A CDU Braga mostrou-se solidária com os professores e veio em defesa da escola pública após um encontro com o Sindicato dos Professores do Norte. Nesta reunião esteve Sandra Cardoso, primeira candidata à Assembleia da República pelo Círculo de Braga, e Inês Rodrigues, segunda candidata.
Em comunicado, o partido refere que as escolas encontram-se “sem as necessárias condições, com trabalhadores exaustos e desmotivados e crianças e jovens sem apoios a que têm direito”. “As desigualdades entre estudantes acentuaram-se, a precariedade e a instabilidade dos profissionais mantiveram-se. No fim do 1.º período do ano letivo de 2023/2024, dezenas de milhares de alunos continuavam sem professor a pelo menos uma disciplina. O desinvestimento na Educação é gritante e ameaça uma escola pública de qualidade assente na igualdade de oportunidades de acesso mas também de sucesso, tal como prevê a nossa Constituição da República”, salienta a CDU.
O partido considera que a Educação “é um vetor estratégico para o desenvolvimento do país. A garantia de escola pública, gratuita, de qualidade, inclusiva e para todos exige a consagração de políticas que tenham em vista o seu reforço, enquanto garante da Educação como direito fundamental e condição determinante para o desenvolvimento integral, para a emancipação individual e colectiva da juventude, da população em geral e dos trabalhadores em particular”.
“É através de um ensino público, devidamente valorizado, democraticamente gerido e dotado de objetivos, estruturas, programas e meios financeiros, materiais e humanos adequados, que se torna possível concretizar o direito à educação e ao ensino, promovendo a igualdade de oportunidades a todos no acesso e sucesso educativo em todos os graus e níveis de ensino”, finalizou.
Os Bombeiros Sapadores de Braga contam agora com um novo equipamento de proteção individual para incêndios estruturais (urbanos e industriais), num investimento municipal de cerca de 150 mil euros.
Com esta medida, o Município de Braga pretende “dar continuidade à valorização e capacitação dos operacionais desta companhia, dotando-os de todo o equipamento de segurança para fazer face às diversas ocorrências”.
“Nos últimos anos temos efetuado um investimento considerável na dotação de equipamento e de meios para apoiar a intervenção dos nossos Bombeiros Sapadores, para que possam ter uma maior e melhor capacidade de resposta com equipamento de proteção individual adequado às diferentes vertentes de intervenção”, referiu Ricardo Rio, lembrando que, “para além do equipamento individual, o Município tem vindo a dotar a companhia de sapadores com novos veículos, de material adequado e na valorização e progressão da carreira dos profissionais”.
Durante a apresentação deste novo equipamento, que decorreu esta sexta-feira, no Quartel dos Bombeiros Sapadores de Braga, Altino Bessa, vereador da Proteção Civil da Câmara Municipal de Braga destacou “a aposta da Autarquia na valorização, reforço e proteção dos operacionais”. “Dispomos atualmente de uma melhor capacidade de resposta, mais pronta e, sobretudo, mais profissional e brevemente irá abrir um curso para 29 novos elementos”, explicou.
Atualização da data da fundação coloca Companhia de Braga na terceira mais antiga do país
Altino Bessa adiantou que na reunião de segunda-feira do Executivo Municipal, será analisada a proposta para alteração da data da fundação histórica da Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga para 1766 e não em 1799.
O vereador explicou que “foi solicitado ao Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho um parecer sobre a data da fundação histórica da Companhia de Bombeiros Sapadores”. “Recorrendo a documentos do Arquivo Municipal de Braga e do Arquivo Distrital de Braga, a investigação do Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, liderada pelo Professor Doutor Francisco Manuel Ferreira de Azevedo Mendes, veio comprovar que o registo camarário de 22 de Maio de 1766 figura como o momento legal de fundação da Companhia da Bomba de Braga, cuja existência é confirmada pelo Príncipe Regente D. João em 8 de Junho de 1799”, disse.
