A equipa de Pediatria do Hospital de Braga assinalou, esta sexta-feira, o Dia Internacional da Sensibilização para os Cuidados Paliativos Pediátricos, que se celebra, anualmente, neste dia.
A campanha “Hats On for Children’s Palliative Care” é a face visível desta campanha de sensibilização e divulgação do trabalho dos profissionais envolvidos em cuidados paliativos. Este ano, a campanha celebra o seu 10.º aniversário.
O Serviço de Pediatria do Hospital de Braga conta com uma Equipa Intra Hospitalar de Suporte de Cuidados Paliativos Pediátricos, que, de forma multidisciplinar, presta cuidados diretos e orienta na execução do plano individual de cuidados às crianças e jovens em situação de doença crónica complexa, e respetivas famílias. A equipa é composta por médicos pediatras, enfermeiros, uma assistente social e uma psicóloga.
Mundialmente, mais de 21 milhões de crianças carecem de cuidados paliativos, embora apenas 5% tenha acesso a este tipo de cuidados. Em Portugal, estima-se que existam 8000 crianças com necessidades paliativas, sendo 600 residentes no Distrito de Braga.
O Município de Braga e a Associação Empresarial de Braga vão criar um consórcio destinado à criação, dinamização e gestão do ‘Braga Smart Retail’ – Bairro Comercial Digital de Braga (BCD Braga). A proposta será analisada na próxima reunião do Executivo Municipal, que se realiza na segunda-feira, no gnration.
No âmbito do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, o projeto BCD Braga foi aprovado com um investimento elegível total de 1.287.059,26 euros e com uma taxa de apoio de 100%, visando a digitalização dos operadores económicos e dos seus modelos de negócio, a promoção do comércio e a sensibilização e capacitação dos empresários e trabalhadores para a transição digital.
Esta foi a candidatura que maior incentivo arrecadou e a mais pontuada das cidades a nível nacional, abrangendo o maior número de estabelecimentos no país. O projeto prevê uma área de intervenção composta por 52 artérias do centro histórico de Braga, abrangendo 927 estabelecimentos de comércio e serviços ao consumidor.
Do valor global, compete ao Município de Braga a execução do investimento no montante de 870.989,38 euros e à Associação Empresarial de Braga a execução do investimento no montante de 416.069,88 euros. Este projeto vai “permitir a realização de investimentos de conetividade e harmonização, como resposta às novas tendências de digitalização das experiências de consumo, contribuindo para a dinamização dos setores do comércio, do turismo e dos serviços no sentido trazendo valor acrescentado para a toda a comunidade”.
“Esta é uma medida catalisadora do crescimento económico, enquadrando o vetor da proximidade e da coesão territorial, promovendo a valorização física e a requalificação dos espaços, no sentido de potenciar um adequado planeamento em termos de urbanismo comercial”, refere a autarquia bracarense.
O consórcio terá a duração de 25 meses e será criada uma Comissão de Gestão do Bairro, formada por um representante do Município, um representante da Associação Empresarial de Braga e pelo gestor do BCD Braga.
O Município de Vieira do Minho desenvolve, todos os anos letivos, atividades de promoção da leitura, em articulação com o Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo.
Neste sentido, teve inicio, este mês a “Hora do Conto da Articulação”, um projeto desenvolvido pela Biblioteca Municipal, que envolve os alunos dos cinco anos do ensino pré-escolar e os alunos do 1.º ano do ensino básico.
A obra selecionada para esta atividade foi “A Lagartinha Muito Comilona – O meu livro pop-up, de Eric Carle“, obra que permite trabalhar temáticas como a alimentação saudável, a metamorfose das borboletas, os dias da semana e os números. A escolha do livro está relacionado com o Dia Mundial da Alimentação, comemorado a 16 de outubro.
Par explorar a obra, as técnicas da biblioteca usaram o livro e adereços em três dimensões, abordando conteúdos que posteriormente serão trabalhados em sala. Com este projeto, as crianças são levadas a desenvolver as suas competências sensoriais uma vez que passam pela experiência de provar alguns alimentos, partilhando as vivências da personagem do livro.
Fiéis católicos devotos da Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, participaram numa celebração especial, esta quinta-feira, na Igreja do Pópulo, em Braga.
Mais de 250 pessoas, portugueses e membros da comunidade brasileira que vivem em Braga, celebraram o momento de oração e convívio. A eucaristia foi presidida pelo Padre José Lino e contou com concelebração do Cónego Manuel Joaquim.
Os brasileiros que estiveram reunidos na celebração chegaram de diferentes regiões do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Pará.
Na homilia, o Padre Lino, brasileiro e que vive em Braga, falou sobre “a alegria que é celebrar a festa da Padroeira do Brasil”. Destacou o acolhimento por parte dos “irmãos portugueses nessa terra que também é de Maria, a Virgem de Fátima”.
Após a missa, os fiéis viveram um momento de convívio com música, animação e muitas partilhas de vida. Foi, também, uma oportunidade dos brasileiros que vivem em Braga conheceram mais as atividades realizadas em diversas paróquias na Arquidiocese.
