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Road trip em autocaravana nos arredores de Braga

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Explorar o norte de Portugal sobre rodas é uma das formas mais autênticas de viajar. Partir de Braga numa autocaravana permite descobrir paisagens incríveis ao seu próprio ritmo, sem pressas nem planos rígidos. Como aluguer de autocaravanas em Braga, esta experiência torna-se ainda mais acessível e prática, transformando cada quilómetro num momento especial.

Viajar com um serviço de aluguer de autocaravanas em Braga não é apenas uma escolha prática, mas também uma forma inteligente de aproveitar tudo o que a região tem para oferecer desde cidades históricas até parques naturais cheios de tranquilidade.

Vantagens de viajar numa autocaravana

Uma road trip numa autocaravana oferece um nível de liberdade difícil de igualar. Não há horários de check-in nem necessidade de reservar vários hotéis ao longo do percurso. Tudo o que precisa está sempre consigo.

Além disso, existe total flexibilidade para alterar os planos. Gostou de um local? Pode ficar mais tempo. Quer explorar outro destino inesperado? Basta seguir viagem.

Outro ponto importante é o conforto. Optar pelo aluguer de autocaravanas em Braga permite ter um espaço pessoal com cozinha, cama e área de descanso, tornando a experiência muito mais prática especialmente para famílias ou viagens mais longas.

O que visitar em Braga antes de partir

Antes de se fazer à estrada, vale a pena aproveitar Braga com calma. A cidade tem um ambiente único, onde o histórico e o moderno convivem naturalmente.

O Santuário do Bom Jesus do Monte é uma paragem obrigatória. A sua escadaria icónica e a vista sobre a cidade fazem deste local um dos mais impressionantes do país. No centro histórico, pode passear sem pressa, descobrir lojas locais e experimentar pratos típicos da região.

Braga também é perfeita para começar a viagem com energia, graças à sua atmosfera jovem e acolhedora.

Roteiro de road trip nos arredores de Braga

Depois de explorar a cidade, começa a verdadeira aventura. A região à volta de Braga oferece opções incríveis para uma road trip.

Uma das primeiras paragens pode ser o Parque Nacional da Peneda-Gerês. Este é um dos maiores tesouros naturais de Portugal, com montanhas, cascatas e trilhos praticamente intocados. É o local ideal para estacionar a autocaravana e acordar rodeado pela natureza.

Seguindo viagem, pode passar por vilas como Ponte da Barca ou Arcos de Valdevez, onde o ritmo é mais tranquilo e a paisagem é dominada pelo verde. Estes locais são perfeitos para pequenas pausas, caminhadas ou simplesmente para relaxar.

Se preferir algo diferente, pode também rumar em direção à costa. Em menos de uma hora, chega a praias encantadoras onde pode desfrutar do mar e de pores do sol inesquecíveis.

Uma experiência mais autêntica

Fazer uma road trip com uma autocaravana alugada em Braga permite conhecer Portugal de forma mais genuína. Em vez de seguir apenas rotas turísticas, tem a liberdade de explorar caminhos menos conhecidos e descobrir locais que não aparecem nos guias.

Cada dia é diferente. Pode começar a manhã na montanha, almoçar numa vila tradicional e terminar o dia junto ao mar. Essa variedade torna a viagem muito mais rica e memorável.

Praticidade ao longo da viagem

Outro grande benefício é a simplicidade. Não precisa de fazer e desfazer malas constantemente nem de se preocupar com deslocações entre alojamentos. Tudo está no mesmo lugar, o que poupa tempo e reduz o stress da viagem.

Além disso, para muitos viajantes, esta opção pode ser mais económica, já que combina transporte e alojamento numa única solução.

Ideal para diferentes tipos de viajantes

Quer esteja a viajar sozinho, em casal ou com família, este tipo de experiência adapta-se facilmente. Existem autocaravanas para diferentes necessidades, desde modelos compactos até opções mais espaçosas.

Para quem vem de fora de Portugal, recorrer ao aluguer de autocaravanas na região de Braga é também uma excelente forma de explorar o país com autonomia, aproveitando as boas estradas e as curtas distâncias entre destinos.

