A população de Tadim, em Braga, respondeu em grande número ao magusto tradicional organizado pela Junta de Freguesia. Os vereadores da Câmara Municipal de Braga, Olga Pereira, João Rodrigues e Altino Bessa, bem como vários elementos do Município, participaram neste momento de convívio.
A Escola do Padrão abrigou as dezenas de pessoas que participaram no magusto promovido pela autarquia local. Rolando Vilaça, presidente da Junta de Freguesia de Tadim, fala numa atividade importante para unir a população.
“Temos vindo a realizar um conjunto alargado de eventos destinados à população de Tadim. A cada um desses eventos há um sentido de pertença e de comunidade entre os habitantes de Tadim. É também por isso que apostámos na organização deste magusto”, disse o presidente.
Para além das castanhas, não faltou o vinho da região e muita música popular com a atuação de um grupo de concertinas.
A GNR de Braga deteve este sábado oito homens, com idades entre os 30 e os 60 anos, por tráfico de droga, nos concelhos de Braga e Barcelos.
No âmbito de uma investigação que decorria há vários meses pelo crime de tráfico de estupefacientes, os militares deram cumprimento a 12 mandados de busca domiciliária e a 3 mandados de detenção fora de flagrante delito, nas localidades de Braga e Barcelos, tendo sido apreendido o seguinte material:
2915 doses gramas de cocaína;
53 doses de heroína;
8 590 doses de haxixe (4,295 Kg);
9939 euros em numerário;
14 telemóveis;
quatro balanças de precisão;
uma viatura;
3000 cigarros por embalar em maço;
11750 Kg de folha de tabaco triturado;
38045 maços de tabaco vazios, por montar;
8600 tubos de cigarros por encher;
3050 caixas de volume de cigarros;
Duas máquinas para enchimento de cigarros;
Dois revólveres;
Uma arma de fogo artesanal;
308 munições de diversos calibres.
Os detido serão presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Braga, hoje, dia 21 de novembro de 2022.
Sabia que só oito mulheres receberam o Prémio Nobel da Química, criado em 1901, e que nesse restrito grupo não está incluída, por exemplo, a alemã Lise Meitner, nomeada 48 vezes para o Nobel (19 delas para o da Química)? As contribuições femininas para a química mundial são destacadas esta terça-feira no lançamento do livro “Irmãs de Prometeu”, de João Paulo André, professor da Escola de Ciências da Universidade do Minho. A obra é apresentada às 16h30, na biblioteca geral do campus de Gualtar, em Braga, pelos professores Carlos Fiolhais (Universidade de Coimbra) e Raquel Gonçalves-Maia (Universidade de Lisboa), sendo a entrada livre. A sessão tem apoio da Casa do Conhecimento da UMinho e vai ser transmitida online. O livro de 664 páginas é editado pela Gradiva.
“A antiga opinião de as mulheres não se adequarem à investigação dificultou a sua caminhada, mas não obstou a que várias brilhassem num mundo da ciência dominado por homens – e este livro dá muitos e bons exemplos de figuras, factos e histórias curiosas, numa leitura acessível a todos”, frisa João Paulo André. Há um século, ainda acontecia a assistentes e colaboradores, que faziam amiúde a maioria do trabalho e até a descoberta principal, não serem reconhecidos, tendo as mulheres sido especialmente vítimas de tais “esquecimentos” e mesmo usurpações, nota o autor. O título do livro compara-as com Prometeu, o titã que roubou o fogo (conhecimento) aos deuses e deu-o aos humanos, embora como castigo divino tenha sido preso.
A obra, ilustrada com excertos de correspondência e de obras da literatura mundial, perfaz uma viagem de vários milénios, desde as primeiras mulheres dedicadas a processos físico-químicos, como a manipulação e conservação de alimentos ou a perfumaria das primeiras civilizações. Depois, é focado o pensamento greco-romano da Antiguidade, a alquimia de Alexandria, a vida monástica, os “livros de segredos” (receituários de medicina caseira e cosmética, populares no Renascimento) e as raras obras escritas por mulheres até ao século XIX.
