Acabou o sonho europeu. O SC Braga perdeu esta quinta-feira na Alemanha frente ao SC Freiburg por 3-1, em jogo da segunda mão das meias finais da Liga Europa.
Os Gverreiros do Minho ficaram reduzidos a dez jogadores logo no início da partida após Dorgeles ter travado Beste quando este seguia isolado em direção à baliza do SC Braga. O árbitro deu logo expulsão ao jogador.
Kubler, aos 19’ e 72’, e Manzambi, aos 41’, fizeram os golos dos alemães. Pau Victor ainda reduziu, mas não foi suficiente para dar a volta ao resultado.
Após a vitória por 2-1 em casa, o SC Braga falha a final da competição europeia.
De 18 a 23 de maio, Vila Nova de Famalicão vai assinalar o Dia Internacional dos Museus e a Noite Europeia dos Museus com uma programação cultural diversificada.
As comemorações decorrem sob o tema “Museus a Unir um Mundo Dividido” e contam com a realização de diversas atividades dirigidas a diferentes públicos, promovendo o acesso à cultura e incentivando a participação da comunidade.
As comemorações servirão ainda de mote para o lançamento do novo portal online da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, marcado para o dia 18 de maio, às 10:00, no Museu Bernardino Machado. Trata-se de uma nova plataforma digital concebida para melhorar a acessibilidade à informação, constituindo uma ferramenta estratégica de valorização e promoção da oferta museológica do concelho, reunindo, num único espaço, informação atualizada sobre museus, exposições, eventos e atividades educativas.
O Museu Bernardino Machado assinala este ano 25 anos da sua inauguração e que, a 19 e 20 de maio, irá exibir uma peça de teatro original e inédita sobre a vida do ex-presidente da República. Na mesma data será inaugurado um Escape Room, que permitirá aos visitantes uma experiência dinâmica e participativa sobre o museu, numa iniciativa que se vai estender até ao final do ano.
No dia 23 de maio, na Praceta Cupertino de Miranda, os visitantes são convidados a descobrir os museus da Rede de Museus de Famalicão na iniciativa “Museus Sem Fronteiras”. Através de pistas, objetos e caixas mistério, os participantes serão desafiados a explorar o património, a identidade e a singularidade dos 11 museus de Famalicão, num percurso lúdico e envolvente que estimula a curiosidade e o olhar sobre as coleções e narrativas museológicas.
A iniciativa “(H)Á Noite no Museu!”, integrada na Noite Europeia dos Museus e agendada para o dia 23 de maio, às 23:00, no Museu Bernardino Machado, complementa a programação, proporcionando ao público a possibilidade de usufruir deste espaço museológico em horário alargado e num ambiente diferenciador, onde não faltará animação, música e diversão.
Nota ainda para a gratuitidade da entrada na Casa de Camilo – Museu, de 18 a 23 de maio, e no Museu Automóvel e no Museu da Fundação Cupertino de Miranda, no dia 18.
A Rede de Museus de Famalicão nasceu em 2012, sendo atualmente composta por 11 museus e coleções visitáveis do concelho: Casa – Museu de Camilo, Museu Bernardino Machado, Museu da Fundação Cupertino de Miranda – Centro Português do Surrealismo, Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado, Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave, Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves, Museu do Automóvel, Museu da Guerra Colonial, Casa-Museu Soledade Malvar, Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa e Museu da Confraria de Nossa Senhora do Carmo de Lemenhe.
Há quem chefie com estatísticas, quem se esconda atrás da História… e depois há quem governe para o espelho. Este último grupo reconhece‑se facilmente, isto é: líderes de cabelo raro, mas resistente, geralmente loiro ou ruivo, gravatas berrantes e uma fé inabalável de que o mundo só começou a fazer sentido no exato momento em que chegaram ao poder. O currículo, curiosamente, costuma ter mais pólvora do que diplomacia.