Viajar assim não é apenas chegar a um destino é aproveitar todo o percurso. E é precisamente isso que torna uma road trip a partir de Braga numa experiência tão especial.

Parkinson e a Reabilitação como pilar de dignidade

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© Pedro Branco
© Pedro Branco

No próximo dia 11 de abril celebra-se o Dia Mundial da Doença de Parkinson. A data, que homenageia o nascimento de James Parkinson — o médico que primeiro descreveu a “paralisia agitante” em 1817 —, serve de lembrete anual para uma realidade que afeta mais de 10 milhões de pessoas a nível global e cerca de 20 mil portugueses. Mas para lá das estatísticas e do diagnóstico e tratamento farmacológico necessário, urge discutir o papel vital (e por vezes subestimado) da Medicina Física e de Reabilitação (MFR).

O paradigma da funcionalidade

Quando se ouve falar da Doença de Parkinson, imagina-se logo o tremor constante. Mas é a rigidez, a bradicinesia (lentidão de movimentos) e a instabilidade postural que são os verdadeiros “inimigos invisíveis” que atacam a autonomia.

A medicação, crucial para controlar os sintomas e da inteira responsabilidade da Neurologia, não resolve a funcionalidade. E é aqui que o Médico Fisiatra, e a sua equipa multidisciplinar, entram em cena, não apenas como um complemento, mas como um pilar central do tratamento.

A Medicina Física e de Reabilitação como “maestrina” do movimento

O tratamento moderno do Parkinson exige uma abordagem holística. A intervenção da MFR permite, entre outros:

  • Fisioterapia e Reeducação da Marcha e Equilíbrio: Através de estratégias de “pistas” (visuais ou auditivas), ajuda-se o cérebro a encontrar novos caminhos para superar o freezing (o bloqueio da marcha).
  • Terapia Ocupacional: Essencial para adaptar as atividades da vida diária, garantindo que o doente consiga continuar a vestir-se, comer ou escrever com a maior independência possível.
  • Terapia da Fala: Crucial para abordar a disfagia (dificuldade em engolir) e a hipofonia (voz baixa), que tantas vezes isolam socialmente o indivíduo.

Provavelmente não será possível recuperar o que se perdeu, mas se capacitarmos o doente às suas actividades, evitando o agravamento do seu quadro, permitiremos uma vida mais funcional, mais independente.

O cenário em Portugal e no Mundo

Tanto em Portugal como no estrangeiro, assistimos a um envelhecimento populacional que prevê a duplicação dos casos de Parkinson até 2040. O grande desafio atual é o acesso precoce. Não podemos esperar que o doente perca definitivamente a capacidade de caminhar, por exemplo, para o referenciar à reabilitação.

Em Portugal, embora tenhamos profissionais de excelência, ainda enfrentamos assimetrias geográficas no acesso a cuidados especializados de MFR. É imperativo que as políticas de saúde reconheçam que o investimento em reabilitação reduz custos a longo prazo, diminuindo por exemplo o número de quedas, de fraturas e de internamentos hospitalares. E que entendam também que, em doenças como esta, a eficácia do tratamento não se mede pelo ganho do que se já perdeu, mas sim pela vitória de não se perder mais, ou pelo menos não tão rápido.

Conclusão: Um compromisso com a vida

Neste 11 de abril, a mensagem deve ser clara: o diagnóstico de Parkinson não é um ponto final na vida ativa. É, sim, o início de uma nova jornada que exige muita coragem do doente, mas sabendo que pode contar com uma resposta integrada do sistema de saúde.

A Medicina Física e de Reabilitação é a ponte entre a patologia e a participação social. Defender o papel desta especialidade é defender a qualidade de vida e a dignidade de quem, todos os dias, luta para manter o seu movimento no mundo. Que a ciência continue a procurar a cura, mas que a reabilitação nunca falhe em cuidar do “agora”.

