca de 8,5 mil metros quadrados de passeios e a criar mais de 20 passadeiras sobrelevadas em toda a cidade, fruto de um investimento de cerca de 2 milhões de euros (financiado por fundos comunitários).
Ainda que lhe seja anterior, o projeto “Eu já passo Aqui” está perfeitamente alinhado como os objetivos da Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Pedonal, nomeadamente no que se refere a “alterar os padrões de mobilidade, transformar o espaço pedonal acessível a todos e promover estilos de vida ativos, saudáveis e sustentáveis”.
Com esta intervenção específica, o Município de Braga vem responder a diversas solicitações recebidas de melhoria pedonal neste local, atuando de modo a “corresponder aos princípios essenciais da mobilidade inclusiva, com um aumento da acessibilidade e a segurança rodoviária”.
A obra incide em torno da Igreja de São Lázaro, resolvendo os diversos atravessamentos e as entradas nos parques de estacionamento dos Granjinhos e Loja do Cidadão e no Estabelecimento de Saúde ali existentes. “Trata-se de um quarteirão com uma forte componente de comércio, serviços e equipamentos, onde existem diversos infantários, centros de Atividades de Tempos Livres, clínicas, dois pequenos centros comerciais, estruturas residenciais para idosos e Unidade de Ambulatório. Também representa uma ligação importante entre a Avenida da Liberdade e a Rodovia”, sustenta a Autarquia.
A Câmara lembra que “o espaço dedicado ao automóvel é, neste quarteirão, bastante vasto, com atravessamentos pedonais muito longos e, por esse motivo, desconfortáveis, representando um risco acrescido – como no caso dos acessos aos parques de estacionamento da Loja do Cidadão, dos Granjinhos e da Unidade de Ambulatório. Verifica-se a inexistência, ainda, de um atravessamento que ligue a igreja de São Lázaro diretamente ao lado Norte da Rua 25 de Abril. Nas traseiras da igreja de São Lázaro o atravessamento da Rua Sá de Miranda é também inexistente, impossibilitando as ligações seguras e inclusivas. O Município tem recebido, inclusivamente, diversas solicitações de munícipes para melhorar a mobilidade pedonal neste local”.
Intervenção assegura novas travessias e a reorganização do espaço para o automóvel
Toda esta intervenção dará ao quarteirão um papel central na promoção das deslocações pedonais, uma vez que se trata de um local por onde passa diariamente um grande número de pessoas, o que, para o Município, vai “melhorar a qualidade de vida dos cidadãos através da redução do número de automóveis, da melhoria da qualidade do ar e da criação de um ambiente urbano humanizado”.
Serão reorganizados os lugares de estacionamento de forma mais coerente (com uma perda residual de lugares), obtendo-se uma diminuição da largura das faixas de rodagem e a relocalização dos atravessamentos nos pontos de enfiamento dos passeios.
Estão a ser incluídas também novas travessias em torno da igreja de São Lázaro, nomeadamente na Rua 25 de Abril e na Rua Sá de Miranda. As entradas e saídas dos parques de estacionamento serão igualmente reorganizadas com a criação de um arruamento secundário que as recebe e contacta com a Rua 25 de Abril apenas em dois pontos.
A ligação pedonal ao longo do passeio norte da Rua 25 de Abril será garantida com a manutenção da continuidade do passeio. De igual forma, a entrada do parque de estacionamento da Clínica de São Lázaro será redesenhada de forma a que o passeio seja contínuo, devendo ser os automóveis a ceder prioridade aos peões.
O arruamento a sul da igreja, por não ter saída automóvel e ser exclusivamente residencial – contendo apenas o infantário associado à igreja de São Lázaro – será transformado numa zona pedonal, com o pavimento todo ao mesmo nível e permitindo apenas o acesso pontual a automóveis.
Serão ainda substituídos todos os pavimentos por outros, mais confortáveis e amigos do peão, com preocupação pela regularidade dos mesmos de forma a dar resposta às necessidades dos cidadãos de mobilidade reduzida – na prática, o microcubo de calcário e basalto dará lugar a pavê e o cubo de granito das faixas de rodagem a betuminoso, que são pavimentos mais lisos, menos escorregadios e bastante mais funcionais.
O Colégio Alfacoop, na freguesia de Ruílhe, em Braga, inaugurou dois novos espaços, fruto do contínuo investimento em inovação pedagógica da Cooperativa de Ensino Alfacoop que detém o colégio.