Não é apenas uma questão de estilo, o problema começa quando o espetáculo se confunde com poder real. Fala‑se de paz com uma mão enquanto a outra mede forças, aplica sanções ou ensaia ameaças. O objetivo é ser lembrado como grande líder, de preferência com fotografia histórica, legenda grandiosa e, se possível, um prémio nobel da paz.
Para estes iluminados, o planeta não é uma comunidade de povos, é um tabuleiro de xadrez. As peças têm nomes de países, os peões são populações civis e as regras mudam conforme a conveniência do momento. Há territórios que se invadem, outros que se “libertam” e alguns que se pressionam até aceitarem acordos “históricos”. Históricos sobretudo para o discurso do vencedor, raramente para a vida de quem lá mora.
A guerra, entretanto, deixou de ser exceção e passou a produto. Vende‑se como segurança, embrulha‑se em patriotismo de ocasião e anuncia‑se como inevitável. Se corre mal, culpa‑se o passado. Se corre pior, culpa‑se o sistema internacional. Se corre razoavelmente bem, o mérito é todo do líder visionário, da sua gravata com ambições de cachecol e do seu penteado bravamente resistente ao vento da História.
O mapa‑mundo transformou‑se num catálogo promocional. Há conflitos em destaque, outros em saldo e alguns esquecidos numa prateleira qualquer. Ucrânia, Médio Oriente, África que raramente entra na conversa, Ásia sempre “em observação”. Tudo organizado como se o planeta fosse uma montra de crises, com renovação automática e possibilidade de instabilidade crónica.
Pelo meio, a União Europeia finge indignação, mas continua a fazer negócios, compra gás e petróleo com quem diz condenar. A coerência dá jeito até ao momento em que entra em conflito com o fornecimento de energia. Já a ONU tenta cumprir o seu papel possível. Reúne, apela, condena, pede contenção. O seu líder surge paciente, voz serena, inglês e dicção insegura e esforçada, repetindo palavras certas para plateias que já decidiram não ouvir. O resultado é quase poético, ou seja discursos corretos num mundo completamente ao contrário.
A ironia maior está aqui. Estes homens fortes falam incessantemente de grandeza, legado e força, mas o que acumulam são destroços, deslocados e medo. Confundem liderança com domínio, estratégia com barulho e paz com momento fotográfico. Querem estátuas enquanto deixam ruínas, desejam medalhas enquanto distribuem escombros.
Talvez um dia o mundo volte a ser tratado como casa comum e não como negócio em liquidação total. Até lá, continuamos a acumular guerras como pontos num cartão de fidelização e a tolerar líderes de ego inflacionado, cabelo cada vez mais raro e teimoso e certezas excessivas, para quem acha que mandar é o mesmo que fazer o que quer.
Encontram-se abertas, até ao próximo dia 7 de agosto, as candidaturas para a XIV Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde.
Esta iniciativa, com direção artística do pintor Luís Coquenão, destina-se a artistas nacionais e estrangeiros até aos 35 anos de idade (a completar até 31 de dezembro de 2026), residentes ou não em Portugal.
O concurso e a respetiva exposição abrangem as modalidades de desenho, escultura, gravura, pintura, técnica mista e fotografia plástica, promovendo a diversidade de linguagens artísticas contemporâneas.
Nesta edição serão atribuídos os seguintes prémios:
Grande Prémio Bienal Internacional de Arte Jovem, no valor de 3.000,00€;
Prémio Revelação (destinado a jovens até aos 20 anos), no valor de 1.500,00€;
Segundo Prémio, no valor de 1.500,00€;
Menções Honrosas, por modalidade.
A Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde tem como principais objetivos “divulgar e valorizar o trabalho de jovens artistas, promover o contacto da população com diferentes formas de arte e afirmar-se como um espaço cultural de excelência, incentivando o encontro entre artistas emergentes, agentes culturais e públicos diversos”.
A iniciativa é promovida pelo Município de Vila Verde e pela Associação D’Arte, em colaboração com o Instituto Português do Desporto e Juventude, e decorrerá entre 31 de outubro e 21 de novembro de 2026.