Bombeiros Voluntários de Braga recebem gala solidária “Juntos Somos Heróis”

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© Bombeiros Voluntários de Braga
© Bombeiros Voluntários de Braga

Os Bombeiros Voluntários de Braga (BVB), em parceria com a Besible – Agência de Marketing e Comunicação, promovem no dia 22 de maio, das 19:00 às 23:00, a segunda edição da Gala Solidária “Juntos Somos Heróis”. Este evento, que se realiza no novo Quartel dos BVB, visa “reforçar o papel da comunidade no apoio contínuo àqueles que arriscam a vida diariamente em prol da segurança de todos”. A totalidade dos lucros deste evento será destinada aos Bombeiros Voluntários.

A apresentação do evento ficará a cargo de Ricardo Azedo, contando com as presenças do escritor Pedro Chagas Freitas e da atriz Sara Norte, enquanto padrinhos do evento.

Outro dos pontos altos será a Exposição e Leilão de Arte, que reúne obras de artistas plásticos portugueses que cederam as suas criações para apoiar esta causa. Entre estes artistas estão nomes como Vhils, o fotógrafo Alfredo Cunha e o escultor Pedro Figueiredo. Sob curadoria de Vasco Quintas (zet gallery, Muzeu), as obras estarão em exposição e leilão durante o evento.

A componente cultural será ainda enriquecida com a atuação ao vivo de Alex Liberalli e o projeto “Pela Estrada com Elis”, proporcionando momentos de emoção e celebração ao longo da noite. A noite terminará com Dj set de Emídio Meireles e convívio.

A gala será “um momento de celebração da coragem, entrega e espírito solidário, proporcionando aos participantes uma verdadeira imersão na vida de um bombeiro: os perigos enfrentados, as perdas, as superações e as necessidades reais sentidas diariamente no exercício da sua missão”.

O programa inclui visita ao Quartel dos Bombeiros Voluntários de Braga, momentos de partilha com os próprios operacionais e um ambiente de convívio inspirador que valoriza o seu heroísmo e exemplo.

No ano transato, os fundos provenientes da gala permitiram aos Bombeiros Voluntários a aquisição de oito equipamentos de proteção individual completos. A entrada tem um valor de 10 euros para não sócios e 5 euros para sócios, e todos os pagamentos devem ser efetuados no ato da inscrição através do IBAN: PT50 0010 0000 3556 7550 0024 3.

Os participantes devem indicar o nome e grupo no comprovativo, que deverá ser enviado por e-mail para [email protected].

Características do aço inoxidável 1.4104, X14CrMoS17, AISI 430F

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A principal característica do Aço inoxidável AISI 430F é a resistência mecânica moderada sendo um material pertencente à família dos aços inoxidáveis martensíticos. E quando se fala em moderada, embora pareça uma estrutura frágil, é justamente essa propriedade que torna esse material útil.

Possui uma resistência à tração considerável, de 650-680 MPa. Mas também pode ser endurecido, desde que passe por um tratamento térmico que eleva a qualidade das propriedades.

Outras denominações do aço 1.4104 e seu diferencial de usinabilidade

Também chamado de AISI 430F, X14CrMoS17, 1.4105, X6CrMoS17 e  X14CrMoS17, esse aço é magnético, oferecendo uma boa estabilidade estrutural se estiver em condições normais de seu uso. Mas seu principal diferencial é a usinabilidade.

Esse destaque é o que deixa o aço fácil de cortar, moldar ou perfurar. Essa propriedade é resultado do alto nível de enxofre que auxilia na “quebra” do material de maneira controlada, auxiliando a atividade das máquinas.

Utilidade do aço 1.4104 na atividade industrial

O uso do aço também denominado de X6CrMoS17 é perceptível na prática industrial de uma forma bem padronizada: facilidade na fabricação e produção em larga escala. Embora não seja selecionado por oferecer alta resistência ou sofisticação, tem seu uso específico.

Ideal para processos automatizados, principalmente quando se trata de tornos e máquinas CNC (Comando Numérico Computadorizado), equipamentos utilizados para desenvolver peças de metal de alta precisão, como pinas, peças cilíndricas, eixos, parafusos e etc.

O torno mecânico é uma máquina que possui uma peça giratória e a ferramenta acoplada corta o material. Por exemplo, um pedaço de metal é preso na máquina, começa a girar e a ferramenta raspa o metal.