Em comunicado, o colégio explica que “no exterior foi inaugurado um novo parque lúdico, que é também um espaço de aprendizagem. No Centro de Recursos Educativos (CRE) foi inaugurada a Sala Alfa 5.0. Esta nova sala está equipada com mobiliário flexível da Nautilus, permitindo a criação de diferentes layouts de sala de aula que fomentam modelos ativos de aprendizagem e por ecrãs interativos Promethean, concebidos para motivar e despertar a motivação dos alunos que beneficiam de uma experiência mais variada em sala de aula e de experiências de aprendizagem adaptadas e customizadas”.
“Acreditamos que o uso regular de novos ambientes de sala de aula aliado às novas tecnologias educativas, torna os alunos mais colaborativos, mais conscientes do ambiente que os rodeia e mais empáticos com o próximo”, afirmou Carla Estevão, diretora pedagógica do Colégio Alfacoop.
Por seu turno, o presidente da Cooperativa, Sérgio Lino, disse que “com o projeto educativo Educação 5.0, queremos preparar cada aluno para os desafios da globalização e, ao mesmo tempo, incentivá-lo a ser um cidadão ativo, atento e preocupado com o mundo que o rodeia. A Educação 5.0 assenta em valores como o altruísmo e o respeito, valoriza o desenvolvimento psicoemocional da criança, o trabalho em equipa, engloba a aprendizagem de línguas, o raciocínio, as ciências, o desporto e a tecnologia e estimula uma vida saudável”.
Integrada no programa das Comemorações do seu Centenário, a Associação de Futebol de Braga promoveu hoje mais uma iniciativa solidária desta feita para assinalar o Dia de São Martinho. Seguindo a tradição de partilha deste dia foram entregues bolinhóis em 14 IPSS do distrito, uma de cada concelho.
Os Bolinhós foram entregues pelas mãos do presidente Manuel Machado, do presidente da Assembleia Geral Alves Pinto, do vice-presidente Miguel Azevedo, dos diretores José Amorim e Adriano Santos, do gestor do Crescer2024 Tiago Moura, e da diretora de Comunicação & Marketing e Responsável pela intervenção social Margarida Direito.
As instituições contempladas foram a APPACDM de Braga, APPACDM de Vila Verde, o CAO Esposende, a CERCIFAFE, a APCG de Guimarães, a APAC de Barcelos, a Mundos de Vida de Famalicão, Centro Social e Paroquial de Cibões de Terras de Bouro, ERPI São José da Póvoa de Lanhoso, Lar Nª Sª Conceição em Vieira do Minho, Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia de Cabeceiras de Basto, Santa Casa da Misericórdia de S. Bento Arnóia em Celorico de Basto, Casa de Saúde de Amares e AIREV de Vizela.
Póvoa de Lanhoso hasteou a bandeira verde em três escolas do concelho. A vice-presidente da Câmara Municipal e vereadora da Educação, Fátima Moreira, o vereador do Ambiente, Paulo Gago, e o chefe de Gabinete da Presidência, Fernando Carlos Ribeiro, marcaram presença nas cerimónias, que decorreram esta sexta-feira.
“Reconheço profundamente o fantástico trabalho que a comunidade educativa faz ao nível da sensibilização e da sustentabilidade ambiental e o trabalho muito árduo para que trabalhemos todos para a mudança de práticas que tenham a ver com a preservação da natureza e sustentabilidade do ambiente”, destacou Fátima Moreira, na passagem pela Escola Básica do Ave, Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso e EPAVE.
O Centro de Estudos Galegos (CEG) da Universidade do Minho inicia a comemoração das suas bodas de prata na próxima sexta-feira, dia 18 de novembro, com duas atividades académico-culturais em Braga, abertas à comunidade.
Pelas 09:30, o historiador Ramón Villares, professor catedrático emérito da Universidade de Santiago de Compostela e professor honoris causa da UMinho, profere a conferência “As migrações galegas e as suas remessas visíveis e invisíveis”, no auditório da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas (ELACH), no campus de Gualtar. A sessão insere-se nas atividades da disciplina de Literatura e Cultura Galegas da UMinho.
Mais tarde, às 18:30, a Livraria Centésima Página, no centro da cidade, acolhe a apresentação do livro “Galiza, terra irmã de Portugal”, de Ramón Villares, com comentários do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional da Região Norte (CCDR-N), António Cunha. A obra foca a história e as identidades do noroeste peninsular, que pode alcançar uma nova dimensão no quadro da União Europeia. O momento prevê ainda intervenções da Reitoria da UMinho, bem como do presidente da ELACH, João Cardoso Rosas, e do coordenador do CEG, Carlos Pazos-Justo. No final, há o corte do bolo de aniversário e um porto de honra.
