Morreu Bobi, cão português que era o mais velho do mundo. Tinha 31 anos. A notícia foi avançada nas redes sociais pelo Le Terrier Studio, estúdio de fotografia de animais.
Bobi nasceu no dia 11 de maio de 1992, em Conqueiros, concelho de Leiria, onde vivia com a família.
Foi “coroado” como o cão mais velho de sempre no dia 1 de fevereiro deste ano, quando tinha 30 anos e 266 dias.
Bobi era Rafeiro Alentejano, raça com uma esperança média de vida de 12 a 14 anos. Entretanto, bateu o recorde que pertencia a Bluey, que viveu até aos 29 anos.
Margarida Luz, jovem de Braga, subiu ao palco do The Voice Portugal, onde cantou “I see Red”, de Everybody Loves an Outlaw, acabando por virar a cadeira de Sara Correia.
Na apresentação da jovem, de 16 anos, no The Voice Portugal, a cidade de Braga esteve em destaque no programa ao mostrar o Bom Jesus de Braga, a Avenida da Liberdade e o Largo Carlos Amarante.
Na Quinta do Costeado, em Guimarães, vai nascer a futura Escola-Hotel do IPCA, projetada pela WorkBook e adjudicada ao Agrupamento Costeira – Engenharia e Construção, S.A. e NVE Engenharias, S.A. por um prazo de 730 dias.
O projeto, no valor de aproximadamente 15,5 milhões de euros (15.488.862,06€), abrange a reabilitação de edifícios históricos, transformando a Casa do Costeado (edifício A), as cavalarias/celeiro (edifício B) e uma construção anexa (edifício C) num hotel académico (edifício ABC) e construindo um novo edifício (edifício F) para a instalação da Escola Superior de Hotelaria e Turismo.
Uma das características que se associa de imediato à identidade do lugar são os seus jardins, inseridos numa unidade de paisagem urbana, mas também de cariz agrícola em diálogo direto com a imensa e vasta unidade agrícola da veiga de Creixomil. Este espaço é detentor de uma diversidade de espécies muito variada de diferentes portes, que incluem espécies centenárias, criando um ambiente único e revelador de vários séculos de existência. Quanto ao edifício F, foi concebido com inspiração nas linhas dos jardins, garantindo “uma implantação respeitadora e harmoniosa com o ambiente”.
Este projeto visa criar duas zonas exteriores distintas para cada edifício, com acessos independentes, permitindo a autonomia entre o hotel/restaurante (edifício ABC) e a escola de hotelaria (edifício F). O edifício A terá dois acessos autónomos, enquanto o edifício F será acessível através da rotunda do Pavilhão Multiusos.
O início da execução desta obra representa “um marco significativo” para Guimarães e para a afirmação do território como “referência na formação em hotelaria e turismo, com um projeto que não só preserva o património histórico, mas também oferece um ambiente académico em meio a uma beleza simultaneamente natural e urbana única”.
Cerca de 150 moradores do loteamento Quinta do Ribeiro e o executivo da União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos, em Braga, reuniram, na sexta-feira, para alinhar estratégias contra o que consideram ser uma “tomada de assalto” por parte da freguesia vizinha: Panóias.
No passado dia 13 de outubro, os moradores do loteamento Quinta do Ribeiro receberam uma carta da União de Freguesias Merelim São Paio, Panóias e Parada de Tibães a informar que a partir do dia seguinte seriam moradores de Panóias e não de Frossos. A par disso, durante a noite de 13 para 14 de outubro, a autarquia de Merelim São Paio, Panóias e Parada de Tibães substituiu a toponímia das ruas do loteamento, considerando-o território de Panóias e não de Frossos.
“Isto nunca poderia acontecer da forma como aconteceu. Ninguém toma de assalto estas famílias todas. Do dia para a noite, mudam a vida destas pessoas todas. Isto não se faz. Ninguém merece. As pessoas merecem respeito e não podem ser tidas como um muro”, diz Adélia Silva, presidente da União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos.
