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Frio vai intensificar-se. Braga vai chegar aos -2º esta semana

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A próxima semana vai ser de muito frio com Braga a chegar aos -2º de temperaturas mínimas na quinta-feira, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

As temperaturas máximas também vão descer, chegando aos 9º na quarta-feira, que será o dia mais frio da semana.

Para esta segunda-feira espera-se chuva fraca com máximas de 12º. Na terça a previsão é de céu muito nublado e temperaturas de 12º. Na quarta as máximas baixam para os 9º, prevendo-se céu limpo, assim como na quinta-feira, dia em que os termómetros sobem para os 11º. Na sexta-feira espera-se céu parcialmente nublado com temperaturas máximas de 13º.

As mínimas vão variar entre os 0º e os -2º.

Braga preparou um Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável

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© CM Braga
© CM Braga

O Município de Braga preparou um Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável que visa garantir uma mudança organizacional estratégica por via da institucionalização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), difundir a Agenda 2030 pelo universo municipal; envolver a população para esta política global; e colocar o Município na vanguarda das políticas de futuro e das boas práticas internacionais.

O documento será analisado na próxima reunião do executivo municipal, que se realiza amanhã, pelas 09:30, no gnration.

O documento prevê implementar 10 medidas nos próximos anos de forma a que o universo municipal esteja munido com as melhores ferramentas para concretizar os ODS em 2030. A constituição deste plano surge da “necessidade de diferentes ações multinível”. Segundo as estimativas da OCDE, 65% das 169 metas dos 17 ODS não podem ser alcançadas sem a participação dos órgãos de poder local e regional ou a coordenação com os mesmos.

“É a nível local que podemos potenciar a implementação dos ODS. Cabe aos municípios e aos governos locais um papel central na resposta à sua concretização pelo conhecimento profundo do contexto das populações, proximidade com as pessoas e capacidade de envolver e mobilizar agentes locais, mas sobretudo pela legitimidade de a

Documento visa institucionalizar princípios da sustentabilidade

ção institucional. Este Plano vem institucionalizar os princípios da sustentabilidade em todas as nossas atividades, alinhando Braga com as orientações políticas públicas para a próxima década focadas na inovação e conhecimento”, refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga.

Neste sentido, o Município de Braga integrou a recente iniciativa das Nações Unidas para a concretização dos ODS, a UN-Habitat SDG Cities, que tem o objetivo potenciar o papel das cidades para acelerar o desenvolvimento sustentável e melhorar o bem-estar para todos. Através desta integração, a cidade está comprometida com a institucionalização dos ODS e devido a essa intenção foi certificada com o nível Silver em agosto do ano transato. “Para dar continuidade a este processo e atingir níveis mais altos, foi necessário a constituição deste plano”, acrescenta.

Braga dará continuidade ao processo de institucionalização do Desenvolvimento Sustentável numa nova rede oficial do URBACT – Cities for Sustainable Governance. Este novo projeto destaca-se como “um pilar essencial para a criação e desenvolvimento deste plano, fornecendo conteúdos valiosos e estratégias inovadoras para o desenvolvimento sustentável em Braga”.

Passes baratos só para jovens e lisboetas? E o resto do país?

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© Paulo Freitas do Amaral
© Paulo Freitas do Amaral

Mais uma vez o Governo e o partido Livre na elaboração da nova lei dos passes dos transportes, só estiveram preocupados com o eleitorado jovem mais descomprometido em votar nos políticos do costume e esqueceram-se dos cidadãos que moram fora de Lisboa ou do Porto e que não têm poder para eleger tantos deputados para a Assembleia da República como um eleitor de Lisboa ou do Porto.

Eu diria até que o sistema eleitoral está construído de uma forma em que um voto de um lisboeta ou de um portuense é mais precioso para um político do que cinco votos de cidadãos do interior do país. Um sistema que beneficia claramente a esquerda política.

No caso da apregoada lei dos passes, anunciada pelo PS e Livre, eu diria que “A montanha pariu um rato” pois para quem vive fora dos centros urbanos, devido ao preço exorbitante das casas, e tem de se deslocar para o centro, nada mudou, senão vejamos;

O comboio intercidades mantém os seus passes milionários de quase 300 euros e que em muitos casos, só servem para os passageiros andarem 3 estações como por exemplo é o flexipasse que só permite viajar de Vendas Novas ao Pragal e que custa 270 euros, entre muitos outros exemplos pelo país rural…

É incrível como o governo, unicamente com finalidades eleitoralistas, fez “ouvidos moucos” às reinvindicações de vários presidentes de câmara municipais das Beiras, do Alentejo entre outras zonas do país que se manifestaram numa viagem conjunta de comboio, de forma a dar voz às dificuldades de cidadãos que têm um ordenado menor do que quem mora nos grandes centros urbanos,e no entanto de nada valeu esta ação e protesto dos autarcas… No final o que pesou na balança do Governo foi unicamente a retribuição do favor político ao partido Livre que se absteve no orçamento do PS, podendo assim anunciar os passes gratuitos aos jovens lisboetas e portuenses, de forma a elegerem e a renovarem no próximo dia 10 de março, o seu único deputado em Lisboa, esquecendo grande parte do povo português pobre e que não pertence a uma certa burguesia lisboeta a quem o partido Livre tenta agradar para se eleger.