As próximas atividades vão ser anunciadas em breve, sendo que o programa comemorativo deve culminar no Congresso da Associação Internacional de Estudos Galegos, previsto para a primavera de 2024, no campus de Gualtar.
Celebrar afinidades
O CEG é uma âncora da Xunta de Galicia na ELACH, criada com apoio do então vice-reitor Vítor Aguiar e Silva, para promover a língua e cultura galega e aproximar a eurorregião. Nos anos recentes, destaca-se a sua coorganização da Semana Cultural Convergências, do Festival Castro Galaico e do Ciclo de Cinema Galego-Português, sem esquecer as parcerias com instituições da região, e o apoio aos estudantes e investigadores em várias ações, como projetos científicos, viagens de estudo e arquivo com vídeos, discos e bibliografia.
Merecem também referência o livro “Galegos no Minho”, o programa de rádio “Galiza Mais Perto”, o lançamento nacional do primeiro cancioneiro popular galego, a ligação à mobilidade galaico-japonesa no projeto Via Láctea, a fadista Mafalda Arnauth à conversa sobre a participação num disco dos Milladoiro ou workshops com a atriz e diretora teatral Vanesa Sotelo. Ouvir Uxía, jogar bilharda e fazer a queimada galega, por exemplo, tornou-se também mais comum na região.
“Celebramos as afinidades históricas, linguísticas, culturais e económicas, possivelmente os galegos e os portugueses nunca estiveram tão próximos como hoje”, admite Pedro Dono, o primeiro “leitor” do CEG, a que se seguiram Iolanda Ogando, Carlos Pazos-Justo, Inês Rodo, Marisa Moreda, Fernando Groba, Noemi Basanta, Raúl Costas e, atualmente, Alberto Paz. “Ainda há muito para descobrir de cada lado da raia e o importante é conhecermo-nos melhor uns aos outros para eliminar dificuldades e aprofundar as relações entre todos”, sublinha Carlos Pazos-Justo.
A Rede de Centros de Estudos Galegos tem meia centena de polos em 20 nações da Europa, América e Oceânia, vinculados a universidades e apoiados pela Xunta de Galicia. Em Portugal há valências nas universidades do Minho, Nova de Lisboa e Algarve.
O PAN Braga apresentou uma proposta para a redução parcial das Luzes de Natal na cidade, assim como a limitação do horário em que se encontram ligadas, como tem vindo a ocorrer em outros concelhos nacionais.
A medida do partido ambientalista vem de encontro às necessidades de redução da utilização de energia devido à conjuntura atual, com a crise energética que o mundo atravessa.
Segundo o deputado municipal do PAN, Tiago Teixeira, “Braga, mesmo sendo considerada uma cidade Natal, tem de ser pragmática no uso da energia. Tenho ficado estupefacto ao ver que se continuam a programar, no meio de uma brutal crise energética, enfeites com iluminações de Natal, como se nada fosse, sabendo nós que existem centenas de pessoas na cidade com dificuldades graves em conseguir iluminar as suas casas” acrescentando ainda que “numa altura de crise económica e energética, temos que saber ser equitativos no estabelecimento de prioridades dos direitos humanos, porque se amanhã não tivermos energia para abrir uma escola ou um centro de saúde, as luzes na rua não servirão de muito”.
Em comunicado enviado à Braga TV, Tiago Teixeira refere que “sabemos que o uso de luzes beneficia o comércio local e mesmo pelo facto de precisarmos de manter um simbolismo de esperança nesta época, pelo que não consideramos a eliminação total das mesmas, e sim uma redução significativa, entre as 18:30 e as 21:30 à semana e 22:30 ao fim de semana, prática já adotada em outros municípios como Porto, Matosinhos e Coimbra”.
Por fim, o PAN sugere que se converta esta despesa em “algo necessário”, realçando a base do espírito natalício, como “oferecer cabazes de esperança às famílias mais carenciadas do concelho”.
Saramago 100 Tempo (em Barcelos) é o título de uma instalação de rua que pretende assinalar o centenário do nascimento do escritor José Saramago, evocando a sua passagem por Barcelos em 1979 e 1980, durante a qual fez apontamentos sobre a cidade e algumas localidades, entre elas as freguesias de Abade de Neiva, Balugães, Vila Seca, Gilmonde, que depois publicou na obra “Viagem a Portugal”.
Esta é uma das muitas atividades com que o Município de Barcelos assinala o centenário do nascimento do escritor, e nobel da literatura, José Saramago, que vão decorrer de 14 a 19 de novembro, em diversos locais da cidade, incluindo a Biblioteca Municipal, as escolas do concelho e o centro histórico da Cidade.