A União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos avançará, por isso, pela via judicial para “reverter a situação”. Foi ainda criada uma Comissão de Moradores que trabalhará para manter o loteamento em Frossos, “tal como prevalece, pelo menos, desde 1993, data do registo deste loteamento”.
“Temos documentos que comprovam que o primeiro registo do loteamento, feito em 1993, fez-se em Frossos. Há moradores que moram aqui há mais de 25 anos. Toda a nossa vida foi feita em Frossos. Como podemos ver aqui, com cerca de 150 moradores reunidos a uma sexta-feira à noite, não vamos desistir e lutaremos para continuarmos a ser moradores de Frossos e não de Panóias”, disse Joaquim Sousa, membro da Comissão de Moradores.
Diante de mais de uma centena de moradores, Adélia Silva explicou que os presentes “têm uma história de vida em Frossos. Que compraram as suas casas em Frossos, muitos deles há um quarto de século”.
“Nunca abandonámos este território. Uma prova disso, têm sido os serviços de limpeza que a Junta de Freguesia tem prestado à população deste loteamento, sem nunca ter recebido verbas ao abrigo do contrato-programa de Delegação de Competências. Estas verbas estão a ser entregues a Panóias na sequência da Carta Administrativa Oficial de Portugal de 2001”, disse Adélia Silva.
Até 2023, os moradores sempre tiveram as suas moradias registadas em Frossos. Desde 2017, a União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos procurou reverter a situação pela via da negociação com a freguesia de Panóias. Foi criada uma Comissão, em 2019, composta por elementos da Coligação Juntos por Braga, do Partido Socialista e da CDU que reuniram documentos que permitissem “reverter esta situação”. “Existiram pelo menos três tentativas de negociação que nunca tiveram adesão por parte dos responsáveis da freguesia de Panóias”, acrescenta a União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos.
O processo seguirá agora pela via judicial e a Comissão de Moradores está neste momento a estudar “todas as ações possíveis para preservar o loteamento da Quinta do Ribeiro em Frossos”.
Vem aí a mudança de hora. O horário de verão despede-se no próximo fim de semana com o horário de inverno a entrar em vigor na madrugada do próximo domingo, 29 de outubro.
Os ponteiros do relógio deverão ser atrasados 60 minutos quando for 02:00, passando para a 01:00, caso habite em Portugal Continental ou na Região Autónoma da Madeira.
Já nos Açores, a alteração deverá ser feita às 01:00, passando para a 00:00.
Foi encontrado um corpo na margem do rio Douro com roupa correspondente à do jovem que desapareceu há uma semana, em Vila Nova de Gaia. Por volta das 10:00 deste domingo, a família de João Botelho, de 32 anos, foi contactada.
O corpo encontrado está em avançado estado de decomposição. Foi levado para o Instituto de Medicina Legal do Porto, onde será autopsiado.
A equipa do Real Madrid já está em Braga para o embate da terceira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.
O autocarro do clube chegou este domingo, onde a equipa ficará instalada no Hotel Vila Galé Collection Braga, em pleno centro da cidade.
A Braga TV contactou o Hotel Vila Galé Collection Braga, que confirmou a estadia da equipa do Real Madrid até à próxima quarta-feira.
O jogo realiza-se na terça-feira, às 20:00, no Estádio Municipal de Braga, e será arbitrado pelo inglês Michael Oliver.
O Real Madrid lidera o grupo C com duas vitórias, seguindo-se o Nápoles com três pontos, e o SC Braga, terceiro, com os mesmos pontos. O Union Berlin, último, não soma nenhum ponto.
Decorreu este sábado, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, em Esposende, a cerimónia de entrega do Prémio Literário Manuel de Boaventura 2023, atribuído ex-aequo ao escritor português Rui Couceiro, pela obra “Baiôa sem data para morrer”, e à escritora Giovana Madalosso, do Brasil, pela obra “Tudo pode ser roubado”.
Rui Couceiro e Giovana Madalosso integram, assim, a lista dos vencedores do Prémio Literário Manuel de Boaventura, instituído pela Câmara Municipal de Esposende, com o intuito de homenagear e divulgar este escritor e homem de cultura (1885-1973), natural de Vila Chã, Esposende, juntando-se a Ana Margarida de Carvalho (2017) Filipa Martins (2019) e Mia Couto (2021).
O presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, sustentou que a instituição do prémio literário Manuel de Boaventura, em 2016, visa “homenagear o grande homem de cultura, depois de outras homenagens, como a atribuição do seu nome à Biblioteca Municipal”.
“Homenageamos, hoje, Manuel de Boaventura, com a atribuição de um Prémio Literário com o seu nome aos escritores Giovana Madalosso, pelo seu livro “Tudo pode ser roubado” e Rui Couceiro pela obra “Baiôa sem Data Para Morrer”. O facto de, pela primeira vez, o júri ter decido atribuir o prémio ex-aequo a dois autores separados pelo imenso mar Atlântico prova não a aproximação que a língua e a cultura pode fazer entre os povos, especialmente em tempos tão conturbados como os que vivemos atualmente, mas, também, a internacionalização do Prémio. Aos dois autores, as minhas mais sinceras felicitações”, sublinhou Benjamim Pereira.
O presidente da Câmara Municipal de Esposende recordou os três eixos, sobre os quais se desenvolve o projeto de divulgação da obra de Manuel de Boaventura, em concreto a reedição da sua obra (encontra-se em preparação o 7º e 8º volumes da coleção respetivamente Zé do Telhado no Minho e Histórias contadas à Lareira), a criação do Prémio Literário com o seu nome e a compra da Casa do Escritor com vista à sua recuperação e adaptação a Casa Museu. “Cumprimos todos os objetivos”, vincou Benjamim Pereira.
Em representação da família, Armando Boaventura agradeceu “o empenho do Município na divulgação da obra de Manuel de Boaventura”.
Na qualidade de presidente do júri, o professor universitário Sérgio Guimarães de Sousa lembrou que esta quarta edição do prémio contou com 220 obras a concurso e que a decisão em premiar dois escritores ficou a dever-se ao facto de serem “duas obras magníficas”.
Integram também o júri Anabela Dinis Branco de Oliveira (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), na qualidade de vogal, e Maria Luísa Leite da Silva, vogal e representante do Município de Esposende.
Rui Couceiro, vencedor, sublinhou que “o último ano e meio tem sido uma estreia. Como escritor e como vencedor de um prémio literário. Esposende não sairá da minha vida”, vincou, fazendo a apologia das políticas públicas para a cultura, “pela preservação da memória, pelo reconhecimento do trabalho dos escritores e valorizam a literatura e a leitura”.
Na impossibilidade de estar presente na cerimónia, Giovana Madalosso fez-se representar por Sofia Santos, da Editora “Tinta da China”, que levou consigo uma mensagem gravada da autora premiada. Lamentando a ausência “num momento tão feliz e importante”, Giovana Madalosso felicitou Rui Couceiro, com quem partilha o prémio, e agradeceu a distinção considerando que “é uma forma de devolver um pouco da riqueza que eu recebi da literatura lusófona”.
“A pátria de um escritor é a sua língua”, afirmou, assumindo que foi através dos autores de língua portuguesa que se formou e se afirmou como escritora. Ganhar o Prémio Literário Manuel de Boaventura é “ter as portas abertas para o leitor”, referiu, manifestando o desejo de que a sua literatura possa chegar a novos lugares, dar a conhecer um pouco mais do Brasil e de outras realidades. Concluiu com agradecimentos ao Município de Esposende, ao júri e à sua editora, bem como a todos os leitores, “que fazem o trabalho da literatura, um trabalho tão árduo e, ao mesmo tempo, tão apaixonante, valer a pena”.
A sessão de entrega do Prémio Literário encerrou com um momento musical protagonizado pela soprano Teresa Queirós, acompanhada por Luís Arede, ao piano, com interpretação de três poemas de António Correia de Oliveira, designadamente “Os Salgueiros”, “Canção das Aves” e “Pinheiraes de Agosto”, que têm como compositor Luiz Costa. Rui Couceiro esteve depois disponível para a tradicional sessão de autógrafos.