A Festa de Nossa Senhora Aparecida é uma iniciativa da Arquidiocese de Braga que surgiu em 2019. Foi retomada no ano passado, após a pandemia da Covid-19, e, em 2023, chegou à terceira edição.
A realização da festa contou com o apoio da Associação UAI, Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus, dos Arautos do Evangelho e da Comunidade Católica Shalom, além da participação de leigos comprometidos.
O Rio Este, em Braga, está a ser alvo de uma operação de limpeza e desassoreamento para prevenir cheias em dias de muita chuva.
Esta operação está a ser efetuada pela Proteção Civil da Câmara Municipal de Braga, que apela à população para “colaborar na prevenção das situações de inundações procedendo à limpeza dos sistemas de escoamento das águas da chuva”.
“Esta ação preventiva decorre da necessidade de aumentar a capacidade de encaixe e vazão de água e desse modo reduzir o risco da ocorrência de inundações, numa altura em que nos aproximamos do inverno e com ele a ocorrência de precipitação frequente que pode, por vezes, ser forte e persistente, potenciando o aumento exponencial do caudal de água no rio.Durante a execução destes trabalhos, poderá ocorrer deslocamento de terra dando uma tonalidade acastanhada à água.Por outro lado, apela-se à população que colabore na prevenção das situações de inundações procedendo à limpeza dos sistemas de escoamento das águas da chuva e seguindo as recomendações da Proteção Civil”, informou a Proteção Civil de Braga.
Será analisada, na próxima reunião do Executivo Municipal de Braga, que se realiza na segunda-feira, uma proposta de alienação em hasta pública de um terreno localizado entre a Rua Edgardo Malheiro e a Rua Penedo da Cruz, na União das Freguesias de Ferreiros e Gondizalves.
No local está prevista a construção de dois blocos habitacionais, com um total de 41 frações, sendo que, no mínimo, 30% da área habitacional a construir deverá ser destinada a arrendamento acessível por um período mínimo de 20 anos após a emissão da autorização de utilização. O valor base de licitação para a alienação do terreno e respetiva construção é de 611 mil euros.
“Esta solução resulta de um acordo entre o Executivo Municipal e um grupo de moradores desta zona da freguesia. Para este terreno estava inicialmente prevista a construção de frações totalmente destinadas a habitação a custos controlados, com o objetivo de realojar cerca de 120 pessoas identificadas com carências habitacionais na Estratégia Local de Habitação de Braga. Após ouvir as preocupações expressas pelos moradores, e tendo em consideração a necessidade de evitar focos de instabilidade social, foi encontrado o presente formato de ‘construção mista'”, refere a autarquia bracarense.
De acordo com Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, “este é um modelo de iniciativa que valoriza a cooperação com os privados e que tem condições para ser replicado em mais locais do concelho”.
“Esta é uma zona com muitas famílias que carecem de resposta ao nível da habitação a custos económicos e, nesse sentido, trata-se de uma solução que vem dar resposta a esse problema. Ao proporcionarmos às famílias habitações a valores intermédios, garantimos maior igualdade e justiça social”, afirma o edil.
Já João Rodrigues, vereador da Habitação, refere que “este é um processo em que o Município pretende garantir, sem impacto nas contas municipais, uma nova oferta para o arrendamento acessível, ao mesmo tempo que assegura uma intervenção urbanística relevante para a zona envolvente”.
“Através da hasta pública, asseguramos o crescimento da oferta habitacional no concelho, mas também o incremento da oferta acessível para muitos jovens e famílias da classe média”, sublinha.
PIP é “garantia extra” para interessados na hasta pública
No âmbito deste processo e de forma a prestar maiores garantias a eventuais interessados, foi aprovado um Pedido de Informação Prévia (PIP) que incide sobre o terreno em causa e que prevê a constituição dos já referidos dois blocos habitacionais com 41 frações, numa área total de construção é de 6.345,50m2
No PIP foram, ainda, assegurados os acessos pedonais e automóvel a partir de arruamentos públicos onde se projeta a construção de estacionamento, passeios, o reperfilamento da rua Penedo da Cruz, bem como a resolução do entroncamento com a rua Edgardo Sá Malheiro. Todo o restante terreno será para cedência ao domínio público para zona verde de enquadramento e equipamento.
“Desta forma, o PIP assegura que a proposta tem viabilidade e funciona como uma garantia extra aos interessados em participar na hasta pública”, garante João Rodrigues.
Dia 14 outubro, celebra-se mais um Dia Mundial dos Cuidados Paliativos (World Hospice and Palliative Care Day, WHPCD), uma iniciativa que visa promover e divulgar o acesso a Cuidados Paliativos no mundo, que tem lugar, nos últimos 17 anos, no segundo sábado do mês de outubro.
Este ano, o mote internacional é “Comunidades compassivas: Juntos pelos Cuidados Paliativos”.