Marie Curie inspiradora
Seguem-se as primeiras mulheres nas universidades, na investigação e em carreiras na química, a trabalhar com homens (como suas assistentes, colegas e até esposas), e, por fim, as nobelizadas da Química. São elas Marie Curie (1911), por descobrir o polónio e o rádio; a sua filha Irène Juliot-Curie (1935), pela radioatividade artificial; Dorothy Hodgkin (1964), pela determinação das estruturas da penicilina e da vitamina B12; Ada Yonath (2009), pelo estudo da estrutura e da função dos ribossomas (estruturas celulares); Frances Arnold (2018), pela evolução dirigida de enzimas; Emmanuelle Charpentier e Jennifer Doudna (ambas em 2020), por novos métodos na edição do genoma. Sucedeu-lhes Carolyn Bertozzi, em 2022, pelo desenvolvimento da química bioortogonal.
“Irmãs de Prometeu” lista ainda todas as nomeadas para esse Nobel, bem como outras cientistas “que o poderiam ter também ganho”, como Lise Meitner, que descobriu a fissão nuclear. Por curiosidade, o Prémio Nobel foi no global concedido a 894 homens, 60 mulheres e 27 entidades.
João Paulo André doutorou-se na Universidade de Basileia (Suíça) e é professor de Química na UMinho. É também autor do livro “Poções e Paixões – Química e Ópera” (Gradiva, 2018), que a Biblioteca Nacional produziu depois em braille e em áudio para invisuais. Mantém uma intensa atividade na divulgação da ciência e um forte interesse pela música e literatura, sendo comentador de ópera na rádio Antena 2.
A União de Freguesia de Nogueira, Fraião e Lamaçães é o último palco a acolher o Descentrar, programa cultural promovido pelo Município de Braga. No sábado, dia 3 de dezembro, a população será desafiada a desfrutar de dois momentos culturais no auditório da Junta de Freguesia de Nogueira, onde a música e o teatro vão estar em destaque.
A jornada arranca pelas 16:00, com a peça de teatro “Uma Aventura no Parque”, pelos Malad´Arte. Neste espectáculo, com duração de 45 minutos, o grupo bracarense conta a história do Sr. Alecrim do sono, que se levanta cedo para ir de manhã à cidade, e da Floresta, que também se levanta, abre os braços, abre os galhos e ouve os pássaros a começar a levantar.
À noite, pelas 21:30, é a vez do grupo Cachupa Psicadélica, formado pelo trio – Lula`s, Henrique Silva e Renato Chantre, subir ao palco do auditório da Junta de Freguesia de Nogueira. Nascido e criado na ilha de São Vicente (Cabo Verde), Lula’s foi criança nos anos 80 e apaixonou-se pelo rock de Seattle na adolescência, num Mindelo de roqueiros. De repente, deu por si a estudar nas Caldas da Rainha e, alguns projetos musicais depois, encontrou-se na encruzilhada da sua Cachupa Psicadélica, projeto do qual é mentor e que o foi conduzindo por algumas formações. Até à data, conta com dois discos editados: “Último Caboverdiano Triste” (2015) e “Pomba Pardal” (2019), tendo já colaborado com uma série de artistas, entre os quais Branko (Buraka Som Sistema), Cristina Branco, Throes + The Shine, Mayra Andrade e Octa Push.
A participação na actividade cultural do próximo sábado é de entrada livre, assim como aconteceu em todas as iniciativas do Descentrar 2022.
Este programa cultural, que arrancou em abril, chegou até treze freguesias do concelho, promovendo cerca de 30 eventos, num programa único, desenhado para cada local através de um conjunto de espectáculos de novo circo e de teatro, concertos, visitas-guiadas a espaços patrimoniais e concertos comentados de música clássica e erudita.
O SC Braga goleou, este domingo, o CF Benfica por 0-4, em jogo correspondente à terceira eliminatória da Taça de Portugal, seguindo em frente na prova.
Aos 20 minutos da partida, um autogolo colocou as Gverreiras do Minho em vantagem. No segundo tempo, Caroline Kehrer assinou o 0-2. Aos 61′ e 63′, Ana Rute, na sequência de dois pontapés de canto convertidos por Paige, bisou e fez o 0-4, resultado que se manteve até ao final do jogo.
A Junta de Freguesia realçou “o simbolismo e do valor histórico do Cruzeiro para as gentes de Lamaçães” e “mandou-o recuperar e colocar no lugar ao qual, durante muito tempo, deu o nome: o Lugar do Cruzeiro”.