“Tendo por base o ato fundacional e a existência de provas fatuais e históricas nos Arquivos Municipal e Distrital de Braga que atestam o funcionamento ininterrupto da Companhia da Bomba, encadeada, sucessivamente, em outras companhias municipais, este estudo refere que a data da fundação histórica da Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga deve ser oficialmente atribuída ao dia 22 de Maio de 1766, perfazendo, a 22 de Maio de 2024, 258 anos. Com esta atualização, a Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga passa a ser a terceira mais antiga do País”, explicou Altino Bessa.
“Embarque num comboio com vista para o Douro e faça a Rota das Amendoeiras em Flor”. É esse o desafio proposto pela CP – Comboios de Portugal e pela Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa que se unem, uma vez mais, para proporcionar uma viagem em carruagens históricas, pelas paisagens Património Mundial da Humanidade da UNESCO, oferecendo um espetáculo visual das amendoeiras em flor. Será ainda possível, entre outros, provar doces típicos, visitar uma feira de produtos regionais e conhecer o Museu do Côa.
A Rota das Amendoeiras em Flor 2024 é a mais antiga da CP – vai na 70.ª edição – e foi a primeira a ser adaptada ao novo modelo de turismo ferroviário que está a ser implementado pela empresa. A grande novidade desta edição é a integração entre esta Rota e a 42.ª Festa da Amendoeira em Flor, em Vila Nova de Foz Côa, que combina exposições, restauração, animação de rua e concertos.
Juntando turismo ferroviário e cultura, a CP e a Autarquia pretendem promover este território, dinamizando a economia local e dando a conhecer as suas belezas naturais.
Em conferência de imprensa, realizada no Centro de Alto Rendimento do Pocinho, o presidente do Conselho de Administração da CP, Pedro Moreira, destacou a importância desta parceria e mostrou-se disponível para desenvolver novos produtos que ajudem a potenciar aquela região. “Esta é uma boa forma de aproximar o litoral do interior. As pessoas ficam maravilhadas com a paisagem, com a cultura, as características e tradições da região. Com esta Rota estamos a aliar a coesão territorial a um modo de transporte sustentável e amigo do ambiente, alinhado com as exigências da atualidade”, frisou.
As expetativas para a iniciativa, que está integrada com a Festa da Amendoeira em Flor, são elevadas. “Em 2023, tivemos, praticamente, todas as viagens esgotadas. Se, no ano passado, foi um sucesso muito grande, este ano estamos convictos de que vai ser ainda melhor. Houve pessoas a dizer que foi a melhor viagem das suas vidas”, afirmou Pedro Moreira, não deixando de agradecer à Autarquia de Vila Nova de Foz Côa a visão que teve em “perceber a importância que a ferrovia tem para a região, para a economia local e para dar a conhecer a cultura e tradições”.
À Câmara de Foz Côa cabe realizar o transporte dos visitantes ao Museu, ao centro da cidade e à visita guiada às amendoeiras em flor, durante as seis horas e meia em que os passageiros permanecem no território. O presidente da Autarquia da “Capital da Amendoeira em Flor”, João Paulo Sousa, valorizou o facto de esta decorrer, em simultâneo, com as maiores festividades do concelho. Um evento que, referiu, tem dois propósitos: “divulgar a qualidade da amêndoa e dos produtos endógenos e, acima de tudo, atrair gente ao território”.
“A Amendoeira em Flor tem cultura, tradição e epifania do lugar, aquilo que retrata o modo de vida das nossas gentes, um elemento diferenciador em relação a outros territórios”, disse o edil. “A CP tem desempenhado um papel fundamental e dou os parabéns à empresa porque sente o território como nós e tem a certeza absoluta que é através destas iniciativas que o território fica melhor e atrai gente”, acrescentou.
Doces típicos e um espetáculo visual
Serão realizadas seis viagens no âmbito da Rota das Amendoeiras em Flor, em três fins de semana – nos dias 17, 18, 24 e 25 de fevereiro e 2 e 3 de março. O percurso, pela Linha do Douro, decorre entre Porto-São Bento e o Pocinho, em Foz Côa.