A inscrição no concurso deverá ser efetuada até 7 de agosto, corrente ano, mediante submissão da ficha de inscrição e envio obrigatório dos seguintes elementos para o endereço eletrónico [email protected].
Documentação:
Cópia de documento de identificação;
Memória descritiva (máximo 500 caracteres);
1 a 2 fotografias de cada obra, em formato JPEG, a cores e com qualidade adequada;
Breve currículo do(a) autor(a) (máximo 500 caracteres).
A Peregrinação Anual ao Santuário do Sameiro, em Braga, volta a realizar-se no dia 7 de junho. A procissão vai sair das 07:00 da Sé Catedral em direção ao Santuário onde, às 11:00, será celebrada a Eucaristia presidida por D. José Cordeiro, Arcebispo Primaz de Braga.
No dia 5 de junho decorrerá ainda uma procissão de velas com saída da Igreja de Ferreiros, às 21:30, até à Sé Catedral, onde a imagem ficará até ao dia da grande peregrinação.
Itinerário: Igreja de Ferreiros > Rua Padre Cruz > Rotunda Maximinos > Rua Comendador Santos da Cunha > Rua dos Bombeiros Voluntários> Largo Paulo Orósio > Rua do Alcaide > Largo de São Paul > Rua D. Gonçalo Pereira > Sé Catedral
Horários das Celebrações no Santuário do dia 6 de junho:
07:30 – Missa na Cripta
09:00 – Missa na Cripta
11:00 – Missa conclusiva da Peregrinação na esplanada em frente à cripta
16:00 – Recitação do Terço na cripta
16:30 – Missa na Cripta
Sacramento da Reconciliação (na Capela das Confissões – cripta)
A Freijoada está de volta ao O Poverello no dia 15 de maio, a partir das 19:30, no Regimento de Cavalaria, n° 6, em Braga. O evento será marcado pela solidariedade com o valor dos ingressos a reverter em prol do Centro de Acolhimento.
Frei Roberto, que faz parte da equipa de organização, conta que a adesão dos participantes tem crescido a cada ano. O ingresso individual custa 25 euros e dá direito ao prato principal, bebida, sobremesa e café. Já crianças até 10 anos pagam 15 euros. “Neste ano, o evento é uma das atividades em comemoração aos 15 anos do Centro de Acolhimento O Poverello”, partilha o religioso.
O Poverello é um centro de acolhimento que surgiu da necessidade de amar o próximo, ajudar a enfrentar desafios, cuidar dos carenciados e acolher aqueles que precisam nos momentos mais difíceis de suas vidas.
A história do espaço começou em 17 de outubro de 2011, resultado de uma ação concreta da Província Portuguesa da Ordem Franciscana por meio da Domus Fraternitas – Fundação de Solidariedade Social, criada em 2009. No ano de 2019, a gestão foi atribuída à Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus.
A Comissão de Utentes da Saúde de Braga considerou “gravíssimas” as denúncias feitas por médicos da ULS Braga, receando que os utentes “estejam a ser vítimas das falhas ou incumprimentos das normas exigíveis”.
Em comunicado, a Comissão lamenta que “o Conselho de Administração da ULS de Braga se remeta ao silêncio, quando devia explicar o que está a acontecer. Tememos que os doentes estejam a sofrer consequências muito graves para a sua saúde. Ao não assumir a gravidade dos factos, explicar os motivos destas falhas, o desleixo ou a incompetência, o Conselho de Administração está a contribuir para a ansiedade e medo dos doentes e para a descrença da população nos serviços públicos prestados pela ULS de Braga”.
“Ao manter esta situação irresponsável de isolamento, seja por medo ou por falta de argumentos para explicar os factos, fica a dúvida de, se tudo isto que está a acontecer no maior secretismo, não terá sido programado pelo CA e pelo governo para degradar o sistema, criar a desconfiança nas pessoas sobre os serviços de saúde que a ULS tem a responsabilidade de executar, para apresentarem a PPP como a tábua de salvação. Como a situação é extremamente grave e podem estar, ou ter estado em causa a vida de pessoas é estranho este silêncio do Conselho de Administração. Com o que foi denunciado e com esta atitude, o CA entrou em descrédito e perda de confiança dos utentes e profissionais de saúde”, acrescenta.