Várias razões estão na decisão do Executivo Municipal, nomeadamente a necessidade de assegurar as condições de segurança a residentes e visitantes. “Quando organizamos as diferentes iniciativas temos, em primeiro lugar, de salvaguardar as condições de segurança de participantes e visitantes. É certo que, felizmente, não tem sido reportada nenhuma ocorrência de maior, mas enquanto responsável pela Proteção Civil, seria de todo imaturo, não pensar no futuro. E por isso mudamos a área da feira, para uma zona mais ampla e com melhores condições de acesso para todos”, assegura o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima.
É também objetivo criar condições para que os visitantes circulem por toda a vila, e nesse ponto “estamos a reorganizar a feira por vários locais, o Mercado Municipal será o palco da Mostra Gastronómica com a promoção da gastronomia, dos vinhos e dos produtos locais, que se conjugarão com um cartaz cultural apelativo, onde se evidencia o cariz inovador sem fugir à tradição”. A Quinta do Prado será o palco da I Exposição animal, “uma exposição dedicada a animais de grande porte que pretendemos transformar, a curto prazo, num dos pontos de maior atratividade desta Feira Anual da Santa Catarina, pela dimensão, pela quantidade de animais presentes, pela diversidade. No futuro será um espaço que pretendemos que venha a ocorrer uma grande mostra de animais e plantas e também, um espaço de venda de produtos locais dos nossos agricultores”.
Ao criar estes diferentes locais, o autarca assegura que “estarão criadas as condições para que os visitantes circulem por todas as ruas da vila, possam aceder à restauração, aos serviços e ao comércio sem transtornos, e desfrutar inteiramente desta Feira Anual de Sta. Catarina”. Considera que “muitos serão relutantes a esta mudança mas acredito que, irão entender as nossas razões. A nossa Feira anual de Santa Catarina é um evento centenário que demarca a nossa identidade como povo, um evento que merece ser cada vez mais atrativo e apelativo para visitantes e feirantes, sempre de mãos dadas entre tradição e inovação”.
A feira irá decorrer pela Rua Baltazar Rebelo de Sousa (desde a rotunda da Câmara até à EB2,3/S), na Rua Capitão Rodrigo Sousa e Castro e no Mercado Municipal.
Pela segunda vez neste ano civil, as Dádivas de Sangue regressaram à Universidade do Minho (UMinho), nos dias 14 e 15 de novembro, no Campus de Gualtar, em Braga. Durante dois dias, 316 dadores uniram-se à causa social da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUMinho) e tiraram um tempo do seu dia para ajudarem quem mais necessita.
De acordo com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), ocorreram 194 doações no Pavilhão Desportivo de Gualtar. Na segunda-feira, devido à afluência de dadores acima do esperado, o material de recolha foi esgotado pelas comunidades local e académica. Nesse dia, inscreveram-se 145 pessoas e ocorreram 91 doações. Ontem, a iniciativa solidária ultrapassou o dia anterior e contou com 171 dadores inscritos e 103 doações.
Rita Ribeiro, diretora de Sociedade da AAUMinho, afirmou que “a adesão dos estudantes superou as expetativas, principalmente no primeiro dia quando tivemos de fechar as inscrições mais cedo”, reforçou.
A dirigente apelou os académicos para a próxima sessão de Dádivas de Sangue, que vai decorrer no Campus de Azurém, no dia 29 de novembro. “Não esperamos menos dos nossos heróis de capa negra de Azurém”, declarou.
As trotinetes elétricas que se encontram estacionadas na via pública da Praça da República, em Braga, foram vandalizadas este sábado.
As trotinetes foram encontradas destruídas e espalhadas pelos passeios e nos lugares de estacionamento dos táxis.
O alerta foi dado hoje nas redes sociais. “O bom comportamento de algumas pessoas. A cidade está bem servida, não haja dúvida”, denunciou Isaura Barbosa.
Recorde-se que o Município de Braga converteu 90 lugares de estacionamento automóvel para parqueamento de bicicletas e trotinetes elétricas. Apesar do serviço de partilha, cuja gestão é da responsabilidade da empresa CIRC, que obriga os cidadãos a criar uma conta para permitir o acesso a uma trotinete elétrica e ter um cartão de crédito associado, estas continuam a ser abandonados em vários locais da cidade de Braga.