O Serviço de Cardiologia da Unidade Local de Saúde de Braga (ULS de Braga) realizou a primeira implantação de pacemaker na área do ramo esquerdo, no passado dia 19 de janeiro. Trata-se de um procedimento inovador, que se iniciou nos Estados Unidos da América e na China, e tem vindo a ser implementado em todo o mundo.
O procedimento consiste na implantação de um dispositivo semelhante ao convencional, com a particularidade de um dos elétrodos ficar implantado no músculo entre os dois ventrículos, no septo interventricular. “O objetivo é tentar alvejar o sistema elétrico intrínseco do utente, fazendo-se a condução elétrica através das fibras elétricas ainda saudáveis do utente”, refere Jorge Marques, diretor do Serviço de Cardiologia da ULS de Braga.
A tecnologia possibilita, de forma artificial, a replicação da condução elétrica, que se faria através do sistema elétrico inteiramente saudável e é mais bem tolerada pelo utente, prevenindo a degradação da contração ventricular (insuficiência cardíaca), que, embora raramente, pode ocorrer com a estimulação convencional pelo pacemaker.
“Esta tecnologia tem ainda o potencial de melhorar e tratar alguns utentes com insuficiência cardíaca cujo mecanismo da doença é secundário a um atraso na condução elétrica entre os dois ventrículos, porque consegue corrigir esse atraso”, sustenta Sérgia Rocha, uma das cardiologistas que realizou os primeiros procedimentos, juntamente com Adília Rebelo, também cardiologista da ULS de Braga.
As primeiras intervenções contaram com o apoio de Francisco Moscoso Costa, eletrofisiologista do Hospital de Santa Cruz, que conta com mais de 100 procedimentos desta natureza, bem-sucedidos.
Alinhado com outros centros nacionais e internacionais, o processo de implementação da técnica decorrerá de forma gradual, podendo inclusivamente vir a ser adotada como técnica standard num futuro próximo, caso os resultados clínicos em populações alargadas venham a demonstrar um claro benefício.
“Estávamos com saudade disto”. Pedro Almeida e Mário Castro voltaram a sentar-se no Skoda Fabia Rally2 para realizar o primeiro teste da temporada, na quarta-feira, na região de Sernancelhe, onde juntamente com a estruturas da ARC Sport, os pilotos somaram os primeiros quilómetros do ano.
“De forma até algo surpreendente, sentimos uma rápida adaptação e o teste foi positivo. Neste momento da temporada o que procuramos fazer é uma rápida readaptação ao setup de terra, para melhorar os nossos índices de confiança e assim encontrar a melhor afinação de todo o conjunto”, disse Pedro Almeida.
Mário Castro continua a ser o navegador que vai acompanhar o piloto de Famalicão, “uma excelente ajuda, pela experiência e pela confiança que me transmite” e a estrutura a quem Pedro Almeida confiou o seu Skoda Fabia Rally2 é a ARC Sport, que bem conheço e onde comecei o trajeto no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), “que nos dá total conforto no que à preparação do carro diz respeito”.
O objetivo de Pedro Almeida é estar em todas as provas do CPR e tudo fazer por melhorar os registos que tem tido. “Tivemos um mau ano de 2022 e na última época, só fizemos 6 das provas do calendário, terminámos todas e com o que consideramos alguns bons registos. Naturalmente queremos superar tudo isso”, aponta o piloto de Famalicão.
“Vamos encarar esta primeira fase da época em terra com confiança e procurar estar próximos dos pilotos da frente, sendo que o nível competitivo no CPR é cada vez mais exigente”, acrescenta.
O Rali Serras de Fafe, Boticas Felgueira e Cabeceiras de Basto é a primeira prova da temporada e realiza-se nos dias 23 e 24 de fevereiro.
No âmbito das medidas de prevenção de incêndios rurais, o Município de Braga, através da Divisão Municipal de Proteção Civil (DMPC), procedeu aos trabalhos de execução das faixas de gestão de combustível (FGC) da responsabilidade do Município em torno da rede viária, parques industriais e pontos de água.
“Estas faixas correspondem a áreas estratégicas que se situam junto à rede viária, polígonos industriais e na interface de áreas edificadas, onde se pretende a modificação da estrutura vertical ou horizontal e a remoção total ou parcial de biomassa, de modo a isolar potenciais focos de ignição de incêndios, reduzir os efeitos da passagem de incêndios e diminuir a superfície percorrida por grandes incêndios, permitindo e facilitando uma intervenção direta de combate ao fogo”, refere a Autarquia.