A partida do Porto acontece às 07:20 em carruagem especial (carruagem Schindler de 1.ª classe), chegando o comboio à Estação do Pocinho pelas 10:45. O regresso, a partir do Pocinho, realiza-se pelas 17:14, sendo que a chegada a São Bento está prevista para as 20h30.
Durante a viagem serão oferecidos um doce de amêndoa artesanal e uma iguaria de origem conventual típica da região.
Os passageiros poderão desfrutar do espetáculo que é ver as amendoeiras em flor (com guia) e também visitar o Museu do Côa, um dos maiores museus portugueses, que celebra o encontro dos dois patrimónios mundiais da região: a Arte Pré-histórica do Vale do Côa e a Paisagem Vinhateira do Douro.
As visitas acontecem quando o Município de Vila Nova de Foz Côa realiza a 42.ª edição da Festa da Amendoeira em Flor, que concilia gastronomia, artesanato, cultura, desporto e animação, contando com uma grande diversidade de eventos, desde um encontro de ranchos a um concurso de partida de amêndoa, uma feira de produtos regionais, galerias de arte com exposições e até um grande desfile etnográfico temático.
O custo de cada viagem (ida e volta) mantém-se inalterado face ao ano passado. É de 49 euros por adulto, sendo de 25 euros para crianças dos 4 até aos 12 anos. Há descontos para grupos.
A AGERE apresentou o projeto “Agora Sim. Nada se Perde”, que visa alargar a recolha seletiva de biorresíduos ao setor residencial de Braga.
O projeto, cofinanciado pelo Fundo Ambiental, vai valorizar os biorresíduos e, através do seu correto encaminhamento, transformá-los em energia e em composto 100% orgânico. Numa fase inicial, será implementado nas urbanizações da Makro e Parque Norte (zonas que abrangem 1600 habitações e cerca de 3500 pessoas), com posterior alargamento a todo o concelho de Braga até final do ano.
Durante as próximas semanas, os habitantes das zonas abrangidas serão visitados por equipas de sensibilização especializadas que vão informar e explicar como se pode aderir a este projeto.
Os moradores irão receber gratuitamente um contentor castanho e sacos verdes para depósito dos restos de alimentos em contentores indiferenciados, que serão triados no Ecoparque da Braval.
O objetivo passa também por alargar esta recolha de biorresíduos alimentares a grandes produtores como hospitais, universidades, escolas e unidades de restauração e hotelaria fora do centro histórico (dentro do centro histórico esta separação já se efetua desde 2019).
Como sublinhou Rui Morais, administrador da AGERE, esta separação de biorresíduos por parte da população vai “marcar o futuro da cidade” e irá ainda resultar na diminuição, no tarifário dos munícipes, da Taxa de Gestão de Resíduos decretada pelo governo.
Por seu turno, Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, sublinhou que “esta é uma iniciativa essencial rumo à promoção do desenvolvimento sustentável do território”.
“Estamos a evitar a deposição destes resíduos em aterro e, deste modo, a transformar o que poderiam ser passivos ambientais da nossa sociedade em ativos que podem trazer valor económico. Este processo de generalização da recolha seletiva de biorresíduos requer investimentos consideráveis, pelo que é muito importante que, através de fundos comunitários ou pelo orçamento de estado, se apoie os municípios na implementação destes processos”, finalizou o autarca..
Um homem foi “apanhado” a circular na estrada dentro de um contentor do lixo. O momento insólito foi registado em vídeo por turistas estrangeiros que se encontravam a circular na mesma via.
O “condutor” chegou a fechar a tampa do contentor antes de chegar a um cruzamento com a indicação de um STOP.
A Câmara Municipal de Braga vai avançar com a classificação de mais 19 “Lojas com História”. A proposta será analisada na próxima Reunião de Câmara, a realizar-se na segunda-feira, no edifício gnration.
Considerando que a tradição e inovação “são duas faces complementares do valor social do tecido económico”, estas distinções visam “distinguir as entidades que se destacam pela sua singularidade e pelo reconhecido valor que detêm, contribuindo para a identidade do Município e qualidade da arquitetura, do património cultural e da paisagem social e económica de Braga”.
