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Rampa da Falperra junta os melhores pilotos nacionais e internacionais em Braga

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Christian Merli © LP Photography
Christian Merli © LP Photography

Entre os dias 15 e 17 de maio, Braga volta a receber a Rampa Internacional da Falperra, uma das mais prestigiadas e emblemáticas competições do desporto automóvel em Portugal e na Europa.

Ao longo de três dias, a prova promete reunir alguns dos melhores pilotos nacionais e internacionais, proporcionando um espetáculo de velocidade, adrenalina e excelência competitiva num cenário único, que anualmente mobiliza milhares de aficionados e visitantes.

Na sua 45.ª edição, a organização estima a presença de cerca de 200 mil espectadores, com a cidade a acolher visitantes provenientes de vários países europeus. A prova contará com a participação de cerca de 140 pilotos e envolverá um dispositivo organizativo composto por aproximadamente 730 elementos.

Na sessão de apresentação o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, destacou a Rampa da Falperra como “uma grande festa de Braga, muito apreciada por todos”, sublinhando que o investimento contínuo na prova demonstra que “o Município se importa com este evento e com o seu impacto na cidade”. O responsável referiu ainda que esta iniciativa representa “uma grande montra turística e económica para Braga”.

João Rodrigues salientou igualmente o esforço desenvolvido pelo Clube Automóvel do Minho ao longo dos últimos anos, bem como o apoio da Câmara Municipal, frisando que “este tipo de eventos só atinge esta magnitude graças ao trabalho conjunto de várias instituições”, acrescentando que “o trabalho em parceria é sempre benéfico e essencial para o sucesso”.

Relativamente ao acesso do público, como novidade em 2026, a troca de bilhetes virtuais por pulseira poderá ser realizada antecipadamente entre os dias 11 e 15 de maio (segunda a sexta-feira), no POP UP STORE localizado no Largo Barão de São Martinho, entre as 09:30 e as 12:30 e das 14:30 às 18:00.

Os bilhetes encontram-se disponíveis para compra online em www.easyticket.pt, podendo igualmente a troca por pulseira ser efetuada no próprio dia do evento, a partir das 07:30, nas quatro bilheteiras distribuídas ao longo do percurso.

No plano da mobilidade, a organização contará com a colaboração dos TUB, assegurando o transporte do público para a prova, com um custo de apenas 1€ (ida e volta). O regresso está previsto após o término das atividades, cerca das 18:30 no sábado e pelas 16:00 no domingo.

Mais de 400 crianças formam laço humano em Vieira do Minho

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© CM Vieira do Minho
© CM Vieira do Minho

Vieira do Minho assinalou hoje o encerramento da Campanha do Laço Azul com a realização da atividade “Laço Humano”, uma iniciativa simbólica de sensibilização para a prevenção dos maus-tratos na infância, que envolveu a participação de mais de 400 crianças do concelho.

A atividade contou com a presença de alunos da Escola Básica Domingos de Abreu, da Santa Casa da Misericórdia de Vieira do Minho e da turma 6.º B da EB/S de Vieira de Araújo, bem como com a participação dos restantes estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Vieira de Araújo. Os utentes do CACI associaram-se igualmente à iniciativa, reforçando o caráter inclusivo da ação.

O momento teve início pelas 14:30, na Praça do Município, onde as crianças se organizaram para formar o “Laço Humano”, símbolo da campanha. A atividade decorreu em simultâneo nas escolas básicas do agrupamento, culminando num momento coletivo de grande envolvimento comunitário.

Seguiu-se uma caminhada simbólica pelas principais artérias da vila, com passagem pela Rua João de Deus e Avenida Barjona de Freitas, terminando novamente na Praça do Município. A iniciativa contou com o apoio da Associação “Garranos Raide”, que acompanhou o percurso.