Os trabalhos de gestão de combustível da responsabilidade do Município foram realizados por duas equipas de Sapadores Florestais da Associação Florestal do Cávado, através de um protocolo realizado entre a Associação e o Município, que disponibiliza uma verbal anual de cerca de 100.000 euros. “Em 2023 estas duas equipas contaram com o apoio de 46 operacionais da DMPC e dos equipamentos obtidos no âmbito do programa Cuidar Braga II, 2 tratores, limpa-bermas e biotrituradores, num total de 90 horas de trabalho tendo sido efetuados os 77ha previstos no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios, representado assim uma taxa de execução de 100%”, explica Altino Bessa, vereador da Protecção Civil de Braga.
No que respeita à necessidade de execução das faixas de gestão de combustível em torno das edificações por parte dos privados, e após a verificação das situações em incumprimento, foram instaurados 221 processos, realizadas cerca de 260 notificações e 338 deslocações ao terreno e outras diligências. “Este procedimento resultou na execução voluntária da gestão de 60 hectares de terreno, no entanto, houve necessidade de realizar 11 execuções coercivas para a execução de mais 27 hectares”, adianta o vereador.
Nesse sentido, Altino Bessa destaca o “empenho” da Divisão de Protecção Civil, fazendo um balanço “muito positivo do ano de 2023 uma vez que foram executados um total 160ha de faixas de gestão de combustível, garantindo uma maior protecção e reduzindo a carga de combustível junto a habitações, edifícios industriais e rede viária, promovendo melhores condições para um combate aos incêndios rurais mais eficaz e contribuindo decisivamente para a prevenção e segurança de pessoas e bens”.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, participou, na sexta-feira, primeiras Jornadas do Direito Administrativo, numa iniciativa organizada pelo Município de Fafe, em parceria com a Escola de Direito da Universidade do Minho. A sessão, que decorreu no Teatro-Cinema de Fafe, reuniu especialistas em direito administrativo do país e altas entidades da justiça portuguesa para debater os desafios do Direito Administrativo e da Governação Pública.
Numa altura em que o Tribunal de Contas alertou para a existência de “muitas fragilidades” no complexo e exigente processo de transferência de competências da administração central para os municípios, o autarca bracarense, que também preside ao Global Parliament of Mayors, debruçou-se sobre as temáticas da descentralização e do poder local, numa sessão que contou com a presença de João Caupers, antigo presidente do Tribunal Constitucional, António Cunha, presidente da CCDR-N – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, entre outros convidados.
Ricardo Rio defendeu um modelo de descentralização eficaz que “permita uma gestão mais eficiente dos recursos públicos, uma maior capacidade de resposta dos organismos da administração pública, a promoção de um desenvolvimento integrado do país e a implementação de políticas de coesão territorial”. O autarca criticou o modelo de relação “desleal entre o estado central e as autarquias locais, assumindo mesmo que as autarquias locais são muitas vezes como que chantageadas por parte do estado central, que usa recursos locais para a execução dos seus projectos e recursos”.
A necessidade de descentralização na tomada de decisões relativamente à aplicação dos fundos europeus foi outro tema abordado por Ricardo Rio, que destacou a “desigualdade” na distribuição dos investimentos. “Somos defensores de uma estrutura de gestão o mais descentralizada possível do ponto de vista territorial. As escolhas na alocação dos recursos devem estar próximas dos seus principais destinatários, contrariando o que tem acontecido”, afirmou.
De acordo com Ricardo Rio, os processos de descentralização que estão a ser desenvolvidos assemelham-se a um “presente envenenado”. “O que verificamos é que não há endosso do poder de decisão, mas apenas das competências administrativas ou operacionais e, dentro dessa versão, há ainda o vício de os recursos transferidos não corresponderem ao custo real dessas necessidades administrativas ou operacionais”, sustentou.
A Federação Distrital de Braga do Partido Socialista entrega hoje, pelas 11:30, no Tribunal Judicial de Braga, a lista dos candidatos a deputados pelo círculo eleitural de Braga às eleições legislativas de 10 de março.