O Governo deveria saber que os autarcas que exercem o seu mandato longe de Lisboa e do Porto, se um dia quiserem cortar nos apoios aos passes dos seus conterrâneos, provocarão um descalabro social no país, como aconteceu recentemente no concelho de Viana do Castelo, onde toda a população está revoltada e indignada, sem condições económicas para comprar o passe para ir trabalhar para o Porto sem a comparticipação da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Enquanto o país viver destes favores políticos entre partidos do sistema e os outros partidos que lhes fazem favorzinhos, nada mudará na vida de quem mais tem dificuldades, até naqueles que já andam de bicicleta ou trotinete no interior do país e que a esquerda política esquece…

Infelizmente é este o país que temos!

Artigo de opinião de Paulo Freitas do Amaral, professor de História.

“Árvore dos Sonhos” cumpriu desejos de 125 jovens de instituições de Braga

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© Altino Bessa
© Altino Bessa

A iniciativa “Árvore dos Sonhos de Natal” voltou a cumprir os desejos de 125 jovens institucionalizados na cidade de Braga.

Altino Bessa, vereador da Câmara Municipal de Braga, fez a entrega prendas que foram oferecidas aos utentes da APPACDM de Gualtar, Fraião e São Lázaro, a IRIS, o Centro Cultural Santo Adrião, o Centro Novais e Sousa e a Fundação Bomfim, numa iniciativa do Município, da União de freguesias de Maximinos, Sé e Cividade e do Museu dos Biscainhos.

Esta iniciativa solidária, criada há seis anos, pretende concretizar os sonhos de crianças, jovens e pessoas com deficiência de várias instituições da cidade de Braga.

A “Árvore dos Sonhos” esteve instalada na Rua dos Biscainhos com os desejos dos jovens utentes.

Cerca de 150 bravos mergulharam no rio Cávado

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© Sinopse
© Sinopse

Cerca de 150 bravos participaram, este domingo, no Mergulho no Cávado – 1.º Domingo do Ano, que decorreu na Praia Fluvial do Faial, em Vila de Prado, Vila Verde. O dia nasceu frio, mas solarengo. À medida que os raios de sol foram afastando a geada matinal, aumentava também o calor humano onde centenas de curiosos se deslocaram à Praia Fluvial do Faial para assistir ao mergulho do ano.

No final, para aquecer o corpo e fortalecer o espírito, não faltou o habitual Porto D’Honra acompanhado com pastéis de nata.

A iniciativa é organizada, como é habitural, pelo pradense de gema António Silva, mais conhecido por Mousinho, sob o mote “vamos transformar o primeiro domingo do ano num dia de verão”, pretendendo valorizar e divulgar a Praia Fluvial do Faial durante a época baixa e ressalvar que, além do potencial turístico, este património natural “deve ser cuidado, protegido e preservado para bem das gerações presentes e futuras”.

Número de peregrinos que partiu de Braga rumo a Santiago de Compostela subiu 5,7%

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© Caminho da Geira e dos Arrieiros
© Caminho da Geira e dos Arrieiros

O Caminho da Geira e dos Arrieiros é o principal responsável pelo crescimento de 5,7% no número de peregrinos que partiram de Braga e receberam, em 2023, a Compostela à chegada à Catedral de Santiago, superando os mil pelo segundo ano consecutivo. 

As estatísticas do Serviço de Peregrinos da Catedral de Santiago de Compostela, reveladas na semana passada, indicam que o documento que comprova a realização do itinerário jacobeu foi entregue a 1.098 pessoas que começaram na Sé de Braga, mais 59 do que as registadas em 2022. 

O Caminho Central Português registou 674 peregrinos no ano passado (-0,3%), seguindo-se o Caminho da Geira e dos Arrieiros com 403 (+13,8%) e o Caminho Minhoto Ribeiro com 21 (+133,3%). Em termos absolutos, o acréscimo de Compostela atribuídas a quem partiu de Braga deve-se, sobretudo, ao Caminho da Geira (+49), pois o Central perdeu duas e o Minhoto Ribeiro subiu apenas 12. 