A segurança do evento foi assegurada pela GNR e pela Polícia Municipal. A ação contou ainda com a presença do presidente da Câmara Municipal, Filipe de Oliveira, e de todo o executivo municipal, que fizeram questão de se associar à iniciativa e destacar a importância da sensibilização para a proteção das crianças.

Braga: Iniciativa Liberal quer Gualtar a celebrar 50 anos de eleições autárquicas

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© CM Braga
© CM Braga

A Iniciativa Liberal apresentou, pela voz do seu eleito José Baptista, na Assembleia de Freguesia de Gualtar realizada no dia 28 de abril, uma recomendação que apela à celebração dos 50 anos das primeiras eleições autárquicas em Portugal, ocorridas a 12 de dezembro de 1976. A proposta foi aprovada por unanimidade.

Na recomendação, os liberais sublinham que a data marcou “o pontapé de saída para uma representação popular democrática mais próxima e subsidiária”, permitindo que as comunidades locais elegessem os seus vizinhos para os órgãos autárquicos. O partido reconhece que “ainda existem limitações à autonomia do poder local, mas salienta o valor único da proximidade entre eleitos e eleitores nas freguesias e concelhos”.

“Em Gualtar, tal como em milhares de freguesias pelo país fora, cada um de nós pode votar nos nossos vizinhos e confiar na nossa comunidade para nos servir. Celebrar os 50 anos das primeiras eleições autárquicas é honrar aqueles que construíram a nossa democracia de proximidade”, destaca José Baptista.

Assim, a Assembleia recomendou à Junta de Freguesia que planeie e realize, em data adequada, um evento comemorativo desta data, criando “um momento de união gualtarense para celebrar todos aqueles que fizeram parte da história da democracia da nossa freguesia”.

Catequistas do Arciprestado de Celorico de Basto concluíram Curso Ser Catequista

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© Padre Sérgio Araújo
© Padre Sérgio Araújo

Chegou ao fim, no dia 29 de abril, o “Curso Ser Catequista”, promovido no Arciprestado de Celorico de Basto, após um percurso formativo composto por 12 encontros que iniciaram a 14 de janeiro e que contou com a participação de 23 formandos e foi dinamizada por uma equipa de 5 formadores do próprio arciprestado.

A sessão de encerramento ficou marcada pela entrega de diplomas aos participantes, seguida de um momento de convívio entre formandos e formadores, simbolizando o espírito de comunhão e partilha que marcou todo o percurso formativo.

A cerimónia contou com a presença da Coordenadora Arquidiocesana do Departamento de Catequese, Fátima Castro, do Assistente Arciprestal da Pastoral da Catequese, Padre José Carlos Macedo, e do Arcipreste de Celorico de Basto, Padre Francisco Medeiros.

Na sua intervenção, Fátima Castro destacou a importância da formação contínua dos catequistas, sublinhando que “ser catequista hoje exige não apenas boa vontade, mas também preparação, consciência da missão e capacidade de testemunho no contexto atual”. Enalteceu ainda o empenho dos participantes, referindo que “esta caminhada formativa é sinal de uma Igreja viva, que investe na qualificação dos seus agentes pastorais”.

Por sua vez, o Padre José Carlos Macedo salientou o papel fundamental dos catequistas na vida das comunidades, afirmando que “a catequese é um dos pilares da ação evangelizadora da Igreja e os catequistas são verdadeiros semeadores da fé junto das novas gerações”. Destacou igualmente o ambiente vivido ao longo da formação, marcado pela “proximidade, partilha de experiências e crescimento conjunto”.

O Arciprestado de Celorico de Basto reafirma, assim, o seu compromisso com a formação dos seus agentes pastorais, estando já prevista a continuidade desta iniciativa. Nesse sentido, está projetado o início de um novo grupo de formação, destinado a catequistas de outras paróquias do arciprestado, com arranque previsto para o mês de setembro.

Esta formação assume-se, deste modo, como “uma aposta estruturante na capacitação dos catequistas, contribuindo para o fortalecimento da missão evangelizadora no território”.