A lista aprovada em Comissão Política Nacional terá como cabeça de lista o atual ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, seguindo-se Palmira Maciel e Pedro Sousa, de Braga, em segundo e terceiro lugares, em quarta posição surge Ricardo Costa, de Guimarães, seguido da vizelense Irene Costa, em quinto, o povoense Gilberto Anjos, em sexto, e Eduardo Oliveira, de Famalicão em sétimo. Na oitava posição surge Vânia Cruz, de Vieira do Minho e presidente do Departamento das Mulheres Socialista de Braga, em nono, Hernâni Loureiro, barcelense, seguindo-se em décimo lugar o fafense Pompeu Martins. Em décimo primeiro lugar surge Joana Bastos, de Celorico de Bastos, em décimo segundo, Nuno Martins de Barcelos, em décimo terceiro Nuno Barreto de Cabeceiras de Basto, em décimo quarto, Suzana Valente de Vila Verde, em décimo quinto, Hugo Teixeira, presidente Federativo da Juventude Socialista , em décimo sexto, Marta Maranhão, de Esposende e em décimo sétimo Pedro Costa, de Amares. Em décimo oitavo, Anabela Alves de Terras de Bouro e em décimo nono Gabriela Nunes, de Guimarães.
Para Frederico Castro, presidente da Federação Distrital de Braga, a lista que será entregue denota “quadros qualificados e competentes, das mais variadas profissões, idades e experiência de vida”, pelo que considera ser “representativa dos cidadãos do distrito”. Acrescenta que a mensagem a ser transmitida com esta lista é de “confiança e ambição.”
Ns eleições legislativas de 2022, o PS elegeu 9 deputados no distrito de Braga, com mais de 207 mil votos.
O SC Braga perdeu, este domingo, no reduto do Valadares Gaia, por 2-1, em jogo correspondente à 12.ª jornada da Liga BPI.
Aos 10′, Sissi, na sequência de um canto, fez o primeiro golo, mas equipa da casa empatou aos 34 minutos. Na segunda parte, o Valadares Gaia conseguiu adiantar-se no marcador, resultado que se manteve ao apito final.
O SC Braga é terceiro da tabela classificava com 25 pontos.
Os andores da procissão estavam ricamente decorados com as imagens de São Sebastião de Este São Mamede, São José, Nossa Senhora do Sameiro, São Bento, São João, destacando-se o andor de São Vicente.
A procissão integrou também a Irmandade de São Vicente, Rui Sousa, pároco de São Vicente, a Rusga de São Vicente, o grupo de Motards Bracara Augusta, a Comissão de Festas de São Sebastião de Este São Mamede, Daniel Pinto, presidente da Junta de Freguesia de São Vicente, António Silva, presidente da Assembleia de Freguesia, Tony Reis, vogal, e João Rodrigues, vereador da Câmara Municipal de Braga.
O Bairro das Andorinhas, em Braga, vai voltar a atribuir um apoio de 100 euros por cada nascimento em que os pais tenham residência fiscal nesta bairro.
A Associação de Moradores explica que este apoio financeiro será atribuído aos bebés nascidos entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2024, cujos agregados familiares tenham residência fiscal no Bairro das Andorinhas, no mínimo há um ano antes da data de nascimento.
De acordo com o regulamento do programa “Mais Andorinhas a Voar”, o apoio será atribuído numa prestação única, em forma de cheque-bebé, por cada nascimento, para “fazer face ao acréscimo de despesas efetuadas em bens e serviços considerados indispensáveis ao desenvolvimento saudável do bebé”.
Os responsáveis pelas Associação de Moradores referem que a associação “devido ao sucesso desta atividade no ano anterior, tem que continuar a assumir um papel importante e relevante na vida dos moradores, através da implementação de diversas medidas de apoios às várias famílias que habitam nas Andorinhas”.
Este apoio será atribuído a um dos progenitores, casados ou que vivam em união de facto, com quem o bebé resida, ou ao progenitor que tiver a sua guarda ou ainda a qualquer pessoa singular a quem, por decisão judicial ou administrativa, o bebé esteja confiada e com quem a mesma resida.
O pedido de apoio terá de ser efetuado mediante o preenchimento de um formulário na sede da Associação de Moradores, de segunda a sábado, das 20:00 às 22:00.
Esta iniciativa surge no âmbito da segunda edição do projeto “Viva às Andorinhas”, que é financiado pela BragaHabit com o apoio do Município de Braga, e que decorre até ao final de dezembro no Bairro das Andorinhas.