O Caminho Central continua a ser o preferido dos peregrinos que partem de Braga (61,4%), à frente do traçado da Geira e Arrieiros (36,7%) e do Minhoto Ribeiro (1,9%). As estatísticas do Serviço de Peregrinos não registam partidas de Braga pelos caminhos de São Rosendo e de Torres. 

No total, o Caminho da Geira e dos Arrieiros motivou a emissão de 547 Compostela – entre as 851 pessoas que cumpriram o itinerário, segundo as associações -, sendo que 516 (94,3%) partiram de localidades portuguesas, 408 (74,6%) são de nacionalidade lusa e 66 espanhola (12%). A Compostela foi entregue a peregrinos de 27 nacionalidades que cumpriram este itinerário jacobeu, encontrando-se a Chéquia na terceira posição, logo a seguir aos países ibéricos. 

Além de Braga, os peregrinos que palmilharam o Caminho da Geira partiram de Rendufe, Campo do Gerês, Terras de Bouro, Castro Laboreiro, Ameixoeira, Azoreira e Portela do Homem, na parte portuguesa. Na Galiza, começaram em Ribadavia, Lóbios, Cortegada, Berán e Arnóia. 

A maior parte dos peregrinos cumpriu este itinerário a pé (77%) e de bicicleta (19,2%), com os meses de outubro, maio e julho a serem os mais procurados. Fizeram-no por “motivos religiosos e outros” 69%, têm entre 46 e 65 anos (55,7%) e 18 e 45 anos (30%), com predominância dos homens (64,2%). 

As estatísticas publicadas pela Catedral de Santiago indicam que o número de peregrinos no Caminho da Geira e dos Arrieiros cresceu 31% (foram 418 em 2022), apresentando-se como o preferido entre os oito novos itinerários em estudo para homologação pelo governo da Galiza. No caso do Minhoto Ribeiro diminuiu 60% (396 no ano 2022) e do Central 5% (93.195). 

O Caminho da Geira tem 239 quilómetros, começa na Sé de Braga e passa pelos municípios de Amares, Terras de Bouro e Melgaço, entrando na Galiza pela Portela Homem. 

Nos últimos seis anos foi percorrido por quase 4.000 peregrinos, sobretudo de Portugal e Espanha, mas também de outros 13 países europeus, e do Afeganistão, Aruba, Austrália, Azerbeijão, Bahamas, Belize, Brasil, China, Colômbia, EUA, Japão, México, Palestina ou Uruguai. 

Foi apresentado em 2017 em Ribadavia (Galiza) e Braga, reconhecido pela Igreja em 2019 e em publicações da associação de municípios transfronteiriços Eixo Atlântico (2020) e do Turismo do Porto e Norte de Portugal (2021). 

O percurso destaca-se por incluir patrimónios únicos no mundo: a Geira, via do género mais bem conservada do antigo império ocidental romano, e a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés. Além disso, o seu traçado é um dos escassos cinco que ligam diretamente à Catedral de Santiago de Compostela. 

Braga financia projetos de associações integrados no programa “Viva o Bairro”

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© CM Braga
© CM Braga

O Município de Braga volta a apoiar projetos inovadores, no âmbito do programa “Viva o Bairro”, uma iniciativa local de habitação, desenvolvida pela BragaHabit, que tem como objetivo intervir junto das comunidades locais para identificar necessidades em territórios prioritários.

Nesta segunda edição, são financiados dez projetos de melhoria e/ou requalificação propostos por associações de moradores e outras entidades com intervenção local, num valor global de 200 mil euros.

A cerimónia de assinatura dos protocolos decorreu na sexta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, e contou com a presença de João Rodrigues, vereador da Habitação da Câmara Municipal de Braga, Carla Sepúlveda, vereadora da Inovação e Coesão Social, e do administrador da BragaHabit, Carlos Videira.

“Este programa é um bom exemplo de democracia participativa, numa efetiva delegação de competências na sociedade e que coloca uma verba considerável ao serviço da população. Estes projetos foram propostos pelas diversas associações que desempenham um papel extremamente importante no âmbito de abrangência das suas comunidades”, referiu João Rodrigues, sublinhando que esta delegação de competências “é muito importante para o Município de Braga que, quer na vertente financeira, quer na vertente imaterial, tem desenvolvido diversos projetos que promovem a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”.