Leituras centenárias, recitais, espetáculo de poesia e música e projeção do filme “José e Pilar” fazem parte da programação preparada para assinalar a data. Assim, no dia 14, às 10:30, pode assistir à projeção do filme “José e Pilar”, uma colaboração Cineclube Zoom, na Biblioteca Municipal; no dia 16, decorre nas Bibliotecas Escolares do Ensino Secundário a iniciativa “Leituras Centenárias” e, nas Bibliotecas Escolares, do 1.º -2.º e 3.º ciclo, a “Leitura da Lenda do Galo de Barcelos nas palavras de José Saramago”.
Destaque para o dia 18 de novembro, às 10:30, para um roteiro cultural dedicado a José Saramago, com a visita a alguns locais, no centro da cidade de Barcelos, referenciados na obra “Viagem a Portugal”. Ainda no dia 18, à noite, a Biblioteca Municipal recebe o espetáculo de leitura e música pelos alunos das escolas secundárias Alcaides de Faria, Barcelos, Barcelinhos, Vale D’Este, Vale do Tamel e Vila Cova.
No dia 19, às 21:30, é a vez da Associação D’Improviso apresentar o “Expresso das Letras 2022”, espetáculo de poesia e música dedicado a José Saramago, e Agustina Bessa Luís.
Recorde-se que o Município de Barcelos, já iniciou as comemorações do centenário do nascimento nobel da literatura, no mês passado, com a inauguração da exposição “Palavras e Silêncio em José Saramago”, de Ana Carvalho, que está patente até 30 de novembro, na Biblioteca Municipal.
As comemorações do centenário de Saramago têm como objetivos a celebração e divulgação e a aproximação dos leitores à obra literária de José Saramago.
Nascido a 16 de novembro de 1922, José Saramago foi Prémio Nobel da Literatura em 1998 e galardoado com o Prémio Camões em 1995, um dos maiores prémios de língua portuguesa. Autor de mais de 40 títulos, o escritor faleceu a 18 de junho de 2010, deixando uma vasta herança literária e um legado que enriquece a cultura portuguesa.
O Município de Esposende integra a Associação de Municípios Portugueses do Cavalo, tendo o vereador com a área funcional do Desporto, Rui Losa, assinado, na feira da Golegã, o protocolo de constituição da entidade.
A ideia materializou-se na Feira do Cavalo de Ponte de Lima, com a assinatura de um memorando de entendimento entre vários municípios e no qual participou o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira. Agora, passados alguns meses, foi assinado o protocolo que permite avançar com todos os requisitos legais para a constituição efetiva da associação.
Estiveram presentes na cerimónia representantes dos municípios da Golegã, Ponte de Lima, Alter do Chão, Almeida, Barcelos, Esposende, Fundão, Lagoa, Santarém, Serpa, Valongo, Viana do Alentejo, Vila Franca de Xira e Vila Pouca de Aguiar. Ponte da Barca também integra esta associação, mas não esteve presente nesta cerimónia. Os municípios de Torres Novas, Chamusca, Almeirim ou Lisboa também já demonstraram interesse em aderir a esta associação.
A Federação Equestre Portuguesa, a Associação Nacional de Turismo Equestre e a Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano também assinaram o documento de constituição de uma associação que pretende promover a atividade equestre e as relações entre territórios com tradição equestre a nível nacional e internacional.
São objetivos da Associação de Municípios Portugueses do Cavalo proteger, valorizar e promover os territórios de vocação equestre e reforçar a promoção nacional e internacional do turismo equestre. Dinamizar as atividades desportivas, económicas e turísticas associadas ao setor equestre e realizar ações que permitam um conhecimento recíproco e intercâmbios culturais entre os municípios do cavalo associados são outros dos pressupostos do memorando.
A associação procurará financiamento e reivindicará investimentos para projetos que promovam o desenvolvimento dos territórios, numa estratégia conjunta de ações, que visem a preservação ativa da tradição, decorrente do aproveitamento deste recurso endógeno estratégico, através da criação de infraestruturas de qualidade superior e da organização de provas de alta competição.
Apoiar projetos de estudos de investigação, promoção e formação relacionados com o setor e incentivar ao desenvolvimento e promoção da criação e produção de cavalos são, também, objetivos da associação.
Refira-se que cabe a Diogo Rosa, vice-presidente da Câmara Municipal da Golegã assumir o papel de interlocutor dos parceiros desta nova associação, prevendo-se para breve a definição dos elementos que irão integrar os órgãos sociais.