Da proposta de classificação fazem parte os seguintes estabelecimentos comerciais:
“A Louceira”, Rua do Alferes Alfredo Ferreira 9;
“Adega Regional de Tenões”, Rua Álvaro Vieira Nogueira 7;
“Restaurante Sameiro Maia”, Av. Nossa Sra. do Sameiro 42;
“Casa Académica”, Rua Nova de Santa Cruz 31;
“Casa Bouças”, Largo de S. Francisco, 10/12;
“Armazém dos Terceiros”, Rua dos Capelistas nº35;
“Armazéns do Castelo”, Rua do Castelo;
“Pomar da Mariazinha”, Rua de S. Marcos;
“Pastelaria A Favorita”, Rua de São Marcos 131;
“Tasca do Brito”, Rua das Oliveiras nº46;
“Sapatarias Starlet”, Rua Dr. Justino Cruz 139;
“Café Astória”, Praça da República 4;
“Restaurante Casa Garrafinha (Jeremias)”, Travessa do Quinteiro 1ª;
“Restaurante City Rio”, Rua Maria Amélia Bastos Leite 95;
“Tasquinha da Laurinha”, Avenida da Igreja, 2;
“Sapataria Mesquita”, Rua Santo António da Praça 2 a 6;
“Casa dos Terços”, Rua do Souto 118;
“Sapataria Fernando”, Rua Dr. Justino Cruz, 113;
“Casa Fragata”, Rua de São Vicente 25;
“Doçaria Cruz de Pedra – Sàbiá”, Rua Beato Miguel de Carvalho 156.
A classificação destas entidades e atividades permite que estas disponham de uma identificação distintiva que potencia a sua preservação, continuidade, sustentabilidade económica e notoriedade.
Reconhece, também, a importância do comércio como um dos elementos distintivos e diferenciadores da cidade, nas suas dimensões social, económica e ambiental.
O Município de Braga assume também o compromisso de dinamizar ações com o objetivo de “apoiar a preservação de estabelecimentos e entidades reconhecidos como de valor coletivo”. Essa proteção é agora alargada à gastronomia e a um conjunto de atividades artesanais ou criativas, frequentemente não associadas a atividades comerciais, apoiando assim a preservação de um conjunto de práticas e saberes característicos de Braga.
O Dia de Nossa Senhora da Luz é celebrado esta sexta-feira, 2 de fevereiro.
A Paróquia de São Vicente, em Braga, celebra o dia com o Santíssimo Sacramento exposto ao longo do dia para adoração e decorre a romagem a Nossa Senhora da Luz.
Às 18:30 será rezada a oração das Vésperas e às 19:00 será celebrada uma Eucaristia Solene em honra de Nossa Senhora da Luz onde serão benzidas as velas. No final será feita a consagração a Nossa Senhora da Luz.
As freguesias de Tebosa e Tadim também encontram-se em festa com as celebrações a Nossa Senhora do Campo e Nossa Senhora das Candeias.
O Grupo Folclórico da UMinho vai inaugurar, no próximo sábado, a exposição “Retalhos do Minho – Ritos & Rituais”, na Galeria do Paço, em Braga. Esta mostra etnográfica marcará novamente as comemorações dos 30 anos do grupo e ficará patente até ao dia 11 de fevereiro, com espólios pertencentes a vários colecionadores, provenientes de diferentes zonas da região.
Os diversos concelhos do Baixo Minho (Braga, Vila Nova de Famalicão, Esposende, Guimarães, Barcelos e Vieira do Minho), assim como concelhos circundantes, estarão representados por peças originais de coleções privadas e de algumas coletividades locais, cedidas para o efeito.
A mostra etnográfica integra o projeto cultural, “Voltas da Tradição” que assenta num conjunto de iniciativas para a promoção da cultura popular e tradicional do Baixo Minho.
Este projeto tem integrado exposições, tertúlias, workshops, concertos, o festival “Memória” – Festival Universitário de Artes e Tradições, a Canção Bracarense e um conjunto de medidas de promoção do “Canto a Vozes”, reconhecido recentemente como Património Cultural Nacional.