Nesta edição foi financiado o projeto “Viva às Andorinhas”, da Associação de Moradores das Andorinhas em parceira com a Associação Ágora Bracarense (20.000 euros); “Bairro Alegre”, da Associação de Moradores do Bairro da Alegria em parceria com a Junta de Freguesia de São Victor (20.000 euros); “Escola de Música e Cidadania”, promovido pela Fundação Bomfim, em parceria com a União de Freguesias de São Lázaro e São João do Souto e Associação de Moradores do Bairro Nogueira da Silva (29.997 euros); “Envelhecimento Ativo”, da Associação de Moradores do Bairro Social das Enguardas, em parceria com a Junta de Freguesia de São Victor, Casa do Areal e Liga Portuguesa Contra o Cancro (20.000 euros).

Da lista de projetos aprovados constam ainda o “2.º Festival Internacional de Ilusionismo”, da Associação de Moradores de Montélios e São Frutuoso, em parceria com a União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe, Associação de Moradores do Parque Norte e Escoteiros de Braga – Grupo 53 Real (20.000 euros); “Hortas Comunitárias”, da Associação de Moradores do Bairro Nogueira da Silva, em parceria com a União de Freguesias de São Lázaro e S. João do Souto (10.000 euros); “Das Ruas para o Ringue”, da Associação Parretas Team – APT, com o apoio da União de Freguesias de Braga Maximinos, Sé e Cividade (20.000 euros); “Academia Tecl@rt”, da Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, em parceria com a Junta de São Victor e Associação Juvenil “A Bogalha” (20.000 euros); “CATIVAR 2.0”, da Associação Juvenil “A Bogalha”, com o apoio da Junta de São Victor, Casa de Saúde do Bom Jesus e Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (20.000 euros); e “Turma do Bairro”, da Organização Portuguesa de Ajuda Humanitária, em parceria com a ADMS – Braga (20.000 euros).

Recorde-se que na primeira edição, o “Viva o Bairro” apoiou dez projetos locais que contribuíram para o reforço da coesão social do território municipal. Com este programa, “o Município dá resposta às necessidades identificadas pelas comunidades, em função dos seus contextos, privilegiando a intervenção nos domínios da Cidadania, Educação, Emprego, Exclusão Social, Solidariedade Comunitária, Desporto, Saúde e Bem-Estar”.

Braga ativa plano de contingência para os sem-abrigo por causa do frio

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A Câmara Municipal de Braga ativou o Plano de Contingência para Pessoas em Situação de Sem-Abrigo por causa do tempo frio.

Nestes próximos dias, as temperaturas mínimas podem variar entre os 0º e os -3º até 12 de janeiro.

O plano prevê a ativação do Centro de Alojamento de Emergência (CAE), assim como a manutenção da intervenção as Equipas de Rua da Cruz Vermelha Portuguesa.

O Plano de Contingência para Pessoas em Situação de Sem-Abrigo tem como objetivo definir e descrever a estrutura de coordenação das ações de resposta de âmbito municipal, respetiva gestão operacional, bem como a forma como são mobilizados e ativados os recursos existentes de apoio à população de pessoas em situação de sem-abrigo face à ocorrência de períodos de frio.

Artur Jorge “frustrado” com resultado do jogo

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© SC Braga
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O SC Braga e o Vitória empataram por 1-1 em jogo da 16.ª jornada da I Liga. No final do jogo deste sábado na Pedreira, Artur Jorge disse que o resultado deixou-o “frustrado”.

“O desfecho do jogo deixa-me frustrado pelo que fizemos. É preciso racionalidade na análise quando se fala de ‘anti-jogo’ do SC Braga. Estou triste e chateado”, disse o técnico dos Gverreiros do Minho.

SC Braga deixa fugir triunfo no final frente ao Vitória SC

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© SC Braga
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O SC Braga e o Vitória empataram, este sábado, por 1-1, na Pedreira, em jogo correspondente à 16.ª jornada da I Liga.

Os Gverreiros do Minho viram um golo anulado logo a começar a partida. Bruno Varela defendeu o remate de Rony Lopes, sobrando a bola para Zalazar que atirou para o fundo das redes da equipa adversária. O lance foi alvo do VAR que anulou o tento por entender que Ricardo Horta, que estava em fora de jogo, terá tido intervenção.

Sem grandes oportunidades de golo na primeira parte, o jogo foi para intervalo sem golos marcados.

Aos 53 minutos, Ricardo Horta fez um passe de calcanhar para Rony Lopes, que cruzou atrasado para Vítor Carvalho para o golo com um remate certeiro.

Já nos descontos, Abel Ruiz desperdiçou o segundo golo após estar completamente isolado na área.

Aos 90+8’, João Mendes conseguiu chegar ao empate já no último lance da partida.

Com este empate, o SC Braga, quarto na tabela classificativa, passa a somar 33 pontos. Já o Vitória, quinta classificado, soma 30 pontos.