Guimarães volta a estar no centro da transição climática europeia

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© CM Guimarães
© CM Guimarães

Guimarães 26 – Capital Verde Europeia voltou a estar no centro da transição climática europeia. A cidade acolheu o Fórum Anual da Energy Cities, que reuniu mais de 300 participantes de 125 cidades de toda a Europa, comprometidas com um futuro mais sustentável.

Integrado na programação de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia, o encontro reforçou o papel do território como plataforma de ligação entre conhecimento, ação local e compromisso climático à escala europeia. Sob o mote “Cultivar as raízes”, promoveu, ao longo de três dias, o debate em torno de temas como resiliência, inovação, adaptação às alterações climáticas e soluções locais e, ainda, habitação.

O programa incluiu sessões plenárias e momentos paralelos centrados em áreas-chave como governança, arrefecimento urbano, comunidades de energia, sistemas alimentares e economias justas.

Na sessão inaugural, Ricardo Araújo, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, sublinhou que “as cidades são, hoje em dia, espaços essenciais para a sustentabilidade ambiental”. Reforçou ainda o objetivo de que Guimarães “quer ser uma Cidade de Um Só Planeta. Viver com propósito ecológico, enquanto assegura qualidade de vida, justiça social, desenvolvimento económico e oportunidades para todos”.

Mohamed Ridouani, presidente da Energy Cities, destacou a importância da “partilha de experiências e boas práticas, contribuindo para reforçar a cooperação entre cidades e acelerar a implementação de soluções sustentáveis nos territórios”.

O fórum levou os participantes a conhecer no terreno a visão de Guimarães para a transição climática. Através de cinco jornadas temáticas, foi possível acompanhar de perto o trabalho desenvolvido na construção de modelos de governança climática, capacitação de comunidades, promoção de habitação acessível e eficiente, aceleração da transição energética e integração de práticas circulares na indústria.

Das visitas ao Bairro C às iniciativas de energia comunitária, passando pela regeneração urbana, pelas soluções para o futuro do aquecimento e pelos modelos circulares do setor têxtil, Guimarães apresentou projetos concretos que ligam políticas locais a resultados reais. Além disso, o Largo da Oliveira recebeu um espetáculo de videomapping aberto a toda a população.

Segundo Joaquim Carvalho, diretor municipal de Intervenção no Território, Ambiente e Ação Climática e responsável pela área energética, estas visitas tiveram como objetivo “mostrar onde é que Guimarães está relativamente a esta questão da sustentabilidade, quer ambiental quer na área da eficiência energética”.

Já Vânia Dias da Silva, vereadora da Mobilidade da Câmara Municipal de Guimarães, referiu que esta iniciativa “evidenciou o papel determinante das cidades europeias na ação climática e reforçou o compromisso de Guimarães com a transição climática, com a urgência e a necessidade de adotarmos comportamentos que nos levem à sustentabilidade ambiental”.

UMinho abre candidaturas ao Verão no Campus

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© UMinho
© UMinho

A Universidade do Minho abre na próxima segunda-feira, 4 de maio, às 15:00, as candidaturas para o Verão no Campus, um programa de atividades científicas e culturais destinado a estudantes do 9.º ao 12.º anos de escolaridade. A iniciativa permite dar a conhecer a oferta formativa desta academia e estimular o acesso dos mais jovens ao ensino superior.

18.ª edição do Verão no Campus vai decorrer de 20 a 24 de julho de 2026, nos vários polos da UMinho e no centro das cidades de Braga e Guimarães. Há 21 atividades propostas, que somam mais de 350 vagas. Os participantes podem optar por “mergulhar” no mundo da arquitetura, dos biomateriais, das ciências, das ciências sociais, do direito e da economia, gestão, ciência política, bem como da educação, da enfermagem, da engenharia, da medicina, das letras, artes e ciências humanas ou, ainda, da psicologia.