O movimento das Comunidades Compassivas tem origem na iniciativa Cidades Saudáveis, da OMS (Organização Mundial de Saúde), no âmbito da criação de políticas de intervenção com o objetivo de conseguir ganhos em saúde. Nasceu da Carta de Ottawa, na sequência da Primeira Conferencia Internacional sobre Promoção de Saude realizada em novembro de 1986 em Ottawa, Canadá.
O grande objetivo destas comunidades no mundo consiste em melhorar a qualidade de vida das pessoas com doença avançada, mediante o empoderamento social e a satisfação das necessidades de cuidados.
O envelhecimento populacional condiciona aumento da prevalência de doenças crónicas, incapacitantes e progressivas, com elevadas necessidades, constituindo-se num desafio sanitário e um importante problema de Saúde Pública.
Promover a responsabilidade dos cidadãos no cuidado dos seus doentes e a criação de redes de apoio, capacitando as comunidades na resposta às necessidades dos seus membros com doença avançada e em fim de vida e dos seus cuidadores, surge como uma necessidade e uma resposta humanizada e útil a este problema.
As Comunidades Compassivas nasceram com o objetivo de envolver a sociedade a participar ativamente no processo final da vida, tanto a nível cultural como social; promovem e implementam ações de apoio social, criando redes comunitárias que permitem cuidar deste grupo de pessoas, especialmente daquelas com doenças avançadas e com necessidades sociais e familiares.
Nas palavras do WHPCD “As Comunidades compassivas cuidam das pessoas, ajudando-as a viver na sua casa, estabelecendo pontes com os serviços sanitários e gerindo os problemas associados ao fim de vida. O objetivo é implicar governos e decisores políticos em iniciativas em prol dos Cuidados Paliativos, apoiando a solidariedade nos membros da comunidade ao longo da vida e no final de vida. Acreditamos que a articulação dos Cuidados Paliativos com as Comunidades Compassivas aumenta a capacidade de responder às necessidades dos mais vulneráveis nas comunidades”.
É assim uma estratégia útil para capacitar as comunidades nos cuidados e servir como complemento eficaz em Cuidados Paliativos, mediante a criação de uma cultura baseada na compaixão complementando ao mesmo tempo a abordagem holística que os Cuidados Paliativos procuram, a nível comunitário, aproximando os profissionais de saúde dos doentes e seus familiares e/ou cuidadores com situações de vulnerabilidade acrescida como é o caso de doenças crónicas, em situação de dependência e com necessidades paliativas.
Entre nós os primeiros projetos de cidades/comunidades compassivas surgiram em Borba, Amadora e Porto; mais recentemente associaram-se mais 3, Faro/Loulé/São Brás de Alportel, Gaia e Leiria. As cidades/comunidades compassivas procuram desenvolver redes comunitárias, com o apoio de entidades públicas e privadas locais, para além de voluntários a título individual, com vista a melhorar a qualidade de vida e o suporte aos doentes em fim de vida, respetivas famílias e cuidadores.
Nas suas palavras, “As Comunidades Compassivas são grupos que reconhecem que todos os ciclos naturais de doença e saúde, nascimento e morte, amor e perda, ocorrem todos os dias dentro das suas instituições e atividades regulares.
Uma comunidade que reconhece que cuidar uns dos outros em momentos de crise e perda não é simplesmente uma tarefa exclusiva de serviços sociais e de saúde, mas é uma responsabilidade de Todos.
Estas comunidades encorajam publicamente, facilitam, apoiam e celebram o cuidado mútuo durante os momentos e experiências mais desafiantes da vida, especialmente aqueles relacionados a doenças que ameaçam a vida e a limitam, doença crónica, fragilidade, envelhecimento e demência, sofrimento e luto.
Embora o serviço público se esforce para manter e fortalecer serviços de qualidade para os mais frágeis e vulneráveis, nem todas as pessoas têm acesso a eles. Situações graves de doença, morte e perda podem acontecer a qualquer momento, durante o curso normal das nossas vidas.
Uma comunidade compassiva reconhece e aborda diretamente esta realidade social.”
Mais uma vez a APCP associa-se à efeméride através da iniciativa “Partilhamos Cuidados, Partilhamos Vida!”, focada na partilha de histórias inspiradoras, sejam elas pessoais ou comunitárias, reflexões ou testemunhos relacionados com os cuidados paliativos.
O NEMPal (Núcleo de Estudos de Cuidados Paliativos) da SPMI associa-se mais uma vez esta iniciativa, divulgando estes projetos e seus objetivos.
Por Cuidados Paliativos de excelência, universais, acessíveis e equitativos, com incentivo e parceria com as comunidades.
Braga vai assinalar o Dia Nacional do Peregrino com a realização da conferência “Caminhos de Santiago”, que irá realizar-se amanhã, 14 de outubro, às 15:00, no Auditório da Junta de Freguesia da Sé.
O evento contará com a presença de Luís Pedroso, presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, Roberto Rosmaninho Mariz, bispo Auxiliar do Porto, Luís Ferreira, chefe de Divisão do Turismo de Braga, e de José Manuel Almeida, presidente da União de Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos.
Esta iniciativa é organizada pela União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, em parceria com a Associação Espaço Jacobeus de Braga e do Município de Braga.