A Comissão de Utentes vai mais longe e afirma que o Conselho de Administração “deixou de ter condições para exercer o cargo que ocupa”. “Só restam duas soluções: Ou o Conselho de Administração se demite, ou terá de ser o governo a demiti-lo”, finalizou.
A Associação Empresarial do Vale do Homem e o Município de Amares entregaram, esta quarta-feira, os prémios da campanha “Neste Natal, Compras de Natal é no Comércio Local!”, iniciativa que mobilizou a população e impulsionou o comércio tradicional do concelho.
A cerimónia decorreu nos Paços do Concelho, em Amares, e contou com a presença de responsáveis autárquicos e representantes empresariais, entre os quais o presidente da Câmara de Amares, Emanuel Magalhães, o vice-presidente da autarquia, João Januário Barros, o presidente da Associação Empresarial do Vale do Homem, José Manuel Lopes, o vice-presidente da AEVH para Amares, João Andrade, além de outros representantes dos órgãos sociais da associação empresarial.
Durante a sessão, o presidente da Câmara, Emanuel Magalhães, destacou a importância da iniciativa, sublinhando o seu “contributo para a dinâmica da economia local e felicitando os participantes pela aposta no comércio local”.
Já o presidente da Associação Empresarial do Vale do Homem, José Manuel Lopes, reforçou o impacto da campanha na competitividade do comércio e na retenção de valor no território.
A campanha, promovida pela Associação Empresarial do Vale do Homem, com o apoio do município e da União de Freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros, decorreu entre 10 de dezembro de 2025 e 21 de janeiro de 2026, tendo registado mais de 15 mil cupões preenchidos.
O primeiro prémio, uma viagem aos Açores para duas pessoas, foi atribuído a Paulo Gonçalves, de Carrazedo.
Foram ainda distribuídos vouchers entre os 25 e os 150 euros:
2.º prémio: 150€ – Fernanda Silva (Caires)
3.º prémio: 100€ – Vera Correia
4.º prémio: 75€ – Anabela Bastos
5.º prémio: 50€ – Fátima Veloso (Ferreiros)
6.º ao 10.º: 25€ – incluindo Abel Soares (Caires), Sofia Carvalho (Dornelas), Cristina Novais (Ferreiros), Paula Lago e Susana Rodrigues (Amares)
Por cada compra igual ou superior a 10 euros nos estabelecimentos aderentes, os consumidores recebiam um cupão.
A iniciativa integrou o programa “Amares Natal”, reforçando o papel destas campanhas na dinamização económica e social do concelho.
João Moutinho falou da ambição do SC Braga em chegar à final da Liga Europa. A segunda mão das meias finais frente ao SC Freiburg joga-se esta quinta-feira, às 20:00.
“Sabemos que vão jogar num ambiente muito forte e que os resultados em casa demonstram a capacidade que têm perante os seus adeptos. O apoio do público dá-lhes energia nestes momentos decisivos. Ainda assim, continua a ser mais um jogo. Conhecemos as dificuldades, mas também sabemos aquilo que podemos fazer. O objetivo passa por assumir o jogo, competir ao mais alto nível e ganhar para estarmos na final”, disse o jogador.
João Moutinho realçou que “o grupo está muito motivado e focado em fazer um grande jogo. É essa a energia que sinto e que tento transmitir aos colegas. O lado emocional e a confiança são importantes, mas sem nunca ignorar as dificuldades que vamos encontrar. Temos de estar preparados, ser competitivos, impor a nossa identidade e criar oportunidades suficientes para vencer”.
O SC Braga parte em vantagem após ter vencido em casa, a primeira mão, por 2-1.