Ao longo dessa semana, vão ser acompanhados por professores, investigadores e alunos da UMinho, que assumem o papel de mentores e embaixadores da iniciativa. A equipa de estudantes-monitores está ligada ao projeto sou.UMinho 5.0, que visa a plena integração dos estudantes do 1.º ano na universidade e no seu modelo educativo. Os participantes do Verão no Campus têm a garantia deste acompanhamento especial, o que lhes permite descobrir particularidades das diferentes áreas científicas, percorrer as duas cidades e conviver com colegas de várias regiões do país e também do estrangeiro, enquanto aprendem num ambiente alegre e descontraído.

A iniciativa tem o apoio do grupo Casais, da AAUMinho, da RUM, do Correio do Minho, do Diário do Minho e dos municípios de Barcelos, de Braga, de Famalicão, de Fafe, de Guimarães e da Póvoa de Lanhoso.

As candidaturas podem ser feitas entre o dia 4 de maio, às 15h00, e o dia 11 de maio, às 23h59. O programa geral e outros detalhes estão disponíveis em www.uminho.pt .

Aluno da UMinho vence prémio por desenvolver bateria de lítio sustentável

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© UMinho
© UMinho

Rafael Pinto, doutorando em Engenharia de Materiais na Universidade do Minho (UMinho), venceu o Upcell Young Scientist Award 2026, por desenvolver uma bateria de lítio sustentável, de estado sólido e impressa em 3D, que tem melhor desempenho e eficiência e com aplicações desde dispositivos médicos a eletrónica portátil. Este prémio europeu para jovens com contributos inovadores e forte potencial industrial no setor da energia foi atribuído pela associação Upcell Alliance, no seu congresso anual, realizado em Lisboa.

“É uma sensação muito boa ser reconhecido por esta associação, que reúne instituições e peritos de renome nas baterias e que vê o impacto da minha investigação na cadeia de produção, particularmente em certos nichos”, afirma Rafael Pinto. A distinção, no valor de 1000 euros, é fruto de quatro anos dedicados à sua tese doutoral, intitulada Two and Three-Dimensional Sustainable Solid-State Printed Batteries for Portable Electronic Devices.

A pesquisa decorre nos laboratórios do Centro de Física e do Centro de Química da Escola de Ciências da UMinho, em Braga. O trabalho é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), sendo orientado pelos professores Carlos M. Costa, Senentxu Lanceros-Méndez e Renato Gonçalves. Bracarense de 30 anos, Rafael Pinto fez a licenciatura em Ciências do Ambiente, o mestrado em Ciências e Tecnologias do Ambiente – ramo Energia e está a terminar o doutoramento, sempre na UMinho.

O seu estudo foca-se no desenvolvimento de uma bateria de lítio sustentável, impressa e de estado sólido, através da otimização dos materiais do cátodo, ânodo e separador para impressão por direct ink writing. Esta abordagem permite imprimir o separador sólido diretamente sobre o cátodo (aumenta o desempenho do dispositivo) e criar arquiteturas personalizadas com base em desenho 3D. “A tecnologia melhora a interface entre os componentes, facilita o movimento de iões, cria baterias com diferentes formatos e recorre a materiais mais sustentáveis, apontando aplicações em nichos como a microeletrónica, onde a adaptação ao formato é crítica”, explica.

A sustentabilidade é um eixo central do projeto de Rafael Pinto. A nova técnica permite desperdício praticamente nulo, escolha responsável de materiais e redução significativa do uso de eletrólitos líquidos (são tóxicos e inflamáveis), contribuindo assim para baterias mais seguras, eficientes e ecofriendly. O autor considera que a sua inovação poderá ser utilizada em dispositivos portáteis, médicos e wearables. Os próximos passos da investigação passam pela otimização do desempenho, pela escalabilidade do fabrico e pela entrada no mercado.