Já a máquina de CNC também corta, perfura e molda, mas de modo controlado por meio de um computador. Ou seja, é feita a programação de uma peça, a máquina produz a peça sozinha com alta precisão. É usada essa maneira principalmente em produção de alta escala.

Limitações do desempenho do aço 1.4104

Embora seja um aço muito útil na usinagem, quando comparado a outros aços inoxidáveis, o 1.4105 pode não suprir diversas demandas. Por isso, é importante conhecer as limitações, a fim de evitar problemas futuros.

Resistência à corrosão

A principal limitação é a sua capacidade de resistir à corrosão. Embora seja um aço inoxidável, a quantidade de enxofre atrapalha a proteção desse material naturalmente. Utilizado em ambientes com a presença de muito sal, produtos químicos e até ambientes úmidos, acaba corroendo.

Soldabilidade

A soldabilidade também é quase inexistente nesse aço. Por isso, tentar unir peças feitas com esse aço por meio da solda, pode acabar trincando ou formano falhas estruturais. Por isso, é mais comum ser utilizado com fixação por meio de encaixes ou roscas.

Fragilidade

Outra limitação, é que se trata de um aço frágil. Mas justamente essa característica que promove a sua utilizade, fácil de cortar e moldar. Porém, pode ser criado pontos mais fracos, reduzindo a resistência, que a longo tempo demonstram baixa durabilidade.

Conclusão: quando utilizar o aço 1.4104 na atividade industrial?

Escolher o aço 1.4104 só faz sentido quando o foco é facilitar a fabricação e a produtividade. Quando é necessário produzir peças em alta escala, baixo custo e precisão, é o aço recomendado. Apesar das suas limitações, é ideal para usinagem e desenvolver peças como eixos, válvulas e fixadores.

Carlos Vicens: “Temos de apresentar a melhor versão possível”

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga joga, esta quarta-feira, frente ao Real Betis Balompie, em jogo a contar para os quartos de final da Liga Europa. Carlos Vicens espera “uma partida difícil contra um adversário com bastante qualidade”, pelo que “temos de estar muito bem preparados”.

“O Real Betis tem jogadores de qualidade, uma ideia coletiva clara de entrar nos jogos para se impor, com velocidade nas alas, desequilíbrio pelos corredores, jogo interior e presença forte na área adversária. Perante isso, temos de estar muito bem preparados. Temos de ser a equipa que já consolidámos nos últimos meses, com uma identidade de jogo clara, em que todos sabem o que fazer em campo quando entram para competir. Temos de apresentar a melhor versão possível, porque nestas fases das competições é essencial estar ao mais alto nível para ter sucesso”, referiu o treinador.

O jogo realiza-se às 17:45, no Estádio Municipal de Braga.

Barcelos capacitou docentes para uma educação mais inclusiva da comunidade cigana

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© CM Barcelos
© CM Barcelos

O Município de Barcelos promoveu, no dia 2 de abril, a segunda ação de capacitação no âmbito do Projeto ROMED, desta vez dirigida a docentes, numa iniciativa desenvolvida em articulação com o Centro de Formação de Associação de Escolas de Barcelos e Esposende.

Subordinada ao tema “História e Cultura Cigana – Do Conhecer ao Agir”, esta sessão formativa deu continuidade ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na promoção da inclusão e valorização da diversidade cultural.

A sessão decorreu na biblioteca da Escola Secundária de Barcelos, reunindo profissionais da área da educação com o objetivo de “aprofundar conhecimentos e práticas pedagógicas mais inclusivas”.

A iniciativa procurou “sensibilizar os docentes para a importância de compreender o contexto histórico, social e cultural das comunidades ciganas, incentivando a adoção de estratégias educativas mais conscientes e ajustadas à realidade dos alunos”.

À semelhança da ação anteriormente promovida para profissionais da Unidade de Saúde Local de Barcelos e Esposende, a sessão foi dinamizada por Bruno Gonçalves, vice-presidente da direção da Associação Letras Nómadas, que destacou “a importância do conhecimento como ferramenta essencial no combate a estereótipos e preconceitos”.

Esta ação insere-se no Plano Local para a Inclusão das Comunidades Ciganas (PLICC), tendo como objetivo “promover o respeito pela diversidade, reforçar a igualdade de oportunidades e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva”.

MAI promete medidas “muito em breve” face às mortes nas estradas

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© GNR
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A Operação Páscoa 2026, levada a cabo pela GNR e pela PSP, terminou, às 23:59 desta segunda-feira, com 2.602 acidentes, que resultaram em 20 mortos, 53 feridos graves e 845 feridos leves.

O Ministério da Administração Interna, em comunicado, endereçou “sentidas condolências às famílias  enlutadas”. “Encaramos estes dados com profunda preocupação e consternação.  Cada vida perdida nas estradas representa uma tragédia pessoal e uma família destruída. Nenhuma morte na estrada é aceitável. Lembramos também os tantos feridos que ficarão com sequelas para a vida, traumas muito difíceis de recuperar.  É tempo de uma reflexão séria. Mais que isso, é tempo de agir. É o que faremos muito em breve com a apresentação de um pacote de medidas estratégicas, a médio e longo prazo, e outras mais imediatas. A segurança rodoviária não é uma responsabilidade isolada, exige um esforço e um compromisso de todos. Do Estado, das autarquias, das entidades públicas e privadas e de cada cidadão. A resposta a este flagelo tem de ser conjunta”, pode ler-se.

O Governo e demais entidades públicas, nomeadamente as tuteladas pelo Ministério da Administração Interna – ANSR, GNR e PSP – garantem que continuam a “desenvolver, de forma permanente, ações de sensibilização e fiscalização rodoviária”. “Porém, apesar do reforço da fiscalização no terreno e das campanhas de sensibilização promovidas pelas Forças de Segurança, e por outras entidades, apesar de termos hoje. Significa que é preciso ir mais longe noutras matérias, que influenciem diretamente o comportamento do condutor, criando um ambiente rodoviário seguro. É isso que iremos fazer”, acrescenta.

“Cumprir as regras, respeitar os outros utilizadores da via pública e adotar uma condução prudente são comportamentos indispensáveis. Nenhuma viagem vale uma vida”, finalizou.

Braga: Bracara Diamond sagram-se Campeãs da Europa de Dança

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© Bracara Team
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As dançarinas da Bracara Team, escola de Braga, venceram quatro medalhas no Campeonato da Europa de Dança, que decorreu em Thessaloniki, na Grécia.

As Bracara Diamond sagraram-se Campeãs da Europa, em Grande Grupo Juventude, tendo arrecadado também a medalha de bronze em Grande Grupo Adulto. As Bracara Dynasty, em Pequeno Grupo Júnior, e as Bracara Glossy, em Grande Grupo Júnior, também venceram a medalha de bronze.

Braga: Procissão em honra de S. Sebastião e Santo André embelezou ruas de Lamaçães

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© CM Braga
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A freguesia de Lamaçães, em Braga, realizou a festa em honra de S. Sebastião e Santo André, este domingo e Segunda-feira de Páscoa.

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A procissão foi o ponto alto destas festividades e embelezou as ruas da freguesia.

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O cortejo religioso abriu com os habituais cavaleiros e contou com a participação de vários andores e figurados.

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O evento religioso contou também com a presença de Palmira Maciel, presidente da União de Freguesias de Nogueira e Lamaçães e de Catarina Miranda, vereadora da Câmara Municipal de Braga.

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Também conhecida como a Festa do ‘Zirra-Zirra’, esta tradição religiosa remonta ao século XVI como “agradecimento da comunidade por ter sido poupada à peste de 1570”, referiu a Câmara Municipal de Braga.

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Poeiras do Norte de África voltam a Portugal até quinta-feira

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© CM Braga
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As poeiras do Norte de África estão de volta a Portugal, anunciou a Direção-Geral da Saúde, que alerta para a fraca qualidade do ar até quinta-feira.

A DGS aconselha os idosos e crianças a terem cuidados redobrados, uma vez que se prevê a “ocorrência de uma situação de fraca qualidade do ar no continente”, devido a uma massa de ar proveniente dos desertos do norte de África, que transporta poeiras em suspensão.

Estas partículas inaláveis têm efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, “cujos cuidados de saúde devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações”.