A Upcell Alliance é uma associação europeia criada em 2022 e sediada em Paris (França), que reúne já mais de 120 empresas, universidades e centros de I&D da cadeia de valor das baterias. Pretende reforçar a autonomia industrial da Europa neste setor estratégico, onde se prevê 100 gigafábricas de baterias e mais de 150 mil milhões de euros de investimento.

Amares recebe Festival Variações de Leitura

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© António Variações / DR
© António Variações / DR

Amares vai receber o Festival Variações de Leitura, que decorrerá de 5 a 10 de maio, na Biblioteca Municipal Francisco Sá de Miranda.

O evento contará com a Feira do Livro, a XVI Mostra Pedagógica, Encontros com Escritores e Ilustradores, Narração Oral, Exposições, Teatro, Música e Conferências.

O programa será apresentado no dia 5 de maio.

Póvoa de Lanhoso aprova Plano Operacional Municipal para combater fogos rurais

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

O Plano Operacional Municipal de 2026 para o concelho da Póvoa de Lanhoso foi formalmente apresentado e aprovado durante a recente reunião da Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais.

A sessão foi presidida pelo vereador Gilberto Anjos, em representação do presidente da Câmara Municipal. Marcaram presença algumas das entidades que compõem esta comissão, tais como os Serviços Municipais de Proteção Civil, a GNR, os Bombeiros Voluntários, representante das Juntas e Uniões de Freguesias, o ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas), a Associação de Silvicultores do Vale do Ave e a Navigator Company.

A aprovação do POM na Póvoa de Lanhoso assume-se como “um momento crucial de afinação de procedimentos”.

O objetivo é “garantir que todas as entidades não só conhecem as suas responsabilidades, mas que atuam em total consonância e alerta máximo perante a época crítica que se avizinha”. “Sendo mais do que uma formalidade, o POM, sua preparação e aprovação demonstram que todas as entidades envolvidas têm afinada uma estratégia de prontidão, em caso de necessidade. O POM é o instrumento crucial para o planeamento do combate aos fogos rurais. E apresenta detalhadamente a forma como deve ser a coordenação entre as instituições em todas as fases da emergência, desde a vigilância e deteção, a fiscalização e as primeiras Intervenções e Combate, Rescaldo e Vigilância Pós-Incêndio”, refere a Autarquia.

Neste documento consta também o inventário completo de meios e recursos existentes, define os protocolos de mobilização para cada nível de alerta e disponibiliza a cartografia de apoio à decisão operacional, essencial para quem está no terreno.

Barcelos investe 3,9 milhões de euros na 2.ª fase da variante urbana nascente

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© CM Barcelos
© CM Barcelos

O Município de Barcelos aprovou, por unanimidade, na última reunião de Câmara, o projeto de execução da Fase II da Variante Urbana Nascente. A intervenção representa um investimento superior a 3,9 milhões de euros, com um prazo de execução estimado em 12 meses e uma extensão aproximada de 1.250 metros.

Entre os principais objetivos da intervenção destacam-se a melhoria do acesso ao centro urbano, evitando a Passagem de Nível de Arcozelo, o desvio do tráfego de atravessamento de longo curso, contribuindo para a redução da pressão sobre a Variante Poente e o fecho do anel rodoviário a nascente, garantindo uma circulação mais fluida e segura.

Do ponto de vista técnico, o projeto prevê uma faixa de rodagem em ambos os sentidos, com bermas e reserva de espaço para um eventual alargamento futuro. As interseções serão asseguradas através de rotundas, concebidas para facilitar a ligação à rede viária existente.

Será implementada uma cortina arbórea ao longo do traçado com o objetivo de “mitigar os impactos visuais e sonoros da infraestrutura.” 

O projeto integra ainda a criação de uma ciclovia bidirecional e a requalificação das linhas de água, associadas a um percurso acessível que permitirá a utilização do espaço para fins de mobilidade suave e lazer.